Adolescentes baianas criam cabine para desinfectar livros e recebem prêmio em competição nacional de robótica

Estudantes criaram a proposta depois de perceberam que livros de bibliotecas deveriam ficar em ‘quarentena’ por 14 dias para novo empréstimo, por causa da Covid-19.

Por G1 BA

26/09/2020 06h45  Atualizado há 4 dias

Cabine para desinfecção de livros — Foto: Arquivo Pessoal
Cabine para desinfecção de livros — Foto: Arquivo Pessoal

Um grupo de estudantes de Candeias, região metropolitana de Salvador, foi uma das equipes premiadas no Desafio SESI de Robótica Covid-19. O objetivo era apresentar propostas inovadoras para o combate à doença e as jovens desenvolveram uma cabine de desinfecção de livros para bibliotecas.

O projeto de Ana Clara Freitas (13 anos), Jade Santos (13 anos), Natália Jesus (14 anos) e Wililane Barbosa (15 anos), que formaram a equipe “Robolife”, ficou entre os 39 melhores, dentre mais de 400 projetos enviados para o concurso. A proposta delas foi eleita a melhor na categoria “Pesquisa”. Elas são estudantes do 9º ano do ensino fundamental.

A ideia das jovens surgiu ao perceberem que livros de bibliotecas tem de passar por uma “quarentena” de catorze dias antes de ser emprestado novamente para outra pessoa. A medida adotada é para evitar a propagação do novo coronavírus.

Baianas foram premiadas em desafio de robótica por projeto de desinfecção de livros — Foto: Divulgação / SESI Bahia
Baianas foram premiadas em desafio de robótica por projeto de desinfecção de livros — Foto: Divulgação / SESI Bahia

No entanto, este procedimento atrasa a circulação dos livros. Por isso, as meninas idealizaram uma cabine que utiliza o ozônio como agente desinfetante. A invenção permite que os livros sejam disponibilizados, depois de apenas alguns minutos, sem colocar em risco os profissionais das bibliotecas e os leitores.

Sobre as expectativas com relação ao concurso, as jovens contam que acreditavam no potencial do projeto mas ficaram surpresas com o primeiro lugar da categoria.

“A gente estava um pouco confiante, sabíamos que o projeto estava bem elaborado, mas quase não acreditamos quando nossa equipe foi anunciada como vencedora”, disse Natália.

Desafio de robótica

O desafio SESI de Robótica Covid-19 propôs que os estudantes do 9º ano de toda a rede SESI elaborassem soluções pensadas por eles que pudessem ser aplicadas no dia a dia para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

Todos os participantes da competição tiveram menos de dois meses para apresentar os projetos e os protótipos.

A premiação aconteceu na quinta-feira (24), durante a solenidade realizada virtualmente para todo o país pelo SESI nacional. A próxima etapa é tornar os projetos públicos, para que empresas e instituições interessadas possam investir, caso haja interesse.

Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/09/26/baianas-criam-cabine-para-desinfectar-de-livros-e-recebem-premio-em-competicao-nacional-de-robotica.ghtml. Acesso em: 1 out. 2020.

Museus e bibliotecas reabrem gradativamente em Sorocaba a partir de segunda-feira

Espaços deverão funcionar em horário reduzido e com 40% da capacidade total. Visitantes deverão usar máscaras e respeitar o distanciamento social.

Por G1 Sorocaba e Jundiaí

30/09/2020 13h12  Atualizado há 8 horas

Museus e bibliotecas reabrem gradativamente em Sorocaba a partir de segunda-feira — Foto: Divulgação/Prefeitura de Sorocaba
Museus e bibliotecas reabrem gradativamente em Sorocaba a partir de segunda-feira — Foto: Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

Os museus e bibliotecas de Sorocaba (SP) serão reabertos gradativamente a partir da semana que vem. O retorno foi autorizado pela Secretaria da Cultura nesta quarta-feira (30).

De acordo com a prefeitura, os primeiros espaços a retomarem os serviços na cidade serão a Biblioteca Municipal e a Biblioteca Infantil Municipal, na próxima segunda-feira (5).

A Casa de Aluísio de Almeida e o Museu da Estrada de Ferro Sorocabana reabrirão à população no dia 19 de outubro, enquanto a biblioteca do CEU das Artes e o Museu Histórico Sorocabano retornarão em 3 de novembro.

Já a Casa 52, Gabinete da Secretaria da Cultura, continuará atendendo mediante agendamento prévio.

Segundo a prefeitura, os locais deverão funcionar em horário reduzido, das 10h às 16h, e com 40% da capacidade total, no máximo. Os visitantes deverão obrigatoriamente usar máscaras e respeitar o distanciamento social dentro dos espaços.

