{"id":2333,"date":"2011-12-03T17:47:20","date_gmt":"2011-12-03T20:47:20","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=2333"},"modified":"2020-07-22T10:53:29","modified_gmt":"2020-07-22T13:53:29","slug":"congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2011\/12\/03\/congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iv\/","title":{"rendered":"Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (IV)"},"content":{"rendered":"<p>A quarta e \u00faltima mesa-redonda do evento, cujo tema foi &#8220;O futuro das bibliotecas digitais&#8221; e coordenada pela Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, apontou o estado atual de iniciativas nacionais e internacionais, assim como tend\u00eancias para os pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>A primeira apresenta\u00e7\u00e3o,\u00a0intitulada &#8220;Techno-change in libraryland: current trends, extrapolated futures&#8221;,\u00a0foi proferida por David Palmer, da Scholarly Communications Team Leader, The University of Hong Kong. O palestrante iniciou sua fala baseando-se no relat\u00f3rio <a href=\"http:\/\/www.oecd.org\/document\/52\/0,3746,en_2649_39263238_45897844_1_1_1_1,00.html\">Education at a Glance<\/a>, da OECD, colocando que no Brasil as pessoas com curso superior podem ganhar at\u00e9 2,5 vezes mais e que a demanda crescer\u00e1. Apresentou, em seguida, outro relat\u00f3rio, tamb\u00e9m da OECD: <a href=\"http:\/\/www.oecd.org\/dataoecd\/61\/50\/45362740.pps\">Measuring innovations<\/a>, ressaltando os aspectos da publica\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos e da co-autoria.<\/p>\n<p>Outro relat\u00f3rio, desta vez da OCLC, cujo t\u00edtulo \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.oclc.org\/research\/publications\/library\/2010\/2010-03.pdf\">Research Libraries, Risk and Systemic Change<\/a>, aponta, dentre outras informa\u00e7\u00f5es, a rela\u00e7\u00e3o de profiss\u00f5es irm\u00e3s da Biblioteconomia, como o Jornalismo, e que a tecnologia n\u00e3o ir\u00e1 suplantar as bibliotecas, pois permitir\u00e1 que se possa fazer mais com menos. Palmer tamb\u00e9m exp\u00f4s que em 2010 foram vendidos mais e-books que livros impressos, destacando que muitas coisas est\u00e3o indo para a &#8220;nuvem&#8221;, n\u00e3o apenas conte\u00fado.<\/p>\n<p>Outra tend\u00eancia apresentada foi a compra de recursos eletr\u00f4nicos e a desintermedia\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, conforme o Ithaka Faculty Survey Findings de 2009, al\u00e9m do PDA (Patron Driven Acquistions), open access e o bibliotec\u00e1rio passando da aquisi\u00e7\u00e3o para a desintermedia\u00e7\u00e3o. Segundo o palestrante, em Hong Kong h\u00e1 pouco espa\u00e7o, cujo valor \u00e9 alto e, diante disso, deve ser feito um uso criativo do espa\u00e7o para estudo nas bibliotecas. No caso da Academic Hong Kong Library Link, por exemplo, os usu\u00e1rios podem fazer o pedido de material online e a entrega pode ser realizada via correio, o que demonstra o processo de desintermedia\u00e7\u00e3o do bibliotec\u00e1rio, bastante refor\u00e7ado durante sua fala. O <a href=\"http:\/\/www.julac.org\/workgroup\/jura.html\">Joint University Research Archive<\/a>, por sua vez, ir\u00e1 permitir a guarda de documentos n\u00e3o-duplicados a partir de 2013 com recupera\u00e7\u00e3o rob\u00f3tica.