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Referência de norma técnica: como fazer conforme a ABNT NBR 6023:2018?

O que é uma norma técnica?

Em seu site, a ABNT apresenta a seguinte definição para “norma técnica”:

A definição internacional de norma diz que é um “documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto.”

A esta definição podemos acrescentar a recomendação de que “convém que as normas sejam baseadas em resultados consolidados da ciência, tecnologia e da experiência acumulada, visando à otimização de benefícios para a comunidade.” Ou seja, as Normas técnicas fazem as coisas funcionarem. Elas fornecem especificações de classe mundial para produtos, serviços e sistemas. Garantem a qualidade, a segurança e a eficiência.

Fonte: Wikimedia Commons

Como fazer a referência de uma norma técnica?

Apresentada a definição de norma técnica, vamos à sua elaboração.

Esse tipo de documento é elaborado por alguma instituição, seja ela pública ou privada. Assim, na regra 8.1.2 da ABNT NBR 6023:2018 temos que:

8.1.2 Pessoa jurídica

As obras de responsabilidade de pessoa jurídica (órgãos governamentais, empresas, associações, entre outros) têm entrada pela forma conhecida ou como se destaca no documento, por extenso ou abreviada.

Assim, a entrada para uma norma técnica é feita pela pessoa jurídica em caixa alta, conforme o exemplo da regra citada:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.

Os demais elementos da referência são:

  • Título: com destaque em negrito ou itálico
  • Subtítulo: sem destaque
  • Local: cidade de publicação (sem indicação do Estado, erro muito comum em referências bibliográficas pela ABNT)
  • Editora: geralmente (mas não é regra) a própria entidade que elaborou a norma
  • Data: ano de publicação (sem indicação de dia e mês – ou erro comum -, que só são utilizados na indicação de data de acesso de documentos eletrônicos)

Outro exemplo de referência bibliográfica de norma técnica encontra-se na regra 8.7.3 da ABNT NBR 6023:2018:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de armazenagem. São Paulo, 19 set. 2017. Facebook: ABNT Normas Técnicas @ABNTOfcial. Disponível em: https://www.facebook.com/ABNTOfcial/?hc_ref=ARRCZ0mN_XLGdpWXonecaRO0ODbGisTE2siVEPgy_n8sEc1sYCO_
qGLCqynp1lGE2-U&fref=nf
. Acesso em: 21 set. 2017.

Além de ser um modelo de referência bibliográfica de norma técnica, o exemplo acima também é um modelo de referência de um documento eletrônico disponível em redes sociais.

Este post te ajudou? Gostaria de ver modelos de referências para outros documentos?

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Retrospectiva da década 2010-2019 na Biblioteconomia

Todas as retrospectivas que acompanhei esses dias relatam a sensação de se ter vivido muito mais que dez anos no período 2010-2019. Sem dúvida, houve grandes eventos e acontecimentos em diversas áreas. E na Biblioteconomia não foi diferente.

Esta retrospectiva contou com a participação de Pedro Andretta, Ronaldo F. Araújo e Bruna Lessa, a quem agradeço pelos sugestões enviadas no Twitter.

Em 2010, tivemos no Brasil a promulgação da Lei da Universalização das Bibliotecas Escolares (Lei n. 12.244), mas infelizmente poucos avanços ocorreram. O prazo para todas as escolas terem uma biblioteca com acervo mínimo de um título para cada aluno matriculado e um bibliotecário por colégio foi até prorrogado para 2024.

Faleceram personalidades importantes para a área, como Carminda Nogueira de Castro Ferreira em 2010 e Aldo de Albuquerque Barreto em 2018.

A Editora Briquet de Lemos encerrou suas atividades depois de 24 anos de funcionamento.

Depois de longas discussões, o curso de Biblioteconomia à distância foi lançado pela CAPES em 2018. Até o momento apenas instituições privadas oferecem o curso, apesar de onze instituições públicas já terem sido aprovadas para oferecê-lo desde 2018.

