Arquivo da categoria: Notícias

Consulta Pública – Código de Ética do Bibliotecário

O Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), visando ampliar as discussões sobre a reformulação do Código de Ética do Bibliotecário brasileiro, iniciará no dia 10/11/2017 uma Consulta Pública on-line sobre a proposta de texto do Novo Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro, cujo texto preliminar segue anexado. A Consulta estará aberta até o dia 10/12/2017

Interna e externamente, as discussões sobre as questões éticas relacionadas com a atuação do Bibliotecário, com vistas a reformulação do seu vigente Código de Ética, foram iniciadas desde a 16ª Gestão do CFB, durante a realização dos Seminários Regionais de Bibliotecas Escolares e Públicas e de Ética Profissional. Eventos que aconteceram entre maio de 2014 e maio de 2015, nas cinco regiões do País, cujos resultados evidenciaram a necessidade da reformulação do Código de Ética.

Sua opinião é muito importante, por isso estamos contando com a participação de todos os Bibliotecários brasileiros, independentemente do cargo ou função que esteja exercendo, dentro ou fora da nossa área profissional, e até mesmo se você ainda for um acadêmico.

Desejavelmente, gostaríamos que o texto fosse analisado ponto a ponto. Sinta-se à vontade para contribuir da forma que desejar, complementando itens ou conteúdos que o texto proposto não contemplou, ou sugerindo a exclusão das partes que entender desnecessárias. Não se omita. Essa participação será mais uma oportunidade para você continuar contribuindo com o desenvolvimento da nossa profissão.

Por fim, esclarecemos que todas as contribuições recebidas serão sistematizadas, analisadas, aprovadas e incorporadas pela Comissão de Ética do CFB ao texto final da proposta do Novo Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro. Em seguida o texto será submetido ao Plenário do CFB para apreciação e aprovação (Clique aqui para acessar a Proposta do Novo Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário e o Formulário de resposta à Consulta Pública). Estamos aguardando a sua contribuição.

Disponível em: <http://www.byteservicos.com/consulta_publica/>. Acesso em: 22 nov. 2017.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Um bom bibliotecário pode fazer muito pela sua saúde

Fonte da imagem: Istock

Os bibliotecários médicos e a pesquisa que realizam podem ser uma parte indispensável de qualquer equipe de saúde

***

Alguns dizem que o melhor amigo de um médico é farmacêutico. Como pacientes, sabemos que o farmacêutico trabalha com o médico para se certificar de que obtemos o melhor e mais seguro medicamento para nossa condição médica particular e sabemos que às vezes o farmacêutico precisa mudar o que o médico prescreveu para se adequar melhor ao conjunto do nosso perfil de medicação. É uma boa parceria. Mas os médicos têm outro amigo importante que a maioria dos pacientes não conhece.

Os bibliotecários médicos trabalham na maioria dos hospitais da região da Grande Filadélfia. Eles servem estudantes de medicina ao longo de seu treinamento, bem como médicos e enfermeiros, com sua pesquisa e prática diária.

Leia o texto original em inglês de Bob Kieserman para saber na prática como é o trabalho do bibliotecário na área médica!

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Organize a sua biblioteca de arquivos

Conheça cinco sites e aplicativos para você ter a sua estante documentada online

por Ramon Vitral
Editora Globo

Poucos sitesposts e tumblrs são tão compartilhados quanto aqueles destinados à reprodução de estantes repletas de livros – ou games, filmes e quadrinhos. Os dilemas de distribuição por formatos, gêneros, autor ou qualquer outro critério utilizado para a organização de uma estante serão muito mais pessoais no mundo físico. Mas se a ideia é ter um registro virtual de toda sua coleção, há ótimas possibilidades de sites e aplicativos destinados a pessoas obcecadas por registrar suas posses.

GoodReads, por exemplo, permite que você registre todas as suas leituras e troque avaliações sobre cada obra lida. Com mais de 8,5 milhões de membros, o site tem registrados mais de 300 milhões de livros e o cadastro é grátis.

Além de livros, o Libib também permite o cadastro de games, filmes e quadrinhos. O site deixa que você faça o upload das capas da sua coleção caso as obras não estejam cadastradas. Mas antes você pode tentar buscar pelo número do ISBN (o sistema internacional de identificação de livros segundo autor, país e editora).

Já o Shelves permite que você administre sua coleção pelo celular. O aplicativo funciona para quem possui uma estante com livros importados e permite que você liste suas leituras escaneando o código de barras de cada obra.

