{"id":3037,"date":"2013-03-20T18:48:02","date_gmt":"2013-03-20T21:48:02","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=3037"},"modified":"2013-03-20T18:48:02","modified_gmt":"2013-03-20T21:48:02","slug":"buscando-a-si-mesmo-no-google","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2013\/03\/20\/buscando-a-si-mesmo-no-google\/","title":{"rendered":"Buscando a si mesmo no Google"},"content":{"rendered":"<p>Quantas pessoas no mundo n\u00e3o resistem \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de pesquisar o pr\u00f3prio nome no Google? Seja por vaidade, curiosidade ou tempo de sobra, muita gente sucumbe \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de ver o resultado de uma busca de seus pr\u00f3prios nomes no maior motor de buscas da web. Pessoas p\u00fablicas naturalmente t\u00eam uma presen\u00e7a maior nos resultados, mas as pessoas privadas tamb\u00e9m deixam rastros na rede. E o Google vai atr\u00e1s de qualquer informa\u00e7\u00e3o que de alguma forma esteja ligada a um pesquisador em qualquer momento do tempo. Os resultados podem ser surpreendentes. Estranhas e improv\u00e1veis associa\u00e7\u00f5es podem ocorrer.<\/p>\n<p>O <a href=\"http:\/\/www.independent.co.uk\/life-style\/gadgets-and-tech\/cyber-culture-the-perils-of-googling-yourself-8532370.html\"><em>Independent<\/em><\/a>, da Inglaterra (13\/3), publicou o bizarro caso da empres\u00e1ria Beverly Stayart, que passou cinco anos a pesquisar o pr\u00f3prio nome no Google. A norte-americana gostaria de ser reconhecida na web por seu \u201cgosto em poesia ou sua autoconfessada paix\u00e3o pelo meio ambiente\u201d, segundo o peri\u00f3dico londrino. Ou por seus trabalhos em \u201cgenealogia e seu mestrado na Universidade de Chicago\u201d, de acordo com o <a href=\"http:\/\/www.businessinsider.com\/beverly-stayart-levitra-google-lawsuit-2013-3\"><em>Business Insider<\/em><\/a> (7\/3). Mas, infelizmente para a senhora Stayart, os algoritmos do Google aleatoriamente (?) juntaram seu nome ao de dois medicamentos para disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til (impot\u00eancia) em seus resultados de buscas, \u201cincluindo Cialis e o Levitra\u201d, publicou o jornal.<\/p>\n<p>Toda vez que a senhora Stayart pesquisava seu nome, o resultado aparecia associado \u00e0s medica\u00e7\u00f5es para impot\u00eancia. Como em \u201cbev stayart levitra\u201d. Desde 2008 Beverly vem litigando na justi\u00e7a americana sem sucesso. Ela tentou provar que a associa\u00e7\u00e3o \u00e9 delet\u00e9ria \u00e0 sua integridade. E que poderia estar sendo usada para fins comerciais. Acreditou que seu nome foi sujo e usado indevidamente, e resolveu apelar \u00e0 justi\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Disposi\u00e7\u00e3o de luta <\/strong><\/p>\n<p>Em 2009, ainda segundo o <em>Independent<\/em>, ela teve um caso contra o Yahoo rejeitado pela justi\u00e7a. Ela apelou, apenas para receber em 2010 outra recusa: o juiz sentenciou que o nome da senhora Stayart \u201cn\u00e3o era um interesse comercial a ser protegido\u201d. O Google havia apresentado sugest\u00f5es envolvendo o nome dela e as medica\u00e7\u00f5es para impot\u00eancia em outras buscas e ela acreditou que poderia ganhar alguma coisa com isso. Perdeu outra vez em 2011. Ningu\u00e9m pode provar que o Google havia feito propaganda ou obtido algum ganho com seu nome e sua estranha associa\u00e7\u00e3o com as drogas. O caso foi encerrado gra\u00e7as a seus \u201cm\u00e9ritos gerais\u201d. No in\u00edcio de mar\u00e7o de 2013 ela perdeu em outra corte uma a\u00e7\u00e3o de apropria\u00e7\u00e3o indevida de seu nome na caixa de buscas do Google. Stayart tornou-se motivo de piada na m\u00eddia americana e inglesa.<\/p>\n<p>Muitos norte-americanos t\u00eam o h\u00e1bito de resolver todos os lit\u00edgios e desaven\u00e7as atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es judiciais. \u00c9 um h\u00e1bito desonesto que visa a ganhar dinheiro de forma f\u00e1cil e sem trabalho. N\u00e3o creio ter sido assim com Beverly Stayart. Mas concordo com o <em>Independent<\/em> quando ele disse que ela deveria, cinco anos atr\u00e1s, ter procurado um especialista em otimiza\u00e7\u00e3o de buscas (SEO), e n\u00e3o um advogado, para resolver seu problema sobre a associa\u00e7\u00e3o embara\u00e7osa nas buscas do Google. \u201cEla seria orientada a repetir e ampliar suas buscas, a p\u00f4r mais coisas online\u201d, explicou o peri\u00f3dico. Assim, os resultados que a embara\u00e7avam seriam empurrados para baixo na ordem cronol\u00f3gica de suas buscas. Eventualmente desapareceriam.