{"id":8474,"date":"2021-03-24T12:00:00","date_gmt":"2021-03-24T15:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/mundobibliotecario.com.br\/?p=8474"},"modified":"2021-03-22T21:38:49","modified_gmt":"2021-03-23T00:38:49","slug":"critica-em-capitalismo-de-vigilancia-shoshana-zuboff-discute-a-exploracao-de-nossos-dados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/index.php\/2021\/03\/24\/critica-em-capitalismo-de-vigilancia-shoshana-zuboff-discute-a-exploracao-de-nossos-dados\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica: Em \u201cCapitalismo de Vigil\u00e2ncia\u201d Shoshana Zuboff discute a explora\u00e7\u00e3o de nossos dados"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/amzn.to\/3vTjJ8A\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"900\" src=\"http:\/\/mundobibliotecario.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/51nZ3KbffUL-900x900-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8475\" srcset=\"https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/51nZ3KbffUL-900x900-1.jpg 900w, https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/51nZ3KbffUL-900x900-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/51nZ3KbffUL-900x900-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/mundobibliotecario.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/51nZ3KbffUL-900x900-1-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Quando olhamos para nosso passado e como a experi\u00eancia humana foi moldada, \u00e9 f\u00e1cil notarmos a exist\u00eancia de um sistema de trocas, seja em \u00e2mbito econ\u00f4mico ou comportamental. Com novos modelos ideol\u00f3gicos, sociais e culturais, diversas pessoas se tornaram mais ansiosas, valorizando a individualidade e com pouca consci\u00eancia de que existem empresas que est\u00e3o lucrando de forma descomunal com suas informa\u00e7\u00f5es, seja pelo clique em um site ou mesmo uma c\u00e2mera de seguran\u00e7a instalada em seu condom\u00ednio.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 com esta premissa que \u201c<strong><a href=\"https:\/\/amzn.to\/3vTjJ8A\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/amzn.to\/3vTjJ8A\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Era do Capitalismo de Vigil\u00e2ncia<\/a>\u201d,<\/strong>\u00a0de Shoshana Zuboff, lan\u00e7ado em fevereiro pela editora Intr\u00ednseca com tradu\u00e7\u00e3o de George Schlesinger, nos aproxima dos diversos estudos realizados durante anos pela Ph.D. em psicologia social e professora em\u00e9rita da Harvard Business School. O termo, cunhado pela autora e trabalhado ao longo de 800 p\u00e1ginas, surgiu de um texto publicado em 2015 e que recebeu o pr\u00eamio de \u201cMelhor Artigo Cient\u00edfico\u201d durante a Confer\u00eancia Internacional sobre Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o, realizada pelo Laborat\u00f3rio de Gest\u00e3o da Tecnologia e Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o (TECSI).<\/p>\n\n\n\n<p>Zuboff define o capitalismo de vigil\u00e2ncia como \u201cuma nova ordem econ\u00f4mica que reivindica a experi\u00eancia humana como mat\u00e9ria-prima gratuita para pr\u00e1ticas comerciais dissimuladas de extra\u00e7\u00e3o, previs\u00e3o e vendas\u201d. Em outras palavras: n\u00e3o \u00e9 que somos \u201co produto\u201d das redes sociais, como dizem alguns \u2014 mas sim uma fonte inesgot\u00e1vel de dados, que s\u00e3o usados como mat\u00e9ria-prima para empresas preverem comportamentos e, com isso, lucrar. \u00c9 uma nova fase do capitalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma compra feita na Amazon, uma postagem em seu feed no Facebook e at\u00e9 o Pok\u00e9mon Go geram tantos dados que as empresas nem sabem lidar com todo o seu potencial ainda. No capitalismo de vigil\u00e2ncia, tudo se transforma em um ciclo de extra\u00e7\u00e3o, predi\u00e7\u00e3o e venda de dados, formando o que a autora define como um nova l\u00f3gica econ\u00f4mica, \u201cuma amea\u00e7a t\u00e3o significativa para a natureza humana no s\u00e9culo XXI quanto foi o capitalismo industrial para o mundo natural nos s\u00e9culos XIX e XX\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desta nova f\u00f3rmula de poder, surgiu o \u201c<strong>instrumentarismo\u201d<\/strong>, uma forma de poder exercido por empresas como Google e Facebook para poder moldar comportamentos em busca de predi\u00e7\u00e3o, monetiza\u00e7\u00e3o e controle. \u00c9 uma evolu\u00e7\u00e3o do \u201ctotalitarismo\u201d, concebido pelos estados fascistas \u2014&nbsp; j\u00e1 que, nesse