<\/p>\n<p>Outra tend\u00eancia exposta foi &#8220;reposit\u00f3rios linkados&#8221;, como <a href=\"http:\/\/www.portico.org\/digital-preservation\/\">Portico<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.lockss.org\">LOCKSS<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.clockss.org\">CLOCKSS<\/a>, o que levantou a quest\u00e3o se cada pa\u00eds deveria ter seu pr\u00f3prio reposit\u00f3rio, e cada biblioteca, ou sistema de biblioteca, deveria ter o seu. Mas me pergunto: como fica a quest\u00e3o da globaliza\u00e7\u00e3o nesse contexto? E o nacionalismo, que parece ter voltado com for\u00e7a em alguns pa\u00edses, sobretudo por meio das redes sociais, que &#8220;teoricamente&#8221; s\u00e3o &#8220;ap\u00e1tridas&#8221;?<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio <a href=\"http:\/\/www.oclc.org\/research\/publications\/library\/2010\/2010-11.pdf\">&#8220;Take our pulse: the OCLC Research Survey of Special Collections and Archives&#8221;<\/a>, de Jackie M. Dooley, da OCLC, aponta que a duplica\u00e7\u00e3o ir\u00e1 acabar com o mundo online (o que, a meu ver, parece justamente o contr\u00e1rio, mas h\u00e1 que se ler o relat\u00f3rio para verificar) e destaca as cole\u00e7\u00f5es especiais, como da <a href=\"http:\/\/www.bnf.fr\">Biblioth\u00e8que nationale de France<\/a> e da <a href=\"http:\/\/www.loc.gov\">Library of Congress<\/a>, que possuem interface de usu\u00e1rio razo\u00e1veis e ser\u00e3o utilizadas junto com os OPACs). No futuro, Palmer aponta que ser\u00e1 necess\u00e1rio um local f\u00edsico para as cole\u00e7\u00f5es especiais, poucos bibliotec\u00e1rios, altamente descentralizado e que o pr\u00e9dio ser\u00e1 mais um espa\u00e7o de estudo e cole\u00e7\u00f5es especiais. Tamb\u00e9m apresentou a opini\u00e3o de David Lewis de embutir bibliotecas em empresas, com destaque para seu papel na promo\u00e7\u00e3o do ensino e aprendizagem. Mas o que fazer? O pr\u00f3prio palestrante responde: E-Science (colabora\u00e7\u00e3o global), E-Research (colabora\u00e7\u00e3o e compartilhamento de conhecimentos acad\u00eamicos) e E-Science Librarianship (reposit\u00f3rios digitais). Nesse contexto, umas das Library E-Science Rules \u00e9 a defesa do engajamento do campus nessas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Research Grants Council, \u00f3rg\u00e3o que financia as pesquisas em Hong Kong, ir\u00e1 apoiar o reposit\u00f3rio. Nesse contexto, tem-se a transfer\u00eancia, tradu\u00e7\u00e3o e interc\u00e2mbio do conhecimento, compartilhado entre ag\u00eancias, a saber: <a href=\"http:\/\/www.rcuk.ac.uk\">RCUK<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.cihr.ca\">CIHR<\/a>, DEFF, DFG e <a href=\"http:\/\/www.jisc.ac.uk\">JISC<\/a>. Como exemplo, foi citado o reposit\u00f3rio da <a href=\"http:\/\/hub.hku.hk\/\">The University of Hong Kong<\/a>. Acredita-se que haver\u00e1 maior demanda pela procura de especialistas, fontes de bibliometria, rankngs e revis\u00e3o pelos pares. Al\u00e9m disso, o reposit\u00f3rio deve servir como fonte de dados, sendo que na Austr\u00e1lia as bibliotecas j\u00e1 usadas para esse fim. Segundo J. Mac Coll, as biblioteca devem atuar em todos os ambientes de pesquisa, oferencedo expertise em bibliometria. Por fim, Palmer encerrou com o relat\u00f3rio A Slice of Research Life, da OCLC, que aponta que os pesquisadores n\u00e3o sabem o que as bibliotecas fazem e podem oferecer, portanto, elas devem traz\u00ea-los para si.