University copyright/scholarly communication offices: Analysis of their services and staff profile

Foi publicado no Journal of Academic Librarianship (v. 46, n. 2, março 2020) o artigo University copyright/scholarly communication offices: analysis of their services and staff profile, de autoria de Juan Carlos Fernández-Molina (meu coorientador do mestrado), Daniel Martínez-Ávila (meu orientador do mestrado) e Eduardo Graziosi Silva.

É muito satisfatório compartilhar esse artigo, pois é resultado da minha dissertação, cujo título é Competências do bibliotecário de referência para atuação nos direitos autorais (texto integral disponível a partir de maio de 2020 em função de termos submetido para a revista).

Compartilho o abstract:

Questions surrounding copyright and its impact on the possibilities of using scientific articles, theses, and other types of intellectual works have been growing in volume and complexity. Several studies show that neither university professors nor students possess adequate knowledge or are prepared to face such issues. This void has a negative impact on academic activities. In view of the situation, some university libraries have dedicated special effort to provide their users with more specific information related to these topics, giving rise to the new professional profile of copyright librarian, or even developing a new library section denominated copyright office. This new role has gradually expanded to deal with more global problems of scholarly communication. The present study analyzes the services offered by these offices and the professional and academic profile of the staff involved. Results point to a healthy degree of maturity and consolidation, together with a gradual broadening of the subject areas they cover.

Keywords

Copyright; Academic libraries; Copyright office; Scholarly communication office; Copyright librarian; Copyright officer; Scholarly communication librarian

O artigo está disponível gratuitamente a partir de hoje (12/02/20) até 02/04/2020 pelo link https://authors.elsevier.com/a/1aZ94MYb6LuTF.

Boa leitura e qualquer dúvida, deixe um comentário!

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Divulgação chamada para artigos "O protagonismo da Mulher na Biblioteconomia" e "Bibliotecári@s negr@s: Pesquisas e experiências de aplicação da Lei 10.639/2003 na formação bibliotecária e nas bibliotecas"

[Chamada de capítulos] [O protagonismo da Mulher na Biblioteconomia e Ciência da informação – 2020]

“O protagonismo da Mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação: celebrando a contribuição intelectual e profissional de mulheres latino-americanas”,
Organização: Franciéle Carneiro Garcês da Silva e Nathália Lima Romeiro. 

Publicado por Selo Nyota/Rocha. 

Ementa: O protagonismo de mulheres que colaboraram com a construção da Biblioteconomia e Ciência da Informação latino-americanas é o foco deste terceiro volume. Visamos evidenciar a biografia, contribuições teóricas e profissionais de bibliotecárias e profissionais da informação. Serão aceitos capítulos oriundos de pesquisas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, assim como projetos, relatos de experiência e demais contribuições teórico-profissionais.

Os critérios para participação são:

i. A autoria deve ser de mulheres (cis e trans), as outras pessoas autoras podem ser de outros gêneros e sexos.

ii. Os capítulos escritos para o livro são em formato acadêmico e devem seguir a presente ordem: 

a) – Título;

b) – Autoria e resumo da biografia dos/as autores/as (máximo três autores/as e autor/a principal precisa, necessariamente, ser mulher);

c) – Introdução com objetivo geral (e se houver, objetivos específicos);

d) – Justificativa;

e) – Desenvolvimento (pode conter seções e subseções);

f) – Resultados (se houver);

g) – Considerações finais; e

h) – Referências.

iii. A paginação é o mínimo de 15 páginas e máximo de 25 páginas em tamanho A5. O Texto deve ser escrito em letra Palatino Linotype, tamanho 11, espaçamento entre linhas simples, recuo primeira linha de cada parágrafo de 1 cm.

iv. Lembramos que, como nas outras edições, os custos editoriais do livro são divididos por capítulo. Os livros impressos são pedidos sob encomenda e valor de custo é definido pós-produção.

v. Solicitamos, em resposta a esta divulgação, o título do capítulo e as/os autoras/es até o dia 29/02/2020 enviado para Franciéle (francigarces@yahoo.com.br) e Nathália (ntromeiro91@gmail.com);

vi. O texto completo deve ser entregue até dia 31/05/2020 e deve ser enviado para Franciéle (francigarces@yahoo.com.br) e Nathália (ntromeiro91@gmail.com);

vii. Serão aceitos capítulos nos idiomas português e espanhol.

