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CEDEM inaugura sistema de gestão de acervos permanentes

Iniciativa dará mais agilidade à pesquisa documental

 11/10/2018 por: Assessoria de Comunicação do CEDEM, da Unesp

Imagem: Reprodução

A descrição arquivística é um mecanismo pelo qual o usuário de acervos tem acesso facilitado aos documentos. Os sistemas informatizados, por sua vez, tornam as atividades de pesquisa ainda mais prática e ágil. Nesse sentido, a Unesp desenvolveu o SISAcervo (Sistema de Gestão de Acervos Permanentes), um mecanismo institucional que pode ser utilizados por todos os centros de documentação da Universidade. Atualmente, a consulta pública dos documentos pode ser feita por meio da página do Centro de Documentação e Memória(CEDEM).

No CEDEM, o SISAcervo substitui um antigo sistema desenvolvido na década de 1990. Importante destacar que o CEDEM foi pioneiro na informatização de acervo. Em 2006, com a publicação da NOBRADE (Norma Brasileira de Descrição Arquivística), houve a necessidade de adequar o antigo sistema às exigências da Norma. Foi quando a Unesp deu início ao desenvolvimento do SISAcervo, iniciativa alavancada com a criação do Comitê Superior de Tecnologia da Informação e dos comitês gestores, organizados para dinamizar o desenvolvimento dos sistemas. Esses comitês são formados por usuários, desenvolvedores e gestores de cada área.

Inicialmente, no projeto do SISAcervo, foi concluído o módulo de catalogação. Na sequência, veio o de consulta pública e, por último, o de relatórios e serviços de referência. O módulo de catalogação permitiu a migração das informações do sistema inicial para o SISAcervo. Ao todo foram migrados mais de 58 mil registros, incluindo cerca de oito mil imagens.

O sistema foi desenvolvido de acordo com as tecnologias e ferramentas utilizadas nos sistemas institucionais da universidade e está hospedado na plataforma da Central de Acessos. O projeto foi iniciado por Raphael Garcia, analista do Câmpus de Presidente Prudente e atual coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Sistemas Institucionais (NDSI) da Reitoria.

Recentemente foram concluídas as migrações de onze bases de dados, tarefa realizada por Dallan Augusto Toledo Reis, analista da Unidade de Rosana, em conjunto com as técnicas do CEDEM Solange Souza e Sandra Moraes. Solange também coordena o Comitê Gestor do SISAcervo e Sandra responde pelo apoio aos usuários. Também fazem parte do Comitê servidores da Seção de Comunicação da Faculdade de Medicina, Câmpus de Botucatu, e do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa (CEDAP), da Faculdade de Ciências e Letras, em Assis.

Disponível em: <https://www.cedem.unesp.br/#!/noticia/322/cedem-inaugura-sistema-de-gestao-de-acervos-permanentes/>. Acesso em: 16 out. 2018.

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Da destruição dos livros ou o Brasil que anda para trás

“Quem destrói um livro mata a própria Razão.”

John Milton, Areopagitica, 1644

Marisa Midori Deaecto – Foto: Marcos Santos/USP Imagens.

Há algo de extraordinariamente atual na abertura de Pra Frente Brasil (1982), de Roberto Farias. O bordão do país do futebol e do milagre econômico que dá nome ao filme invade a tela em marcha a ré, enquanto o BRASIL, grafado em caixa alta, retrocede, avança e estaciona, cambaleando na tela. Cria-se, assim, uma forma de oximoro visual. É como se o termo da moda de hoje, RENOVAÇÃO, retroagisse em velocidade vertiginosa sobre a imagem de um BRASIL que teima em andar para trás.A proposta de rever a história recente da ditatura militar nos livros didáticos e os ataques aos livros da Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) constituem provas eloquentes de um país cambaleante.

Sabemos que um fato e outro estão estreitamente relacionados, pois ambos representam a própria negação da história. Enquanto o revisionismo busca superar uma ideia, mesmo que para isso ele se sobreponha às evidências dos fatos – quantas vezes é preciso afirmar uma mentira para que ela se torne verdade? –, o ataque aos livros tem raízes mais profundas, na medida em que se apresenta como o ato físico e brutal de destruição da memória.

