Comissão de Justiça aprova criação de Política Nacional de Bibliotecas


A senadora Fátima Bezerra, relatora da matéria, elogiou a proposta de Cristovam Buarque
O Brasil poderá contar em breve com uma Política Nacional de Bibliotecas. É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) 28/2015, de autoria do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que foi aprovado nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e receberá votação final na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Entre as diretrizes da nova política estão a igualdade de acesso à biblioteca; a especificidade de serviços e materiais à disposição de usuários em atenção especial; a elevada qualidade das coleções, produtos e serviços; a vedação da censura; e a independência dos gestores e profissionais para compor os arquivos.

O projeto também determina que a iniciativa privada e qualquer órgão da administração direta ou indireta tenham liberdade para criar bibliotecas, que são conceituadas como “todo espaço físico ou virtual que mantenha bens simbólicos organizados, tecnicamente tratados e que ofereça serviços de consulta e empréstimo”.

Os bens simbólicos, segundo a proposta, são os de cunho artístico, científico, cultural, histórico, técnico ou tecnológico, registrados em suportes materiais e imateriais. Podem ser livros, outros documentos, ou informações disponíveis em qualquer mídia ou suporte. Pelo projeto, as bibliotecas devem selecionar, reunir, organizar e preservar os bens, além de promover acesso universal e irrestrito a eles.

Exemplos próximos

Segundo o autor, o Brasil é um dos últimos países a adotar norma jurídica com o objetivo de estabelecer uma política nacional para bibliotecas. Países como Argentina, Colômbia, Equador, Guatemala, Paraguai, Uruguai e Venezuela já possuem normas nesse campo.

Para a relatora, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a proposta do colega é uma iniciativa relevante e que lhe traz especial alegria, em razão de atuar no Congresso como coordenadora da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, da Leitura e da Biblioteca.

— Esta é uma luta nossa de há muito tempo, inclusive na condição de professora, na condição de quem sempre tem um foco muito voltado para a defesa da escola, para a defesa da educação. E nós não podemos separar, de maneira nenhuma, a questão das políticas do livro, da leitura e da biblioteca da educação. São políticas importantíssimas, estratégicas para que nós possamos avançar no que diz respeito ao acesso à educação no nosso país — comentou.

Durante o debate, Fátima Bezerra e a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) ressaltaram o sucesso do programa de criação de bibliotecas públicas em algumas das maiores cidades da Colômbia, como Bogotá e Medellín.

Classificação

O projeto também dispõe que as bibliotecas devem contar com bibliotecários em número proporcional e adequado ao atendimento dos usuários. Por fim, o projeto classifica as bibliotecas e acervos. As bibliotecas são classificadas em públicas, privadas, nacional, estadual, municipal, escolar, universitária, especializada e comunitária. E os acervos, em gerais, especializados ou especiais, sendo estes os que dispõem de suportes materiais que atendam às necessidades de informação de pessoas com deficiência total, parcial ou temporária.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Disponível em: <http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/24/comissao-de-justica-aprova-criacao-de-politica-nacional-de-bibliotecas>. Acesso em: 24 maio 2017.

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Os antibióticos do futuro estão nos livros do passado

Apelidado de “Idade das Trevas”, esse período medieval pode trazer soluções para um dos maiores problemas mundiais de saúde pública

Por André Biernath access_time 13 maio 2017, 16h00 – Atualizado em 13 maio 2017, 16h01

A ciência vai enfrentar uma das batalhas mais decisivas e importantes de sua história nos próximos anos. O desafio será vencer a resistência bacteriana, a capacidade que bactérias causadoras de doenças como a pneumonia e a meningite desenvolveram nos últimos anos de sobreviver aos remédios disponíveis para combatê-las.

O assunto é tão sério que a própria Organização Mundial da Saúde já considera que entramos numa era pós-antibiótico: até as infecções simples podem virar uma encrenca das grandes. Estima-se que atualmente mais de 700 mil pessoas morram todos os anos por conta de micro-organismos resistentes aos fármacos. Se nada for feito, esse número vai aumentar para 10 milhões em 2050!

O uso indiscriminado de antibióticos em hospitais e na pecuária foi um dos fatores decisivos para que alcançássemos esse cenário. Mas não é o único: a falta de interesse de governos, centros de pesquisa, universidades e indústrias farmacêuticas também contribuiu para que não tivéssemos grandes novidades na área durante as últimas décadas.

O que nos resta agora é correr atrás do prejuízo. E há um grupo de biólogos, parasitologistas, farmacêuticos e historiadores que resolveu investigar livros medievais do passado a fim de encontrar as respostas para um futuro menos aterrorizante. Chamados em inglês de Ancientbiotics Team, eles estão revirando as bibliotecas da Europa para encontrar e analisar os tratados médicos do século 6 em diante.

