{"id":2297,"date":"2011-11-02T10:08:34","date_gmt":"2011-11-02T13:08:34","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=2297"},"modified":"2020-07-21T23:20:49","modified_gmt":"2020-07-22T02:20:49","slug":"congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2011\/11\/02\/congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iii\/","title":{"rendered":"Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (III)"},"content":{"rendered":"<p>A terceira mesa-redonda foi intitulada &#8220;O futuro da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e intectual&#8221;, que apresentou projetos e discuss\u00f5es em torno do tema acesso aberto (<em>open access<\/em>), t\u00e3o em voga atualmente.<\/p>\n<p>Antonio M. Cunha, da Universidade do Minho (Portugal), foi o primeiro integrante da mesa a falar. Iniciou colocando que a universidade do s\u00e9culo XXI, desenvolvida em sociedades contempor\u00e2neas, deve se centralizar no conhecimento cient\u00edfico, al\u00e9m de destacar a necessidade de se revisitar o conceito de &#8220;universidade&#8221;, que hoje interage com a sociedade, possui relev\u00e2ncia nas redes de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o do conhecimento, dentre outros aspectos.<\/p>\n<p>Feita essa breve esse exposi\u00e7\u00e3o, Cunha apresentou que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s bibliotecas, h\u00e1 duas principais e vinte especializadas, a <a href=\"http:\/\/www.b-on.pt\/\">B-on<\/a>, Cl\u00e1ssica e P\u00fablica, al\u00e9m do Arquivo Distrital de Braga. Em seguida, foi apresentado o projeto pioneiro de acesso aberto da Universidade do Minho, iniciado em 2003 e que encontra-se em sua segunda fase: <a href=\"http:\/\/repositorium.sdum.uminho.pt\/\">Reposit\u00f3riUM<\/a>, cujo objetivo \u00e9 coontribuir para aumentar o impacto da investiga\u00e7\u00e3o da UMinho.<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o do projeto foi promovida por meio de confer\u00eancias, discuss\u00f5es, participa\u00e7\u00e3o do Setor de Documenta\u00e7\u00e3o da Universidade e outros eventos e atores. Dentre as raz\u00f5es e antecendentes do Reposit\u00f3riUM, Cunha colocou o movimento internacional de promo\u00e7\u00e3o ao acesso livre traduzido em reposit\u00f3rios abertos e pol\u00edticas mandat\u00f3rias de institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o, exemplificado por iniciativas do <a href=\"http:\/\/www.crup.pt\/\">CRUP<\/a> e pol\u00edticas europ\u00e9ias, como o <a href=\"ftp:\/\/ftp.cordis.europa.eu\/pub\/fp7\/docs\/open-access-pilot_en.pdf\">Open Access Pilot in FP7<\/a> e a difus\u00e3o de resultados publicados da investiga\u00e7\u00e3o financiada pela <a href=\"http:\/\/ec.europa.eu\/index_pt.htm\">Comiss\u00e3o Europ\u00e9ia<\/a> e <a href=\"http:\/\/erc.europa.eu\/\">European Research Council<\/a>. H\u00e1 v\u00e1rios efeitos decorrentes dessa pr\u00e1tica como a maior visibilidade e impacto da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da universidade, sobretudo pelo fato de a partir de janeiro de 2011 ser obrigat\u00f3rio o dep\u00f3sito dos trabalhos no Reposit\u00f3riUM.<\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios pressupostos em adotar a pol\u00edtica de acesso aberto, tais como: maximizar a visibilidade, promover acessibilidade \u00e0s pesquisas da universidade e colaborar com o progresso cient\u00edfico. Al\u00e9m disso, \u00e9 realizada um monitoramento do uso do reposit\u00f3rio por meio de n\u00edveis variados segundo as conversas da comunidade cient\u00edfica. Com isso, consegue alguns resultados, como o aumento da visibilidade da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da universidade e implementa\u00e7\u00e3o de novas bases para o desenvolvimento pedag\u00f3gico.<\/p>\n<p>Para o futuro, Cunha exp\u00f4s que ser\u00e1 realizado um aprofundamento da pol\u00edtica de acesso aberto na Universidade do Minho, ocorrer\u00e1 uma diferencia\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica cient\u00edfica da universidade e tamb\u00e9m ser\u00e1 ampliado o \u00e2mbito para os dados de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A mesa-redonda prosseguiu com a apresenta\u00e7\u00e3o &#8220;Digital formats and open access: embracing openness in Latin America&#8221;, pelo advogado Juan Carlos Lara, da ONG Derechos Digitales. Carlos Lara comentou que a ONG tem como objetivo defender direitos tecnol\u00f3gicos, bem como desenvolver inciativas para incluir as pessoas. Inicialmente exp\u00f4s que o acesso aberto no contexto acad\u00eamico: trata-se de um conceito de abertura em que a tecnologia permite interatividades, ressaltando-se que alguns elementos-chave do acesso aberto n\u00e3o est\u00e3o relacionados com a tecnologia.