Library Thing se auto-intitula o maior clube de leitura do mundo. Mais semelhante ao Good Reads, ele também permite troca de opiniões e avaliações de obras. Sua maior vantagem é estar disponível em português. No entanto, a partir de 200 livros é necessário pagar US$ 10 por ano para registro ilimitado de obras. Ou então, se optar por pagar US$ 25, a catalogação será ilimitada enquanto a pessoa quiser fazer uso do site.

Um dos mais interativos e com melhor design, o Delicious Library é exclusivo para Mac e iOS. Reúne e disponibiliza uma imensa quantidade de dados sobre a sua coleção, como número de páginas e o valor estimados da sua biblioteca. Além de possuir alguns extras divertidos: sempre que uma obra do universo de Star Wars é adicionada, o aplicativo exclama a clássica fala de Darth Vader: “Eu sou o seu pai!”. Quando é incluído um livro ou filme da série Harry Potter, é sussurrado o nome do vilão da saga, Voldemort.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Brasiliana Iconográfica

Visite instituições culturais brasileiras sem sair de casa: conheça a Brasiliana Iconográfica!

Sobre o Projeto

O termo Brasiliana designa, em termos gerais, aquilo que diz respeito à cultura e história do Brasil, incluídos estudos, publicações, referências visuais e outros tipos de documentos. A definição contempla as fontes datadas a partir do século XVI, quando começam a circular os primeiros mapas e livros sobre a América Portuguesa, abrangendo também pinturas e estudos científicos sobre a natureza do país, difundidos ao longo do século XIX.

O projeto Brasiliana Iconográfica propõe-se reunir em um mesmo portal web fontes iconográficas – desenhos, aquarelas, pinturas, gravuras e impressos – dispersas por coleções públicas e privadas no Brasil e no exterior, tornando-as acessíveis à consulta virtual de um público amplo e internacional.

Inicialmente, estarão disponíveis dados técnicos e imagens em alta resolução dos acervos de Brasiliana, pertencentes a instituições diretamente envolvidas na criação deste portal. São elas: Fundação Biblioteca Nacional e Instituto Moreira Salles (Rio de Janeiro), Pinacoteca de São Paulo e Instituto Itaú Cultural (São Paulo). Pretende-se que este portal seja enriquecido com material proveniente de outras coleções de mesmo perfil. Dessa forma, Brasiliana Iconográfica apresenta-se como instrumento de preservação digital desse patrimônio, cuja extensão nem os especialistas desta área de estudo avaliam com precisão.

Mais do que oferecer um repertório de imagens sobre o Brasil, datadas desde o século XVI até as primeiras décadas do século XX, o projeto prevê que o Brasiliana Iconográfica transforme-se numa espécie de “museu virtual”, espaço destinado ao debate e à reflexão sobre o tema. Para tanto, especialistas serão convidados a redigir comentários e conteúdo interpretativo sobre conjuntos de obras e a organizar mostras temporárias que possam fazer referência, por exemplo, a efemérides históricas, ou mesmo a aspectos da linguagem artística, compartilhados por autores elencados no portal.

Está previsto que o portal seja disponibilizado em outras línguas além do português, para que tenha abrangência geográfica e possa abrigar contribuições vindas de diferentes partes do mundo. O objetivo do projeto é tornar Brasiliana Iconográfica um espaço virtual de referência dos estudos sobre a iconografia relativa ao Brasil.

Os parâmetros utilizados para seleção das imagens do portal Brasiliana Iconográfica estão descritos a seguir:

DA NATUREZA DAS IMAGENS

São considerados os registros originais e únicos (como aquarelas, desenhos ou pinturas a óleo) e imagens impressas de circulação avulsa ou encadernadas em livros. Essas imagens devem configurar-se como descrições do território (incluídas a paisagem e a cartografia), da natureza (imagens de botânica, zoologia etc.) ou da sociedade (cenas de costumes, de etnografia, ou registros de fatos históricos). Incluem-se também retratos de personalidades, entendidos como destinados à divulgação de uma imagem política do país no exterior, como é o caso, por exemplo, dos retratos de políticos ou da família imperial.

DA AUTORIA DAS IMAGENS

São considerados autores com treinamento artístico formal e amadores, estrangeiros e brasileiros, cujas práticas artísticas aproximem-se do procedimento descritivo ou científico que orienta a iconografia de viagem do século XIX. A iconografia dos viajantes é privilegiada nesta seleção. Incluem-se também imagens de autoria de artistas estrangeiros, radicados no país, ou mesmo daqueles que nunca aqui estiveram, mas que se apropriam de imagens de outros autores, como é o caso, por exemplo, do editor flamengo Theodore de Bry.