<\/p>\n<p>A segunda palestra foi proferida por Mandy Stewart, da British Library. Intitulada &#8220;The future of libraries &#8211; a view from a National Library&#8221;, Mandy iniciou sua fala apresentando a <a href=\"http:\/\/www.bl.uk\/\">British Library<\/a>, cujo objetivo \u00e9 ajudar as pessoas com conhecimento para melhorar suas vidas. Trata-se da biblioteca nacional do Reino Unido, iniciada efetivamente em 1\u00ba\/7\/1773, embora j\u00e1 existissem cole\u00e7\u00f5es e os departamento de livros impressos, fundado em 1753 e que abrangia livros, peri\u00f3dicos, jornais, dentre outros materiais, o que contribuiu para um crescimento r\u00e1pido.<\/p>\n<p>Atualmente oferece recursos de ensino em seu site, possui o maior servi\u00e7o de entrega de documentos do mundo, al\u00e9m de contar com uma sala do tesouro contendo pe\u00e7as do acervo. Esse \u00e9 composto por mais de 150 milh\u00f5es de itens individuais, sendo que s\u00e3o adicionados aproximadamente 3000 itens por ano; ainda h\u00e1 em torno de 60 milh\u00f5es de patentes, 50 milh\u00f5es de p\u00e1ginas impressas, jornais (que est\u00e3o tentando microfilmas com vistas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o), mapas, selos, manuscritos com mais de 3000 anos e \u00e1udio. \u00a0Sua proposta \u00e9 avan\u00e7ar no conhecimento do mundo, ao passo que sua vis\u00e3o \u00e9 ajudar na pesquisa, proporcionar o aux\u00edlio de funcion\u00e1rios especialistas para visitas e possuir um papel importante na economia para manter fundos e seu lugar na sociedade. Sua miss\u00e3o \u00e9 preservar a mem\u00f3ria nacional, auxiliar na pesquisa e desempenhar um papel din\u00e2mico que ajude a pensar no futuro.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o de futuro da British Library (2010) \u00e9: o que fazer at\u00e9 2020 para manter a posi\u00e7\u00e3o de l\u00edder. Assim, alguns pontos foram destacados: pesquisadores v\u00e3o querer pesquisar online; ser importante na busca, descoberta e entrega de informa\u00e7\u00e3o; oferecer conte\u00fado digital ao lado do impresso; parcerias e capacita\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios para atividades comerciais &#8211; como o projeto de um cat\u00e1logo com todos os programas da BBC, que permitir\u00e1 a pesquisa por conte\u00fado -; metadados &#8211; uma busca bem sucedida exige bons metadados, padroniza\u00e7\u00e3o e links para outros ambientes, pessoas, buscas cruzadas, possibilidade de usar metadados de outros para diminuir os custos de cataloga\u00e7\u00e3o; consultoria &#8211; coleta de ideias com funcion\u00e1rios e pesquisadores para detectar suas vis\u00f5es sobre a biblioteca; tecnologia &#8211; muitos modos de acessar e a dificuldade de saber como ser\u00e1 o acesso no futuro, por isso, deve-se procurar um modelo de neg\u00f3cios \u00e1gil e de baixo custo para escolher a tecnologia correta.<\/p>\n<p>Mandy destacou que nos \u00faltimos dois anos, as bibliotecas sofreram com o corte de or\u00e7amento, inclusive muitas fecharam, mas uma foi constru\u00edda em Londres com caf\u00e9, livros, CDs, teatro e wi-fi, demonstrando uma nova forma de manter as bibliotecas funcionando. Por fim, concluiu que as bibliotecas nacionais s\u00e3o guardi\u00e3s da mem\u00f3ria nacional e devem acompanhar a tecnologia para se manter no mundo digital, ou nas palavras da pr\u00f3pria Mandy (que particularmente muito me impactaram e acredito que hoje deveria ser o lema de toda e qualquer biblioteca que queira continuar existindo): <strong>N\u00e3o queremos ser o museu do livro<\/strong>.<\/p>\n<p>Encerrando a mesa, Pedro Puntoni, da <a href=\"http:\/\/www.brasiliana.usp.br\/\">Biblioteca Brasiliana Guita e Jos\u00e9 Mindlin da USP<\/a>, proferiu a palestra &#8220;Brasiliana USP, plataforma corisco, rede memorial: perspectivas para as bibliotecas no futuro&#8221;. Puntoni iniciou sua fala declarando que Jos\u00e9 Mindlin falava que o futuro, se \u00e9 daqui 10, 20 anos pode-se imaginar como ser\u00e1, mas e daqui 2000 anos? Assim, o tempo atual \u00e9 de achatamento com acelera\u00e7\u00e3o e nos retira dessa rela\u00e7\u00e3o com o passado. Nesse contexto, as biblioteca amarram o homem com vest\u00edgios do passado, fundamentais para a preserva\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00e3o naturais, mas constru\u00eddos pela cultura: depende de gestos, a\u00e7\u00f5es e projetos para o futuro. O futuro que nos constitui \u00e9 agora.<\/p>\n<p>A Biblioteca Guita e Jos\u00e9 Mindlin teve in\u00edcio em 1999 com a doa\u00e7\u00e3o da Brasiliana para a USP. Em 1985, por\u00e9m, <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rubens_Borba_de_Moraes\">Rubens Borba de Moraes<\/a>, <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Jos\u00e9_Mindlin\">Jos\u00e9 Mindlin<\/a> e Guita Mindlin criaram uma associa\u00e7\u00e3o para juntar suas bibliotecas e tornarem-nas p\u00fablicas, mas posteriormente Moraes doou sua biblioteca para Mindlin. Em 2002, Iestman, ent\u00e3o diretor do <a href=\"http:\/\/www.ieb.usp.br\/\">IEB-USP<\/a> e Mindlin come\u00e7am a desenhar o projeto e, em 2004, a resolu\u00e7\u00e3o 5172 criou, efetivamente, a cole\u00e7\u00e3o na USP. Em 2006, ocorreu a assinatura da carta e, em 2007, teve in\u00edcio a constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio. Aqui vale observar que enquanto as duas apresenta\u00e7\u00f5es anteriores mostraram um futuro digital, a Brasiliana mostrou um futuro impresso para o acervo f\u00edsico. Assim, penso que o futuro talvez seja h\u00edbrido durante um longo tempo.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, Puntoni exp\u00f4s que o pr\u00e9dio da Brasiliana contempla o IEB, caf\u00e9 e livraria. Al\u00e9m disso, apresentou o projeto Biblioteca Digital Brasiliana, que teve aux\u00edlio financeiro da FAPESP e foi baseado em seis princ\u00edpios com o uso de padr\u00f5es abertos. Desse modo, em 16\/6\/09 foi lan\u00e7ada a vers\u00e3o 1.0 da Brasiliana Digital, que utilizou Drupal e <a href=\"http:\/\/www.dspace.org\/\">DSpace<\/a> customiz\u00e1vel, com a possibilidade de buscas simples e avan\u00e7ada, al\u00e9m de arquivos grandes. A vers\u00e3o 1.1 teve seu lan\u00e7amento em 25\/1\/10, desta vez com arquivos menores e, em 13\/10\/10, teve lan\u00e7amento a vers\u00e3o 2.0 com a Plataforma Corisco, que \u00e9 parte do DSpace e foi difundida para outras institui\u00e7\u00f5es que querem divulgar conte\u00fados online, inclusive para criar uma rede nacional para aperfei\u00e7oa-la. Nessa vers\u00e3o, a biblioteca apresentou um novo tema, um servidor de imagens <a href=\"http:\/\/www.dlib.org\/dlib\/september08\/chute\/09chute.html\">Djatoka<\/a> (desenvolvido pela <a href=\"http:\/\/www.universityofcalifornia.edu\/\">University of Calif\u00f3rnia<\/a> e sugerido pela <a href=\"http:\/\/www.loc.gov\/index.html\">Library of Congress<\/a>), visualizador de conte\u00fado e busca facetada por <a href=\"http:\/\/lucene.apache.org\/solr\/#intro\">Sorl<\/a>. Contou com