Em História Universal da Destruição das Bibliotecas, Fernando Báez enumera uma série de eventos nos quais o ataque aos livros ocorre de forma calculada. É o que vemos na noite da queima dos livros promovida por Goebbels, em 1933, logo após a ascensão do nazismo. Em Sarajevo, o bombardeio certeiro e prolongado à Biblioteca Nacional, em 1992, não teve outro propósito senão o de estender ao livro a mesma prática de genocídio que se cometia contra toda uma população. Os livros remanescentes da luminosa Alexandria, conta Luciano Canfora, alimentaram as caldeiras dos banhos públicos, por ordem do califa Omar, em 642. Ele justificara a sua ordem com um argumento irrefutável: “se seu conteúdo está de acordo com o livro de Alá, podemos dispensá-los, visto que, nesse caso, o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, pelo contrário, contêm algo que não está de acordo com o livro de Alá, não há nenhuma necessidade de conservá-los. Prossegue e os destrói”.

Moral da história: quando são destruídos os livros, os homens se calam; perecem; morrem. E a história pode então ser contada de um único ponto de vista.

A proposta de rever a história recente da ditatura militar nos livros didáticos e os ataques aos livros da Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) constituem provas eloquentes de um país cambaleante

Dentre os títulos destruídos na Biblioteca Central da UnB, salta aos olhos o volume Direitos Humanos, Imagens do Brasil, organizado por Gilberto Maringoni, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC. Outras edições desta mesma seara não passaram incólumes da ação voraz e destrutiva desse biblioclasta incontido. Mas sabemos bem que a destruição dos livros visa à aniquilação da humanidade, naquilo que lhe é mais caro, a saber, sua memória. Parece, nesse sentido, bastante sintomático que os volumes de direitos humanos, justamente estes, tenham sido os primeiros a periclitar. Como perdoar todos os esforços despendidos pelo Ministério dos Direitos Humanos, por suas secretarias e pelas Comissões da Verdade, setoriais e nacionais, que nos últimos anos tentaram resgatar a memória e a história de homens e mulheres vitimados pela violência da ditadura militar? Resgatar, enfim, um tempo soterrado sob a marca da “cordialidade” brasileira, mal disfarçada pela cortina da anistia.

Das páginas esquartejadas, arrancadas e esganadas de alguns volumes, que podem se converter em muitos outros volumes, em milhares ou milhões deles, como naquela noite terrível, em que os livros arderam em chamas, em que a humanidade ardeu em chamas, vitimada pela loucura nazista, o que sobrará para ser narrado às novas gerações? A história de um país que se renova caminhando para trás? A história de um povo que se encerrou em um solilóquio profundo, como aqueles personagens tristes, retratados por Ray Bradbury, em Fahrenheit 451?

O momento é delicado. Ele demanda muita atenção e inteligência, sob pena de se colocar o joio e o trigo num mesmo saco. É preciso compreender um gesto isolado, como este, da destruição dos livros no interior de uma biblioteca universitária, como a extensão de confrontos cotidianos, travados com a força das palavras e das armas. Pois não nos enganemos: a destruição dos livros é a marca da intolerância, no passado, no presente e no futuro. Mas qual futuro? Um futuro que se apoia em um estado de violência permanente, que se nutre do desespero ou do ódio? Nesse futuro, certamente os livros e os homens perecerão.

O futuro dos livros e da humanidade é o do diálogo, do debate, do uso da razão. É bem verdade que a difusão daquela imagem pungente de um volume esquartejado, tal como foi divulgada pela grande mídia, provocando reações várias, em diferentes segmentos da sociedade, nos faz acreditar que ainda resta uma esperança. A de que o livro e a ideia possam ainda superar essa onda de intolerância e de miséria que paira sobre nós. A ideia de que é preciso caminhar para frente. E que, para começar, basta dar um primeiro passo.

