{"id":4389,"date":"2016-10-27T19:00:58","date_gmt":"2016-10-27T22:00:58","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.com.br\/?p=4389"},"modified":"2016-10-27T19:00:58","modified_gmt":"2016-10-27T22:00:58","slug":"como-identificar-a-veracidade-de-uma-informacao-e-nao-espalhar-boatos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2016\/10\/27\/como-identificar-a-veracidade-de-uma-informacao-e-nao-espalhar-boatos\/","title":{"rendered":"Como identificar a veracidade de uma informa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o espalhar boatos"},"content":{"rendered":"<div class=\"meta-author\">\n<p>Ana Freitas &#8211;\u00a011 Out 2016 &#8211; (atualizado 21\/Out 14h17)<\/p>\n<\/div>\n<h2 class=\"linha-fina\">Not\u00edcias falsas t\u00eam potencial devastador. H\u00e1 algumas t\u00e9cnicas para tentar evit\u00e1-las. Aqui est\u00e3o elas<\/h2>\n<div class=\"ece_incoming\nimg-article \"><\/p>\n<div class=\"teaser \">\n<p class=\"meta-photo\">FOTO: <span class=\"photographer-photo\">YUKIKO MATSUOKA<\/span>\/<span class=\"credits-photo\">FLICKR\/ALGUNS DIREITOS RESERVADOS<\/span><\/p>\n<div class=\"img-container picture\"><span><span><img decoding=\"async\" class=\"media-object \" title=\"11527644295_057d1a19f7_k.jpg\" src=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/incoming\/imagens\/11527644295_057d1a19f7_k.jpg\/ALTERNATES\/LANDSCAPE_640\/11527644295_057d1a19f7_k.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/div>\n<p><span class=\"photo-caption\"><i class=\"fa fa-camera fa-nexo-photo\"><\/i> &#8216;NA D\u00daVIDA, ACHEI MELHOR COMPARTILHAR&#8217;: SER\u00c1 QUE ESSA \u00c9 A MELHOR ABORDAGEM?<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>O serralheiro carioca Carlos Luiz Batista, de 39 anos, viu sua vida virar de cabe\u00e7a para baixo em poucos dias em raz\u00e3o de um <a href=\"http:\/\/extra.globo.com\/casos-de-policia\/vitima-de-boato-em-redes-sociais-homem-tem-medo-de-sair-de-casa-rv1-1-20227314.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">boato<\/a>\u00a0compartilhado nas redes sociais. Uma mensagem, acompanhada de sua foto, dizia que o serralheiro era \u201cestuprador e sequestrador de crian\u00e7as\u201d.<\/p>\n<p>Batista, que come\u00e7ou a receber amea\u00e7as, agora tem medo de sair de casa. N\u00e3o \u00e9 o primeiro caso do tipo: em 2014, uma mulher foi <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/sp\/santos-regiao\/noticia\/2014\/05\/mulher-espancada-apos-boatos-em-rede-social-morre-em-guaruja-sp.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">espancada<\/a>\u00a0at\u00e9 a morte no Guaruj\u00e1, litoral paulista, depois de ser acusada, em boatos em redes sociais, de que estuprava e sequestrava crian\u00e7as. No entanto, nem sequer existiam den\u00fancias do tipo na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Esses casos demonstram o que acontece a indiv\u00edduos, em casos extremos, quando o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es mentirosas sai do controle. Essa pr\u00e1tica, comum em um mundo no qual todos s\u00e3o consumidores e produtores de conte\u00fado, tamb\u00e9m pode ter impactos pol\u00edticos e sociais &#8211; na medida em que informa\u00e7\u00f5es falsas ajudam as pessoas a construir opini\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, a crise pol\u00edtica escancarou esse cen\u00e1rio no Brasil. De acordo com um <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/poder\/2016\/04\/1761990-na-semana-do-impeachment-3-das-5-noticias-mais-compartilhadas-no-facebook-sao-falsas.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">levantamento<\/a> do Grupo de Pesquisa em Pol\u00edticas P\u00fablicas de Acesso a Informa\u00e7\u00e3o da USP, na semana em que a C\u00e2mara autorizou a abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em abril, tr\u00eas das cinco mat\u00e9rias mais compartilhadas no Facebook no Brasil eram falsas.