O Lançamento ocorrerá em eventos científicos da área no ano de 2020.

Chamada de capítulos] [Bibliotecári@s negr@s]

Bibliotecári@s negr@s: Pesquisas e experiências de aplicação da Lei 10.639/2003 na formação bibliotecária e nas bibliotecas
Organização: Franciéle Garcês e Graziela Dos Santos Lima
Publicado por Selo Nyota/Rocha

Ementa: Seguindo a sequência que tem se mantido a respeito do protagonismo de bibliotecári@s negr@s e suas epistemologias, experiências e desafios, o novo volume intitulado “Bibliotecári@s negr@s: pesquisas e experiências de aplicação da Lei 10.639/2003 na formação bibliotecária e nas bibliotecas” tem a finalidade de contribuir para a divulgação de ações e pesquisas para a implementação da Lei Federal nº 10.639/2003, que inclui no currículo oficial a obrigatoriedade da temática da história e cultura africana e afro-brasileira, assim como o Parecer CNE 003/2004, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Para tanto, os capítulos deverão apresentar experiências profissionais (sejam elas ações culturais, projetos de pesquisa, projetos de extensão, entre outros), pesquisas (pesquisas de trabalho de conclusão de curso, pesquisas de dissertação, pesquisas de tese, artigos) e demais ações e discussões realizadas dentro dos espaços de educação, nas bibliotecas ou unidades de informação, assim como as resistências enfrentadas pelo/a bibliotecário/a negro/a ao longo desses 16 anos de implementação da lei.

Em síntese: O que desejamos é demonstrar como fazer a inserção da história e culturas africana e afrobrasileira na prática bibliotecária, no ensino e na pesquisa em BCI, trazendo as experiências de bibliotecári@s negr@s, bem como suas discussões teóricas.

Os critérios para participação são:

i. O/a autor/a deve ser um/a bibliotecário/a negro/a.

ii. Os capítulos escritos para o livro são em formato acadêmico e devem seguir a presente ordem:

a) – Título;

b) – Autoria e resumo da biografia dos/as autores/as (máximo três autores/as e autor/a principal precisa, necessariamente, ser negro/a e bibliotecário/a);

c) – Introdução com objetivo geral (e se houver, objetivos específicos);

d) – Justificativa;

e) – Desenvolvimento (pode conter seções e subseções);

f) – Resultados (se houver);

g) – Considerações finais; e

h) – Referências.

iii. A paginação é o mínimo de 15 páginas e máximo de 25 páginas em tamanho A5. O Texto deve ser escrito em letra Palatino Linotype, tamanho 11, espaçamento entre linhas simples, recuo primeira linha de cada parágrafo de 1 cm.

iv. Lembramos que, como nas outras edições, os custos editoriais do livro são divididos por capítulo. Os livros impressos são pedidos sob encomenda e valor de custo é definido pós-produção.

v. Solicitamos, em resposta a esta divulgação, o título do capítulo e as/os autoras/es até o dia 31/02/2020 enviado para Franciéle (francigarces@yahoo.com.br) e Graziela (graziela.dsl@gmail.com);

vi. O texto completo deve ser entregue até dia 31/04/2020 e deve ser enviado para Franciéle (francigarces@yahoo.com.br) e Graziela (graziela.dsl@gmail.com).

O Lançamento ocorrerá em agosto de 2020, no II ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRI@S NEGR@S E ANTIRRACISTAS

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Google cria Inteligência Artificial que entende livros inteiros

Quando se trata de músicas, vídeos, textos e discursos, o maior desafio para a Inteligência Artificial é compreender o contexto que está sendo apresentado. Por exemplo, se durante um vídeo uma pessoa desaparecer e retornar posteriormente, muitos modelos vão esquecer que ela já esteve lá.

Google enfrentou esse problema com o Transformer, uma rede neural que compara palavras em um mesmo parágrafo para entender a relação entre elas. Esse modelo é capaz de compreender textos de até mil palavras, sintetizá-los e traduzir frases inteiras. Apesar disso, quando a compreensão de um texto, vídeo ou imagem depende de um contexto mais complexo… As capacidades do Transformer não são suficientes.

Para corrigir esse erro, a Google lançou o Reformer, um modelo aprimorado que supre as deficiências do seu irmão mais novo. Com ele é possível criar artigos inteiros para Wikipedia através da síntese de múltiplos textos, isso porque Reformer tem a capacidade de compreender até um milhão de palavras — e com apenas 16GB de memória.