DO RECORTE CRONOLÓGICO

O recorte cronológico proposto abrange desde as primeiras imagens divulgadas sobre o país, logo após a chegada dos portugueses no século XVI, até o início da década de 1920. O centenário da independência, em 1922, será adotado como marco final desta cronologia. Isso se justifica, por um lado, por se considerar que ali se consolida um processo de construção de uma imagem de nação brasileira, processo este que deve muito, em seu início, à iconografia propagada pelos artistas viajantes a partir de 1808. Outras versões de uma história nacional serão reelaboradas posteriormente, inclusive nas décadas de 1960 e 1970, mas baseadas em conceitos diversos dos de natureza e território, predominantes na iconografia tradicionalmente chamada de Brasiliana. Por outro lado, na década de 1920, propagam-se no meio artístico brasileiro novas noções de modernidade. Tais noções, fundam-se na valorização da subjetividade e das pesquisas de linguagem, que divergem do cientificismo e objetividade predominantes no século XIX.

Disponível em: <http://www.brasilianaiconografica.art.br/sobre-o-projeto>. Acesso em: 28 out. 2017.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Bibliotecária do Centro Educacional Católica é premiada nos EUA

Yaciara Mendes Duarte ganhou honraria internacional por ter desenvolvido projetos inovadores na biblioteca da escola, localizada em Taguatinga

 postado em 22/10/2017 15:37

 Neyrilene Costa*

 

A brasiliense Yaciara Mendes Duarte, 29 anos, trabalha na Biblioteca Cora Coralina do Centro Educacional Católica de Brasília — que recebe alunos do ensino infantil ao médio — há  dois anos e trouxe para a capital federal um prêmio internacional. Trata-se do troféu Da Vinci Huis, oferecido desde 2010 a jovens bibliotecários que desenvolvem trabalhos inovadores pelo país. Graduada em biblioteconomia e mestre em ciências da informação pela Universidade de Brasília (UnB), ela foi reconhecida por introduzir projetos que despertem o hábito da leitura no ambiente de trabalho. Promoção de semanas temáticas (com presença de especialistas para falarem de autores) e datas comemorativas (no Dia dos Namorados, por exemplo, as bibliotecárias embrulham livros com papel de presente para que pegar uma obra emprestada se torne mais especial) estão entre as atividades que a levaram ao pódio.Outros projetos desenvolvidos por ela são o Sexta em jogo (nesses dias, games de tabuleiro são utilizados para que a biblioteca se torne um lugar de interação) e Encontre a sua Pokebola (por meio do qual objetos contendo vale-livros e prêmios foram escondidos pelo colégio para que os estudantes procurassem). Yaciara ganhou a honraria em Long Beach, na Califórnia, nos Estados Unidos, durante o 46º Congresso Anual da International Association of School Librarianship (IASL), no início de agosto. Esta foi a primeira vez que a brasiliense viajou para fora do país e teve os custos pagos pela organização do prêmio. Yaciara se encantou pela leitura e pelas bibliotecas ainda na infância, depois de ser alfabetizada, a partir de livros de receita, pela mãe, a aposentada Maria José Mendes. A paixão pelo ramo só cresceu e a motivou a querer trabalhar para incentivar crianças e adolescentes a gostarem de ler. Ao longo da carreria, cuidou do acervo bibliográfico da Faculdade Senac, do Centro Universitário Euroamericano (Unieuro), da Universidade Católica de Brasília (UCB), do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e do Colégio La Salle.

Por que você decidiu ser bibliotecária? 
O que fez toda a diferença em minha vida foi minha mãe ter me possibilitado o prazer de ler. Minha relação com espaços dedicados à leitura começou quando eu era criança. Cresci em Samambaia e, atrás da minha casa, tinha uma biblioteca, a do Centro de Ensino Médio (CEM) 304. Foi nela que comecei a ler os clássicos da literatura e acessei pela primeira vez a internet. Fiquei apaixonada. Minha dissertação de mestrado — As representações sociais no ensino médio do Distrito Federal: a biblioteca escolar pública sob o olhar do estudante — refletiu isso.

Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press

Como você se sentiu ao receber a condecoração Da Vinci Huis?
O sentimento foi de que não fiz mais que minha obrigação. Por mais que eu tenha ficado muito feliz, ainda não estou satisfeita: acho que o que fazemos e vivemos aqui na Cora Coralina deve ser levado para outras bibliotecas. O bibliotecário não deve só cuidar de livros e de atividades técnicas: temos que conquistar os leitores, os alunos. E, para entender do que os estudantes gostam, deve-se fazer pesquisas, compreender se eles apreciam jogos e vídeos, por exemplo, e utilizar isso para fortalecer o interesse deles.

