{"id":192,"date":"2008-11-30T18:03:19","date_gmt":"2008-11-30T21:03:19","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=192"},"modified":"2020-07-21T23:23:14","modified_gmt":"2020-07-22T02:23:14","slug":"quatrocentona-biblioteca-dos-monges-passa-por-informatizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2008\/11\/30\/quatrocentona-biblioteca-dos-monges-passa-por-informatizacao\/","title":{"rendered":"Quatrocentona, biblioteca dos monges passa por informatiza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"c\">\n<h3>Nos \u00faltimos seis anos, 12 mil dos 100 mil t\u00edtulos do tradicional Mosteiro de S\u00e3o Bento j\u00e1 foram catalogados<\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"grupoC2\">\n<p class=\"fonte\">Edison Veiga<\/p>\n<p class=\"tmTexto\">O\u00e1sis de repouso, tranq\u00fcilidade e ora\u00e7\u00e3o no meio do ca\u00f3tico e barulhento centro de S\u00e3o Paulo, o Mosteiro de S\u00e3o Bento esconde, dentro de seus dom\u00ednios, uma rica biblioteca, possivelmente a mais antiga da cidade. S\u00e3o 100 mil t\u00edtulos, sobretudo dedicados \u00e0 \u00e1rea de Humanidades, como Religi\u00e3o, Filosofia, Literatura e Hist\u00f3ria. Nos \u00faltimos seis anos, esse vasto acervo &#8211; recheado de obras raras &#8211; passa por um processo de reorganiza\u00e7\u00e3o e informatiza\u00e7\u00e3o. Um trabalho de formiguinha capitaneado por Andr\u00e9 de Ara\u00fajo, de 29 anos, bibliotec\u00e1rio profissional contratado pelos monges. Ele conta com a ajuda de um assistente e de alunos-bolsistas da Faculdade de S\u00e3o Bento &#8211; atualmente s\u00e3o quatro. At\u00e9 agora, o grupo deu conta de 12% do total do trabalho. Sim, se continuar nesse ritmo, a cataloga\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica completa levar\u00e1 meio s\u00e9culo.<\/p>\n<\/div>\n<p>O tempo nunca foi problema para os religiosos da Ordem de S\u00e3o Bento, medieval organiza\u00e7\u00e3o religiosa fundada pelo santo cat\u00f3lico que viveu entre os anos 480 e 550. As normas da vida mon\u00e1stica foram sistematizadas em um livro de 73 cap\u00edtulos, de autoria atribu\u00edda ao santo e conhecido como Regra de S\u00e3o Bento. No cora\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, os 42 monges que abra\u00e7aram a ordem observam religiosamente, sem trocadilho, esse regimento.<\/p>\n<p>Por isso, desde 1598, quando os beneditinos aqui chegaram, o sil\u00eancio da madrugada do claustro \u00e9 rompido pontualmente \u00e0s 5h05, quando um deles badala o sino que desperta todos os companheiros. Em 25 minutos, ficam a postos no altar da ainda fechada Bas\u00edlica de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o, a igreja cont\u00edgua ao mosteiro, para entoar o Of\u00edcio Divino, primeira das cinco ora\u00e7\u00f5es do g\u00eanero celebradas diariamente.<\/p>\n<p>Assim como a ora\u00e7\u00e3o, a leitura tamb\u00e9m est\u00e1 presente na Regra. O cap\u00edtulo 48 recomenda que os monges se entreguem diariamente ao trabalho e aos livros. Isso fez com que historicamente todo mosteiro nascesse com uma cole\u00e7\u00e3o de obras. &#8220;Presume-se que j\u00e1 existisse uma biblioteca, mesmo que pequena, quando o mosteiro foi fundado, em 1598&#8221;, afirma o bibliotec\u00e1rio Andr\u00e9 de Ara\u00fajo. &#8220;Quando, na Idade M\u00e9dia, a cultura letrada praticamente desapareceu no Ocidente, ela sobreviveu na Igreja, gra\u00e7as, principalmente, aos mosteiros&#8221;, completa o monge-bibliotec\u00e1rio