{"id":2284,"date":"2011-10-16T20:37:13","date_gmt":"2011-10-16T23:37:13","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=2284"},"modified":"2020-07-21T23:55:32","modified_gmt":"2020-07-22T02:55:32","slug":"congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2011\/10\/16\/congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-ii\/","title":{"rendered":"Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (II)"},"content":{"rendered":"<p>A segunda mesa redonda do Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos foi intitulada &#8220;O futuro do acesso ao conhecimento para pessoas com necessidades especiais&#8221;. Coordenada por Linamara Rizzo Battistella, da Secretaria de Estado do Direitos da Pessoa com Defici\u00eancia, contou com a participa\u00e7\u00e3o de uma convidada brasileira e dois estrangeiros.<\/p>\n<p>Mara Gabrilli, deputada federal, foi quem iniciou o debate. Sua fala foi breve devido sua agenda, mas proporcionou algumas reflex\u00f5es, que resumi a seguir. A deputada, a primeira cadeirante na C\u00e2mara dos Deputados, contou um pouco sobre sua trajet\u00f3ria. Inicialmente exp\u00f4s que existem dois caminhos para o tratamento em rela\u00e7\u00e3o as pessoas com defici\u00eancia: assistencialista ou de desenvolvimento. Destacou a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o formal em sua vida, pois cursou mais de uma faculdade, dentre elas, Psicologia, onde durante a resid\u00eancia permitiu que o entendimento de outro ser humano ocorria quando ele era o protagonista da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A palestrante tamb\u00e9m teceu coment\u00e1rios sobre a <a href=\"http:\/\/www.un.org\/disabilities\/documents\/natl\/portugal-c.doc\">Conven\u00e7\u00e3o da ONU sobre a pessoa com defici\u00eancia<\/a>. Dentre alguns dados apresentados, destacam-se: cidades, escolas e outros lugares e institui\u00e7\u00f5es \u00e9 que s\u00e3o deficientes, pois possuem barreiras que impedem o uso igualit\u00e1rio pelas pessoas e, portanto, \u00e9 o meio que tem que se adaptar \u00e0s pessoas; deve-se respeitar o desenho universal, que segundo o documento<\/p>\n<p>&#8220;[&#8230;] significa a concep\u00e7\u00e3o de produtos, ambientes, programas e servi\u00e7os a serem usados, na maior medida poss\u00edvel, por todas as pessoas, sem necessidade de adapta\u00e7\u00e3o ou projeto espec\u00edfico. O \u201cdesenho universal\u201d n\u00e3o excluir\u00e1 as ajudas t\u00e9cnicas para grupos espec\u00edficos de pessoas com defici\u00eancia, quando necess\u00e1rias.&#8221;<\/p>\n<p>Por meio do desenho universal, por exemplo, Gabrilli apontou que uma mesma porta pode ser utilizada por pessoas com e sem defici\u00eancia e que em outros contextos pode gerar economia de energia, dentre outras vantagens.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi interessante a coloca\u00e7\u00e3o da deputada sobre a quest\u00e3o do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o sobre a pessoa com defici\u00eancia, levando a reflex\u00e3o se somos inclusivos com n\u00f3s mesmo para incluir o outro. Al\u00e9m disso, destacou que a acessibilidade deve ser tanto f\u00edsica como de conte\u00fado e, nesse contexto, ressalto que cabe a n\u00f3s, bibliotec\u00e1rios, pensar (e colocar em pr\u00e1tica!) produtos e servi\u00e7os que atendam a todos os usu\u00e1rios, indistintamente.<\/p>\n<p>A palestra seguinte foi proferida por Albert K. Boekhorst, da Information Literacy Section da IFLA\/UNESCO (Holanda). O palestrante iniciou sua fala apresentando o conceito de espa\u00e7o de informa\u00e7\u00e3o. Nele existe a observa\u00e7\u00e3o (objetos e processos), conversas (pessoas) e consulta (armazenamento e registro de informa\u00e7\u00f5es). Representada pelas institui\u00e7\u00f5es de mem\u00f3ria, Albert tamb\u00e9m apontou a diminui\u00e7\u00e3o das barreiras existentes aos espa\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o, sendo que cada pessoa tem seu pr\u00f3prio espa\u00e7o desde o nascimento, cujo desenvolvimento ocorre durante a vida e diminui com o passar dos anos.