<\/p>\n<h2 id=\"por-que-as-pessoas-compartilham-informaes-sem-checlas\">Por que as pessoas compartilham informa\u00e7\u00f5es sem chec\u00e1-las<\/h2>\n<p>\u201cA din\u00e2mica [de compartilhamento de boatos] \u00e9 um efeito da polariza\u00e7\u00e3o do debate pol\u00edtico, mas tamb\u00e9m \u00e9 muito marcada pelo vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o\u201d, disse ao <strong>Nexo<\/strong> Marcio M. Ribeiro, professor da USP e pesquisador do Grupo de Pesquisa em Pol\u00edticas P\u00fablicas de Acesso a Informa\u00e7\u00e3o da universidade.<\/p>\n<p>O vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia cognitiva que faz com que n\u00f3s tenhamos mais propens\u00e3o de lembrar, pesquisar informa\u00e7\u00f5es ou interpretar fatos de maneira que eles confirmem nossas cren\u00e7as ou hip\u00f3teses.<\/p>\n<p>Na din\u00e2mica da comunica\u00e7\u00e3o digital e dos algoritmos que mostram apenas aquilo que queremos ver, o vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o cria uma \u201cbolha\u201d de vis\u00e3o de mundo que exclui aqueles que pensam diferente &#8211; o chamado \u201c<a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/expresso\/2016\/03\/18\/O-que-acontece-quando-voc%C3%AA-s%C3%B3-v%C3%AA-opini%C3%B5es-parecidas-com-as-suas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">filtro bolha<\/a>\u201d.<\/p>\n<p>Quando recebemos, por meio das redes sociais, o link de uma mat\u00e9ria que confirma nossa vis\u00e3o de mundo, temos mais chances de ignorar poss\u00edveis evid\u00eancias de que ela seja falsa.<\/p>\n<p>\u201cNa din\u00e2mica das redes sociais, as pessoas t\u00eam tanta ou mais responsabilidade que os ve\u00edculos em determinar qual conte\u00fado ter\u00e1 mais ou menos visibilidade por meio do compartilhamento\u201d, diz Ribeiro. Por isso, cabe tamb\u00e9m aos usu\u00e1rios garantir que a informa\u00e7\u00e3o compartilhada seja verdadeira.<\/p>\n<h2 id=\"como-identificar-notcias-falsas-e-matrias-inverdicas\">Como identificar not\u00edcias falsas e mat\u00e9rias inver\u00eddicas<\/h2>\n<p>Abaixo, o <strong>Nexo<\/strong> reuniu um conjunto de boas pr\u00e1ticas que podem ser aplicadas de maneira r\u00e1pida, no dia a dia, por qualquer pessoa. Geralmente, o ideal \u00e9 usar mais de uma t\u00e9cnica &#8211; e, se tiver tempo, todas elas.<\/p>\n<h3 class=\"boxTitle bt2\">10 boas pr\u00e1ticas para o consumo de informa\u00e7\u00f5es na web<\/h3>\n<p class=\"smallNumParagraph\">1. CRUZAMENTO DE FONTES<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">\u00c9 simples: basta jogar as informa\u00e7\u00f5es-chave relacionadas \u00e0 not\u00edcia em quest\u00e3o no Google e verificar se outros ve\u00edculos tamb\u00e9m falaram dela, e em quais termos. Caso voc\u00ea encontre apenas uma fonte para aquela informa\u00e7\u00e3o, vale desconfiar. Se encontrar v\u00e1rias fontes, mas todas elas forem c\u00f3pias de apenas um ve\u00edculo, tamb\u00e9m \u00e9 razo\u00e1vel considerar a mat\u00e9ria com cautela.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">2. BUSCAR A FONTE ORIGINAL<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Uma not\u00edcia ou print mostra que uma figura p\u00fablica disse ou fez alguma coisa. Confira nos canais oficiais daquela pessoa se o print \u00e9 verdadeiro, ou se h\u00e1 uma entrevista original, publicada em um ve\u00edculo de confian\u00e7a, que exiba a declara\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o. Tamb\u00e9m \u00e9 importante ficar atento a perfis falsos &#8211; muitas vezes, prints de declara\u00e7\u00f5es pol\u00eamicas t\u00eam origens em perfis n\u00e3o-oficiais, \u00e0s vezes criados com prop\u00f3sitos humor\u00edsticos, outras para difamar alguma figura p\u00fablica.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">3. CREDIBILIDADE DE QUEM PUBLICA<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Verifique o hist\u00f3rico do ve\u00edculo que publicou a informa\u00e7\u00e3o. Reda\u00e7\u00f5es com jornalistas profissionais, sejam de ve\u00edculos tradicionais ou novos, mant\u00eam crit\u00e9rios de checagem em suas reportagens. E quando h\u00e1 erro, essas reda\u00e7\u00f5es costumam corrigi-los. Isso n\u00e3o quer dizer que sites e blogs pequenos, al\u00e9m de posts no Facebook ou em outras redes sociais, n\u00e3o tragam bons conte\u00fados. Basta que voc\u00ea conhe\u00e7a o hist\u00f3rico desses canais.