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2020/09/30/museus-e-bibliotecas-reabrem-gradativamente-em-sorocaba-a-partir-de-segunda-feira.ghtml. Acesso em: 30 set. 2020.

Nas bibliotecas canadenses, a era das multas por atraso pode estar se dirigindo para os livros de história

Na quarta-feira [05/08], as Bibliotecas Públicas de Halifax anunciaram que são oficialmente ‘livres de multas’

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HALIFAX – A era do bibliotecário canadense severo examinando o registro de itens atrasados ​​de um cliente e anunciando a quantia devida parece estar se encaminhando para os livros de história.

Todas as bibliotecas da Nova Escócia estão funcionando sem multas ao serem reabertas após as restrições da pandemia, enquanto a biblioteca pública em Vaughan, Ontário, anunciou no final de junho que deixará de cobrar multas por atraso.

Os sistemas de bibliotecas públicas de Edmonton e Calgary também fizeram oficialmente a mudança de política.

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Unesp implanta gerenciamento de serviços de bibliotecas na nuvem

A Unesp é a primeira universidade do Brasil a implantar a plataforma Alma, uma nova geração de sistemas para bibliotecas, já desenvolvida para trabalhar com os conteúdos digitais, como e-books e videoaulas
Imagem: Divulgação

04/08/2020 por: Fabio Mazzitelli, da ACI Unesp

No caminho das tendências contemporâneas de revitalização dos espaços das bibliotecas, a Unesp põe em funcionamento nesta semana, a partir do dia 5, um novo sistema de gerenciamento dos serviços das 34 bibliotecas da Universidade, que permitirá o armazenamento em nuvem dos metadados de todo o acervo bibliográfico (impresso e eletrônico) e o acesso ao acervo digital.

Além de unificar o gerenciamento do acervo, a recém-adquirida plataforma Alma permite um controle maior sobre os processos de aquisição, catalogação e circulação (empréstimos) de livros físicos, digitais e outros tipos de conteúdo, simplifica o fluxo de trabalho dos bibliotecários e dos assistentes de bibliotecas e também abre caminho para uma aproximação mais forte das bibliotecas com o ensino e a pesquisa.

A plataforma Alma é a mesma utilizada pela Universidade de Harvard (EUA), uma das mais conceituadas do mundo, e constitui uma nova geração de sistemas para bibliotecas conhecida por Library Service Plataform (LSP), já desenvolvida para trabalhar com os conteúdos digitais, como e-books e videoaulas. O sistema anterior, Aleph, estava em uso na Unesp desde 1997.

“A biblioteca do Século 21 deixa de ser somente um espaço para abrigar prateleiras com materiais físicos para tornar-se um centro de recursos de aprendizagem e pesquisa. É uma reconceituação do espaço”, afirma Flávia Maria Bastos, coordenadora da Coordenadoria Geral de Bibliotecas da Unesp. “O sistema anterior, com o surgimento de muitos conteúdos digitais, dependia constantemente de atualizações e, em muitos casos, trabalhávamos com sistemas externos, como planilhas eletrônicas, para controlar assinaturas das bases de dados de e-books e periódicos em formato eletrônico. O (sistema) Alma permitirá fazer o gerenciamento dentro dele e, como simplifica o fluxo de trabalho, possibilitará que os bibliotecários se voltem para outros serviços, apoiando as novas demandas de ensino e de pesquisa”, diz Flávia Bastos.

A modernização do sistema de gerenciamento dos serviços das 34 bibliotecas da Unesp foi concebida inicialmente em 2017 pela Coordenadoria Geral de Bibliotecas (CGB) e, após estudos preliminares, o acordo que a viabilizou contou com pareceres favoráveis da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTInf), além do apoio dos gabinetes do reitor e do vice-reitor. A Unesp é a primeira universidade do Brasil a implantar a plataforma Alma.

A aquisição do (sistema) Alma é marco dentro da nossa proposta de revitalizar e reconceituar as bibliotecas da Unesp, seguindo as tendências contemporâneas de transformação desses espaços”, afirma o reitor da Unesp, professor Sandro Roberto Valentini.

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A implantação do sistema Alma foi iniciada no início deste ano, com a primeira capacitação realizada na Universidade pela empresa ProQuest Ex Libris, detentora da plataforma. No período de implantação, que durou seis meses, participaram desse processo bibliotecários das unidades de Presidente Prudente, Rio Claro, Rosana, São José do Rio Preto e Botucatu, além dos funcionários da Coordenadoria Geral de Bibliotecas. Esse grupo esteve à frente da formação e a levou para cerca de 250 servidores das Unidades. Foram usados para a capacitação os recursos do Google Sala de Aula (Classroom), ferramenta disponível para a comunidade da Unesp.