As partes superiores são fragmentos de imagem usados como entrada no Reformer. As partes inferiores são as imagens completadas pela Inteligência Artificial. (Fonte: Google/Reprodução)

Utilizando hash sensível à localidade (LSH), técnica algorítmica da Ciência da Computação, o modelo consegue unir palavras semelhantes próximas (não somente no mesmo parágrafo) e fazer comparações maiores e mais rápidas. Essa habilidade impede que ele se perca em frases longas e contextos muito complexos. Além disso, ele também consegue completar imagens “cortadas”, como é possível observar na foto acima.

Engenheiros da Google afirmam que o Reformer consegue facilmente compreender livros inteiros, demonstrando um enorme potencial para processar textos em massa. O que achou dessa novidade? Dê sua opinião nos comentários!

Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/149426-google-cria-inteligencia-artificial-entende-livros-inteiros.htm. Acesso em: 23 jan. 2020.

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Referência de norma técnica: como fazer conforme a ABNT NBR 6023:2018?

O que é uma norma técnica?

Em seu site, a ABNT apresenta a seguinte definição para “norma técnica”:

A definição internacional de norma diz que é um “documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto.”

A esta definição podemos acrescentar a recomendação de que “convém que as normas sejam baseadas em resultados consolidados da ciência, tecnologia e da experiência acumulada, visando à otimização de benefícios para a comunidade.” Ou seja, as Normas técnicas fazem as coisas funcionarem. Elas fornecem especificações de classe mundial para produtos, serviços e sistemas. Garantem a qualidade, a segurança e a eficiência.

Fonte: Wikimedia Commons

Como fazer a referência de uma norma técnica?

Apresentada a definição de norma técnica, vamos à sua elaboração.

Esse tipo de documento é elaborado por alguma instituição, seja ela pública ou privada. Assim, na regra 8.1.2 da ABNT NBR 6023:2018 temos que:

8.1.2 Pessoa jurídica

As obras de responsabilidade de pessoa jurídica (órgãos governamentais, empresas, associações, entre outros) têm entrada pela forma conhecida ou como se destaca no documento, por extenso ou abreviada.

Assim, a entrada para uma norma técnica é feita pela pessoa jurídica em caixa alta, conforme o exemplo da regra citada:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.

Os demais elementos da referência são:

  • Título: com destaque em negrito ou itálico
  • Subtítulo: sem destaque
  • Local: cidade de publicação (sem indicação do Estado, erro muito comum em referências bibliográficas pela ABNT)
  • Editora: geralmente (mas não é regra) a própria entidade que elaborou a norma
  • Data: ano de publicação (sem indicação de dia e mês – ou erro comum -, que só são utilizados na indicação de data de acesso de documentos eletrônicos)

Outro exemplo de referência bibliográfica de norma técnica encontra-se na regra 8.7.3 da ABNT NBR 6023:2018:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de armazenagem. São Paulo, 19 set. 2017. Facebook: ABNT Normas Técnicas @ABNTOfcial. Disponível em: https://www.facebook.com/ABNTOfcial/?hc_ref=ARRCZ0mN_XLGdpWXonecaRO0ODbGisTE2siVEPgy_n8sEc1sYCO_
qGLCqynp1lGE2-U&fref=nf
. Acesso em: 21 set. 2017.

Além de ser um modelo de referência bibliográfica de norma técnica, o exemplo acima também é um modelo de referência de um documento eletrônico disponível em redes sociais.

Este post te ajudou? Gostaria de ver modelos de referências para outros documentos?

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Conheça 3 ferramentas (gratuitas!) para produzir conteúdo para redes sociais em bibliotecas

Recentemente, publiquei um post sobre como identificar o perfil dos usuários das redes sociais da biblioteca. Uma vez que você conhece quem é o público, fica mais fácil produzir o conteúdo, certo?

Mas com o volume de informações disponível hoje, é impossível fazer esse trabalho sem utilizar ferramentas para produzir os melhores conteúdos. Neste texto, você vai conhecer 3 ferramentas gratuitas que te ajudarão a ter ideias de conteúdo para o público.

Continue no texto para conhecer essas ferramentas!

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Biblioteca virtual da Pearson fica acessível para cegos

Plataforma tem mais de 3 milhões de usuários e 8 mil títulos disponíveis em diferentes áreas

A Pearson, uma dos maiores grupo de de educação do mundo, atualizou e tornou sua biblioteca virtual acessível para pessoas com deficiência visual. O acervo conta com mais de 8 mil títulos.

A atualização ainda é aliada no combate às fake news, já que permite compartilhar citações e trechos dos livros digitais em conversas de WhatsApp e postagens no Twitter e no Facebook.

Crédito: Zlikovec/iStock – Plataforma tem mais de 3 milhões de usuários e 8 mil títulos disponíveis, de diferentes áreas

O acervo de e-books disponíveis para mais de 3 milhões de assinantes inclui novas soluções de estímulo à leitura, como o acompanhamento de metas para páginas lidas por dia, semana ou mês. A atualização ainda conta com o Cartão de Estudo que marca conceitos e até mesmo cria jogos de perguntas e respostas.

“Todos os usuários podem criar games para eles próprios. A gamificação em conteúdos educacionais é uma forma de reter o conhecimento”, conta Rafael Furtado, vice-presidente de ensino superior do grupo no Brasil.

Atualmente, a biblioteca abriga 26 editoras, em diversas áreas de conhecimento. Mais do que disponibilizar os livros digitais, os parceiros também poderão incluir na nela novos conteúdos como resenhas e dicas.

A solução da Pearson está presente em mais de 400 instituições de ensino superior.

Lançada há quase 15 anos, a biblioteca virtual é ideal para aqueles que estão constantemente buscando se desenvolver.educação.

Disponível em: https://catracalivre.com.br/quem-inova/biblioteca-virtual-da-pearson-fica-acessivel-para-cegos/ . Acesso em: 8 jan. 2020.

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Rede Sesc de Bibliotecas vai trabalhar conceito de leituras elásticas

Trabalho é sobre a abordagem lúdica em que se pode misturar livros com outras plataformas

Ideia é reforçar o valor de promoção de leitura para além do livro. Crédito da foto: Pixabay

Com um total de 386 unidades atualmente em funcionamento em todo o país, sendo 329 bibliotecas fixas e 57 unidades móveis (BiblioSesc), a Rede Sesc de Bibliotecas vai se dedicar este ano para a formação de equipes dentro do conceito das leituras elásticas (abordagem lúdica em que se pode misturar livros com outras plataformas).

A analista de Cultura do Departamento Nacional do Sesc e responsável pela Rede Sesc de Bibliotecas, Elisabete Veras, disse à Agência Brasil que o trabalho começou ainda em 2019 com palestra da pedagoga Carolina Sanches, especialista em mídia e educação, segundo a qual o conceito de leituras elásticas é uma tendência do mundo atual para formar novos leitores. Nesse contexto, a leitura se enriquece e se estende para outros formatos, além da letra em si. “A gente está reforçando essa ideia e trazendo a Carolina para a formação desse time, que deve atingir toda a rede de 550 colaboradores”, disse Elisabete.

A ideia é reforçar esse valor de promoção da leitura para além do livro. “Que a biblioteca não precisa ser esse lugar que as pessoas convencionalmente concebem de quatro paredes e estantes, lugar de silêncio. A gente está de novo mexendo e remexendo nessas ideias, trabalhando com o conceito das leituras elásticas, para que possa interagir mais com os jogos e outras linguagens”, afirma a analista.

Clubes de leitura

Outra meta da Rede Sesc de Bibliotecas para 2020 é a criação de uma grande rede de clubes de leitura, valorizando a cultura de cada localidade e aproximando os autores dos leitores, sobretudo do público infantil. Elisabete informou que essa já era uma ação que as bibliotecas do Sesc desenvolviam de forma isolada e agora, em 2020, o propósito é “criar uma rede em nível nacional, para gerar essa interlocução de ponta a ponta, em todo o Brasil”.

É prioridade ainda ampliar a acessibilidade, tanto física, em termos de espaços, como por meio da tecnologia e da habilitação das equipes para receber públicos diversos ou que tenham dificuldade de comunicação, além também de tornar mais acessível aos leitores o conteúdo dos livros, disse Elisabete Veras. “É bastante trabalho para uma equipe que está olhando em muitas frentes e realizando muitos projetos pelo Brasil à fora”.

Nesse sentido, Elisabete destacou a 15ª Feira de Trocas de Livros que acontece em Pernambuco este mês. No último ano, foram mais de 500 participantes e 5,2 mil livros trocados. Segundo a analista de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, a Rede Sesc de Bibliotecas estimula a troca de livros porque, em alguns lugares, ela funciona como estímulo à leitura. Ainda em Pernambuco, tem destaque a feira de livros didáticos que busca também reduzir os custos das famílias com a compra de material escolar no início do ano letivo.

Gratuidade

À exceção de alguma biblioteca muito específica ou escolar, que tem algumas restrições, a rede de bibliotecas do Sesc está aberta para o público em geral, gratuitamente. As unidades seguem um princípio do Departamento Nacional do Sesc, denominado Biblioteca Sesc 21. “É uma proposta que as bibliotecas possam ser amplas, no sentido de serem vivas, de promoverem integração, de serem um ponto de encontro”, salientou Elisabete.

“A gente tem sempre feito trabalhos que provoquem essa perspectiva de que a biblioteca é o lugar de todos, é o lugar de encontro, tem o seu acervo acessível, mesmo que seja para públicos que tendem a criar seus nichos”, manifestou.

Com base na variedade de públicos, a rede tem realizado pelo Brasil encontros bit (simplificação para dígito binário, termo computacional que representa a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida), eventos de cosplay (representação de personagem a caráter), mesas de RPG (Role-playing game, tipo de jogo em que os jogadores assumem papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente). “Sempre motivando essa relação do usuário entre eles e com a leitura em si”, destacou Elisabete.

O conceito do projeto da Biblioteca Sesc 21 é justamente que a biblioteca possa gerar a interligação entre a leitura e as demais expressões artísticas. “A biblioteca é uma das atividades do programa de cultura em que o Sesc tenta promover essa interlocução com outras áreas específicas, como música, literatura, teatro. Esse é um dos pressupostos do projeto Biblioteca Sesc 21. Que ele gere essas interlocuções, que a biblioteca seja esse palco de diálogo, de conhecimento para o público, para que ele possa ter a oportunidade de conhecer outras linguagens artísticas. É um pressuposto do projeto que existam essas relações. Que a biblioteca possa levar o usuário da literatura para as outras linguagens”, explica a analista.

Biblioteca Inquieta

Um exemplo de sucesso dessa proposta é a Biblioteca Inquieta, do Sesc de Santa Catarina, que torna evidente o conceito de a biblioteca ser um local que transborda para as outras linguagens, gerando essas interlocuções. No ano passado, foram feitas quatro edições simultâneas, assumindo temas diferentes em cada unidade, mas sempre partindo do livro para outras expressões artísticas que podem ser circo, debates sobre a participação das mulheres na literatura, literatura de mistério, questão dos refugiados no Brasil, entre outras expressões. “Vai transbordando essas interlocuções e trazendo um pouco dessa cultura que permeia vários temas, nos vários formatos com que ela se apresenta”.

O número de usuários cadastrados na Rede Sesc de Bibliotecas atingiu 265.859 em 2018. No ano passado, até setembro, havia cadastrados 275.044 usuários. Foram registrados 1.725.327 empréstimos de livros em 2018; os números disponíveis até setembro de 2019 indicam um total de 1.456.775 livros emprestados.

Biblioteca Inquieta

Um exemplo de sucesso dessa proposta é a Biblioteca Inquieta, do Sesc de Santa Catarina, que torna evidente o conceito de a biblioteca ser um local que transborda para as outras linguagens, gerando essas interlocuções. No ano passado, foram feitas quatro edições simultâneas, assumindo temas diferentes em cada unidade, mas sempre partindo do livro para outras expressões artísticas que podem ser circo, debates sobre a participação das mulheres na literatura, literatura de mistério, questão dos refugiados no Brasil, entre outras expressões. “Vai transbordando essas interlocuções e trazendo um pouco dessa cultura que permeia vários temas, nos vários formatos com que ela se apresenta”.

O número de usuários cadastrados na Rede Sesc de Bibliotecas atingiu 265.859 em 2018. No ano passado, até setembro, havia cadastrados 275.044 usuários. Foram registrados 1.725.327 empréstimos de livros em 2018; os números disponíveis até setembro de 2019 indicam um total de 1.456.775 livros emprestados. (Alana Gandra – Agência Brasil)

Disponível em: https://www.jornalcruzeiro.com.br/brasil/rede-sesc-de-bibliotecas-vai-trabalhar-conceito-de-leituras-elasticas/ . Acesso em: 5 jan. 2020.

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