Carlos Eduardo Uch\u00f4a, de 46 anos. O h\u00e1bito de ler \u00e9 cultivado at\u00e9 durante as refei\u00e7\u00f5es: enquanto os outros, em sil\u00eancio absoluto, comem, um monge fica respons\u00e1vel por recitar textos sagrados e trechos de livros de Filosofia ou Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Na comunidade mon\u00e1stica, cada religioso tem sua incumb\u00eancia. H\u00e1 o cozinheiro, o alfaiate, o tesoureiro&#8230; Uch\u00f4a &#8211; ou dom Eduardo, como costuma ser tratado &#8211; entrou para o Mosteiro de S\u00e3o Bento h\u00e1 13 anos. Tr\u00eas anos depois, assumiu a biblioteca. &#8220;Como sou historiador e artista pl\u00e1stico, naturalmente tenho uma predile\u00e7\u00e3o pelos livros&#8221;, justifica ele, que acumula duas outras fun\u00e7\u00f5es: \u00e9 reitor do Col\u00e9gio de S\u00e3o Bento e diretor da faculdade hom\u00f4nima, ambos anexos ao mosteiro.<\/p>\n<p><strong>ACESSO RESTRITO<\/strong><\/p>\n<p>Desde que os monges decidiram profissionalizar a gest\u00e3o da biblioteca, dom Eduardo tem atuado como coordenador. \u00c9 dele a palavra final na compra de novos t\u00edtulos, por exemplo. &#8220;Sempre que precisamos de alguma obra nova, preciso levar o pedido at\u00e9 o dom Eduardo&#8221;, confirma Ara\u00fajo. Mas \u00e9 o jovem bibliotec\u00e1rio, com seus cabelos longos e dois brincos em cada orelha, que cuida, n\u00e3o apenas do processo de reorganiza\u00e7\u00e3o por que passa a biblioteca, como do dia-a-dia de seu funcionamento.<\/p>\n<p>Formado em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Ara\u00fajo conheceu dom Eduardo quando estava preparando seu trabalho de conclus\u00e3o de curso, em 2001. O tema escolhido foi justamente a import\u00e2ncia das bibliotecas beneditinas ao redor do mundo. &#8220;A\u00ed, quando acabei, vim at\u00e9 o mosteiro trazer uma c\u00f3pia para presente\u00e1-lo, em agradecimento&#8221;, conta. Ent\u00e3o decidiram contrat\u00e1-lo. &#8220;Quando comecei a minha atua\u00e7\u00e3o, de forma alguma poderia jogar as regras da Biblioteconomia radicalmente aqui. Procurei respeitar o contexto existente e propor uma forma de organiza\u00e7\u00e3o que fosse coerente.&#8221;<\/p>\n<p>Como a biblioteca tem um car\u00e1ter particular &#8211; ou seja, \u00e9 voltada para o uso interno dos monges -, o acervo \u00e9 fechado. H\u00e1 duas entradas ao espa\u00e7o. Uma, interligada ao claustro e de uso exclusivo dos monges, pode ser acessada a qualquer dia, a qualquer hor\u00e1rio. &#8220;Um monge tem autonomia para retirar livro daqui quando quiser&#8221;, explica Ara\u00fajo. &#8220;Pedimos sempre que, quando n\u00e3o estamos trabalhando, eles nos deixem um bilhetinho avisando, para que saibamos onde est\u00e1 o exemplar.&#8221; O bibliotec\u00e1rio admite, entretanto, que nem todos cumprem essa norma.<\/p>\n<p>J\u00e1 pela outra porta s\u00e3o recebidos os visitantes externos. Em geral, alunos do col\u00e9gio e da faculdade, que podem utilizar os livros dali quando precisam &#8211; pesquisadores de fora tamb\u00e9m s\u00e3o recebidos, sob agendamento pr\u00e9vio. Mas nada de circular entre as estantes. O freq\u00fcentador pede o que quer e o bibliotec\u00e1rio &#8211; ou algu\u00e9m de sua equipe &#8211; fica encarregado da procura pela obra. &#8220;De certa forma, \u00e9 gra\u00e7as a isso que os livros antigos est\u00e3o t\u00e3o bem conservados assim&#8221;, acredita Ara\u00fajo. &#8220;\u00c9 uma biblioteca com baixa circula\u00e7\u00e3o de pessoas.