“O Alma é um sistema que facilita tanto a interação dos usuários com os serviços da biblioteca quanto o trabalho dos bibliotecários. É um avanço tremendo em termos de gerenciamento de conteúdo, que vamos sentir com o tempo, à medida que nos familiarizarmos com o novo sistema”, diz o professor José Paes de Almeida Nogueira Pinto, assessor de gabinete da Reitoria, que acompanhou de perto a aquisição do novo sistema. “Gostaria de parabenizar a CGB, em nome da Flávia (Bastos), por este grande avanço em termos de tecnologia da informação para a Unesp”, afirma o docente.

Presidente global da Ex Libris, divisão dentro da ProQuest Ex Libris, detentora da plataforma Alma, Bar Veinstein deu as “boas-vindas” à Unesp e destacou o pioneirismo da Universidade no uso desse sistema no Brasil. “Temos o prazer de dar as boas-vindas à UNESP, juntamente com suas 34 bibliotecas, como a primeira universidade brasileira a usar o (sistema) Alma. O Alma apoiará o acesso de alunos e professores a todos os recursos da biblioteca, onde quer que eles estejam localizados, e ajudará as bibliotecas da UNESP a desvendar a crescente demanda por serviços digitais que começou com a pandemia Covid-19. Aguardamos ansiosamente as contribuições da UNESP como membro da comunidade global do Alma”, diz Bar Veinstein.

Avanço pedagógico
Um dos caminhos abertos com o novo sistema de gerenciamento dos serviços das bibliotecas será o fortalecimento da ligação desses espaços com o ensino e a pesquisa. Os professores, por exemplo, poderão ter a sua bibliografia básica do curso no Alma e os estudantes, buscar o conteúdo que desejam pelo nome da disciplina ou pelo nome do docente, bastando o professor enviar o arquivo da bibliografia atualizada para a biblioteca.

As tecnologias adquiridas são consideradas disruptivas. O docente, por exemplo, poderá incluir em suas bibliografias vídeos, áudios, imagens ou outros materiais que desejarem vincular ao sistema da biblioteca. A implantação deste novo sistema contribuirá para otimizar e agilizar ainda mais os serviços prestados pela biblioteca”, afirma o vice-reitor da Unesp, professor Sergio Nobre.

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A rede de bibliotecas da Unesp oferece acesso a um acervo com cerca de 2,9 milhões de conteúdos acadêmico-científicos. Para a professora Gladis Massini-Cagliari, pró-reitora de graduação da Unesp, a aproximação das bibliotecas com o ensino é fundamental.

“A plataforma vai permitir inserir a bibliografia básica das disciplinas (no sistema das bibliotecas), facilitando o acesso de docentes e discentes a ela, e também acrescentar na nuvem outros tipos de materiais, além dos livros e dos materiais bibliográficos. Essa aproximação das bibliotecas com a graduação, do ponto de vista pedagógico, é um grande avanço”, diz Gladis Massini-Cagliari.

Em paralelo aos preparativos para a implantação da plataforma Alma na Unesp, já pensando na importância de articular o acervo bibliográfico com as necessidades da Universidade, a Coordenadoria Geral de Bibliotecas cruzou dados dos livros impressos mais emprestados dos últimos anos com as principais bases de dados de e-books em português, de maneira a concentrar as novas assinaturas dos e-books nos títulos mais procurados pelos estudantes.

Com a eclosão da pandemia de COVID-19 e a consequente suspensão das atividades presenciais na Unesp, que ocorreu em 17 de março, a demanda pelos serviços digitais das bibliotecas aumentou bastante, mas o espaço virtual das bibliotecas estava preparado para absorvê-la.

“Fizemos em 2019 um estudo em relação à assinatura das principais bases de e-books em português para a graduação, o que foi muito importante para enfrentar esse período de pandemia, como as bases Pearson e Minha Biblioteca, que incluem títulos de diversas áreas do conhecimento. Tivemos picos de acessos, principalmente nos títulos de Medicina e Saúde”, diz Flávia Bastos. “Essas últimas escolhas, inclusive com a modernização do sistema de gerenciamento dos serviços das bibliotecas, mostram que estamos no caminho certo”, afirma a coordenadora.

bibliotecaflavia4ago20d.jpgA rede de bibliotecas da Unesp oferece acesso a um acervo com 2,9 milhões de conteúdos acadêmico-científicos

Disponível em: https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/35950/unesp-implanta-gerenciamento-de-servicos-de-bibliotecas-na-nuvem. Acesso em: 5 ago. 2020.

Bibliotecários transformam Google Forms em escape rooms virtuais

Vinicius Szafran, editado por Daniel Junqueira

Jogos ajudam a manter a comunidade entretida durante a quarentena

No dia em que a Biblioteca Pública de Peters Township, em McMurray, no estado norte-americano da Pensilvânia, pretendia revelar um escape room com temática de super-heróis, a pandemia obrigou a biblioteca a fechar suas portas. Sem local físico, a bibliotecária Sydney Krawiec criou uma alternativa: uma sala de fuga digital, criada no Google Forms.

Em apenas quatro horas, ela fez um jogo baseado no universo de “Harry Potter”, colocando os participantes em uma série de quebra-cabeças que precisavam ser respondidos para progredir no game. Em pouco tempo, o formulário viralizou. Isso motivou outros bibliotecários a fazerem o mesmo.

Com esses “escape rooms” virtuais, os bibliotecários puderam servir sua comunidade e também aqueles de muito longe, dando às pessoas presas em casa algo de diferente para fazer. Segundo os bibliotecários, esses desafios se tornaram uma ferramenta para o ensino remoto, bem como um dispositivo para a formação e desenvolvimento de equipes.

“Eu sei que muitos pais, especialmente quando todos começamos a trabalhar em casa, que estavam sobrecarregados com a tentativa de encontrar coisas para manter as crianças ocupadas durante o dia ou para impedir que os adolescentes jogassem videogames o dia inteiro”, diz Morgan Lockard, bibliotecário da Biblioteca Pública do Condado de Campbell, no Kentucky, que já criou cinco salas de fuga.

Reprodução

Sala de fuga começa explicando onde os jogadores estão no mundo bruxo. Imagem: Reprodução

Nesses jogos, você resolve uma série de problemas, variando de quebra-cabeças digitais (com links externos) a equações matemáticas, com descrições explicando o que você vê nas salas à medida que avança. O formato é bem simples: as páginas contam com uma ou duas fotos, talvez um vídeo, uma descrição e alguns links, além de perguntas de múltipla escolha ou com um campo de resposta. Quando você responde corretamente, avança para a próxima etapa.

As salas de fuga se tornaram cada vez mais populares nos últimos anos. Krawiec já havia criado duas salas físicas de “Harry Potter” antes de fazer o jogo de super-heróis. Ela criava salas similares quando ensinava matemática para alunos da oitava série.

Ao avançar no jogo, os jogadores desenvolvem suas habilidades de resolução de problemas e interpretação de texto, afirma a bibliotecária Brooke Windsor, da Biblioteca Pública de Richmond Hill, em Ontário, no Canadá. Além de aperfeiçoar essas habilidades, os problemas geralmente envolvem matemática ou geografia.

Essas atividades são uma forma de gerar interesse nos alunos por diferentes disciplinas. Lockard diz que sua antiga sala de fuga com o tema do Egito é usada em aulas de história, enquanto sua sala com temática espacial é usada por professores de ciências.

O Google Forms também pode servir como ponto de partida para os alunos aprenderem mais. Um guia para a sala de escape espacial de Lockard tem informações adicionais e fatos que os jogadores podem buscar. O jogo em si depende que o participante pesquise pelo menos um pouco.

Reprodução

Procurar códigos ou decifrar enigmas são alguns dos desafios desses jogos. Imagem: Reprodução

Existem algumas desvantagens de trazer as salas de fuga para o mundo digital. O Google Forms não salva seu progresso; portanto, se você sair acidentalmente da página, terá que começar tudo de novo. Além disso, como os quebra-cabeças costumam ser baseados em imagens, podem não ser acessíveis para pessoas com deficiência visual. Krawiec e Windsor dizem trabalhar com instrutores de alunos com deficiência para desenvolver versões mais inclusivas, como baseadas em texto ou com leitor de tela.

Os bibliotecários não são os únicos a criar salas de fuga virtuais. A Puzzle Break, empresa especializada em salas de escape, criou duas salas totalmente virtuais que podem ser reproduzidas em videochamada. Outra empresa, The Escape Game, envia um funcionário com uma câmera para uma sala de fuga real e os jogadores participam por videochamada.

O setor sofre grandes perdas por causa da pandemia. Uma empresa de salas de fuga pode gerar US$ 125 mil em receita anual, caso esgote as vagas na maioria dos fins de semana, de acordo com uma reportagem de 2018 do New York Times.