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">4. ADJETIVOS DEMAIS S\u00c3O SUSPEITOS<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">O excesso de adjetivos para difamar ou exaltar algu\u00e9m ou algo, ou seja, um vi\u00e9s muito claro de acusa\u00e7\u00e3o ou defesa no texto, tamb\u00e9m merecem sinal amarelo (especialmente em textos noticiosos).<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">5. FA\u00c7A UMA BUSCA REVERSA DA IMAGEM<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Muitas fotos que circulam nas redes sociais s\u00e3o montagens. Antes de compartilhar a suposta foto da capa da revista \u201cTime\u201d que mostra uma reportagem bomb\u00e1stica sobre o Brasil, confira no pr\u00f3prio site do ve\u00edculo &#8211; ou fa\u00e7a uma busca reversa, que procura a imagem no Google e encontra outros lugares em que ela (ou vers\u00f5es parecidas) foram publicadas. Para fazer isso, basta acessar a busca de imagens do Google. Ent\u00e3o, clique no \u00edcone de c\u00e2mera dentro do campo de busca e transfira a imagem que gostaria de pesquisar.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">6. H\u00c1 GENTE QUE SE DEDICA A ACHAR BOATOS<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Para qualquer tipo de informa\u00e7\u00e3o recebida via Whatsapp e Facebook, h\u00e1 sites dedicados exclusivamente a pesquisar e confirmar (ou n\u00e3o) os boatos espalhados nas redes. Dois dos mais famosos s\u00e3o o <a href=\"http:\/\/www.e-farsas.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">E-Farsas<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.boatos.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Boatos.org<\/a>. Uma visita r\u00e1pida pode evitar o compartilhamento de uma informa\u00e7\u00e3o falsa.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">7. VERIFIQUE A DATA DA PUBLICA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Em um contexto e data diferente, uma not\u00edcia antiga pode servir a uma narrativa atual completamente diferente daquela em que ela estava inserida no passado. Por isso, \u00e9 comum que links antigos ganhem novas ondas de compartilhamento anos depois de publicados. Para evitar que uma informa\u00e7\u00e3o fora de contexto contamine seu julgamento, adquira o h\u00e1bito de checar a data de publica\u00e7\u00e3o de uma mat\u00e9ria antes de compartilh\u00e1-la. Geralmente, essa informa\u00e7\u00e3o se encontra embaixo do t\u00edtulo.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">8. V\u00c1 AL\u00c9M DO T\u00cdTULO<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">\u00c9 relativamente comum o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es por Whatsapp e Facebook apenas com base no t\u00edtulo do link. O t\u00edtulo, no entanto, pode ser modificado: al\u00e9m de o Facebook permitir isso na publica\u00e7\u00e3o do conte\u00fado, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel usar ferramentas que mudem o t\u00edtulo exibido quando o link \u00e9 compartilhado. Por isso, evite compartilhar material sem ler o conte\u00fado completo.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">9. SEM FONTE, N\u00c3O CONFIE<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">Em muitos casos, textos ou v\u00eddeos compartilhados por mensagens do Whatsapp v\u00eam sem uma fonte &#8211; ou, ent\u00e3o, mencionam fonte sem um link para ela. Cheque sempre, usando o Google, se a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira e est\u00e1 mesmo dispon\u00edvel na fonte mencionada. Se o conte\u00fado vier sem fonte, \u00e9 muito improv\u00e1vel que seja real. Al\u00e9m disso, ligue o radar diante de v\u00eddeos ou \u00e1udios gravados por completos desconhecidos. Qualquer um pode fazer um v\u00eddeo ou \u00e1udio de Whatsapp e dizer o que quiser, e j\u00e1 temos provas suficientes de que muita gente inventa informa\u00e7\u00f5es falsas para compartilhar nessas redes.<\/p>\n<p class=\"smallNumParagraph\">10. NA D\u00daVIDA, PENSE DUAS VEZES<\/p>\n<p class=\"boxText bt2\">\u201cNa d\u00favida, achei melhor compartilhar.