{"id":3884,"date":"2015-09-07T22:00:34","date_gmt":"2015-09-08T01:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/mundobibliotecario.wordpress.com\/?p=3884"},"modified":"2015-09-07T22:00:34","modified_gmt":"2015-09-08T01:00:34","slug":"g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2015\/09\/07\/g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos\/","title":{"rendered":"G1 mostra como s\u00e3o conservados e restaurados livros &#039;eternos&#039;"},"content":{"rendered":"<h2>Biblioteca Nacional, no Rio, tem livros guardados em cofre.<br \/>\n&#8216;Livro das horas&#8217; e outras preciosidades possuem mais de 500 anos.<\/h2>\n<p>[acesse aqui o <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/rio-de-janeiro\/noticia\/2015\/09\/g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos.html\">v\u00eddeo<\/a> dispon\u00edvel na not\u00edcia]<\/p>\n<p>A 17\u00aa Bienal do Livro do Rio, que ser\u00e1 aberta na pr\u00f3xima quinta-feira (3) no Riocentro, na Zona Oeste, contar\u00e1 com o lan\u00e7amento de mais de mil livros. A cerca de 37km dali, alheios\u00a0 \u00e0s novidades do mercado, alguns exemplares, por conta de sua raridade, s\u00e3o guardados em cofres com temperatura de umidades controladas e tratados como joias.<\/p>\n<p>O <strong>G1<\/strong> foi at\u00e9 a Biblioteca Nacional, no Centro do Rio, mostrar como funciona o trabalho de restaura\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dessas obras especiais.<\/p>\n<div class=\"saibamais componente_materia\"><strong>saiba mais<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/rio-de-janeiro\/fotos\/2015\/09\/fotos-biblioteca-nacional-recupera-livros-raros.html\">FOTOS: Biblioteca Nacional recupera livros raros<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>Os exemplares que precisam de reparos s\u00e3o levados para o Laborat\u00f3rio de Restaura\u00e7\u00e3o, onde os t\u00e9cnicos utilizam materiais e m\u00e1quinas importados para fazer com que obras degradadas pela a\u00e7\u00e3o de agentes como a maresia, polui\u00e7\u00e3o, insetos, umidade, temperatura e a m\u00e3o do homem ganhem vida novamente.<\/p>\n<p>Um dos livros que passa pelo processo de restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 &#8220;M\u00e1ximas Espirituaes&#8221;, de Affonso dos Prazeres, de 1740, que passa pelos cuidados dos especialistas da Biblioteca Nacional. Dentro deste processo, o livro \u00e9 desmontado para ser recuperado. \u201c\u00c9 feita uma polpa de papel e a gente coloca em uma m\u00e1quina e reconstitui toda a parte faltante onde o inseto comeu,\u201d afirma Fernando Amaro, chefe da equipe respons\u00e1vel pela restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nPara que n\u00e3o precisem ser restaurados, livros, documentos e mapas passam por um trabalho preventivo. Para definir o que \u00e9 raro, a Biblioteca Nacional n\u00e3o leva em quest\u00e3o somente a antiguidade, mas tamb\u00e9m se \u00e9 \u00fanica, in\u00e9dita, se faz parte de alguma edi\u00e7\u00e3o especial e possua algo que a diferencie de outras, como um aut\u00f3grafo, por exemplo. Cada obra considerada rara \u00e9 limpa individualmente, p\u00e1gina a p\u00e1gina, com um pincel em uma mesa, que se parece com uma escrivaninha, que \u201csuga\u201d a poeira.<\/p>\n<p>No laborat\u00f3rio, \u00e9 poss\u00edvel monitorar as condi\u00e7\u00f5es de armazenamento em cada um dos setores da Biblioteca Nacional. Cada ambiente possui um sensor e um programa gerencia a qualidade do ambiente e indica quais s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es de temperatura e umidade na qual os livros est\u00e3o armazenados.<\/p>\n<p>As obras, sejam elas raras ou n\u00e3o, s\u00e3o embaladas de maneira sob medida para que estejam preservadas dos agentes externos que possam danific\u00e1-los.&#8221;O objetivo \u00e9 proteger os cortes do livro. Proteg\u00ea-los da poeira para evitar que ela se deposite, que \u00e9 um fator que faz com que o livro se degrade muito mais r\u00e1pido\u201d, conta Gilv\u00e2nia Lima, chefe do Centro de Conserva\u00e7\u00e3o e Encaderna\u00e7\u00e3o. As obras mais raras possuem uma caixa em outro modelo, tamb\u00e9m sob medida, que as isolam totalmente do contato com o ambiente externo.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Dois dos livros de horas que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Cada um deles foi feito \u00e0 m\u00e3o por volta de 1460, na regi\u00e3o de Flandres. (Foto: Cristina Boeckel\/ G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/6u-VgO47R9sugYmmdyPXKZsdhwM=\/620x465\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/08\/30\/galeria1.jpg\" alt=\"Dois dos livros de horas que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Cada um deles foi feito \u00e0 m\u00e3o por volta de 1460, na regi\u00e3o de Flandres. (Foto: Cristina Boeckel\/ G1)\" width=\"620\" height=\"465\" \/><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-620\"><strong>Dois dos livros de horas que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Cada um deles foi feito \u00e0 m\u00e3o por volta de 1460, na regi\u00e3o de Flandres. (Foto: Cristina Boeckel\/ G1)<\/strong><\/div>\n<p><strong>Mais de 555 anos<\/strong><br \/>\nUm destes livros eternos \u00e9 um exemplar que faz parte da cole\u00e7\u00e3o dos chamados \u201clivros de horas\u201d medievais, que possu\u00edam ora\u00e7\u00f5es que deveriam ser feitas em cada uma das horas can\u00f4nicas, ou seja, determinados hor\u00e1rios do dia e da noite. S\u00e3o oito exemplares que ficam guardados dentro de um cofre climatizado. Por medida de seguran\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer imagens do lugar, que n\u00e3o est\u00e1 aberto ao p\u00fablico. Estes livros s\u00e3o t\u00e3o raros e valiosos que n\u00e3o possuem valor de mercado. Os ambientes onde permanecem s\u00e3o monitorados e possuem seguran\u00e7a redobrada.