Biblioteca Comunitária da UFSCar comemora 25 anos com evento online

Biblioteca Comunitária da UFSCar comemora 25 anos com evento online - Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação

No dia 17 de agosto de 1995, foi inaugurada e entrou em funcionamento a Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Instalada em um complexo com 9 mil m² – onde se localiza, além da própria Biblioteca, o Teatro Universitário Florestan Fernandes, os Auditórios da BCo, a Coordenadoria de Apoio a Eventos Acadêmicos (CAEv) e a livraria da Editora da UFSCar (EdUFSCar) -, a sua inauguração ocorreu logo após a transferência do acervo da antiga Biblioteca Central da UFSCar, local onde atualmente se encontra o prédio do Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) da Instituição.

O projeto da Biblioteca Comunitária foi caracterizado como pioneiro entre as universidades federais, pois previa que a BCo deveria ser um centro referencial, que garantisse o uso e o acesso a informações em todos os níveis e para todos os fins, atendendo diversos grupos de usuários. O objetivo era democratizar o espaço físico, o acervo, os serviços e produtos, servindo como canal catalisador da informação gerada e armazenada na Universidade.

Atualmente, após 25 anos de existência, a BCo vem cumprindo com esse objetivo, sendo uma Biblioteca aberta a todos os públicos, que disponibiliza recursos bibliográficos, informacionais e tecnológicos e acesso à informação aos discentes, docentes e técnico-administrativos da Universidade e, também, à população de São Carlos e região, que podem realizar cadastro e, assim, empréstimo de obras.

EVENTO DE COMEMORAÇÃO

Para comemorar o aniversário de 25 anos, a Biblioteca Comunitária realiza, na próxima segunda-feira, dia 17 de agosto, uma live com a presença de suas ex-diretoras. O intuito é detalhar essa história e também relembrar acontecimentos, curiosidades e eventos que ocorreram ao longo deste um quarto de século de existência da Unidade. O bate-papo contará com a participação das bibliotecárias Lourdes Moraes, Ligia Maria Silva e Souza, Camila Cassiavilani, Eliane Colepicolo e Marisa Cubas Lozano.

O evento é gratuito, aberto às pessoas interessadas e acontecerá a partir das 15h, via Google Meet, pelo link meet.google.com/xxv-hyxy-qvi

Fonte: Sãocarlosagora.com.br

Disponível em: https://www.saocarlosagora.com.br/cidade/biblioteca-comunitaria-da-ufscar-comemora-25-anos-com-evento-online/128620/. Acesso em: 13 ago. 2020

Biblioteca comemora 160 anos com atividade cultural

A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) completa 160 anos nesta terça-feira (7) e promove uma programação especial durante todo o dia. As atividades começam às 10h30, com a abertura da exposição Retrato de um Artista, que reúne ilustrações publicadas no Cândido, o jornal mensal da BPP.

A partir das 16h, o grupo Hélio Brandão Trio toca clássicos do jazz e da MPB no hall térreo. E às 19h30, o jornalista e biógrafo Ruy Castro abre a temporada 2017 do projeto Um Escritor na Biblioteca. Todos os eventos são gratuitos.

Com obras de 20 ilustradores brasileiros, a mostra Retratos de um Artista resgata trabalhos produzidos originalmente para a seção homônima do jornal Cândido. São 30 desenhos de escritores consagrados da literatura nacional e mundial (de Miguel de Cervantes a Ernest Hemingway, passando por Mário de Andrade, Hilda Hilst, Dalton Trevisan), assinados por nomes como Allan Sieber, Bennet, André Ducci e Pedro Franz, entre outros.

 O evento também marca o lançamento de um livro com as ilustrações, editado pelo selo Biblioteca Paraná, da Secretaria de Estado da Cultura.

Música e Literatura
Músico experiente da cena curitibana, o saxofonista Hélio Brandão se apresenta acompanhado do guitarrista Mário Conde e do contrabaixista Thiago Duarte. No repertório, uma seleção de standards do jazz e temas conhecidos da música popular brasileira. O trio toca em clima informal, no hall térreo, até o início da noite.

Encerrando a programação de aniversário, o jornalista Ruy Castro conversa com o público na abertura de mais uma temporada da série Um Escritor na Biblioteca. Com mais de 20 livros lançados — entre eles as biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha, Carmen Miranda —, ele fala sobre sua trajetória como leitor, autor e jornalista. O encontro acontece no auditório, que reabre após um período de reformas.