\u201d Voc\u00ea j\u00e1 deve ter lido a frase por a\u00ed. No entanto, embora a abordagem seja muitas vezes bem intencionada, ela pode ter efeitos tr\u00e1gicos &#8211; como aqueles mencionados nos primeiros par\u00e1grafos deste texto. Caso n\u00e3o consiga obter confirma\u00e7\u00e3o de uma informa\u00e7\u00e3o que consumiu na internet, recomendamos que considere n\u00e3o compartilh\u00e1-la.<\/p>\n<div class=\"viewAlsoContainer\">\n<div class=\"interativo\nviewAlso \"><\/p>\n<div class=\"teaser \">\n<div><span class=\"kicker \"><a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/interativo\/\">INTERATIVO <\/a><\/span><\/p>\n<h4 class=\"title \"><a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/interativo\/2016\/04\/01\/Quiz-voc%C3%AA-sabe-dizer-o-que-%C3%A9-mentira-entre-as-not%C3%ADcias-de-pol%C3%ADtica\">Quiz: voc\u00ea sabe dizer o que \u00e9 mentira entre as not\u00edcias de pol\u00edtica?<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>ESTAVA ERRADO:<\/strong> <em>A vers\u00e3o inicial deste texto sugeria ser necess\u00e1rio usar o navegador Google Chrome para executar uma busca reversa de imagens, quando na verdade isso pode ser feito de outras maneiras. A informa\u00e7\u00e3o foi corrigida \u00e0s 18h17 do dia 13 de outubro de 2016.<\/em><\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/expresso\/2016\/10\/11\/Como-identificar-a-veracidade-de-uma-informa%C3%A7%C3%A3o-e-n%C3%A3o-espalhar-boatos\">https:\/\/www.nexojornal.com.br\/expresso\/2016\/10\/11\/Como-identificar-a-veracidade-de-uma-informa%C3%A7%C3%A3o-e-n%C3%A3o-espalhar-boatos<\/a>&gt;. Acesso em: 27 out. 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align:center;\">***<\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><strong>DICA do Mundo Bibliotec\u00e1rio:<\/strong> Embora a not\u00edcia cite apenas o Google, \u00e9 recomend\u00e1vel utilizar outros buscadores para pesquisar e confirmar informa\u00e7\u00f5es. Apesar dos primeiros resultados serem similares, as vezes h\u00e1 resultados que aparecem apenas em um ou outro buscador. Assim, fica a recomenda\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/yahoo.com.br\">Yahoo<\/a> e do <a href=\"http:\/\/bing.com\">Bing<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Freitas &#8211;\u00a011 Out 2016 &#8211; (atualizado 21\/Out 14h17) Not\u00edcias falsas t\u00eam potencial devastador. H\u00e1 algumas t\u00e9cnicas para tentar evit\u00e1-las. Aqui est\u00e3o elas FOTO: YUKIKO MATSUOKA\/FLICKR\/ALGUNS DIREITOS RESERVADOS &#8216;NA D\u00daVIDA, ACHEI MELHOR COMPARTILHAR&#8217;: SER\u00c1 QUE ESSA \u00c9 A MELHOR ABORDAGEM? O serralheiro carioca Carlos Luiz Batista, de 39 anos, viu sua vida virar de cabe\u00e7a &#8230; <a title=\"Como identificar a veracidade de uma informa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o espalhar boatos\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2016\/10\/27\/como-identificar-a-veracidade-de-uma-informacao-e-nao-espalhar-boatos\/\" aria-label=\"Read more about Como identificar a veracidade de uma informa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o espalhar boatos\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_jetpack_newsletter_access":"","footnotes":""},"categories":[60],"tags":[1456,1562],"class_list":["post-4389","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-credibilidade-da-informacao","tag-informacao-falsa"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":9921,"url":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2022\/04\/19\/fake-news-em-2022-especialistas-da-ufmg-abordam-como-informacoes-falsas-podem-impactar-as-eleicoes-presidenciais\/","url_meta":{"origin":4389,"position":0},"title":"Fake news em 2022: especialistas da UFMG abordam como informa\u00e7\u00f5es falsas podem impactar as elei\u00e7\u00f5es presidenciais","author":"mundobibliotecario","date":"19\/04\/2022","format":false,"excerpt":"Fonte: Unsplash Professores e pesquisadores falam das consequ\u00eancias das fake news e d\u00e3o dicas sobre o que fazer ao receber uma not\u00edcia falsa O ano de 2022 ser\u00e1 marcado pelas elei\u00e7\u00f5es presidenciais no Brasil. 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