<\/p>\n<p>Segundo o jornal ingl\u00eas, \u201ca falha de Stayart em apreciar a natureza ca\u00f3tica da informa\u00e7\u00e3o online e sua inabilidade em livrar-se de umas poucas associa\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias em 2008 \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o para n\u00f3s todos\u201d. Stayart ignorou um dos procedimentos b\u00e1sicos no trato com situa\u00e7\u00f5es e fatos embara\u00e7osos envolvendo internautas na web: ignorar eles todos. A tend\u00eancia \u00e9 que desapare\u00e7am. Lute e mostre disposi\u00e7\u00e3o de luta contra eles e a coisa s\u00f3 vai piorar e aumentar de tamanho, avisou Rhodri Marsden, autor do artigo.<\/p>\n<p><strong>Rio caudaloso de informa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nunca subestimar o poder do caos de informa\u00e7\u00f5es da web, \u00e9 a li\u00e7\u00e3o que fica do estranho caso da Beverly Stayart. Saber reconhecer a for\u00e7a ca\u00f3tica dos fluxos informacionais da web, entretanto, pode n\u00e3o ser o bastante: precisamos aprender a usar esta for\u00e7a bruta em nosso favor contra a satura\u00e7\u00e3o informacional que nos rodeia. No caso das associa\u00e7\u00f5es que o Google eventualmente faz, o melhor modo de afast\u00e1-las \u00e9 saturar a plataforma com pesquisas e mais pesquisas. Assim, qualquer perturba\u00e7\u00e3o ou embara\u00e7o que eventualmente tenha surgido ser\u00e1 classificado em ordem cronol\u00f3gica e afastado da tela principal de resultados das pesquisas mais rapidamente.<\/p>\n<p>Mas a coisa \u00e9 um pouco mais complexa do que as explica\u00e7\u00f5es do <em>Independent<\/em>. O homem do s\u00e9culo 21 \u00e9 uma criatura que j\u00e1 se acomodou \u00e0 satura\u00e7\u00e3o por informa\u00e7\u00f5es. Brian Solis, analista do grupo <a href=\"http:\/\/www.altimetergroup.com\/\">Altimeter<\/a>, publicou no ano passado (15\/5\/2012) um artigo intitulado \u201c<a href=\"http:\/\/www.briansolis.com\/2012\/05\/the-fallacy-of-information-overload\/\">A fal\u00e1cia da sobrecarga de informa\u00e7\u00e3o<\/a>\u201c onde ele diz que:<\/p>\n<p>\u201cOs sintomas da sobrecarga por informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o apenas um reflexos de nossa inabilidade ou falta de vontade de trazer ordem ao nosso caos. N\u00f3s somos os engenheiros das barragens de m\u00eddia que impedem as inunda\u00e7\u00f5es. O desafio reside na compreens\u00e3o de que n\u00f3s temos o poder de organizar nossos fluxos sociais e relacionamentos.\u201d<\/p>\n<p>Se n\u00f3s estamos no controle das informa\u00e7\u00f5es, conforme pensa o autor, somente n\u00f3s podemos estabelecer limites para a satura\u00e7\u00e3o informacional. \u201cE tudo come\u00e7a com aceita\u00e7\u00e3o. A insist\u00eancia pessoal de viver num ambiente sobrecarregado de informa\u00e7\u00e3o\u201d, ensina Solis. Em outras palavras, gostamos de viver num mundo assoberbado de informa\u00e7\u00e3o. Um rio caudaloso de informa\u00e7\u00e3o passou a fazer parte da ecologia urbana cotidiana, e a coisa foi naturalizada pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ref\u00e9m da informa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Solis alerta para outro \u201clado negro na quest\u00e3o\u201d. Vivemos numa sociedade que precisa estar sempre atualizada, e num ambiente assim h\u00e1 a necessidade de estar sempre conectado, explica o autor. Gostamos de saber que somos \u201crelevantes\u201d, que somos populares. H\u00e1 muito de vaidade nisso. Queremos saber o que dizem de n\u00f3s, das nossas escolhas, dos nossos amigos e com quem eles est\u00e3o conectados.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei se Beverly Stayart sucumbiu \u00e0 vaidade, mas ela sem d\u00favida acabou ref\u00e9m da torrente informacional que faz parte da vida do homem moderno. Nunca percebeu que podemos (e devemos) controlar o fluxo de informacional que nos cerca e terminou por acreditar que estava a perder alguma coisa. Perdeu apenas tempo, exp\u00f4s-se ao rid\u00edculo e acabou por transformar-se em motivo de risos na web. Afinal, o que se pode esperar de algu\u00e9m que pesquisa o pr\u00f3prio nome por cinco anos na web persistindo em acreditar que deveria receber compensa\u00e7\u00e3o do Google por uma simples associa\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria de palavras?<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.observatoriodaimprensa.com.br\/news\/view\/_ed738_buscando_a_si_mesmo_no_google\">http:\/\/www.observatoriodaimprensa.com.br\/news\/view\/_ed738_buscando_a_si_mesmo_no_google<\/a>&gt;. Acesso em: 20 mar. 2013.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quantas pessoas no mundo n\u00e3o resistem \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de pesquisar o pr\u00f3prio nome no Google? Seja por vaidade, curiosidade ou tempo de sobra, muita gente sucumbe \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de ver o resultado de uma busca de seus pr\u00f3prios nomes no maior motor de buscas da web. 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