As seguintes normas da ABNT foram atualizadas:

ABNT NBR 5892:2019
Informação e documentação — Representação e formatos de tempo — Datas e horas — Apresentação


ABNT NBR ISO 23081-1:2019
Informação e documentação – Processos de gestão de documentos de arquivo – Metadados para documentos de arquivo
Parte 1: Princípios

ABNT NBR 6023:2018
Informação e documentação – Referências – Elaboração

ABNT NBR ISO 18829:2018
Gerenciamento de documentos – Avaliação das implementações de GCC/GEDDA – Confiabilidade

ABNT NBR ISO 15489-1:2018
Informação e documentação – Gestão de documentos de arquivo
Parte 1: Conceitos e princípios

ABNT NBR 6022:2018
Informação e documentação – Artigo em publicação periódica técnica e/ou científica – Apresentação

ABNT NBR ISO 30302:2017
Informação e documentação – Sistema de gestão de documentos de arquivo – Diretrizes para implementação

ABNT NBR ISO 30300:2016
Informação e documentação — Sistema de gestão de documentos de arquivo — Fundamentos e vocabulário

ABNT NBR ISO 30301:2016
Informação e documentação – Sistemas de gestão de documentos de arquivo – Requisitos

ABNT NBR 6021:2015 Errata 1:2016
Informação e documentação — Publicação periódica técnica e/ou científica — Apresentação

ABNT NBR 6021:2015 Versão Corrigida:2016
Informação e documentação — Publicação periódica técnica e/ou científica — Apresentação

ABNT NBR 10719:2011 Emenda 1:2015
Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação

ABNT NBR 10719:2015
Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação

ABNT NBR 6027:2012
Informação e documentação — Sumário — Apresentação

ABNT NBR 6024:2012
Informação e documentação — Numeração progressiva das seções de um documento — Apresentação

ABNT NBR 14724:2011
Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação

ABNT NBR 15287:2011
Informação e documentação — Projeto de pesquisa — Apresentação

A legislações do Marco Civil da Internet e da Lei de Proteção de Dados Pessoais, criadas nesta década, podem impactar diretamente as atividades de coleta, armazenamento e acesso de informação nas bibliotecas, haja vista que o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) é a principal forma de acesso à informação atualmente.

O acesso aberto se consolidou com o Plano S da União Europeia em 2018. Da mesma forma, os periódicos científicos abertos, repositórios institucionais e os dados de pesquisa também se destacaram com força nos últimos dez anos.

No início de 2019 o Ministério da Cultura foi transformado em Secretaria Especial da Cultura. Inicialmente foi alocada no Ministério da Cidadania e recentemente foi transferida para o Ministério do Turismo. Em dezembro de 2019, a presidência da Fundação Biblioteca Nacional foi assumida por Rafael Nogueira e o serviço do ISBN foi transferido para a Câmara Brasileira do Livro (CBL), que será a nova responsável pela sua emissão a partir de março de 2020.

Também enviaram contribuições Jorge do Prado e Ana:

20ª ed. do ENANCIB

28ª ed. do CBBD

1º Encontro sobre RDA no Brasil

Oodi Library eleita como melhor biblioteca pública do mundo

Discussões sobre as futuras alterações no Qualis

Lançamento do 1º podcast brasileiro de CI

Aprovação de PL sobre proteção de pessoas que trabalham em bibliotecas, museus, arquivos

1º Fórum de Bibliotecas Prisionais

60 anos da FEBAB

25 anos do Manifesto da IFLA sobre Bibliotecas Públicas

65 anos do CBBD

Lançamento da frente parlamentar mista do livro, da leitura e da escrita

Bibliotecas podem ajudar na implementação das metas de desenvolvimento sustentável na Europa (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU), incluindo o combate às fake news

Se você lembrar de mais algum fato, deixe um comentário aqui, no Facebook ou no Twitter!

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ABNT NBR 6023:2018: é necessário referenciar a epígrafe?

Epígrafe: você sabe o que é?

Segundo o dicionário Michaelis, epígrafe é:

“2 Sentença ou divisa posta no começo de um livro ou capítulo, no começo de um discurso ou de uma composição poética, que serve de tema para a obra; mote.

3 Curto enunciado ou fragmento de texto inserido em frontispício de livro, no início de uma narrativa, um capítulo etc.”

 

Porém, apesar de se tratar apenas de uma frase ou citação, a epígrafe deve ser referenciada no TCC, dissertação ou tese?

 

Para responder a essa questão, resgatamos a definição de citação conforme a ABNT NBR 10520:2002:

3.1 citação: Menção de uma informação extraída de outra fonte.