<\/p>\n<p>Sobre a <a href=\"http:\/\/www.soros.org\/openaccess\/read\">Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste<\/a>, Carlos Lara comentou que a mesma prop\u00f5e o acesso sem barreiras t\u00e9cnicas e tamb\u00e9m discute o interesse dos autores, que precisa ser reconhecido, pois os que fazem parte do acesso aberto est\u00e3o dando permiss\u00e3o para as pessoas dando n\u00e3o s\u00f3 informa\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m condi\u00e7\u00f5es de acesso. Assim, as condi\u00e7\u00f5es vem se aprimorando pela publica\u00e7\u00e3o online, com o aumento do acesso e diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de c\u00f3pias. Nesse contexto, deve-se considerar ainda quest\u00f5es relacionadas \u00e0 necessidade de permiss\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o, usabilidade e equil\u00edbrio de interesses feito pela lei.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s barreiras legais\/t\u00e9cnicas, o palestrante apresentou a seguinte quest\u00e3o: qual \u00e9 a implica\u00e7\u00e3o para ler on-line? Respondeu afirmando se tratar de uma situa\u00e7\u00e3o mais complicada em virtude da exist\u00eancia de um conjunto de regras que s\u00e3o os direitos autorais, sendo que as obras s\u00e3o protegidas desde sua cria\u00e7\u00e3o e somente o autor pode editar, publicar e realizar outras a\u00e7\u00f5es com sua obra. Nesse contexto, as pol\u00edticas s\u00e3o um conjunto de regras feitas pelo editor para definir o uso do material nos reposit\u00f3rios, sendo que envolvem, tamb\u00e9m, o uso requisi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas (conte\u00fado e forma) e legais, que ocorrem em dois est\u00e1gios. O primeiro \u00e9 o momento da submiss\u00e3o do artigo, sua publica\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da import\u00e2ncia jur\u00eddica, sobretudo, para materiais n\u00e3o-publicados pelas universidades. O segundo est\u00e1gio \u00e9 aquele em que o autor permanece com seus direitos mesmo depois da publica\u00e7\u00e3o, embora nem sempre tenha conhecimento; nessa situa\u00e7\u00e3o, o editor pode usar uma licen\u00e7a para adquirir os direitos, republicar, dentre outras a\u00e7\u00f5es poss\u00edveis.<\/p>\n<p>No contexto atual, um usu\u00e1rio de biblioteca n\u00e3o pode digitalizar, disponibilizar on-line qualquer conte\u00fado, pois est\u00e1 infringindo os direitos autorais. Por\u00e9m, h\u00e1 pa\u00edses que permitem reproduzir conte\u00fados n\u00e3o mais impressos e, assim, a conserva\u00e7\u00e3o acaba ficando contra a lei. Portanto, s\u00e3o necess\u00e1rios t\u00f3picos expl\u00edcitos sobre o uso do material, inclusive no que refere ao acesso aberto.<\/p>\n<p>Carlos Lara apresentou, ainda, o projeto <a href=\"http:\/\/www.revistasabiertas.com\/wp-content\/uploads\/Informe-Politicas_Editoriales_de_Publicaciones.pdf\">Pol\u00edticas Editoriales de Publicaciones Acad\u00e9micas en L\u00ednea en Latinoam\u00e9rica<\/a>. A maioria das revistas da Am\u00e9rica Latina (292) est\u00e3o on-line e dispon\u00edveis gratuitamente e aproximadamente 60% s\u00e3o procedentes de universidades e 20% de outras fontes de informa\u00e7\u00e3o. Mais de 70% est\u00e3o dispon\u00edveis em reposit\u00f3rios e sites, predominantemente nos formatos PDF, XML e HTML. H\u00e1 um baixo \u00edndice de direitos autorais (40%), ou seja, n\u00e3o permitem que o autor fa\u00e7a nada com seu trabalho; dessas, 32,9% n\u00e3o esclareciam sobre o uso dos direitos autorais, levando \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de uma hip\u00f3tese de &#8220;in\u00e9rcia de trabalho&#8221;de que o autor automaticamente transferiu seus direitos para o editor. 17,1% das revistas possuem licen\u00e7a limitada, artigos traduzidos e submiss\u00e3o paralela. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de acesso e leitura, 30% das publica\u00e7\u00f5es t\u00eam termos expl\u00edcitos de uso (legais, custom licensing, standard license e Creative Commons). Dessas, apenas 18% utilizam o Creative Commons, como a <a href=\"http:\/\/www.scielo.org\/php\/index.php\">SciELO<\/a> e o RedALyC. O palestrante apontou, ainda, que h\u00e1 conflito entre os reposit\u00f3rios e as condi\u00e7\u00f5es adotadas, pois muitos t\u00eam suas pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es, como \u00e9 o caso do SciELO, que adota o Creative Commons mas n\u00e3o permite fazer o uso do material dispon\u00edvel sob certas condi\u00e7\u00f5es, portanto, n\u00e3o \u00e9 um acesso aberto completo, j\u00e1 que desconsidera certas condi\u00e7\u00f5es legais).