caso, n\u00e3o \u00e9 preciso de ex\u00e9rcitos e poder bruto, mas sim uma arquitetura tecnol\u00f3gica cada vez mais ub\u00edqua que vai tomando o espa\u00e7o dos nossos cotidianos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Leitura densa, mas de f\u00e1cil compreens\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Como forma de instruir o leitor na hist\u00f3ria da implementa\u00e7\u00e3o do capitalismo de vigil\u00e2ncia, partindo da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial at\u00e9 a ascens\u00e3o do Google e outras grandes empresas nestas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, Zuboff destina mais da metade da obra em exemplifica\u00e7\u00f5es e contextos hist\u00f3ricos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o dos panoramas hist\u00f3ricos \u00e9 completa e de linguagem acess\u00edvel, mesmo quando a autora opta por utilizar termos espec\u00edficos, que s\u00e3o bem contextualizados e explicados. De nenhuma forma isto torna a leitura redundante ou desinteressante. Mesmo assim, aconselho a ir aos poucos, j\u00e1 que s\u00e3o muitas informa\u00e7\u00f5es para absorver de uma vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 se passaram mais de tr\u00eas anos desde sua primeira publica\u00e7\u00e3o e as novidades do capitalismo de vigil\u00e2ncia s\u00e3o di\u00e1rias, o livro pode parecer um pouco datado. O caso mais recente analisado no livro foi da empresa brit\u00e2nica Cambridge Analytica, que usou ilegalmente dados de milh\u00f5es de perfis do Facebook para influenciar a elei\u00e7\u00e3o americana e o plebiscito do Brexit em 2016. Para a autora, este epis\u00f3dio apontou de forma mais clara como esta nova t\u00e1tica capitalista opera: produzindo ignor\u00e2ncia por meio do sigilo meticuloso de indiv\u00edduos conscientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Se analisarmos o contexto no qual estamos vivendo hoje, em meio a uma pandemia, \u00e9 f\u00e1cil notar exemplos mais pr\u00f3ximos de nossa viv\u00eancia, como a luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o, especialmente das vacinas, e a crescente depend\u00eancia da tecnologia, que busca criar ferramentas de aproxima\u00e7\u00e3o em meio ao isolamento social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Chega a ser chocante pensar que todo este assunto j\u00e1 era algo a ser pensado na d\u00e9cada de 1980, quando a autora lan\u00e7ou a obra \u201cIn the Age of the Smart Machine\u201d, livro em que abordou os novos \u201cmeios de trabalho\u201d de uma farmac\u00eautica, que resultou em metodologias abusivas contra seus funcion\u00e1rios, como na divulga\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias pessoais que deveriam ser privadas. Como Zuboff diz, o tempo passa e as t\u00e9cnicas s\u00f3 mudam de estrategistas. Se antes os capitalistas eram os donos de maquin\u00e1rios industriais, hoje s\u00e3o aquelas que produzem as ferramentas que me ajudaram a produzir essa resenha. N\u00e3o existe o livre-arb\u00edtrio em rolar a timeline do seu Twitter ou Instagram.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como a autora deixa claro na conclus\u00e3o da obra, muitas perguntas ainda ser\u00e3o respondidas, principalmente pelas gera\u00e7\u00f5es futuras, que j\u00e1 estar\u00e3o mais avan\u00e7adas quanto \u00e0s novidades tecnol\u00f3gicas dispon\u00edveis. Em uma analogia \u00e0 derrubada do muro de Berlim, Zuboff acredita que seu livro, assim como os diversos autores discutidos no livro e os trabalhos que est\u00e3o sendo desenvolvidos ao longo destas duas d\u00e9cadas, poder\u00e3o criar uma ruptura para que as pessoas reivindiquem o seu futuro digital, com conhecimento sobre a din\u00e2mica do sistema e como a democracia \u00e9 uma aliada na busca pelo equil\u00edbrio.\u00a0O tempo dir\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Texto de Maria Carolina Sousa<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/gizmodo.uol.com.br\/critica-em-capitalismo-de-vigilancia-shoshana-zuboff-discute-a-exploracao-de-nossos-dados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/gizmodo.uol.com.br\/critica-em-capitalismo-de-vigilancia-shoshana-zuboff-discute-a-exploracao-de-nossos-dados\/<\/a>. Acesso em: 22 mar. 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando olhamos para nosso passado e como a experi\u00eancia humana foi moldada, \u00e9 f\u00e1cil notarmos a exist\u00eancia de um sistema de trocas, seja em \u00e2mbito econ\u00f4mico ou comportamental. 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