&#8221;<\/p>\n<p>Por falar em livros antigos, o acervo beneditino conta com 581 t\u00edtulos publicados entre os s\u00e9culos 15 e 18. &#8220;O cuidado \u00e9 tanto que, ao catalogarmos essas obras, nem utilizamos etiquetas&#8221;, diz o bibliotec\u00e1rio, mostrando uma tirinha de papel colocada entre a capa e a primeira p\u00e1gina de um desses exemplares, com as informa\u00e7\u00f5es que normalmente constam em etiquetas na lombada. O livro, ali\u00e1s, \u00e9 a edi\u00e7\u00e3o de 1676 da Steganographia, do monge Johannis Trithemius, que aparecia no famoso \u00edndex de leituras proibidas pela Igreja Cat\u00f3lica. &#8220;O autor foi muito perseguido&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>Entre esses t\u00edtulos h\u00e1 tesouros rar\u00edssimos, como seis incun\u00e1bulos. S\u00e3o livros rudimentares, dos prim\u00f3rdios da imprensa, que mesclam o manuscrito com os tipos m\u00f3veis. O mais antigo do acervo, de 1496, traz o Novo Testamento em quatro volumes. H\u00e1 ainda um exemplar romeno de 1500 com a cole\u00e7\u00e3o de serm\u00f5es de Pelbarti de Themefwar, um pregador h\u00fangaro.<\/p>\n<p>Ara\u00fajo aproveitou bem a oportunidade de vivenciar esse fabuloso universo editorial preservado pelos beneditinos paulistanos. Decidiu transform\u00e1-lo em tema para seu mestrado em Hist\u00f3ria, cuja disserta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 defendida amanh\u00e3, \u00e0s 14 horas, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo (FFLCH-USP).<\/p>\n<p>Com seus 100 mil t\u00edtulos, a biblioteca principal n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica mantida pelo Mosteiro de S\u00e3o Bento. H\u00e1 uma outra, com 3 mil volumes, para servir ao col\u00e9gio; uma de cerca de 500 obras \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do abade &#8211; a autoridade m\u00e1xima da comunidade; e muitos s\u00e3o os monges que t\u00eam cole\u00e7\u00f5es particulares em suas celas.<\/p>\n<p><strong>PARA O PAPA LER<\/strong><\/p>\n<p>Durante as duas noites e os tr\u00eas dias em que esteve na cidade, em maio de 2007, o papa Bento 16 hospedou-se no Mosteiro de S\u00e3o Bento. Tudo foi preparado para que o l\u00edder m\u00e1ximo da Igreja Cat\u00f3lica se sentisse bem acolhido. &#8220;Precisamos ficar atentos para qualquer coisa que ele precisasse. Fizemos plant\u00e3o&#8221;, lembra Ara\u00fajo. &#8220;Mas o papa n\u00e3o chegou a vir para a biblioteca&#8221;, conta.<\/p>\n<p>Com a ajuda dos monges, o bibliotec\u00e1rio preparou uma sele\u00e7\u00e3o de 30 t\u00edtulos que ficaram na cela que acomodou o papa. &#8220;Em car\u00e1ter museol\u00f3gico, est\u00e3o l\u00e1 at\u00e9 hoje&#8221;, revela. O acervo foi pensado como uma miscel\u00e2nea de obras religiosas, culturais, art\u00edsticas, liter\u00e1rias e hist\u00f3ricas. A maioria procurava mostrar ao l\u00edder cat\u00f3lico um pouco do panorama brasileiro. Bento 16 p\u00f4de ler, por exemplo, os serm\u00f5es completos de Padre Ant\u00f4nio Vieira em alem\u00e3o. Ou se divertir com a prosa de Machado de Assis, com os livros Dom Casmurro, Mem\u00f3rias P\u00f3stumas de Br\u00e1s Cubas, Ressurrei\u00e7\u00e3o e A M\u00e3o e A Luva. Mas deixou de conhecer a beleza da biblioteca dos monges paulistanos.<\/p>\n<div>Dispon\u00edvel em:<\/div>\n<div>&lt;http:\/\/www.estadao.com.br\/estadaodehoje\/20081123\/not_imp282135,0.php&gt;. Acesso em: 30 nov. 2008.