Marisa Midori Deaecto é professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP

Por  – Editorias: Artigos – URL Curta: jornal.usp.br/?p=201008

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Autores independentes discutem processo de escrita e autopublicação

Noite do Autor Independente – Goiânia é promovida pela Amazon.com.br, em parceria com Centro Municipal de Cultura Goiânia de Ouro. Entre os convidados, Talita Taliberti (gerente de KDP da Amazon.com.br), Carol Moura, Tom Adamz e André Bacci, autores independentes

Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (4), a Amazon.com.br, em parceria com Centro Municipal de Cultura Goiânia de Ouro, traz a Goiânia a “Noite do Autor Independente”, evento especial sobre autopublicação, voltado para novos escritores e autores independentes. Talita Taliberti, gerente para KDP na Amazon, apresentará como qualquer pessoa pode publicar um livro e colocá-lo à venda para ser encontrado e lido por leitores em mais de 170 países.

Depois disso, haverá um bate-papo com os autores independentes da região que publicam suas obras no KDP: Carol Moura, autora de ‘O Destino do CEO’; Tom Adamz, de ‘Meninos, Apenas Meninos’ e André Bacci, de ‘Introdução aos Fundos de Investimento Imobiliário’. Será uma oportunidade para discutir processo de escrita, alternativas de publicação e dicas de sucesso para a construção da carreira do autor independente.

Por fim, serão esclarecidas todas as dúvidas sobre o Prêmio Kindle de Literatura e o Prêmio Livro-Reportagem Amazon, eventos criados pela companhia para reconhecer e valorizar obras de autores independentes dos gêneros romance e jornalismo literário, respectivamente, e cujas inscrições ainda estão abertas.

Serviço:
Evento: Noite do Autor Independente – Goiânia
Palestras: Talita Taliberti (gerente de KDP da Amazon.com.br), Carol Moura, Tom Adamz e André Bacci, autores independentes
Local: Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro – Rua 3, 1016 – St. Central, Goiânia – GO
Data: Quinta-feira (4)
Horário: 18h00
Entrada: gratuita (lotação máxima 220 lugares) Para garantir sua participação, reserve seu ingresso através deste link: https://bit.ly/2N9CNbb
Telefone: (62) 3524-2542

Disponível em: <https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/autores-independentes-discutem-processo-de-escrita-e-autopublicacao-140726/&gt;. Acesso em: 2. out. 2018.

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Empreitadas digitais do livro

Terceira edição do Prêmio Kindle de Literatura segue com inscrições abertas até 15 de outubro

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Ricardo Garrido, gerente geral de aquisição de conteúdo para Kindle: “Em 2012, tínhamos 12 mil livros digitais em português; hoje, temos mais de 150 mil”

 

 

Foi durante uma oficina de criação literária ministrada pelo escritor Marcelino Freire em São Paulo, no ano de 2009, que Gisele Mirabai desenvolveu a narrativa de “Machamba”. Autora de livros infanto-juvenis, ela enxergou, no encontro, a oportunidade de fazer crescer a história que havia acabado de criar, sobre uma mulher que vive em Londres e tenta achar o elo perdido com a infância.”Era um romance no qual eu acreditava muito e, contando com o apoio do Marcelino, tentei publicá-lo por uma ou outra editora”, conta. “Porém, obtive a resposta que a maioria dos escritores escuta: ‘Seu livro não se encaixa no nosso perfil editorial’ ou ‘daqui a seis meses te damos uma resposta’. Com isso, fiquei sem saber o que fazer com um livro que, na minha visão, tinha muita qualidade”, afirma a autora.

Diante das poucas perspectivas de inserção no mercado editorial composto pelas grandes casas de publicação, Gisele percebeu as veredas se abrindo quando, zapeando pela internet, leu sobre o Prêmio Kindle de Literatura, criado pela Amazon em parceria com a editora Nova Fronteira. O concurso, além de R$ 20 mil, garantia à pessoa vencedora a publicação da obra em versão impressa pela editora parceira.

Para participar do projeto, o primeiro passo foi se cadastrar na plataforma da Amazon, Kindle Direct Publishing (KDP), destinada à autopublicação de autores independentes. A autora concorreu con outros 2,2 mil romances de todo o Brasil e conquistou o prêmio.