<\/p>\n<p>Diante do exposto, foram apresentados alguns resultados e conclus\u00f5es. As revistas latino-americanas s\u00e3o origin\u00e1rias, em sua maioria, das universidades e publicadas, majoritariamente, em espanhol, ingl\u00eas e portugu\u00eas. No que diz respeito aos termos de uso, h\u00e1 informa\u00e7\u00e3o insuficiente ou conflitante e h\u00e1 prefer\u00eancia pela licen\u00e7a Creative Commons do tipo <a href=\"http:\/\/creativecommons.org\/licenses\/\">BY-BC-ND (Atribui\u00e7\u00e3o-Vedada a cria\u00e7\u00e3o de obras derivativas)<\/a> para reposit\u00f3rios. N\u00e3o existe uma abordagem suficiente do uso das publica\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o, as regras s\u00e3o confusas e conflitantes com os termos legais, mas pode estimular os autores a negociarem a forma de publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos bibliotec\u00e1rios, Carlos Lara apontou que h\u00e1 muito trabalho pol\u00edtico para atingir os docentes e divulgar o acesso para todos, al\u00e9m de ser necess\u00e1rio estimular as editoras sobre essas licen\u00e7as. Tamb\u00e9m foi destacado a publica\u00e7\u00e3o das revistas em locais que possam ser acessadas, bem como a ado\u00e7\u00e3o de ferramentas  tecnol\u00f3gicas, como o <a href=\"http:\/\/pkp.sfu.ca\/?q=ojs\">OJS<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.doi.org\/\">DOI<\/a>. Em suma, a iniciativa do acesso aberto foi mais um passo para o estabelecimento de condi\u00e7\u00f5es legais para as universidades que ainda n\u00e3o adotaram essa filosofia, cuja contribui\u00e7\u00e3o para o aumento da visibilidade e acesso \u00e0s suas pesquisas \u00e9 ineg\u00e1vel.<\/p>\n<p>Encerrando a terceira mesa-redonda, Stuart Shieber, do Office for Scholarly Communication &#8211; Harvard University (EUA), proferiu a palestra &#8220;Is open-access future impossible?&#8221;. Shieber colocou que tanto alguns editores e autores consideram ser imposs\u00edvel publicar em open access, pois a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 bem como \u00e9 atualmente. Al\u00e9m disso, ele destacou que n\u00e3o existe monop\u00f3lio, pois h\u00e1 v\u00e1rias editoras que tamb\u00e9m s\u00e3o contribuintes e, por isso, podem cobrar taxas de uso dos conte\u00fados.<\/p>\n<p>O palestranta tamb\u00e9m apresentou que a hiperinfla\u00e7\u00e3o incosistente das publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas tem como resultado a diminui\u00e7\u00e3o do acesso. O ideal, aponta, seria aumentar o acesso preferencialmente por meio do open access. Como exemplo, citou uma pesquisa realizada em 2010, a qual revelou que a grande maioria dos acad\u00eamicos acredita que as pesquisas teriam mais visibilidade com open access, que n\u00e3o cobra assinatura. Sobre isso, Schieber colocou que uma publica\u00e7\u00e3o gratuita pode ser interessante, mas nem mesmo o open access \u00e9 totalmente gr\u00e1tis. O open acces, afirmou, evita uma receita: cobrar pelo acesso online; h\u00e1 outras receitas (modelos mais voltados para o mercado): uma editora, por exemplo, pode cobrar pela publica\u00e7\u00e3o de um conte\u00fado e pela impress\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi apresentado que os autores em geral n\u00e3o pagam para publicar e, assim, n\u00e3o podem ser for\u00e7ados a isso. Desse modo, fica a quest\u00e3o: por que n\u00e3o publicam em open access? A resposta \u00e9 que o financiamento, ou seja, n\u00e3o querem pagar taxas porque podem escolher as editoras. Essas, por sua vez, n\u00e3o querem passar para o modo de publica\u00e7\u00e3o open access se os autores n\u00e3o pagarem. O open acess, ent\u00e3o, fica em desvantagem por conta da economia da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como forma de contornar essa dificuldade, os <a href=\"http:\/\/www.oacompact.org\/signatories\/\">signat\u00e1rios do Compact for Open-Access Publishing Equity (COPE)<\/a>, especialmente as universidade, est\u00e3o pagando taxas para publicarem em open access. Um estudo apresentado pelo palestrante mostrou que, idealmente, as universidades &#8220;top&#8221; pagariam dez vezes mais do que atualmente para as publica\u00e7\u00f5es em open access. O mesmo estudo mostrou que h\u00e1 dois modelos vigentes de publica\u00e7\u00e3o: o &#8220;PloS open-access model&#8221; e o &#8220;The equal-revenue open-access model&#8221;. A semelhan\u00e7a \u00e9 que ambos presumem que as universidade pagar\u00e3o e que o <em>revenue market<\/em> n\u00e3o tem impacto no mercado. Outra curiosidade apresentada no estudo \u00e9 que nas Ci\u00eancias Vivas, ressaltando-se que essa afirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser generalizada para toda a ind\u00fastria, a m\u00e9dias de publica\u00e7\u00e3o de um artigo \u00e9 aproximadamente 5000 d\u00f3lares!