{"id":3336,"date":"2013-12-06T09:16:12","date_gmt":"2013-12-06T12:16:12","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=3336"},"modified":"2020-07-21T23:53:33","modified_gmt":"2020-07-22T02:53:33","slug":"diretor-de-biblioteca-portuguesa-proibe-cinquenta-tons-de-cinza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2013\/12\/06\/diretor-de-biblioteca-portuguesa-proibe-cinquenta-tons-de-cinza\/","title":{"rendered":"Diretor de biblioteca portuguesa pro\u00edbe &#8216;Cinquenta Tons de Cinza&#8217;"},"content":{"rendered":"<p>O facto de o romance er\u00f3tico \u201cAs cinquenta sombras de Grey\u201d ser o livro mais vendido no mundo no \u00faltimo ano e meio, n\u00e3o \u00e9 suficiente para fazer parte do esp\u00f3lio das bibliotecas p\u00fablicas municipais do concelho de Vila Franca de Xira. O chefe de divis\u00e3o da rede de bibliotecas, V\u00edtor Manuel Figueiredo, leu a obra e classificou-a como demasiado m\u00e1 para ser adquirida pelo munic\u00edpio e disponibilizada aos utentes das bibliotecas.<\/p>\n<p>Apesar de v\u00e1rios leitores j\u00e1 terem perguntado pelo livro nas bibliotecas do concelho, V\u00edtor Manuel Figueiredo, 58 anos, continua a defender que \u00e9 mal gasto o dinheiro na compra do livro da autoria de E.L. James. \u201cSem desconsidera\u00e7\u00e3o por quem tem o livro e quem gostou de o ler, a verdade \u00e9 que este \u00e9 um livro mal escrito, intrag\u00e1vel. \u00c9 m\u00e1 literatura\u201d, critica. V\u00edtor Figueiredo, que trabalha na biblioteca de Vila Franca h\u00e1 32 anos, garante que o espa\u00e7o tenta sempre satisfazer o interesse do p\u00fablico. \u201cJ\u00e1 nos acusaram de censura mas isso n\u00e3o fazemos. Tentamos reflectir os gostos de todos, desde o Saramago \u00e0 Rebelo Pinto. Mas as obras t\u00eam de ter um m\u00ednimo de qualidade e as Cinquenta Sombras de Grey n\u00e3o tem nenhuma\u201d, nota.<\/p>\n<p>V\u00edtor Figueiredo garante que a biblioteca tem ao dispor \u201cmelhor literatura er\u00f3tica\u201d que a obra de E.L. James e d\u00e1 os exemplos de Emmanuelle Arsan, Henry Miller, Ana\u00efs Nin e Marqu\u00eas de Sade. Cinquenta Sombras de Grey, livro que relata as aventuras sexuais de uma jovem inexperiente com um milion\u00e1rio que gosta de sadomasoquismo, vendeu 250 mil unidades em Portugal e 70 milh\u00f5es em todo o mundo, rendendo \u00e0 autora 95 milh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>V\u00edtor Figueiredo diz que o cinema \u00e9 respons\u00e1vel por criar livros praticamente desconhecidos em fen\u00f3menos culturais, como aconteceu com a trilogia de \u201cO Senhor dos An\u00e9is\u201d, de JRR Tolkien, que esteve na biblioteca durante anos sem que ningu\u00e9m lhe pegasse. \u201cDepois de sa\u00edrem os filmes tivemos de comprar v\u00e1rios exemplares de cada t\u00edtulo, porque a aflu\u00eancia era de tal maneira grande. \u00c9 como o vampirismo, est\u00e1 na moda\u201d, sublinha.<\/p>\n<p>Em 2012 o livro de n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o mais lido na biblioteca de Vila Franca foi \u201cO di\u00e1rio de Anne Frank\u201d, seguido de \u201cUm pol\u00edtico assume-se\u201d de M\u00e1rio Soares e \u201cOs donos de Portugal\u201d, de Fernando Rosas. Na fic\u00e7\u00e3o o mais lido foi \u201cSangue Fresco\u201d de Charlaine Harris, seguido de \u201cO \u00faltimo segredo\u201d de Jos\u00e9 Rodrigues dos Santos e \u201cOs Pilares da Terra\u201d de Ken Follett.<\/p>\n<p><strong>Bibliotecas s\u00e3o espa\u00e7os de inclus\u00e3o social<\/strong><\/p>\n<p>Para V\u00edtor Manuel Figueiredo, as bibliotecas s\u00e3o cada vez mais importantes espa\u00e7os de inclus\u00e3o social. Sobretudo em tempos de crise e desemprego. Porque as pessoas procuram ref\u00fagio nos livros para esquecerem os problemas. \u201cAs bibliotecas s\u00e3o espa\u00e7os para ricos e pobres. Entram pelas nossas portas todos os dias pessoas que sabemos que passam mal na vida. Aqui sentem-se bem, bebem um caf\u00e9, l\u00eaem um livro, v\u00e3o \u00e0 internet e assistem a um filme. Dessa forma afastam-se das suas realidades terr\u00edveis\u201d, refere.