<\/p>\n<p>Mas quais s\u00e3o essas barreiras? S\u00e3o elas: econ\u00f4micas (pessoas depende da produ\u00e7\u00e3o de recursos escassos: comida, vestu\u00e1rio, habita\u00e7\u00e3o, etc.; a informa\u00e7\u00e3o custa dinheiro, ent\u00e3o \u00e9 limitada); pol\u00edticas (prote\u00e7\u00e3o das pessoas com desrespeito \u00e0s leis; na\u00e7\u00f5es que bloqueiam o acesso \u00e0 Internet); afetivas (relacionamentos com pessoas, canais e fontes de informa\u00e7\u00e3o); cognitivas (pessoas dependem uma das outras porque aprendem umas com as outras); pessoais (uma pessoa analfabeta do s\u00e9culo XVIII \u00e9 diferente de uma pessoa analfabeta do s\u00e9culo XXI; sexo, altura e outras caracter\u00edsticas f\u00edsicas proporcionam diferentes habilidades, as vezes muito diferentes, mas que podem ser desenvolvidas).<\/p>\n<p>Sobre o processo de informatiza\u00e7\u00e3o, o palestrante destacou o desenvolvimento da t\u00e9cnica, que envolve o controle de for\u00e7as naturais, assim como a globaliza\u00e7\u00e3o, que gerou alguns efeitos sobre as pessoas, dentre eles, o aumento no crescimento da informa\u00e7\u00e3o e da conex\u00e3o. Al\u00e9m disso, foram apresentadas algumas mudan\u00e7as no s\u00e9culo XXI, a saber: o trabalho na nuvem; tudo precisa de dinheiro (CD, pen-drive, servidor, etc.); o aumento da quantidade de informa\u00e7\u00e3o requer mais habilidades para sua recupera\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Albert tamb\u00e9m apresentou dois documentos que balizaram a instaura\u00e7\u00e3o da information literacy na sociedade da informa\u00e7\u00e3o: a Declara\u00e7\u00e3o de Praga (2003) e a Declara\u00e7\u00e3o da Alexandria (2005). Tamb\u00e9m apontou que existe a perspectiva de publica\u00e7\u00e3o de recomenda\u00e7\u00f5es da IFLA\/UNESCO em 2012 na <a href=\"http:\/\/www.ifla.org\/en\/events\/call-for-proposals-ifla-satellite-meeting-2012-the-road-to-information-literacy-librarians-as\">The Road to Information Literacy: Librarians as Facilitators of Learning<\/a>, salvo engano meu.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi apontada que a information literacy envolve a capacidade de transmitir informa\u00e7\u00e3o, reconhecer a necessidade de informa\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, manipula\u00e7\u00e3o de produtos do conhecimento e que tamb\u00e9m envolve recursos n\u00e3o tecnol\u00f3gicos, ou seja, informa\u00e7\u00e3o impressa e de natureza bibliogr\u00e1fica. Alguns termos relacionados com a compet\u00eancia em informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o: flu\u00eancia na informa\u00e7\u00e3o; educa\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios; instru\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica. Sobre isso, Albert apresentou um estudo de Harris e Hodges (1995), que infelizmente n\u00e3o consegui pegar a refer\u00eancia completa, em que foram encontrados 19 termos relacionados.<\/p>\n<p>O palestrante tamb\u00e9m apresentou alguns t\u00f3picos que foram discutidos nas reuni\u00f5es de <a href=\"http:\/\/www.uis.unesco.org\/Library\/Documents\/wp08_InfoLit_en.pdf\">Paris (2008)<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.ucm.es\/BUCM\/boletin\/doc17043.pdf\">Bangkok (2010)<\/a>, bem como exp\u00f4s tr\u00eas conceitos diretamente relacionados ao assunto abordado: tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (alfabetismo para o uso); recursos de informa\u00e7\u00e3o (encontrar e usar informa\u00e7\u00e3o sem intermedi\u00e1rios); processo de informa\u00e7\u00e3o (conceito mais inclusivo). Sobre a desigualdade informacional, Albert explicou que esse conceito envolve tanto as pessoas como o ambiente, interferindo diretamente na riqueza ou pobreza em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o levantada foi &#8220;Como ficamos alfabetizados em informa\u00e7\u00e3o?