{"id":3857,"date":"2015-08-31T21:00:04","date_gmt":"2015-09-01T00:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=3857"},"modified":"2020-07-21T23:54:18","modified_gmt":"2020-07-22T02:54:18","slug":"como-a-biblioteca-de-bagda-se-prepara-contra-o-estado-islamico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2015\/08\/31\/como-a-biblioteca-de-bagda-se-prepara-contra-o-estado-islamico\/","title":{"rendered":"Como a Biblioteca de Bagd\u00e1 se prepara contra o Estado Isl\u00e2mico"},"content":{"rendered":"<p>Jornal i &#8211; 26\/08\/2015<\/p>\n<p>As prateleiras mal iluminadas e escurecidas pelo p\u00f3 da Biblioteca Nacional de Bagdade escondem um tesouro de pap\u00e9is enrugados que cont\u00eam cr\u00f3nicas verdadeiras de sult\u00f5es e reis, imperialistas e socialistas, ocupa\u00e7\u00e3o e liberta\u00e7\u00e3o, guerra e paz.<\/p>\n<p>S\u00e3o as cr\u00f3nicas originais da rica e tumultuosa hist\u00f3ria do Iraque \u2013 e agora h\u00e1 bibliotec\u00e1rios e acad\u00e9micos em Bagdade a trabalhar a um ritmo fren\u00e9tico para preservar o que delas resta ap\u00f3s as perdas ocorridas durante o auge da invas\u00e3o liderada pelos EUA.<\/p>\n<p>Quando os militantes do Estado Isl\u00e2mico desencadearam o ataque \u00e0 hist\u00f3ria e \u00e0 cultura do Iraque, incluindo a livros e manuscritos insubstitu\u00edveis na cidade capturada de Mosul, um enorme projecto de preserva\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o foi posto em curso na capital para salvaguardar um mil\u00e9nio de hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Em c\u00e2maras escuras situadas nos bastidores da biblioteca, os empregados recorrem a uma ilumina\u00e7\u00e3o especial para fotografar alguns dos manuscritos mais preciosos. Mazin Ibrahim Ismail, chefe do departamento de microfilmes, disse que est\u00e3o a testar o processo com documentos do Minist\u00e9rio do Interior do \u00faltimo monarca do Iraque, Faisal II, que governou o pa\u00eds entre 1939 e 1958.<\/p>\n<p>\u201cAssim que o restauro de alguns dos documentos mais antigos da era otomana, de h\u00e1 200-250 anos, tiver sido completado, come\u00e7aremos a fotograf\u00e1-los para microfilme\u201d, disse Ismail. O respons\u00e1vel disse tamb\u00e9m que os arquivos digitais, que n\u00e3o ir\u00e3o ficar imediatamente acess\u00edveis ao p\u00fablico, servem sobretudo para garantir que os seus conte\u00fados sobrevivem a amea\u00e7as futuras.<\/p>\n<p>O processo de restauro n\u00e3o fica aqu\u00e9m da microcirurgia, e o tipo de dano sofrido por cada documento conta uma hist\u00f3ria \u2013 e constitui um quebra-cabe\u00e7as \u2013 em si mesmo. Alguns manuscritos est\u00e3o rasgados pelo uso e pela idade, outros est\u00e3o queimados ou manchados devido a ataques ou sabotagem. H\u00e1 alguns que ficaram completamente fossilizados pelo tempo \u2013 o resultado combinado de humidade e temperaturas abrasadoras \u2013, parecendo grandes pedras escavadas da terra.<\/p>\n<p>\u201cEstes livros s\u00e3o os mais dif\u00edceis de restaurar\u201d, diz Fatma Khudair, a funcion\u00e1ria com mais experi\u00eancia do departamento de restauro. \u201cAplicamos vapor com uma ferramenta especializada para tentar dar folga e separar as p\u00e1ginas.\u201d<\/p>\n<p>\u201cPor vezes conseguimos salvar esses livros e depois aplicar outras t\u00e9cnicas de restauro, mas noutros casos os danos s\u00e3o irrevers\u00edveis\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Os t\u00e9cnicos esterilizam os manuscritos e os documentos por 48 horas, limpando-os de poeiras e outras impurezas acumuladas ao longo do tempo. A\u00ed v\u00e3o p\u00e1gina a p\u00e1gina, usando papel japon\u00eas, especialmente indicado para conserva\u00e7\u00e3o e restauro de livros, quer preencher lacunas nas extremidades, quer proteger os documentos mais delicados com uma camada que os torna mais resistentes e duradouros.