 

Como foi participar do congresso nos Estados Unidos? 
Foi incrível! Passei 10 dias lá. Ter contato com outras vivências me fez ter certeza de que o caminho para melhores práticas na área tem que ser o de democratizar e desmistificar a leitura e a informação. Nosso papel nunca foi só o de emprestar livros. Pude perceber que, de fato, tem muitas pessoas fazendo a diferença na área, o que me deu gás para querer fazer mais pelos alunos.

Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press

Como é o seu lugar de trabalho?
A biblioteca do Centro Educacional Católica tem quatro funcionárias: eu, a pedagoga Dulcilene Moreira, a bióloga Dayanne Oliveira e a auxiliar Valma Ferreira. Nosso acervo é de 7.590 obras e o espaço conta com 17 computadores. Em 2016, começamos a desenvolver as atividades das semanas temáticas e de integração. Com os projetos, houve grande aumento no número de frequentadores e na quantidade de livros emprestados entre julho deste ano (12 mil exemplares) e do anterior (10 mil). Este crescimento ocorreu entre alunos de todas as faixas etárias. Estamos conquistando os leitores identificando o interesse de cada frequentador.

Você acha que a sua profissão é reconhecida no Brasil? Por quê?
Ela não é: as pessoas não entendem o que fazemos. Existem poucos especialistas em biblioteconomia no país, o perfil da área é muito tecnicista, voltado para a preservação do acervo, o que acaba distanciando o profissional do público. A atitude diferenciada de desenvolver projetos atrativos deve ser reforçada pelas universidades e trabalhada por outras pessoas.

Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press

Quais as qualidades de um bom profissional da sua área? 
Gostar de gente, de leitura, de informação e, principalmente, de ter contato com livros. O bibliotecário, dentro do espaço de leitura, se torna referência. Sempre ocorre de me perguntarem: O que você me indica para ler? Então, você tem que conhecer os perfis, as pessoas e as obras para fazer o trabalho de mediação. Uma das cinco leis da biblioteconomia, do indiano Shiyali Ramamritam (1892-1972), inclusive, diz “Todo leitor tem seu livro”.

Você quer deixar um recado para os leitores?

A biblioteca tem que estar a serviço da população. Temos que tirar da cabeça das pessoas a ideia de que é um lugar chato ou somente para indivíduos cultos. Eu e minha equipe tentamos mostrar aos alunos a necessidade do conhecimento para trilhar um caminho na sociedade, pois o mundo está em constante mudança e temos que acompanhar essas evoluções. O que acho mais incrível na biblioteca é que pensamentos antagônicos existem no mesmo lugar. E é disso que precisamos ultimamente: respeitar a diversidade de ideias sem agredir o outro.

 

* Estagiária sob supervisão de Ana Paula Lisboa

Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2017/10/22/tf_carreira_interna,635456/bibliotecaria-do-centro-educacional-catolica-e-premiada-nos-eua.shtml>. Acesso em: 25 out. 2017.

1 comentário

Arquivado em Notícias

Bibliotecária rejeita doação de livros de Melania Trump a escola nos EUA

Bibliotecária rejeita doação de livros de Melania Trump a escola nos EUA

Primeira-dama enviou conjunto com 10 volumes para uma instituição de cada estado

A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, fala durante um debate na Casa Branca, em Washington – MANDEL NGAN / AFP
 WASHINGTON — A bibliotecária de uma escola de ensino fundamental no estado americano de Massachusetts rejeitou a doação de uma coleção de livros oferecida pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. No começo deste mês, Melania enviou 10 exemplares de livros para uma escola de cada estado para celebrar o Dia Nacional da Leitura. A Casa Branca disse que trabalhou em conjunto com o Departamento de Educação para identificar escolas com programas que alcançaram os padrões máximos de excelência.
Porém, em um blog, a bibliotecária da escola Cambridgeport Liz Phipps Soeiro afirmou que a instituição não precisava dos livros:”Trabalho num distrito em que há muitos recursos, que contribuem diretamente para a excelência. Meus estudantes têm acesso a uma biblioteca com mais de 9 mil volumes.”, ela escreveu, acrescentando que a Casa Branca deveria focar em apoiar escolas que não têm recursos. “Por que não dar livros para escolas sem recursos em comunidades sem privilégios que continuam a ser marginalizadas pelas políticas impostas pela secretária de Educação, Betsy DeVos?”A cidade de Cambridge, onde a escola Cambridgeport fica, é próxima a Boston e é lar de duas universidades renomadas, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Universidade Harvard. De acordo com a imprensa local, as escolas públicas da região disseram em um comunicado que a bibliotecária não foi autorizada a rejeitar os livros doados.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Bibliotecária cria livraria especializada em protagonismo feminino negro

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias