25 escritores sobre a importância das bibliotecas

O autor britânico infantil Terry Deary – mais conhecido por sua série Horrible Histories e conversas polêmicas sobre os sistemas escolares da nação – disse ao Guardian que pensa que as bibliotecas “já tiveram o seu dia.” Ele preferiria que as pessoas comprassem seus livros em vez de emprestá-los, alegando que os livros não são propriedade pública. Autores, livreiros e editores precisam comer. Não esperamos ir a uma biblioteca e sermos alimentados. Os comentários irritadiços são como um chute nos dentes desde que as bibliotecas ao redor do mundo estão lutando contra o significativo corte no orçamento a cada ano, e os autores têm defendido incansavelmente sua importância. Reunimos algumas declarações apaixonadas de 20 escritores que enfatizam por que as bibliotecas não são instituições “sentimentais”. Veja o que Neil Gaiman, Judy Blume, Ray Bradbury, e outros escritores têm para contribuir para a conversa, abaixo.

Você pode continuar a ler as contribuições na notícia original, 25 Writers on the Importance of Libraries.

Anúncios

1 comentário

Arquivado em Notícias

Uma resposta para “25 escritores sobre a importância das bibliotecas

  1. carmen lucia troiani

    Entendo o posicionamento dos escritores estrangeiros, contudo, a realidade dos orçamentos para aquisição dos livros, é restrita! Ao meu
    ver, os autores deviam ser apoiados pelas”classes dominantes” a fim de
    darem o real valor para seus autores e suas obras. Completando, deveria
    existir Sociedades de Apoio aos Escritores, publicação, divulgação, encontros, saraus de motivação para explanar seus assuntos, apoios às livrarias e incentivo às Bibliotecas e Centros Culturais, para isso, toda a
    mentalidade humana, precisaria desde já batalhar pelos seus direitos.
    Respeitando os autores, seus livros, espaços culturais, oportunidades
    de oferecer maiores condições para melhorar a informação levada ao
    leitor. Sabemos que, os autodidatas transformaram-se em grandes
    personagens da história viva de seus povos, apenas arquitetados
    pelos acervos biblioteconômicos, sem poder frequentar Universidades.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s