 

Na norma ABNT NBR 6023: 2018 temos a definição de referência:

3.22 referência

conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual

 

A partir da definição, podemos constatar que toda e qualquer frase ou citação deve ser referenciada sempre que for extraída de outra fonte. Caso contrário, não é necessário referenciá-la.

Essa situação pode ocorrer, por exemplo, com frases ou citações populares ou que foram ditas por personalidades. Nesses casos, indica-se o nome do autor(a) da frase ou citação e o ano após a mesma.

Esperamos que este artigo tenha esclarecido mais uma dúvida sobre a ABNT NBR 6023:2018, a versão atualizada da norma de referências bibliográficas da ABNT!

Se você tem mais alguma dúvida ou gostaria de ler outro artigo sobre o assunto, deixe um comentário!

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A ABNT NBR 6023:2018 dispõe sobre quais formas de organização das referências?

A seção 9, Ordenação das referências, da ABNT NBR 6023:2018, esclarece que

Os sistemas mais utilizados são: alfabético e numérico (ordem de citação no texto).

As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser orientadas de acordo com o sistema para citação no texto, conforme a ABNT NBR 10520.

 

Photo by Helloquence on Unsplash

 

No sistema alfabético, temos

As referências devem ser reunidas no final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em ordem alfabética de seus elementos. Se houver numerais, considerar a ordem crescente.

Exemplo:

DREIFUSS, René. A era das perplexidades: mundialização, globalização e planetarização. Petrópolis: Vozes, 1996.

 

Já no sistema numérico, a norma expõe que

As referências devem ser numeradas de acordo com a ordem em que aparecem no texto pela primeira vez e colocadas nesta mesma ordem.

Exemplo:

No texto:

Todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente².

Na lista de referências:

2 BOLETIM ESTATÍSTICO [DA] REDE FERROVIÁRIA FEDERAL. Rio de Janeiro, 1965. p. 20.

 

Portanto, qualquer outra forma de organização das referências não prevista pela norma, (por exemplo, ordem alfabética de autores no tema X no trabalho, seguido da ordem alfabética de autores no tema Y), não corresponde ao que recomenda a ABNT NBR 6023:2018.

Nesses casos, deve-se procurar saber se a instituição possui alguma diretriz específica para citação e referências ou se segue outra norma, a exemplo de ISO, APA e Vancouver.

 

Tem mais alguma dúvida sobre a ABNT NBR 6023:2018? Fique a vontade para comentar e responderemos sua dúvida em um próximo artigo!

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Como fazer referência de games com a ABNT NBR 6023:2018?

No artigo de hoje, vamos explicar como fazer a referência de games (jogos eletrônicos) com a ABNT NBR 6023:2018.

Ficou interessado? Então continue a leitura e confira!

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Ainda existe o traço sublinear (underline) na norma ABNT NBR 6023:2018?

Na nova norma ABNT NBR 6023;2018 (Referências), não há mais a recomendação de utilizar seis traços sublineares (underline) para não repetir o mesmo autor.

Como era?

Na primeira edição da norma, a regra 9.1.1 expunha que

9.1.1 Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na mesma página,
pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e
ponto.

Era muito comum o uso desse recurso, embora não fosse obrigatório.

 

Como ficou?

Atualmente, esse recurso não existe mais no tópico 9 Ordenação das referências. Portanto, quando houver mais de uma obra do mesmo autor, tanto o prenome como o sobrenome devem ser repetidos.

O tópico 9 apenas descreve e exemplifica o uso dos sistemas alfabético e numérico (ordem de citação no texto), sem apresentar a opção do traço sublinear.

 

 

BÔNUS

Há exemplos na nova edição da ABNT NBR 6023:2018 em que algumas referências constam com o termo Anais grafado das seguintes formas:

Anais […]

[Anais]

Uma situação em que isso ocorre é na regra 7.8.5 Parte de evento em meio eletrônico.

 

No exemplo 1, temos:

– Elementos essenciais

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais […] . Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

 

No exemplo 3, temos:

– Elementos essenciais

BADKE, T.; ZACARIAS, R. Certificação e assinatura digital. In: INTERLOGOS, 2006, Vitória. [Anais]. Vitória: AARQUES, 2006. 1 CD-ROM. Diretório: \Palestrates\Palestras de 24 de Agosto.

 

Afinal, qual forma está correta?

Ambas!

