{"id":1349,"date":"2010-07-07T09:31:15","date_gmt":"2010-07-07T12:31:15","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=1349"},"modified":"2010-07-07T09:31:15","modified_gmt":"2010-07-07T12:31:15","slug":"1349","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2010\/07\/07\/1349\/","title":{"rendered":"Lojas veem Google como aliado no mercado de livros eletr\u00f4nicos"},"content":{"rendered":"<p>Parceria com a gigante da web poder\u00e1 beneficiar pequenas livrarias que eram obrigadas a competir com a Amazon, a Apple e a Sony<\/p>\n<p>The New York Times | 04\/07\/2010 05:00<\/p>\n<p>As livrarias independentes perderam lugar, primeiramente, para as grandes redes de livrarias de descontos, como a Barnes &amp; Noble, e depois para os super eficientes varejistas on-line, como a Amazon.com.<\/p>\n<p>Agora vemos surgir a era do livro eletr\u00f4nico. Com este novo desafio, estas lojas logo ter\u00e3o como aliado o gigante da busca eletr\u00f4nica: o Google.<\/p>\n<p>No fim deste ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio norte, o Google pretende lan\u00e7ar seu t\u00e3o aguardado produto no segmento de publica\u00e7\u00e3o digital, o chamado Google Editions. At\u00e9 o momento, a empresa revelou bem pouco sobre a empreitada, descrevendo a mesma como um esfor\u00e7o para vender livros digitais que poder\u00e3o ser lidos atrav\u00e9s de um navegador de internet e acess\u00edvel a partir de qualquer computador conectado \u00e0 internet.<\/p>\n<p>Um detalhe do Google Editions come\u00e7a a ganhar aten\u00e7\u00e3o especial. A empresa est\u00e1 prestes a fechar um contrato com a American Booksellers Association, associa\u00e7\u00e3o americana das livrarias independentes, para fazer do Google Editions a principal fonte dos chamados e-books \u2013 ou livros eletr\u00f4nicos \u2013 nos sites de centenas de livrarias independentes de todo o pa\u00eds. Estas s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio Google e da associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A parceria poder\u00e1 beneficiar livrarias adoradas naquele pa\u00eds, como a Powell\u2019s Books in Portland, do estado de Oregon; a californiana Kepler\u2019s Books e a nova-iorquina St. Mark\u2019s Bookshop. Para agradar um p\u00fablico crescente de pessoas que preferem ler na tela a ler no papel, estas pequenas lojas at\u00e9 ent\u00e3o eram obrigadas a competir de igual para igual com a Amazon, a Apple e a Sony.<\/p>\n<p>O novo neg\u00f3cio do Google poder\u00e1 oferecer um ponto de apoio a estas lojas neste crescente mercado, ajudando-as a evitar que sua clientela fiel migre para os concorrentes.<\/p>\n<p>\u201cO Google tem mostrado um interesse real em nosso mercado. Por diversas raz\u00f5es, esse \u00e9 um acordo excelente \u201d, disse Len Vlahos, presidente da associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane mais de 1.400 livrarias associadas.<\/p>\n<p>O Google provavelmente enfrentar\u00e1 uma batalha \u00e1rdua para penetrar no j\u00e1 congestionado mercado de e-books. Alem de pouca experi\u00eancia no varejo, o cadastro de clientes da empresa \u00e9 bem menor que o da Amazon ou da Apple. Al\u00e9m disso, seu sistema de pagamentos on-line, o Google Checkout, ainda n\u00e3o teve ampla aceita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entretanto, o Google est\u00e1 promovendo seu novo plano como uma alternativa mais \u201caberta\u201d e completamente diferente das de seus concorrentes. Apesar de funcionar como uma loja de varejo, vendendo livros a partir do pr\u00f3prio site, o novo sistema tamb\u00e9m ir\u00e1 operar como atacadista, permitindo que livrarias independentes e outros parceiros vendam seus e-books a partir de seus pr\u00f3prios sites.