&#8221;. Dentre as respostas poss\u00edveis est\u00e3o a educa\u00e7\u00e3o formal e informal, al\u00e9m da integra\u00e7\u00e3o da information literacy em qualquer mat\u00e9ria ou curr\u00edculo, j\u00e1 que \u00e9 uma das habilidades requeridas na sociedade atual. Foi destacado que a information literacy \u00e9 um conceito din\u00e2mico e que envolve tanto o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o como o uso das TICs. No que se refere \u00e0s pessoas com necessidades especiais, esse conceito tamb\u00e9m deve ser expandido para as minorias que possuem limita\u00e7\u00f5es de atividade e restri\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o na vida social. Essas e outras recomenda\u00e7\u00f5es podem ser encontradas no <a href=\"http:\/\/whqlibdoc.who.int\/publications\/2011\/9789240685215_eng.pdf\">World report on disability (Relat\u00f3rio mundial sobre necessidades especiais)<\/a>. Uma imagem bastante interessante apresentada pelo palestrante foi a <a href=\"http:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/c\/c4\/Timeline_of_communication_tools.jpg\">Timeline of communication tools<\/a>, pela qual pode ser observada que se ainda h\u00e1 meios de comunica\u00e7\u00e3o anteriores \u00e0 Cristo sendo utilizados, o livro impresso n\u00e3o deixar\u00e1 de existir t\u00e3o brevemente&#8230; Por fim, Albert encerrou sua exposi\u00e7\u00e3o com o conceito de e-acessibilidade, apontando que as TICs facilitaram muito o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o pelas pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>A terceira e \u00faltima palestra foi proferida por Tone Eli Moseid, da Library Services to People with Special Needs Section &#8211; IFLA (Noruega). Intitulada &#8220;Libraries dricing access to all&#8221;, a palestra foi bastante interessante do ponto de vista da apresenta\u00e7\u00e3o de projetos pr\u00e1ticos realizados na Noruega. Tone iniciou questionando como \u00e9 tratada a quest\u00e3o do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o para as pessoas com defici\u00eancia e se as bibliotecas est\u00e3o encarando esse novo paradigma. O contexto de hoje \u00e9 de uma transi\u00e7\u00e3o radical que exige um arcabou\u00e7o de desenvolvimento para adotar esse paradigma, exemplificado por <a href=\"http:\/\/ec.europa.eu\/information_society\/activities\/einclusion\/index_en.htm\">projetos de e-inclus\u00e3o desenvolvidos pela Uni\u00e3o Europ\u00e9ia<\/a>.<\/p>\n<p>Mas afinal, trata-se de um novo paradigma ou um novo ponto de vista? A palestrante respondeu sua pr\u00f3pria pergunta comentando que esse paradigma provoca uma revolu\u00e7\u00e3o nos servi\u00e7os e que as bibliotecas n\u00e3o est\u00e3o prestando aten\u00e7\u00e3o nisso. Tal fato se deve a perman\u00eancia do arcabou\u00e7o na sociedade, pois h\u00e1 uma longa tradi\u00e7\u00e3o de bibliotecas para pessoas com defici\u00eancia que \u00e9 baseada nas caracter\u00edsticas do indiv\u00edduo (problemas biol\u00f3gicos, por exemplo). Assim, esfor\u00e7os de tratamento inadequado exigem mudar o ambiente ou as pessoas com defici\u00eancia, e \u00e9 nesse contexto que devem ser pensado a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os especiais em biblioteca, por exemplo. <\/p>\n<p>Tone tamb\u00e9m colocou que uma pessoa uma n\u00e3o \u00e9 deficiente quanto est\u00e1 com outra que entende a linguagem, que o ambiente deve ser adaptado \u00e0s minorias, comforme prop\u00f5e o einclusion Gap Model, de Becker, Niehaves, Bergener e R\u00e4ckers. Al\u00e9m disso, teceu coment\u00e1rios sobre o desenho universal (ou design universal), expondo que a acessibilidade para todos \u00e9 um direito e que devem ser feitos produtos e ambientes que possam ser usados sem distin\u00e7\u00e3o. No caso das bibliotecas, por exemplo, podem ser pensadas as quest\u00f5es relativas \u00e0 ilumina\u00e7\u00e3o, elimina\u00e7\u00e3o de plantas que causam alergias, portas adaptadas para cadeirantes e idosos que n\u00e3o podem fazer for\u00e7a.