<\/p>\n<p>Contar a hist\u00f3ria da origem de cada uma destas obras praticamente daria um outro livro. O exemplar que ilustra esta mat\u00e9ria foi feito \u00e0 m\u00e3o, por volta de 1460, possivelmente em um ateli\u00ea na regi\u00e3o de Bruges, na antiga Flandres, atualmente territ\u00f3rio da B\u00e9lgica. Ou seja, o livro \u00e9 mais antigo do que a pr\u00f3pria chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500. Como a leitura era quase que exclusividade dos nobres e um livro como este era caro, provavelmente foi confeccionado para um membro da realeza.<\/p>\n<p>O livro passou por destinos desconhecidos at\u00e9 chegar \u00e0s m\u00e3os de uma figura conhecida dos livros de hist\u00f3ria: o Marqu\u00eas de Pombal. No s\u00e9culo XVIII, ele mandou encadernar o livro com uma capa com os seus bras\u00f5es, conservada at\u00e9 hoje. Depois, o livro foi dado \u00e0 Fam\u00edlia Real Portuguesa. Com ela, a obra chegou ao Brasil, em 1808. Dois anos depois, passou a fazer parte do primeiro n\u00facleo de livros, mapas e outros documentos do acervo da Biblioteca Nacional.<\/p>\n<p>As p\u00e1ginas foram feitas de pergaminho, pele de animal usada na escrita desde a Antiguidade at\u00e9 a difus\u00e3o do papel, com a imprensa. Como o material \u00e9 mais resistente, isso teria ajudado a obra a chegar aos dias de hoje. Uma tinta feita \u00e0 base de ouro decora as p\u00e1ginas, fazendo com que elas brilhem quando s\u00e3o expostas \u00e0 luz.<\/p>\n<p>Apesar do p\u00fablico n\u00e3o ter acesso aos originais, existem c\u00f3pias que est\u00e3o dispon\u00edveis para o p\u00fablico. \u201cQuem precisa consultar pode ter acesso a fac-s\u00edmiles, que foram produzidos com cuidado com este objetivo\u201d, afirma Vera Faillace, chefe da Divis\u00e3o de Manuscritos da Biblioteca Nacional.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos livros de horas, a Biblioteca Nacional conta com outros exemplares raros que contam com os mesmos cuidados. Entre eles est\u00e3o a \u00fanica c\u00f3pia no pa\u00eds da B\u00edblia de Mog\u00fancia, ou B\u00edblia de Gutenberg, de 1462; a primeira edi\u00e7\u00e3o dos Lus\u00edadas, de Cam\u00f5es, de 1572; e a primeira edi\u00e7\u00e3o da Arte da gram\u00e1tica da l\u00edngua portuguesa, escrita pelo Padre Anchieta.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Livro \u00e9 recuperado por restaurador, ap\u00f3s ser retirado de m\u00e1quina onde ele recebe uma polpa feita de celulose para recuperar espa\u00e7os danificados por tra\u00e7as. (Foto: Cristina Boeckel\/ G1)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/n5GSMBw3D_AOwQPCFHmD-Nh2FUI=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2015\/08\/30\/galeria8.jpg\" alt=\"Livro \u00e9 recuperado por restaurador, ap\u00f3s ser retirado de m\u00e1quina onde ele recebe uma polpa feita de celulose para recuperar espa\u00e7os danificados por tra\u00e7as. (Foto: Cristina Boeckel\/ G1)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/div>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\"><strong>Livro \u00e9 recuperado por restaurador.<br \/>\n(Foto: Cristina Boeckel\/ G1)<\/strong><\/div>\n<p><strong>Moderniza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nA preserva\u00e7\u00e3o do passado caminha ao lado do futuro. A Biblioteca nacional \u00e9 a terceira maior do mundo nas redes sociais. Atualmente a p\u00e1gina da institui\u00e7\u00e3o no Facebook conta com mais de 181 mil curtidas. No Twitter, o local conta com mais de 94 mil seguidores. Nas duas redes sociais s\u00f3 perde para a Biblioteca do Congresso dos EUA e para a Biblioteca de Nova York.<\/p>\n<p>Toda a aparelhagem para que os nove milh\u00f5es de livros, gravuras e documentos da Biblioteca Nacional sejam preservados fazem parte de um esfor\u00e7o para que a hist\u00f3ria permane\u00e7a viva, como afirma Fernando Amaro, chefe do Laborat\u00f3rio de Restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA necessidade de restaurar um documento de 200, 300 e 400 anos \u00e9 dar vida novamente \u00e0quilo. E quando ele se perde, ali se perde a hist\u00f3ria. Ent\u00e3o voc\u00ea consegue fazer com que um historiador diga o que n\u00f3s faz\u00edamos, o que com\u00edamos, como era aquela \u00e9poca. Mais importante do que a restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o\u201d, resume o restaurador.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/rio-de-janeiro\/noticia\/2015\/09\/g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos.html\">http:\/\/g1.globo.com\/rio-de-janeiro\/noticia\/2015\/09\/g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos.html<\/a>&gt;. Acesso em: 1 set. 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biblioteca Nacional, no Rio, tem livros guardados em cofre. &#8216;Livro das horas&#8217; e outras preciosidades possuem mais de 500 anos. 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