Esse trabalho de resgate já deu seus primeiros resultados. Em 2015, experts da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, resolveram replicar uma fórmula para tratar infecções oculares de um documento viking chamado “Bald’s Leechbook”, publicado há mais de mil anos. A receita é bem simples: basta esmagar uma porção de alho e cebola num pilão, misturar com vinho inglês e acrescentar bile de estômago de vaca — acho que você não tem todos esses ingredientes, mas, se tiver, não é pra fazer em casa, ok? Detalhe importante: é preciso aguardar exatos nove dias antes de aplicar o produto na região da face.

Uma página do Bald's Leechbook

Uma página do Bald’s Leechbook, de onde foi tirada a poção viking para tratar a infecção nos olhos (Foto: Wikimedia Commons/Divulgação)

Quando a pesquisa foi publicada há dois anos, eu conversei brevemente com Christina Lee, especialista em estudos nórdicos integrante do Ancientbiotics Team e líder da investigação britânica. Ela confessou que ficou muito surpresa com os resultados. Hoje em dia, se sabe que a Staphylococcus aureus é uma das principais bactérias causadoras dessa infecção nos olhos. Nos testes de Christina e sua equipe, a poção viking foi capaz de matar até 90% dos bichinhos que, curiosamente, estão entre os mais resistentes aos antibióticos atuais.

O mais legal de tudo é que a fórmula só funcionou mesmo quando os experts aguardaram os nove dias entre a fabricação e a sua utilização. Se aplicassem antes ou depois do prazo estipulado, não dava certo. A experiência fez com que os textos medievais passassem a ser encarados com mais seriedade. É óbvio que os boticários e alquimistas do passado não tinham o conhecimento e a tecnologia que dispomos hoje, mas não dá pra descartar tantos séculos de experiência, observação, tentativa e erros.

Agora o grupo de especialistas está destrinchando um livro chamado “Lylye of Medicines”, publicado em 1305 pelo médico francês Bernard de Gordon, que descreveu mais de 360 receitas e tratamentos para praga, tuberculose, epilepsia, hanseníase e tantas outras doenças. O trabalho é lento devido a uma série de dificuldades, como adaptar ingredientes antigos ao que temos disponível nos dias de hoje. A próxima etapa envolverá testar cientificamente as fórmulas para ver se elas funcionam e podem se tornar terapias úteis em alguns anos.

Retrato do médico francês Bernard de Gordon

Retrato do médico francês Bernard de Gordon (Ilustração: Wikimedia Commons/Divulgação)

A história não para por aí: há outros exemplos recentes de como podemos usar o conhecimento do passado. O próprio Instituto Karolinska, na Suécia, reconheceu essa tendência e deu o Prêmio Nobel de Medicina de 2015 para a química chinesa Tu Youyou, que descobriu um remédio contra a malária após analisar mais de 2 mil textos antigos da medicina Oriental. O trabalho da cientista salvou, sem exageros, milhões de vidas nas últimas décadas.

Numa época em que o mundo parece retroceder no tempo — movimentos anti-vacina e cortes nas verbas de pesquisa científica são apenas dois exemplos dessa lástima —, por que não aproveitar e estudar o que aconteceu de melhor na Idade Média a nosso favor? A resistência bacteriana é um problema que precisa ser enfrentado com a cara e a coragem. O futuro da humanidade vai depender disso.

Disponível em: <http://saude.abril.com.br/blog/tunel-do-tempo/os-antibioticos-do-futuro-estao-nos-livros-do-passado/>. Acesso em: 13 maio 2017.

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Vaga de bibliotecário

Contribuição de Ederly (Real Parceria)

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Estamos com  uma  oportunidade para a vaga de Bibliotecário – Temporário  para a Região de Alumínio (SP).

Peço a gentileza, se puder, divulgar para os Profissionais da Área.

Falar com Ederly 11-4335-6755 ou encaminhar o currículo para ederly@realparceria.com.br

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Bar Bukowski inaugura biblioteca coletiva

O bar roqueirinho de Botafogo, o Bar Bukorki, inova novamente e para estimular a leitura e democratizar o acesso aos livros, lançou uma biblioteca coletiva no dia 23 de abril. Prateleiras com diversos livros serão instaladas na frente do casarão e serão acessíveis a todos. É muito simples: o vizinho, cliente, ou até mesmo quem estiver passando pelo bar, pode escolher a obra que lhe interessa e devolvê-lo assim que acabar a leitura, fazendo com que o próximo usuário aproveite também.