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos seis anos, 12 mil dos 100 mil t\u00edtulos do tradicional Mosteiro de S\u00e3o Bento j\u00e1 foram catalogados Edison Veiga O\u00e1sis de repouso, tranq\u00fcilidade e ora\u00e7\u00e3o no meio do ca\u00f3tico e barulhento centro de S\u00e3o Paulo, o Mosteiro de S\u00e3o Bento esconde, dentro de seus dom\u00ednios, uma rica biblioteca, possivelmente a mais antiga da &#8230; <a title=\"Quatrocentona, biblioteca dos monges passa por informatiza\u00e7\u00e3o\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2008\/11\/30\/quatrocentona-biblioteca-dos-monges-passa-por-informatizacao\/\" aria-label=\"Read more about Quatrocentona, biblioteca dos monges passa por informatiza\u00e7\u00e3o\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","footnotes":""},"categories":[60],"tags":[136,137],"class_list":["post-192","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-biblioteca-beneditina","tag-mosteiro-de-sao-bento"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":883,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2009\/09\/25\/lancamento-do-catalogo-do-mosteiro-de-sao-bento-de-sorocaba\/","url_meta":{"origin":192,"position":0},"title":"Lan\u00e7amento do Cat\u00e1logo do Mosteiro de S\u00e3o Bento de Sorocaba","author":"mundobibliotecario","date":"25\/09\/2009","format":false,"excerpt":"Nancy Ridel Kaplan lan\u00e7a Cat\u00e1logo do Acervo do Mosteiro de S\u00e3o Bento de Sorocaba \u00c0s 19 horas do dia 30, quarta-feira, na Academia Sorocabana de Letras, \u00e0 Rua Comendador Oeterer, 737, esquina de Major Jo\u00e3o Elias, a escritora e pesquisadora Nancy Ridel Kaplan far\u00e1 o lan\u00e7amento da obra \u201cMosteiro de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Eventos&quot;","block_context":{"text":"Eventos","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/category\/eventos\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1015,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2009\/12\/16\/polemica-e-biblioteconomia-espelham-obra-de-edson-nery-da-fonseca\/","url_meta":{"origin":192,"position":1},"title":"Pol\u00eamica e biblioteconomia espelham obra de Edson Nery da Fonseca","author":"mundobibliotecario","date":"16\/12\/2009","format":false,"excerpt":"29\/06\/2009 -19h47 TERESA CHAVES Colabora\u00e7\u00e3o para a Folha Online Um pernambucano biblioteconomista, que quase foi militar, monge, e que hoje \u00e9 considerado um dos maiores especialistas do Brasil na obra do soci\u00f3logo Gilberto Freyre (1900-1987), o autor de \"Casa Grande & Senzala\", um dos livros mais importantes da historiografia brasileira.\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Not\u00edcias&quot;","block_context":{"text":"Not\u00edcias","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/category\/noticias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":7881,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2020\/10\/17\/exposicao-celebra-os-80-anos-da-biblioteca-publica-castro-alves-de-bento\/","url_meta":{"origin":192,"position":2},"title":"Exposi\u00e7\u00e3o celebra os 80 Anos da Biblioteca P\u00fablica Castro Alves, de Bento","author":"mundobibliotecario","date":"17\/10\/2020","format":false,"excerpt":"Foto: H\u00e9lio Alexandre\/Divulga\u00e7\u00e3o \u00a0 Siliane Vieira siliane.vieira@pioneiro.com \u00a0 A foto acima demonstra a mistura entre tradi\u00e7\u00e3o e novidade que caracteriza a Biblioteca Castro Alves, de\u00a0Bento Gon\u00e7alves. 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