<\/p>\n<p>Fundada pelos brit\u00e2nicos em 1920 a partir de doa\u00e7\u00e3o e de in\u00edcio ao cuidado de um padre cat\u00f3lico, a Biblioteca Nacional de Bagdade j\u00e1 enfrentou momentos de forte turbul\u00eancia. No princ\u00edpio da ocupa\u00e7\u00e3o liderada pelos americanos, em 2003, quando o caos tomou conta da capital, os incendi\u00e1rios pegaram fogo \u00e0 biblioteca, destruindo 25% dos seus livros e cerca de 60% dos arquivos, incluindo registos otomanos de valor incalcul\u00e1vel. Os arquivos de 1970 a 2003 ficaram em cinzas. Alguns arquivos anteriores, de que faziam parte documentos sens\u00edveis do Minist\u00e9rio do Interior, tinham sido armazenados em sacos de arroz e sobreviveram ao inc\u00eandio.<\/p>\n<p>Durante a invas\u00e3o do Iraque \u201chavia um local alternativo, no Departamento de Turismo, para os livros e os documentos mais importantes, diz Jamal Abdel-Majeed Abdulkareem, o actual director das bibliotecas e arquivos de Bagdade. \u201cNessa altura muitos livros e documentos importantes ficaram \u00e0 merc\u00ea da \u00e1gua porque os carros de combate americanos destru\u00edram as canaliza\u00e7\u00f5es e a \u00e1gua escorreu para estes materiais.\u201d<\/p>\n<p>Cerca de 400 mil p\u00e1ginas de documentos \u2013 algumas recuando ao per\u00edodo otomano \u2013 e 4 mil livros raros ficaram danificados quando se romperam os canos. Inclu\u00edam os preciosos arquivos hebraicos, a maior parte dos quais foram depois transferidos para Washington, DC.<\/p>\n<p>Uma equipa de especialistas da Biblioteca do Congresso visitou Bagdade para ajudar a avaliar os estragos e recomendou a constru\u00e7\u00e3o de uma nova biblioteca nacional. Mais de uma d\u00e9cada depois, a abertura de um edif\u00edcio ultramoderno de 45 mil metros quadrados, da autoria do ateli\u00ea AMBS Architects, de Londres, est\u00e1 finalmente prevista, para 1916.<\/p>\n<p>At\u00e9 l\u00e1, a Biblioteca Nacional de Bagdade est\u00e1 a tentar ajudar aqueles que se encontram em zonas de conflito a desfrutar e apreciar a cultura iraquiana. Os respons\u00e1veis da biblioteca dizem que partilhar a arte e a literatura iraquiana \u00e9 fulcral para combater o terrorismo. Nos \u00faltimos meses, a biblioteca doou cerca de 2500 livros a bibliotecas na prov\u00edncia iraquiana de Diyala depois de o ex\u00e9rcito ter ali recuperado v\u00e1ria localidades ao Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>Os militantes \u201cquerem que a hist\u00f3ria reflicta os seus pontos de vista, em vez daquilo que realmente aconteceu\u201d, diz Abdulkareem. \u201cPor isso, quando uma zona \u00e9 libertada, mandamos-lhes livros para substitu\u00edrem o quer que tenha sido roubado ou destru\u00eddo, mas tamb\u00e9m para que os iraquianos da zona tenham acesso a estes materiais e possam sentir-se orgulhosos da sua rica hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p>(Associated Press)<\/p>\n<p>Disponivel em: &lt;http:\/\/www.blogdogaleno.com.br\/2015\/08\/26\/como-a-biblioteca-de-bagda-se-prepara-contra-o-estado-islamico&gt;. Acesso em: 28 ago. 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornal i &#8211; 26\/08\/2015 As prateleiras mal iluminadas e escurecidas pelo p\u00f3 da Biblioteca Nacional de Bagdade escondem um tesouro de pap\u00e9is enrugados que cont\u00eam cr\u00f3nicas verdadeiras de sult\u00f5es e reis, imperialistas e socialistas, ocupa\u00e7\u00e3o e liberta\u00e7\u00e3o, guerra e paz. 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