A diferença entre elas é explicada no seguinte parágrafo do tópico 4 Elementos da referência:

Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento e devem refletir os dados do documento consultados. Na inexistência desses dados, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-os entre colchetes.

Assim, conclui-se que a novidade é somente a grafia Anais […], pois anteriormente escrevia-se Anais…

 

Se você tiver alguma dúvida ou gostaria de ver algum modelo de referência para algum documento específico, deixe um comentário!

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Pontuação e autoria na ABNT NBR 6023:2018

A Seção 6 da ABNT NBR 6023:2018 trata das regras gerais de apresentação de referências, que totalizam 10.

A regra 6.4 expõe que “A pontuação deve ser uniforme para todas as referências.”

 

Ponto de exclamação

Fonte: https://svgsilh.com/pt/image/150801.html

 

Sobre isso, a pontuação a que se refere à norma é sobre os elementos gráficos ponto, ponto e vírgula, vírgula, dois pontos, hífen, colchetes, parênteses, reticências, dentre outros que podem aparecer em exemplos e situações distintas abordadas na norma.

Exemplos:

Disponível em: e Acesso em:

p. 4553

[2017]

Anais […]

[S. l.]

Com isso, a norma quer dizer que todos os elementos gráficos de pontuação utilizados devem seguir o mesmo padrão em todas as referências em que forem utilizados.

***

Na Seção 8, que aborda a transcrição dos elementos, há uma novidade na regra 8.1.1.2, que trata da indicação de responsabilidade (autoria) de pessoa física.

 

Autoria

Fonte: https://www.pexels.com/photo/apple-area-author-blue-461444/

 

Agora, a norma expõe que “Quando houver quatro ou mais autores, convém indicar todos. Permite-se que se indique apenas o primeiro, seguido da expressão et al.” (p. 35)

Duas observações importantes são necessárias: as palavras convémpermite-se.

Convém indica que não há obrigatoriedade de indicar todos os autores de um documento. Se um documento citar todos os autores, quando houver quatro ou mais, o mesmo deve ser feito para outros documentos similares.

Permite-se indica a possibilidade de citar apenas o primeiro autor, quando houver quatro ou mais autores, e indicam-se os demais com a expressão et al. Caso apenas o primeiro seja citado, isso deve ser seguido para os documentos semelhantes.

Para exemplificar, apresenta-se abaixo a citação dos exemplos de referências contidos na norma.

NA CITAÇÃO

Urani et al. (1994)

(URANI et al., 1994)

NAS REFERÊNCIAS

URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

 

NA CITAÇÃO

Taylor, Levine, Marcellin-Little e Millis (2008)

(TAYLOR; LEVINE; MARCELLIN-LITTLE; MILLIS, 2008)

NAS REFERÊNCIAS

TAYLOR, Robert.; LEVINE, Denis; MARCELLIN-LITTLE, Denis; MILLIS, Darryl. Reabilitação e fisioterapia prática de pequenos animais. São Paulo: Roca, 2008.

 

Espero que o post tenha respondido mais uma dúvida sobre a nova ABNT NBR 6023:2018.

 

Se você também tem alguma dúvida ou gostaria deixar sua opinião, comente logo abaixo!

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Como fazer referência de blog (ABNT NBR 6023:2018)?

BlogFonte: https://pixabay.com/pt/blog-fala-bolhas-49006/

Uma das novidades da ABNT NBR 6023:2018 é a inclusão do tópico 7.20 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico.

Esse item não existia na versão anterior da norma. Nesse caso, blog era referenciado como site.

Agora, blog recebe um tratamento específico dentro desse tópico, que também inclui bases de dados, listas de discussão, programas de computador, redes sociais, mensagens eletrônicas, entre outros.

Para os itens desse tópico, consideram-se como elementos essenciais autor, título da informação ou serviço ou produto, versão ou edição (se houver), local, data e descrição física do meio eletrônico. A norma também permite incluir elementos complementares para melhor identificar o documento.

Essas informações são encontradas no tópico 7.20, cujo Exemplo 8 desse é a referência de um blog, conforme exemplo abaixo extraído da própria norma.

CID, Rodrigo. Deus: argumentos da impossibilidade e da incompatibilidade: In: CARVALHO, Mário Augusto Queiroz et al. Blog investigação filosófica. Rio de Janeiro, 23 abr. 2011. Disponível em: http://investigacao-filosofica.blogspot.com/search/label/Postagens. Acesso em: 23 ago. 2011.