<\/p>\n<p>No caso noruegu\u00eas, foi apresentado a exist\u00eancia de um projeto de acessibilidade em bibliotecas que ocorreu de 2001 a 2004, que teve, dentre outros objetivos, eliminar barreiras f\u00edsicas e aumentar o uso das TICs para pessoas com defici\u00eancia, culminando na elabora\u00e7\u00e3o de um guia de acessibilidade. Esse projeto tamb\u00e9m considerou a demanda 24 horas por servi\u00e7os eletr\u00f4nicos, mas ressaltando que podem haver barreiras, por exemplo, telas <em>touch screen<\/em> para deficientes visuais. Em rela\u00e7\u00e3o aos sites, o projeto lembra que devem apresentar uniformidade e navegadores espec\u00edficos para tornar a biblioteca virtual acess\u00edvel, como \u00e9 o caso de um site de informa\u00e7\u00f5es noruegu\u00eas (se n\u00e3o me engano, de natureza governamental), que possui um software que converte texto em arquivos de \u00e1udio.<\/p>\n<p>Essa amplitude do acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o foi ampliada, sobretudo, pelas TICs, basta ver o exemplo dos audiolivros, livros t\u00e1teis, livros did\u00e1ticos em \u00e1udio para facilitar a interpreta\u00e7\u00e3o, plataforma comum para pessoas com defici\u00eancia visual e bibliotec\u00e1rios de bibliotecas p\u00fablicas se comunicarem, softwares especiais que podem reduzir barreiras, dentre outras formas de acesso poss\u00edveis. Nesse novo contexto, as bibliotecas que desconheciam  os servi\u00e7os especiais receberam treinamento que propiciaram o desenvolvimento de novas habilidades.<\/p>\n<p>Outra iniciativa interessante que ocorre na Noruega \u00e9 o <a href=\"http:\/\/www.easytoread-network.org\/\">Easy-to-Read-Network<\/a>, que basicamente \u00e9 uma rede de pessoas que leem e discutem textos para parentes e\/ou outras pessoas, geralmente em bibliotecas p\u00fablicas, mas n\u00e3o limitado a esses espa\u00e7os. Na Noruega, as bibliotecas p\u00fablicas tamb\u00e9m oferecem orienta\u00e7\u00e3o pessoal para as pessoas com defici\u00eancia, proporcionando-lhes autonomia para futuramente realizar suas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es de maneira aut\u00f4noma, como \u00e9 o caso da rede supracitada no \u00e2mbito da leitura.<\/p>\n<p>Nesse novo paradigma, as bibliotecas devem conhecer os diferentes tipos de defici\u00eancias para oferecem melhor atendimento aos seus usu\u00e1rios, ou seja, redefinir pap\u00e9is, enfrentar os novos desafios, adotar o desenho universal para garantir a acessibilidade, dentre outras a\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. Al\u00e9m disso, deve ser pensada a quest\u00e3o da inclus\u00e3o digital, tendo em vista a realiza\u00e7\u00e3o de projetos nesse contexto na Europa e na Am\u00e9rica, exemplificados por um <a href=\"http:\/\/www.cforat.org\/index.htm\">projeto da Calif\u00f3rnia que lan\u00e7ou um programa com um fundo para uso das TICs<\/a> e, no Brasil, outro programa para o desenvolvimento de compet\u00eancias digitais.<\/p>\n<p>Diante do exposto, Tone encerrou sua palestra expondo que as bibliotecas devem reduzir as lacunas em rela\u00e7\u00e3o ao acesso e n\u00e3o no que se refere \u00e0 informa\u00e7\u00e3o. Tal medida pode ser adotada com a oferta de conte\u00fado digitalizado para grupos espec\u00edficos por meio do desenho universal, por exemplo. Desta forma, as bibliotecas estar\u00e3o alinhadas a alguns princ\u00edpios da gest\u00e3o 2010-2015 da IFLA, dentre eles, acesso igualit\u00e1rio \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do perfil da profiss\u00e3o de bibliotec\u00e1rio.<\/p>\n<p>Particularmente considero essa mesa redonda muito interessante, n\u00e3o s\u00f3 pelo fato de ter sido o primeiro contato com a quest\u00e3o da acessibilidade no contexto das bibliotecas, mas tamb\u00e9m por conhecer algumas iniciativas e perceber que \u00e9 uma \u00e1rea que possui grande potencial de desenvolvimento, facilitada, sobretudo, pelo uso das TICs.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda mesa redonda do Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos foi intitulada &#8220;O futuro do acesso ao conhecimento para pessoas com necessidades especiais&#8221;. 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