<\/p>\n<p>O respons\u00e1vel recorda casos dram\u00e1ticos, como uma mulher de Vila Franca, de classe alta, que era v\u00edtima de abusos sexuais em casa e se refugiava na leitura. \u201cNesses momentos terr\u00edveis fechava-se a ler, as hist\u00f3rias eram o castelo dela, a sua muralha. E conseguiu ultrapassar essa fase negra da vida atrav\u00e9s da leitura\u201d, conta. J\u00e1 os pol\u00edticos, esses, muito raramente aparecem na biblioteca de Vila Franca. \u201cNunca os vejo por aqui, embora alguns gostem de dizer que conhecem bem a biblioteca\u201d, nota. Mas v\u00ea com frequ\u00eancia alguns dirigentes associativos a ler os jornais ou a requisitar livros ligados ao teatro, m\u00fasica e pintura.<\/p>\n<p>No \u00faltimo ano 78 713 pessoas foram \u00e0 biblioteca de Vila Franca de Xira. Registaram-se 18 875 requisi\u00e7\u00f5es de livros. \u201c\u00c9 um n\u00famero que podia e devia aumentar\u201d, admite o respons\u00e1vel. Nos \u00faltimos anos n\u00e3o houve autores conhecidos a visitar a biblioteca, s\u00f3 mesmo nas iniciativas que s\u00e3o promovidas com frequ\u00eancia no pequeno audit\u00f3rio do espa\u00e7o. \u201cH\u00e1 bibliotecas do pa\u00eds e da regi\u00e3o que n\u00e3o t\u00eam dinheiro para comprar os jornais di\u00e1rios\u201d, lamenta.<\/p>\n<p><strong>Sem livros novos afastam-se as pessoas<\/strong><\/p>\n<p>V\u00edtor Figueiredo defende que abrir uma biblioteca n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 fazer uma inaugura\u00e7\u00e3o \u201ccom pompa e circunst\u00e2ncia\u201d. \u201cEm termos culturais \u00e9 preciso adquirir regularmente livros, jornais, material \u00e1udio e filmes. \u00c9 isso que \u00e9 o sangue novo que entra na biblioteca. Uma biblioteca que n\u00e3o recebeu o \u00faltimo livro do Lobo Antunes ou do Ant\u00f3nio Dam\u00e1sio, o livro que est\u00e1 na berra, ent\u00e3o est\u00e1 a afastar as pessoas. Sempre que uma obra tem qualidade deve ser adquirida, sen\u00e3o a biblioteca fica moribunda\u201d, avisa.<\/p>\n<p>A biblioteca de Vila Franca tem 80 836 documentos, dos quais mais de 60 mil s\u00e3o livros. O mais antigo, sobre horas marianas, data de 1824 e \u00e9 preciso autoriza\u00e7\u00e3o para o consultar. O jornal mais antigo \u00e9 \u201cO Campino\u201d, de uma edi\u00e7\u00e3o de 1879. Ao todo, em todas as cinco bibliotecas do concelho, sala de leitura do Bom Sucesso e bibliom\u00f3vel, est\u00e3o 148 337 obras ao dispor da popula\u00e7\u00e3o. Em dep\u00f3sito est\u00e3o largos milhares de livros que, por estarem desactualizados ou estragados, n\u00e3o podem ser disponibilizados ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>A biblioteca de Vila Franca \u00e9 procurada por muitos moradores de concelhos lim\u00edtrofes, especialmente de Alenquer, Arruda dos Vinhos, Benavente e Azambuja. \u201cA nova biblioteca vai ser um ponto de atrac\u00e7\u00e3o para o concelho e espera-se que seja um edif\u00edcio para v\u00e1rias d\u00e9cadas, porque vai estar equipada para aguentar um fundo documental para os pr\u00f3ximos 40 ou 50 anos\u201d, refere.<\/p>\n<p><strong>Uma proposta de namoro dentro da \u201cTieta do Agreste\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O respons\u00e1vel das bibliotecas um dia encontrou uma proposta de namoro dentro do livro de Jorge Amado, \u201cTieta do Agreste\u201d. \u201cPercebia-se que tudo devia ter sido previamente combinado e que a pessoa em quest\u00e3o devia perceber que o livro estaria na biblioteca a determinada hora com o recado l\u00e1 dentro. N\u00e3o fomos capazes de o tirar, era muito bonito e deix\u00e1mos. O recado chegou ao destino, mas n\u00e3o sabemos se o namoro foi aceite\u201d, recorda com um sorriso. Infelizmente, ningu\u00e9m ficou com uma c\u00f3pia do que foi escrito. Outro epis\u00f3dio passou-se com tr\u00eas alunos. \u201cAbriram a janela e enquanto um deles atirava os livros para a rua os outros dois apanhavam-nos no exterior\u201d. O grupo acabou por ser apanhado.