E sabe aquele livro que já te fez rir, chorar, refletir ou aprender? Ele também pode ser doado para a biblioteca e proporcionar experiências para quem tiver a sorte de passar um tempinho com ele.

Endereço: R. Álvaro Ramos, 270 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, 22280-110
Funcionamento: Sexta – 18:30 às 6h / sábado 21h às 6h e vésperas de feriado

Disponível em: <http://diariodorio.com/bar-bukowski-inaugura-biblioteca-coletiva/>. Acesso em: 28 abr. 2017.

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Biblioteca Infantil é nova sede de cineclube da Academia Sorocaba

 25/04/17 | Felipe Shikama – felipe.shikama@jcruzeiro.com.br

Quatro meses depois de ter as atividades suspensas em virtude do fechamento da Oficina Cultural Grande Otelo, o cineclube da Academia Sorocabana de Fotografia e Cinema está de volta em novo espaço: a Biblioteca Infantil Municipal (rua da Penha, 673, Centro). A primeira sessão ocorre nesta quarta (26), às 19h, com o filme A noiva de Frankenstein (1935), de James Whale. A entrada é gratuita e aberta a todos os interessados.

De acordo com Cleiner Micceno, curador do projeto e presidente da Academia, os encontros ocorrerão quinzenalmente, sempre às 19h, e nas próximas semanas ocorrerá a reestreia do projeto Sarau Cinematográfico, voltado a exibição de curtas produzidos por realizadores da região de Sorocaba.

O cineclube surgiu em 2013, na sede da Oficina Cultural Grande Otelo, na praça Frei Baraúna, com o projeto Quinta com Filmes de Primeira. Mais tarde, a iniciativa em parceria com a G.O passou a se chamar Filmes Cult de Sexta, que vinha sendo realizado na sede provisória da Oficina Cultural, que foi desativada em dezembro do ano passado pelo governo estadual.

Segundo Cleiner, a volta do cineclube em novo espaço, agora com o nome de Filmes Cult nas Quartas, mantém a proposta de exibir clássicos do cinema, de diferentes estilos, e realizados em várias partes do mundo.

Disponível em: <http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/782026/biblioteca-infantil-e-nova-sede-de-cineclube-da-academia-sorocaba>. Acesso em: 26 abr. 2017.

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Ivan Lins é recebido na USP para comemorar doação de acervo

Músico doou seu arquivo pessoal para o Instituto de Estudos Brasileiros e, no dia 24 de abril, conversou sobre sua trajetória

Por – Editorias: Cultura
Ivan Lins no programa Via Sampa, da Rádio USP – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

No dia 24 de abril, o cantor e compositor Ivan Lins esteve presente no evento Lembra de Mim – Perspectivas sobre a Construção de uma Memória a Partir do Acervo Pessoal do Músico Ivan Lins, para dividir com fãs e pesquisadores a história da sua carreira e vida pessoal. No início do mês, o artista doou 12 caixas de seu acervo particular ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP. A doação inclui materiais exclusivos de suas canções, como músicas que não chegaram a ser gravadas. Além disso, o acervo também possui arquivos de sua infância e juventude, como fotos, desenhos e lições escolares. Também no dia 24, Ivan Lins foi entrevistado no programa Via Sampa, da Rádio USP (leia aqui).

“Com este acervo, descobri que você só compreende uma pessoa quando você entende como é a relação dela com a memória. E, no caso do Ivan, é incrível como ele tem um cuidado muito meticuloso e impecável com a memória dele”, conta a pesquisadora Thaís Nicodemo, que intermediou a doação do acervo e compôs a mesa de debate com os professores Marcos Napolitano, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), e Flávia Toni, do IEB.

Parte do acervo de Ivan Lins doado ao IEB – Foto Marcos Santos/USP Imagens

A família de Ivan Lins teve grande influência no modo como o músico conserva suas lembranças. Enquanto era criança, a família documentou em fotos e vídeos a criação do músico. Na fase adulta, o próprio cantor tem registrado e preservado suas memórias pessoais, ao mesmo tempo em que os jornais e revistas tratam de documentar sua vida pública.

Ivan Lins e Flávia Toni no encontro sobre memória promovido pelo IEB, no dia 24 de abril – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

“Essa foto aqui é interessante: ‘O sucesso me deixa grilado’”, lê o cantor, apontando para uma página da extinta revista TV-Tudo. “E sempre me deixou grilado. Eu nunca me permiti me lançar à fama a ponto de perder a liberdade. Eu sempre recuava, e dou graças a Deus por isso. Não preciso andar com guarda-costas. Posso ir e vir, fazer as coisas que eu gosto, como qualquer ser humano pode fazer. Não preciso me esconder”, disse.