Esse foi o post de hoje sobre dúvidas dos leitores sobre referências na nova ABNT NBR 6023:2018.

Tem alguma dúvida? Este post te ajudou? Comente!

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ABNT NBR 6023:2018 (Referências): o que mudou?

File:Abnt3.jpg

Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Abnt3.jpg

 

No dia 14/11/18, foi publicada a norma ABNT NBR 6023:2018.

Essa norma aborda a elaboração de referências em trabalhos acadêmicos (TCC, dissertação, tese, etc.). A versão anterior era de 2002 e realmente necessitava de  muitos ajustes, principalmente para as versões eletrônicas de documentos.

Assim, o Mundo Bibliotecário quer saber:

Qual sua maior dificuldade na hora de fazer referências conforme a ABNT?

Deixe um comentário que vamos responder com modelos e exemplos a partir da ABNT NBR 6023:2018.

***

Veja abaixo algumas das mudanças já publicadas no Mundo Bibliotecário:

Como fazer referência de blog (ABNT NBR 6023:2018)?

Pontuação e autoria na ABNT NBR 6023:2018

Ainda existe o traço sublinear (underline) na norma ABNT NBR 6023:2018?

Como fazer referência de games com a ABNT NBR 6023:2018?

A ABNT NBR 6023:2018 dispõe sobre quais formas de organização das referências?

ABNT NBR 6023:2018: é necessário referenciar a epígrafe?

 

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Cursos on-line e/ou semipresenciais in-company para autores, editores científicos e equipes editoriais, bibliotecários e demais profissionais da informação, concurseiros e/ou em atividade profissional

01. Herramientas de preservación en DSpace: conversión a XML –  Joel Torres – 30h/30 dias – Cómo facilitar los procesos de preservación digital en DSpace a través del uso de herramientas de conversión desde formatos tradicionales hacia el formato XML

02. Convert2XML: herramienta de conversión a XML JATS integrada a OJS – Araceli Olivo – 30h/30 dias. Herramientas de conversión de documentos desde diversos formatos hacia el formato XML en el proceso editorial de las revistas que operan sobre Open Journal Systems (OJS)

03. Fontes para indexação de periódicos científicos – Prof. Dr. Gildenir Carolino Santos – 30h/30 dias – A indexação determina o volume de citações. Quais procedimentos editoriais deverão ser adotados pelo periódico científico, independentemente da área do conhecimento, para que atenda aos critérios exigidos para indexação em bases de dados, diretórios e portais temáticos, nacionais e internacionais? Onde e como conseguir ser indexado? Otimize a indexação de seu periódico durante curso, com orientação segura do Prof.

04. OJS/SEER: oficina modular na web para editoração de periódicos científicos – Profa. MSc. Suely de Brito Clemente Soares – 30h/30 dias – Capacitar equipes no processo de editoração eletrônica de publicações periódicas. Tirar dúvidas e dar suporte para que publiquem, durante o período da oficina, periódicos eletrônicos em OJS/SEER. Capacitar a atuarem em qualquer um dos papéis do fluxo editorial, da submissão até a publicação, na orientação aos autores, revisão dos originais e outras funções de suporte. Uso de Revista de Testes da Content Mind, na versão 2.4.8.1 Solicite proposta para diagnóstico, sugestões, consultoria para seu periódico e/ou portal de sua instituição. Projetos de publicar versão impressa em OJS/SEER.

05. Oficina on-line sobre atribuição de DOI a periódicos científicos em OJS/SEER – Profa. Doutoranda Claudiane Weber – Monitoria: Profa. MSc. Suely de Brito Clemente Soares – 30h/30 dias – 1 Apresentar os conceitos, requisitos e responsabilidades; 2 Mostrar as vantagens e os custos para implementação [convênio CrossRef/ABEC]; 3 Demonstrar a atribuição do DOI nas publicações científicas; 4 Tirar dúvidas específicas dos participantes do curso

06. Normas ABNT – Informação e Documentação: para pesquisadores, equipes editoriais e bibliotecários – Bibliotecária Profa. Cristina Marchetti Maia – 60h/60 dias – 1 Capacitar interessados no uso correto das principais Normas ABNT – Informação e Documentação; 2 Oferecer farto material instrucional para uso posterior; 3 Orientar e tirar dúvidas de bibliotecários que capacitam usuários das Normas ABNT – Informação e Documentação; 4 Capacitar bibliotecários concurseiros, preparando-os para próximos concursos

07. CVLattes: como criar e manter atualizado? – Modalidade MOOC [gratuito, se preferir sem certificação] Mestrando Prof. Eduardo Graziosi Silva – 30h/30 dias – Teoria e prática de todas as funcionalidades do CVLattes. Criação, manutenção e gestão, destacando a importância no meio acadêmico, capacitando os participantes a utilizarem eficazmente.