<\/p>\n<p>Finalizando, Shieber exp\u00f4s que o mercado \u00e9 baseado no monop\u00f3lio: o editor tem os direitos de publica\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea compr\u00e1-la, ter\u00e1 que ser de uma editora espec\u00edfica. O autor que servi\u00e7os de apenas uma publica\u00e7\u00e3o, que considera um mercado de substitutos, isto \u00e9, uma revista pode ser trocada por outra. Sobre isso, apontou que o <a href=\"http:\/\/www.doaj.org\">DOAJ<\/a> possui 7109 revistas, nem todas de alta qualidade, mas algumas de sucesso, como <a href=\"http:\/\/www.plosone.org\">PLoS ONE<\/a> e <a href=\"http:\/\/sgo.sagepub.com\/\">SAGE Open<\/a>. Em rela\u00e7\u00e3o ao fator de impacto das revistas em open access, Schieber disse que ainda n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis com as revistas de assinatura por serem mais novas. Diante do exposto, o palestrante concluiu que o open access \u00e9 poss\u00edvel na pr\u00e1tica, mas tamb\u00e9m depende da boa vontade das ag\u00eancias de pesquisa e da universidades pagarem as taxas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A terceira mesa-redonda foi intitulada &#8220;O futuro da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e intectual&#8221;, que apresentou projetos e discuss\u00f5es em torno do tema acesso aberto (open access), t\u00e3o em voga atualmente. Antonio M. Cunha, da Universidade do Minho (Portugal), foi o primeiro integrante da mesa a falar. Iniciou colocando que a universidade do s\u00e9culo XXI, desenvolvida em &#8230; <a title=\"Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (III)\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2011\/11\/02\/congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iii\/\" aria-label=\"Read more about Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (III)\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","footnotes":""},"categories":[27],"tags":[643,857,76,858,644],"class_list":["post-2297","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eventos","tag-acesso-aberto","tag-creative-commons","tag-direito-autoral","tag-direitos-autorais","tag-open-access"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1553,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2010\/11\/09\/1%c2%aa-conferencia-luso-brasileira-sobre-acesso-aberto\/","url_meta":{"origin":2297,"position":0},"title":"1\u00aa Confer\u00eancia Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto","author":"mundobibliotecario","date":"09\/11\/2010","format":false,"excerpt":"PROGRAMA PROVIS\u00d3RIO Quinta-feira, 25 de Novembro Recep\u00e7\u00e3o \/ Registo dos Participantes 9h00 - 11h00 Sess\u00e3o de Abertura 10H00m - 10H30m Boas vindas e interven\u00e7\u00e3o de abertura - Reitor da Universidade do Minho, Prof. Doutor Ant\u00f3nio M. 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Qual o impacto da medida","author":"mundobibliotecario","date":"06\/06\/2016","format":false,"excerpt":"Andr\u00e9 Cabette F\u00e1bio 30 Mai 2016 (atualizado 30\/Mai 19h43) Decis\u00e3o tem potencial de democratizar acesso \u00e0 ci\u00eancia e relativizar o poder de grandes editoras privadas FOTO: BILL DICKINSON\/CREATIVE COMMONS DECIS\u00c3O DA UNI\u00c3O EUROPEIA PODE DEMOCRATIZAR ACESSO \u00c0 CI\u00caNCIA Pa\u00edses-membros da Uni\u00e3o Europeia decidiram na \u00faltima sexta-feira (27) que todos os\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Not\u00edcias&quot;","block_context":{"text":"Not\u00edcias","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/category\/noticias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pcbzwa-B3","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2297","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2297"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2297\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6228,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2297\/revisions\/6228"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2297"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2297"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2297"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}