<\/p>\n<p>Segundo revelou a empresa, aqueles que comprarem e-books do Google n\u00e3o ficar\u00e3o presos a algum formato ou dispositivo de leitura. O mesmo n\u00e3o ocorre com livros comprados na iBookstore da Apple, que s\u00f3 podem ser lidos em dispositivos da marca.<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o acho que algu\u00e9m que tenha comprado um dispositivo de leitura de livros nos \u00faltimos anos tenha a inten\u00e7\u00e3o de comprar seus livros eletr\u00f4nicos do mesmo fornecedor para o resto da vida\u201d, disse Tom Turvey, diretor de parcerias estrat\u00e9gicas do Google, que encabe\u00e7a o projeto Google Editions.<\/p>\n<p>Turvey afirmou que os consumidores poder\u00e3o ter acesso a seus livros, ou comprar novos, a partir de qualquer lugar do planeta, ao inserir seus dados no Google. O executivo tamb\u00e9m informou que o Google ir\u00e1 lan\u00e7ar o servi\u00e7o com uma vasta sele\u00e7\u00e3o de centenas de milhares de livros &#8211; que v\u00e3o desde fic\u00e7\u00f5es e n\u00e3o-fic\u00e7\u00f5es at\u00e9 t\u00edtulos profissionais e acad\u00eamicos, incluindo livros did\u00e1ticos.<\/p>\n<p>O Google j\u00e1 conta com dois milh\u00f5es de livros disponibilizados por editoras afiliadas ao Partner Program, programa que permite que internautas acessem extensas amostras de livros a serem lan\u00e7ados &#8211; tanto nos sites Google quanto em outros sites. Um projeto anterior, que visava escanear milh\u00f5es de livros raros ou esgotados, est\u00e1 atrelado a um processo judicial desde 2005.<\/p>\n<p>Como atacadista, o Google ir\u00e1 operar como as distribuidoras de publica\u00e7\u00f5es offline, como a Ingram Book e a Baker &amp; Taylor, que compram livros de editoras e os revendem \u00e0s livrarias. Estas empresas geralmente ficam com uma porcentagem inferior a 10% das vendas, e Turvey disse que o Google ir\u00e1 operar nos mesmos moldes.<\/p>\n<p>Livrarias independentes parecem acreditar que o Google est\u00e1 mais interessado em us\u00e1-las como ferramenta de trabalho do que operar diretamente no varejo. Na verdade, elas est\u00e3o contando com isso.<\/p>\n<p>A onda das publica\u00e7\u00f5es virtuais vem for\u00e7ando tais livrarias a enfrentar um mercado complexo e em constante muta\u00e7\u00e3o. Em 1999, a Powell\u2019s in Portland, por exemplo, apostou em vender livros eletr\u00f4nicos para a Rocket Book, pioneira no segmento de livros eletr\u00f4nicos, e acabou tendo de enfrentar a fal\u00eancia da mesma. Outro caso mais recente foi o da Powell\u2019s que, com a ajuda da Ingram Digital, tentou vender e-books em seu site em diversos formatos, dentre eles Adobe, Microsoft e Palm.<\/p>\n<p>Tais esfor\u00e7os tiveram pouco retorno, e dispositivos como o Kindle, da Amazon, o Nook, da Barnes &amp; Noble e o iPad, da Apple, ganharam a aten\u00e7\u00e3o dos leitores.<\/p>\n<p>\u201cO Google vai nos permitir atuar totalmente fora do jogo centrado em dispositivos\u201d, disse Darin Sennett, diretor de desenvolvimentos da web da Powell\u201ds.<\/p>\n<p>Sennett admitiu que o Google tamb\u00e9m ser\u00e1 um concorrente, pois vender\u00e1 livros a partir do pr\u00f3prio site. Ele parecia acreditar, por\u00e9m, que o Google ir\u00e1 favorecer seus parceiros menores.<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o acredito que o Google tenha a inten\u00e7\u00e3o de minar as vendas ou vender mais que seus parceiros varejistas. Eu duvido que a empresa vai fazer recomenda\u00e7\u00f5es de livros em termos editoriais ou ainda escolher o que as pessoas deveriam ler, que \u00e9 algo que as livrarias fazem\u201d, disse o executivo.<\/p>\n<p>Ele completou: \u201cFico imaginando que, a essa altura do campeonato, isso seria uma ingenuidade. Vamos ter de esperar para ver\u201d.