“A partir da conquista do prêmio, tudo mudou para mim nesse cenário porque, no processo de publicação do livro, passei a ver o e-book como um meio direto para chegar ao público”, explica Mirabai. “Usei a ferramenta de autopublicação, a priori, apenas para participar do concurso e, com o tempo, vi como ela foi efetiva. Hoje, tenho um contato híbrido: tanto com a Nova Fronteira, para o livro impresso, quanto com o KDP, que continua mantendo meus direitos sobre a obra”.

Oportunidade

Contar a travessia de Gisele para publicar sua mais recente obra é ato oportuno neste momento. Desde o último dia 15 de agosto que as inscrições para a terceira edição do Prêmio Kindle de Literatura estão abertas, ficando disponíveis até 15 de outubro. O vencedor receberá um prêmio de R$ 30 mil e iniciará um contrato com a Editora Nova Fronteira para a publicação do título em versão impressa.

Os cinco finalistas serão divulgados entre 21 e 31 de janeiro de 2019; já o nome da pessoa vencedora será anunciada entre 18 e 28 de fevereiro. Serão reservados 60 dias para a publicação do livro de forma independente no site da Amazon por meio da Kindle Direct Publishing. As histórias serão avaliadas por um painel de especialistas editoriais selecionados pela Nova Fronteira e a Amazon, incluindo o poeta e crítico literário, membro da ABL, Antônio Carlos Secchin.

Gerente do KDP na Amazon Brasil, Talita Taliberti conta que, desde que foi lançada no País, em dezembro de 2012, a plataforma tem gerado um retorno positivo para o cenário de autopublicação nacional.

“A gente tem dezenas de milhares de autores na nossa ferramenta e temos crescido fortemente a cada ano. O mais interessante é que ela está sendo procurada inclusive por escritores consagrados, como é o caso do Mário Sérgio Cortella, que recentemente publicou o primeiro livro dele, ‘Descartes: A paixão pela razão’ – fora de circulação há mais de 15 anos – em uma versão exclusiva em e-book pelo KDP”, dimensiona.

De acordo com a profissional, a intensa procura no meio digital quando o assunto é literatura – tanto no ramo da criação quanto no consumo – sinaliza um importante aspecto a considerar sobre o esquema produtivo do ramo impresso.

“Acredito que a grande dificuldade do mercado impresso de inserir novos autores em seu contexto é porque o modelo das editoras é bastante caro. Tem a margem do varejo e toda uma estrutura produtiva, que envolve custos com editoração, gráfica, estoque? A cadeia é grande, o que faz com que seja muito difícil as casas apostar no nome de um autor desconhecido”, detalha.

Integração

Apesar da aparente dicotomia combativa entre impresso e digital – que insiste em pautar os assuntos quando se trata de mercado editorial -, Taliberti pensa na direção contrária. A gestora visualiza um processo de integração entre os dois suportes, com os novos modelos de produção e consumo do livro surgindo para otimizar o tempo de leitura das pessoas.

“Eu não enxergo o mundo digital ‘matando’ o impresso de jeito nenhum. Creio que o livro digital veio muito para complementar, dar mais opções ao leitor. Temos que pensar que, hoje, estamos brigando pelo tempo das pessoas para ler, e não se elas estão lendo livros físicos ou digitais. Diante da quantidade de opções de entretenimento, garantir a opção da leitura é mais uma oportunidade de todos continuarem investindo no consumo dessa arte”, opina. E completa: “A gente vê, inclusive, que os livros digitais ajudam a vender o livro impresso. Quando olhamos no nosso site, em geral a obra em formato digital incrementa a venda em versão física. Então, a questão é complementaridade”.

Balanço

Gerente geral de aquisição de conteúdo para Kindle, Ricardo Garrido ajuda a endossar, com números, o panorama da literatura feita e consumida no ramo virtual. De acordo com ele, “o livro digital está no seu sexto ano no Brasil. Quando a Amazon chegou por aqui, em 2012, tínhamos 12 mil livros digitais disponíveis em português; hoje, temos mais de 150 mil, um aumento que tem a ver diretamente com a questão da adesão do público e também das editoras”.

Garrido afirma ainda que, atualmente, todas as editoras estão lançando os livros em formato impresso e digital praticamente de forma simultânea. Tal método de publicação das obras ajuda na visualização da recorrência de leitura que o público brasileiro adquiriu com o passar do tempo.

“Temos uma informação de que a pessoa que compra ou passa a ler livros digitais continua a comprar livros impressos e passa a gastar de três a quatro vezes mais com livros do que ela gastava antes”, detalha. “Acaba-se, então, intensificando a experiência de leitura das pessoas porque elas encontram mais facilmente os livros e podem lê-los de uma maneira mais democrática, valendo-se do livro físico ou contando com a acessibilidade digital”, complementa.

Estratégia

Indagado sobre como é manter um estande feito o da Amazon – gigante do comércio online de livros – em uma das maiores feiras de livro do mundo, Ricardo Garrido é enfático: “Vejo a Bienal como uma celebração nacional do livro e da literatura. E o livro não tem um formato necessariamente definido. Porém, já que trabalhamos com outro formato, consideramos variáveis diferentes para escoar o material”.

“Atuamos por meio de duas frentes: uma que é expandir a seleção de livros e outra que é oferecer uma maneira, preço e usabilidade que os clientes se interessem. Melhorando a experiência de leitura, removemos as barreiras de acesso”, raciona. “No fim das contas, o que importa é ler”.

Disponível em: <http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/caderno-3/empreitadas-digitais-do-livro-1.1995030>. Acesso em: 12 set. 2018.

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País sem museu é país sem memória

Lamentavelmente o Museu Nacional junta-se ao Museu da Língua Portuguesa em uma destruição causada por incêndio na noite de 2 de setembro de 2018, cujas causas ainda não foram identificadas.

É tarde demais para apontar este ou aquele culpado.

É tarde demais para pensar nas causas.

Se todas as associações, organizações e instituições relacionadas ao patrimônio material e imaterial nacionais atuassem em conjunto na preservação desse patrimônio, talvez essa tragédia poderia ser evitada?

Um país sem museus, bibliotecas ou arquivos é um país sem cultura… sem memória… sem história…

Fonte das imagens: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Museu_Nacional_do_Brasil.JPG

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/09/02/incendio-atinge-a-quinta-da-boa-vista-rio.ghtml

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Fala, Bibliotecária: 10 clássicos de Biblioteconomia! por Gabriela Pedrão

Introdução À Biblioteconomia + A Biblioteconomia brasileira no contexto mundial (Edson Nery da Fonseca)

– Missão do bibliotecário (Ortega y Gasset)

– As 5 leis da Biblioteconomia (Ranganathan)

– Introdução à catalogação + O que fazem os bibliotecários (Eliane Mey)

História da Biblioteconomia brasileira (César Augusto Castro)

Biblioteca + O que é biblioteca? (Luis Milanesi)

– Desenvolvimento de coleções (Waldomiro Vergueiro)

– O problema das bibliotecas brasileiras (Rubens Borba de Moraes)

Sociedade e Biblioteconomia (Oswaldo Francisco de Almeida Jr.)

A miséria da biblioteca escolar (Waldeck Carneiro da Silva)

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Tradução em espanhol do material de treinamento do RDA preparado e armazenado pela Biblioteca do Congresso (LC)

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Fonte: https://libguides.senylrc.org/November_December_2014

Este projeto foi coordenado pela Biblioteca Nacional Mariano Moreno da República Argentina (BNMM), no âmbito da ABINIA (Associação dos Estados Ibero-Americanos para o Desenvolvimento das Bibliotecas Nacionais da América Latina), com a contribuição das Bibliotecas Nacionais da Espanha, Chile e Colômbia e colaboradora da Biblioteca do Congresso (LC, Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos) na revisão das traduções. Os materiais de treinamento de RDA traduzidos para o espanhol foram originalmente criados em inglês pela Divisão de Programas Cooperativos e de Instrução (COIN) com a assistência da Divisão de Políticas e Normas, ambos da LC.

A partir desta contribuição, todas as bibliotecas e bibliotecários que estão apenas começando no treinamento de RDA, poderão baixar os materiais de treinamento de forma livre e gratuita.

Catalogação descritiva usando RDA

Atualizações do RDA

*Tradução livre com Google Tradutor. O idioma original do texto é espanhol.

Disponível em: <https://www.bn.gov.ar/bibliotecarios/rda>. Acesso em: 23 ago. 2018.

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