Windsor diz que as salas de fuga permitiram aos bibliotecários alcançar ainda mais pessoas do que esperavam. “Não é apenas nossa comunidade imediata”, diz ela. “É a comunidade mundial. E acho que, se esse não é o objetivo final da biblioteconomia, nada é”.

Via: The Verge

Disponível em: https://olhardigital.com.br/games-e-consoles/noticia/bibliotecarios-transformam-google-forms-em-salas-de-fuga-virtuais/103667. Acesso em: 18 jul. 2020.

AMBAC – Publicação “Diretrizes para a reabertura de bibliotecas em face da emergência de saúde devido à COVID-19”

Fonte: AMBAC

Informamos que as “Diretrizes para a reabertura de bibliotecas em face da emergência de saúde devido à COVID-19” estão agora disponíveis para consulta. Este documento é o resultado de um processo de pesquisa de gabinete, pesquisa em bancos de dados bibliográficos de literatura especializada, revisão de literatura e apresentações oferecidas pelos especialistas que participaram dos diferentes webinars que a Associação Mexicana de Bibliotecários organizou em torno da pandemia da COVID-19. O trabalho está disponível no site da Associação para consulta. Se você é um associado, pode solicitá-lo no formato de impressão.

Tradução livre de e-mail recebido da AMBAC em 12 junho de 2020.

Drones apoiados pelo Google lançam livros da biblioteca para que crianças na Virgínia possam ler seus livros de verão

A Wing, empresa irmã do gigante da tecnologia, entregará livros a estudantes no Distrito Escolar do Condado de Montgomery.

Fonte: https://www.washingtonpost.com/technology/2020/06/10/wing-library-book-drone-delivery/

Kelly Passek pensou em uma maneira de fazer as crianças lerem neste verão: entregar livros da biblioteca por drone.

Passek, uma bibliotecária do ensino médio, foi uma das primeiras clientes de um serviço de entrega de drones lançado em Christiansburg, Virgínia , no ano passado pela Wing, uma empresa de propriedade da controladora do Google, Alphabet. Depois de ver a rapidez com que seus utensílios domésticos e refeições eram entregues, ela solicitou à empresa que também entregasse livros da biblioteca. A empresa disse que sim, e os primeiros livros saem esta semana.

“Acho que as crianças ficarão emocionadas ao saber que serão as primeiras do mundo a receber um livro da biblioteca por drone”, disse Passek, que trabalha nas Escolas Públicas do Condado de Montgomery.

Leia a notícia completa em inglês, Google-backed drones will drop library books so kids in Virginia can do their summer reading, de autoria de Rachel Lerman e publicada no Washington Post.

O que as bibliotecas argentinas estão fazendo em face do isolamento social por COVID-19

As bibliotecas tiveram que se adaptar a essa situação pela qual estamos passando. Apresentamos um relatório preparado por Fernando Gabriel Gutiérrez e Jessica Castaño para conhecer a realidade atual das bibliotecas argentinas

O blog Soy bibliotecario publicou o post Qué están haciendo las bibliotecas argentinas ante el aislamiento social por el COVID-19 e, em resumo, as ações das bibliotecas argentinas centram-se em dois pontos principais: WhatsApp como serviço bibliotecário e Lista de serviços y recursos bibliotecários virtuais e digitais oferecidos pelas bibliotecas argentinas.

O relatório está disponível para download e leitura aqui.

Franck Riester: “A reabertura das bibliotecas terá que ser feita metodicamente”

Do Ministério da Cultura, Franck Riester enviou uma mensagem rápida aos bibliotecários, cujos estabelecimentos estão fechados ao público desde 14 de março. Congratulando-se com a manutenção de serviços remotos e, em particular, o acesso a recursos digitais – sem mencionar a unidade e outros serviços de transporte -, o Ministro indicou especialmente que está em andamento um trabalho para supervisionar a reabertura de bibliotecas.

Franck Riester, Ministro da Cultura
Franck Riester, em 2019 – (foto da ilustração, ActuaLitté, CC BY SA 2.0)

Pouca informação, em mensagem essencialmente destinada a agradecer aos profissionais da leitura pública, enquanto suas missões são realizadas desde março, com trabalho interno mantido e, às vezes, estabelecimento de serviço de retirada de reservas ou entregas em domicílio, porém, não recomendado pela Associação de Bibliotecários Franceses.

Em sua intervenção gravada, o Ministro da Cultura indica que a rue de Valois continuará a apoiar bibliotecas e comunidades e diz estar convencido de que o entusiasmo observado pelos recursos dos estabelecimentos continuará após o confinamento.

Leia a notícia completa em francês, Franck Riester : “La réouverture des bibliothèques devra se faire avec méthode”, de Antoine Oury, no site Actuallité.