alguns patrocinadores, como Petrobr\u00e1s, Suzano e Minc, dentre outros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessas a\u00e7\u00f5es, o palestrante destacou a cria\u00e7\u00e3o da Rede Memorial, a rede nacional das institui\u00e7\u00f5es comprometidas com pol\u00edticas de digitaliza\u00e7\u00e3o dos acervos memoriais do Brasil, al\u00e9m da Carta de Recife, assinada em 14\/9\/11, que \u00e9 um documento assinado por 31 institui\u00e7\u00f5es com base em seis princ\u00edpios, a saber:<\/p>\n<p>1. Compromisso com acesso aberto (p\u00fablico e gratuito)<br \/>\n2. Compromisso com o compartilhamento das informa\u00e7\u00f5es e da tecnologia<br \/>\n3. Compromisso com a acessibilidade<br \/>\n4. Padr\u00f5es de captura e de tratamento de imagens<br \/>\n5. Padr\u00f5es de metadados e de arquitetura da informa\u00e7\u00e3o dos reposit\u00f3rios digitais<br \/>\n6. Padr\u00f5es e normas de preserva\u00e7\u00e3o digital<\/p>\n<p>O projeto piloto foi feito com arquivos estaduais para a digitaliza\u00e7\u00e3o da Brasiliana, cole\u00e7\u00e3o que possui livros impressos e digitais impulsionado pelas tecnologias. Finalizando, Puntoni encerrou sua falando colocando que as futuras gera\u00e7\u00f5es possam usufruir dos bens culturais de hoje, apesar da destrui\u00e7\u00e3o do planeta e, desse modo, devemos ser bons ancestrais.<\/p>\n<p>O evento como um todo foi um grande passo para que n\u00f3s, bibliotec\u00e1rios, reafirmemos nosso papel de bons ancestrais, como foram nossos antepassados profissionais, al\u00e9m de nos esclarecer como devemos agir daqui para a frente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quarta e \u00faltima mesa-redonda do evento, cujo tema foi &#8220;O futuro das bibliotecas digitais&#8221; e coordenada pela Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, apontou o estado atual de iniciativas nacionais e internacionais, assim como tend\u00eancias para os pr\u00f3ximos anos. A primeira apresenta\u00e7\u00e3o,\u00a0intitulada &#8220;Techno-change in libraryland: current trends, &#8230; <a title=\"Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (IV)\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2011\/12\/03\/congresso-internacional-sibiusp-30-anos-o-futuro-do-conhecimento-universal-iv\/\" aria-label=\"Read more about Congresso Internacional SIBiUSP 30 anos: O Futuro do Conhecimento Universal (IV)\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","footnotes":""},"categories":[27],"tags":[2,407,365,868,429,869],"class_list":["post-2333","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-eventos","tag-biblioteca","tag-biblioteca-brasiliana-guita-e-jose-mindlin","tag-biblioteca-digital","tag-brasiliana-usp","tag-british-library","tag-futuro"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":5329,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2019\/10\/03\/2a-jornada-estagio-e-pesquisa-na-biblioteca-brasiliana\/","url_meta":{"origin":2333,"position":0},"title":"2\u00aa Jornada &#8211; Est\u00e1gio e Pesquisa na Biblioteca Brasiliana","author":"mundobibliotecario","date":"03\/10\/2019","format":false,"excerpt":"Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A Biblioteca Brasiliana Guita e Jos\u00e9 Mindlin (BBM) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) organiza sua 2\u00aa Jornada - Est\u00e1gio e Pesquisa no dia 4 de outubro de 2019, em S\u00e3o Paulo. 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