<\/p>\n<p><strong>Os tablets nunca v\u00e3o matar os livros<\/strong><\/p>\n<p>Na opini\u00e3o de V\u00edtor Figueiredo os tablet\u2019s e e-reader\u2019s nunca ir\u00e3o acabar com os livros impressos. Mas quanto aos jornais j\u00e1 tem ideia diferente. \u201cNunca me verei a ler um livro que n\u00e3o esteja impresso. O livro tem uma rela\u00e7\u00e3o pessoal com o leitor, atrav\u00e9s das folhas, do cheiro, que o tablet nunca ter\u00e1. Ler um romance n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel num tablet. Mas uma not\u00edcia, curta, \u00e9 poss\u00edvel ler no tablet, e isso sim pode representar uma mudan\u00e7a, at\u00e9 pelas funcionalidades multim\u00e9dia que permite\u201d, defende.<\/p>\n<p><strong>Um leitor compulsivo que tem mais de 3 mil livros em casa<\/strong><\/p>\n<p>O director das bibliotecas \u00e9 um leitor compulsivo que tem em casa mais de 3 mil livros, arrumados em duas salas. Desde que come\u00e7ou a trabalhar, aos 17 anos, que tem acumulado livros a um ritmo acelerado. Diz, meio a brincar, que \u00e9 por causa disso que hoje est\u00e1 divorciado. \u201cTenho de tudo um pouco, n\u00e3o posso dizer que os li todos, mas li todos os romances e os ensaios hist\u00f3ricos que tenho\u201d, conta. O esp\u00f3lio quer entreg\u00e1-lo um dia \u00e0 filha que tem 27 anos.<\/p>\n<p>Gosta de ir a alfarrabistas procurar livros antigos de edi\u00e7\u00f5es limitadas, sobretudo de autores portugueses. \u201cNo dia-a-dia contento-me com uma grande livraria de centro comercial, s\u00f3 \u00e0s vezes vou \u00e0s livrarias de bairro procurar algo mais espec\u00edfico\u201d, refere. O primeiro livro que recebeu foi aos nove anos, sobre as aventuras dos sete. Gosta de romance e ensaio hist\u00f3rico, sobretudo dos conflitos do s\u00e9culo XX. Gosta de escrever mas n\u00e3o pratica.<\/p>\n<p>V\u00edtor Figueiredo \u00e9 natural e residente em Vila Franca. Vai a p\u00e9 para o trabalho e nos tempos livres gosta de cinema, teatro e visitar museus. Quando pode assiste a concertos de jazz e m\u00fasica cl\u00e1ssica. Filho de fam\u00edlias humildes, sempre foi um apaixonado pela literatura. Estudou na escola industrial de Vila Franca onde aprendeu a profiss\u00e3o de electricista. No Instituto Industrial de Lisboa formou-se como engenheiro t\u00e9cnico e aos 17 anos ingressou numa empresa de telefones em Lisboa. Passou pelas oficinas aeron\u00e1uticas de Alverca para fugir \u00e0 guerra colonial, onde passou o tempo a reparar equipamentos de avi\u00f5es.<\/p>\n<p>Depois dos 30 anos licenciou-se em hist\u00f3ria e em 1981 ingressou na c\u00e2mara municipal para trabalhar na biblioteca de Vila Franca. Tirou uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em ci\u00eancias documentais e um mestrado em educa\u00e7\u00e3o e leitura. Chegou a chefe de divis\u00e3o das bibliotecas do concelho. Diz que ser bibliotec\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 uma profiss\u00e3o, \u00e9 um modo de vida, n\u00e3o se vendo a fazer outra coisa at\u00e9 morrer.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.blogdogaleno.com.br\/2013\/12\/02\/diretor-de-biblioteca-portuguesa-proibe-cinquenta-tons-de-cinza&gt;. Acesso em: 6 dez. 2013.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O facto de o romance er\u00f3tico \u201cAs cinquenta sombras de Grey\u201d ser o livro mais vendido no mundo no \u00faltimo ano e meio, n\u00e3o \u00e9 suficiente para fazer parte do esp\u00f3lio das bibliotecas p\u00fablicas municipais do concelho de Vila Franca de Xira. 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