As comemorações dos 160 anos continuam durante todo o mês, com oficinas, atividades para o público infantil e um bate-papo, no dia 25, com o escritor argentino Alberto Manguel, diretor da Biblioteca Nacional da Argentina.

Modernização
Criada em 1857, a Biblioteca Pública trocou de sede 12 vezes até ser transferida para o prédio de número 133 da Rua Cândido Lopes, no centro de Curitiba — onde está instalada desde 1954.

A partir de 2011, a instituição iniciou um intenso processo de reformulação, com os objetivos de melhorar as instalações, aperfeiçoar o atendimento e ampliar os serviços oferecidos. As mudanças transformaram a BPP em um verdadeiro espaço de artes e convivência, por onde passam, diariamente, cerca de 2,5 mil pessoas.

Consolidada como centro cultural, a Biblioteca começou, no final de 2016, uma ampla reforma, concebida pelo arquiteto Manoel Coelho e viabilizada com recursos da Renault. O projeto incluiu do auditório aos banheiros, passando pelo guarda-volumes, o hall do segundo andar (que ganhou novo mobiliário) e a seção de empréstimos (remanejada para dar lugar a um café), entre outros espaços. A inauguração oficial da obra está prevista para o dia 16 de março.

“Com as obras de modernização, teremos uma biblioteca ainda mais preparada para receber a população paranaense e continuar seu trabalho de excelência no atendimento ao público”, afirma o secretário de Estado da Cultura, João Luiz Fiani.

Para o diretor da BPP, Rogério Pereira, a instituição está cumprindo o papel das bibliotecas modernas, que é atuar além do empréstimo de livros e apostar na multiplicidade. “Hoje também abrimos espaço para música, cinema, teatro, dança, contação de histórias, oficinas. O processo de reforma, além de proporcionar um espaço ainda mais agradável, vai possibilitar a criação de vários novos projetos culturais”, diz.

Serviço: Programação 160 anos da Biblioteca Pública do Paraná

Data: terça-feira, dia 7

10h30 (Hall Térreo) – Abertura da exposição e lançamento do livro Retrato de um Artista.
16h (Hall Térreo) | Música na Biblioteca, com Hélio Brandão Trio.
19h30 (Auditório) | Um Escritor na Biblioteca, com Ruy Castro.

Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro). Informações: 3221-4917.

Aniversário da Biblioteca de São Paulo

Será comemorado amanhã o 1º aniversário da Biblioteca de São Paulo. Confira a programação abaixo:

Dança Flamenca
Apresentação de tangos e sevilhanas. Com Rogério Caserta e Simone Neves.
Às 10h

Palhaço Pinduca
Espetáculo de clown com muita criatividade e humor.
Com Marcelo Selingardi
Às 11h

Brincadeiras da vovó
Resgate divertido de brincadeiras tradicionais do Brasil. Com Abdael Silva.
Às 11h30

Oficina de Xadrez – Turma iniciante
Com José Silvino.
Às 13h

O barbante e a rima
A milenar tradição de contar histórias acompanhadas com figuras de barbantes ganha nova roupagem nas mãos de César Obeid, que escreveu sonetos, quadras, sextilhas e oitavas inéditas para dezenas de incríveis figuras feitas a partir de um simples pedaço de barbante.
Com Cesar Obeid
ÀS 15h

Para gostar de ler
Palestra Vivência sobre a percepção auditiva na prática pedagógica. Com
Profª Martha Gouvêia Trench Às 15h30.

Livros Aéreos
Atores e bailarinos acrobatas leem trechos de livros no espaço aéreo da
biblioteca. Com Cia Base.
Às 16h

Cantos da leitura
Visitantes serão estimulados a realizar interpretações de leitura por meio
da música.
Com Abdael Silva, Patrícia Romiti e Paulo Alan.
Às 17h

Caipiras Sem Fronteiras
Projeto que mistura sons brasileiros como o frevo, baião e samba com letras
que transmitem ao público a simplicidade do povo do Brasil.
Às 18h

Dança Eutônica
Espetáculo baseado em prática corporal criada e deseanvolvida por Gerda
Alexander. Com alunos da Academia Ekilibrium.
Às 19h