Para o cantor, a doação de seu acervo é um modo de compartilhar com a população os frutos de sua produção, que ajudam a entender também a história da música popular brasileira. “Tudo o que faço pertence ao mundo”, acredita Ivan Lins.

Admiradores e pesquisadores poderão conhecer o acervo após a higienização e classificação do material. Para agendar uma visita, é preciso enviar e-mail para arquivoieb@usp.br e informar sua disponibilidade entre segunda e sexta-feira, das 9h às 13h.

Disponível em: <http://jornal.usp.br/cultura/ivan-lins-e-recebido-na-usp-para-comemorar-doacao-de-acervo/>. Acesso em: 26 abr. 2017.

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Biblioteca Comunitária completa 7 anos e busca alternativas para continuar atividades

Com o objetivo de tornar o espaço cultural autossustentável, ou seja, capaz de pagar as próprias despesas correntes, os voluntários da biblioteca idealizaram uma campanha de financiamento coletivo que visa arrecadar recursos para a aquisição de uma moenda de cana-de açúcar. De acordo com o fundador da biblioteca, Josué de Lima, a intenção é que o lucro das vendas de caldo de cana seja usado integralmente para arcar com os custos do aluguel, água, luz e internet que, juntos, somam cerca de R$ 900 mensais.

“Nós sempre tivemos apoio de pequenos comerciantes, mas, neste momento, eles estão sendo afetados e a gente compreende. Comprando esse meio de produção [a moenda], a gente espera ter uma renda para continuar atendendo a comunidade”, diz.

A campanha de financiamento coletivo tem como meta arrecadar R$ 500 e termina no dia 7 de junho. As doações, cujo o valor mínimo é de R$ 10, devem ser feitas pelo site www.kickante.com.br/campanhas/caldo-de-cana-cultural.

Segundo o professor Rodrigo Dalla Dea Sampaio, que também é voluntário da biblioteca, a autonomia financeira do espaço cultural também ajudará a viabilizar a oferta de novos cursos gratuitos, como o da leitura, interpretação e produção de textos que ele mesmo pretende ministrar ainda neste semestre. A biblioteca fica na rua Michel Chicri Maluf, 450, e, segundo Sampaio, é um ponto de grande movimentação de pessoas. “A gente faz um apelo para que, não somente os frequentadores da biblioteca, mas a toda a comunidade artística contribua com a campanha”, diz.

Atualmente, segundo Josué de Lima, cerca de 30 pessoas por dia fazem locações de livros na instituição. Neste mês, com intuito de estimular o hábito da leitura entre as crianças, os pequenos que levarem livros para a casa são presenteados com um saquinho de balas e doces. “E se a criança trouxer o livro junto com um desenho ou um resumo sobre o que entendeu do livro, ganha outro saquinho”, completa o fundador da biblioteca.

A biblioteca funciona no Parque Laranjeiras desde 2010, mas nasceu cinco anos antes, no bairro Santo André 2, com o nome em homenagem a Zumbi dos Palmares. Montada com apoio da Cooperativa de Moradia de Sorocaba, a biblioteca, porém, teve de ser transferida quando o imóvel, assim como várias casas do entorno, sofreu reintegração de posse.

Fundador da biblioteca ao lado de Josué, o radialista Thiago Henrique Rosa da Silva se recorda das dificuldades enfrentadas no início e destaca a satisfação de ver o espaço cultural consolidado e, principalmente, frequentado por crianças e adolescentes. “A biblioteca surgiu da nossa reivindicação por um espaço cultural naquela região”, diz. Frequentando a biblioteca, ele conta que conheceu e passou a admirar e escritores da chamada literatura marrginal, como Sérgio Vaz e Ferrez. “A biblioteca não é apenas para livros. Ela é o centro cultural do Laranjeiras e funciona como uma váuvula de escape para a juventude, para ocupar a mente e se distanciar das coisas negativas”, considera.

Pelo menos duas vezes por semana, o motoboy Jefferson Silva Guedes, de 30 anos, faz questão de levar seu filho Andrew, de 11 anos, para emprestar livros infantis e gibis. “Para o pessoal que mora aqui na região fica mais acessível, e tem uma boa variedade de livros”, assinala. “A gente também usa o espaço para fazer a reuniões do time [o Esporte Clube Laranjeiras] e sempre tem uma molecada lendo e um pessoal do hip hop compondo músicas. É um local muito importante para a cultura”, descreve.

Disponível em: <http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/781287/biblioteca-comunitaria-completa-7-anos-e-busca-alternativas-para-continuar-atividades>. Acesso em: 23 abr. 2017.

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