<\/p>\n<p>O projeto de vender livros digitais coincide com uma mudan\u00e7a mais ampla da empresa ao entrar no mercado de m\u00eddia digital. Desde sua cria\u00e7\u00e3o que o Google ganha dinheiro quase que exclusivamente com textos publicit\u00e1rios colocados na lateral dos resultados da busca e em p\u00e1ginas da web.<\/p>\n<p>Agora, concorrentes como a Amazon e a Apple est\u00e3o tentando se estabelecer nas vidas e carteiras do consumidor &#8211; armazenando filmes, programas de TV, m\u00fasica e livros em seus servidores. As empresas esperam que o armazenamento de cole\u00e7\u00f5es de m\u00eddia do consumidor ir\u00e3o gerar ainda mais vendas digitais, ao mesmo tempo em que prendem o consumidor aos dispositivos que comercializam, como o Kindle e o iPad.<\/p>\n<p>O Google tem uma vantagem nessas emergentes disputas de m\u00eddia. A empresa pode contar com um grande n\u00famero de pessoas que usam seu motor de busca para fazem consultas sobre temas relacionados \u00e0 m\u00eddia \u2013 como procurar o novo romance de John Irving, por exemplo \u2013 e clicam, instintivamente, na primeira op\u00e7\u00e3o de compra apresentada.<\/p>\n<p>Em entrevista concedida na semana passada, Eric E. Schimidt, executivo-chefe do Google, afirmou: \u201cO Google Editions foi uma conseq\u00fc\u00eancia natural do fato de estarmos interessados em livros e em informa\u00e7\u00e3o, e de trabalharmos com editoras\u201d. Quando perguntado sobre musica digital, ele disse que por muito tempo o Google evitou o mercado de m\u00fasica por n\u00e3o querer apoiar a pirataria.<\/p>\n<p>Mais recentemente, por\u00e9m, \u00e0 medida que o Google vai oferecendo aos consumidores mais do que eles est\u00e3o buscando, sem precisarem mesmo de clicar em algum lugar &#8211; o executivo-chefe disse que \u201cfaz sentido ter algum tipo de servi\u00e7o ligado \u00e0 m\u00fasica\u201d.<\/p>\n<p>* Por Brad Stone<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/economia.ig.com.br\/lojas+veem+google+como+aliado+no+mercado+de+livros+eletronicos\/n1237696443585.html\">http:\/\/economia.ig.com.br\/lojas+veem+google+como+aliado+no+mercado+de+livros+eletronicos\/n1237696443585.html<\/a>. cesso em: 7 jul. 2010.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parceria com a gigante da web poder\u00e1 beneficiar pequenas livrarias que eram obrigadas a competir com a Amazon, a Apple e a Sony The New York Times | 04\/07\/2010 05:00 As livrarias independentes perderam lugar, primeiramente, para as grandes redes de livrarias de descontos, como a Barnes &amp; Noble, e depois para os super eficientes &#8230; <a title=\"Lojas veem Google como aliado no mercado de livros eletr\u00f4nicos\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2010\/07\/07\/1349\/\" aria-label=\"Read more about Lojas veem Google como aliado no mercado de livros eletr\u00f4nicos\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","footnotes":""},"categories":[60],"tags":[315,595,209,9],"class_list":["post-1349","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-amazon","tag-apple","tag-google","tag-livro"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":3117,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2013\/05\/16\/usuarios-do-google-agora-podem-ler-e-sincronizar-ebooks-comprados-em-outras-lojas\/","url_meta":{"origin":1349,"position":0},"title":"Usu\u00e1rios do Google agora podem ler (e sincronizar) ebooks comprados em outras lojas","author":"mundobibliotecario","date":"16\/05\/2013","format":false,"excerpt":"Na s\u00e9rie de an\u00fancios de ontem, o Google atualizou seu app de leitura de ebooks para iOS e Android, incluindo suporte para livros em EPUB e PDF comprados fora da loja Google Play. 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