Os segredos da Biblioteca

A Nacional completa 200 anos com acervo em que uma só obra vale até R$ 9 milhões

 Rio – Principal guardiã da memória do Brasil e zeladora de 9 milhões de obras, a Biblioteca Nacional comemora 200 anos na próxima sexta-feira com muita história e segredos a contar. Junto a manuscritos e documentos centenários — boa parte trazida pela Família Real, em 1808 —, a instituição guarda relíquias: cartas de D. Pedro I à amante, peças únicas no mundo e livros decorados com ouro. Todo o acervo é monitorado por criterioso esquema de segurança, capaz de visualizar até o que o visitante escreve.

Em média, a blbioteca recebe 150 obras por dia das editoras | João Laet / Agência O Dia

Andar pela Biblioteca Nacional equivale a uma viagem no tempo com estações por todas as épocas da História. Para desfrutar do local, porém, o usuário só pode levar lápis e papel. Bolsa deve ser guardada em armários e celular, só no modo silencioso.

Setor onde o acesso é o mais restrito, a Divisão de Obras Raras guarda as peças impressas mais valiosas da instituição, algumas de quase R$ 9 milhões. Entre as ‘joias’ está a Bíblia de Mogúncia, primeiro impresso que contém data, lugar de impressão e nome do impressor. Segundo a chefe do departamento, Ana Virgínia Pinheiro, uma universidade norte-americana ofereceu um prédio por um exemplar da obra, mas a instituição recusou a proposta. A Biblioteca tem dois exemplares, cada um com dois volumes.

Por ter valor incalculável, a Bíblia fica guardada em um dos três cofres do setor, cujo segredo é conhecido por apenas um funcionário. O livro ‘Os Lusíadas’, de Luís de Camões, também está trancafiado. O acesso às obras raras não é proibido, mas o pesquisador precisa de uma boa justificativa para explorar o local. “O usuário deve comprovar que o objeto de estudo necessita das obras raras. Quando o cofre é aberto, a equipe de segurança é avisada e fica alerta”, explica.

Livros de Santo Agostinho censurados na época da Inquisição, além de obras eróticas, com histórias ‘picantes’ integram o setor. Na época da ditadura no Brasil, muitas obras passíveis de censura foram ‘exiladas’ no setor. Bibliotecários esconderam os livros ali, porque a seção não era vistoriada pelos censores.
Segundo Ana Virgínia, obras produzidas até 1720 são consideradas raras, independentemente do assunto. Livros com capas trabalhadas artisticamente também integram o rol.

3 milhões de títulos

O espaço que concentra mais livros, com 3 milhões de obras, é o Salão de Leituras, frequentado, principalmente, por estudantes. Há 14 anos na Biblioteca, Ivone Lacerda Ribeiro conta que os temas mais procurados são Português e Direito, porém, assuntos inusitados também levam leitores à instituição. “Principalmente às sextas, livros de Kama Sutra, magia negra e macumba são muito pedidos”, relata.

Trajetória começou em um hospital da Praça 15

Considerada a maior da América Latina e 8ª maior do Mundo, a Biblioteca Nacional foi fundada em 29 de outubro de 1810 em um hospital próximo à Praça 15. De lá, foi para o prédio que abriga a Escola de Música da UFRJ, na Lapa, onde permaneceu até outubro de 1910, quando o atual edifício, na Avenida Rio Branco, foi concluído.

As raridades, cuidadosamente armazenadas, são separadas da seguinte forma: Obras Gerais (trabalhos acadêmicos e folhetos para pesquisa imediata), Periódicos (jornais, revistas e Diário Oficial), Iconografia (desenhos e fotos), Manuscritos (documentos feitos à mão), Cartografia (mapas) e Música (discos e partitura).

No setor de manuscritos está a obra mais antiga da Biblioteca: um manuscrito em grego, dos 4 Evangelhos, do século 11 ou 12. Na seção, é possível ver cartas de D. Pedro I à amante, Marquesa de Santos, a sentença de Tiradentes e a carta de Abertura dos Portos.

Disponível em: <http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/10/os_segredos_da_biblioteca_119306.html?utm_source=EasyMailing&utm_medium=e-mail&utm_term=SNBU&utm_content=SNBU&utm_campaign=Padr%E3o>. Acesso em: 6 nov. 2010.