08. Pesquisas acadêmicas na web: oficina nível básico – Modalidade MOOC [gratuito, se preferir sem certificação] Profa. MSc. Suely de Brito Clemente Soares – 30h/30 dias – Saber COMO e ONDE recuperar literatura acadêmica na web é imprescindível, tanto para graduandos, pós-graduandos, pesquisadores em geral, bem como bibliotecários, documentalistas, arquivistas, museólogos etc. Curso começa com O QUÊ, passa pelo COMO e termina com dicas ONDE pesquisar na web.

09. Pesquisas acadêmicas na web: oficina nível avançado  [em breve]– Bibliotecária Profa. Cristina Marchetti Maia – 30h/30 dias – 1 Curso teórico-prático para capacitar pesquisadores e bibliotecários (na ativa ou concurseiros) a executarem pesquisas avançadas nas principais bases de dados de acesso restrito e/ou aberto, de qualquer área do conhecimento; 2 O aluno deverá ter, já estruturada e testada, uma estratégia de busca avançada e acesso às principais bases de dados de acesso restrito para efetuar suas pesquisas acadêmicas com supervisão; 3 O aluno deverá ter feito a oficina nível básico, também oferecida pela Content Mind, na modalidade MOOC, ou ser aprovado em um pré-teste para cursar este nível avançado; 4 O bibliotecário não pesquisador poderá utilizar uma estratégia de busca avançada de qualquer pessoa, de qualquer área, para executar as atividades propostas pela oficina; 5 Teoria+prática. WebConferências de tira duvidas

10. Gestão de informação jurídica e apontamentos sobre direito autoral – Profa. MSc. Dayanne da Silva Prudêncio – 30h/30 dias – Compreensão dos conceitos jurídicos e a aquisição de saberes para seleção e avaliação das fontes jurídicas. Capacita para o manuseio das ferramentas e técnicas utilizadas na organização e recuperação da informação de conteúdos jurídicos. Aborda a postura a ser adotada por profissionais de informação no ambiente das organizações jurídicas. Apresenta boas práticas para administração de informação jurídica e exemplifica produtos informacionais que podem ser oferecidos aos usuários de Unidades de Informação Jurídica. Exercícios de fixação para melhor compreensão do conteúdo ministrado.

11. Empreendedorismo e gerenciamento de projetos para profissionais da informação Profa. MSc. Daniela F.A.O. Spudeit 90h/60 dias – Objetiva desenvolver competências relacionadas ao empreendedorismo aplicado ao gerenciamento de projetos de serviços de informação. Para isso, discutiremos o empreendedorismo e as competências empreendedoras, analisaremos o intraempreendedorismo aplicado às unidades de informação, aprenderemos conceitos ligados a ideias, oportunidades, modelos e planos de negócios, conheceremos aspectos relacionados às formas de financiamento, incubadoras, startups e abertura de uma empresa, e, por fim, discutiremos as tendências e metodologias para elaboração e de gerenciamento de projetos na área de informação. Dividido em sete módulos, tem a discussão de cases em fóruns, vídeos, wikis e outros recursos que serão usados para instrumentalizar o bibliotecário para empreender. Tem como produto final a elaboração de um plano de negócios para que o bibliotecário empreenda a partir de uma necessidade real na área de informação.

12. CDD 23. ed. (2011): com exercícios extraídos de concursos públicos Profa. MSc. Adriana Maria de Souza – 30h/30 dias Fornece elementos para o aperfeiçoamento profissional na organização da informação utilizando o Sistema de Classificação Decimal de Dewey – CDD. Apresenta e analisa questões de concursos públicos nas quais foram utilizadas a CDD. Teoria+prática. WebConferências de tira dúvidas.

13. CDU 2. ed. (2004) Padrão Internacional em Língua Portuguesa: com exercícios extraídos de concursos públicos  Profa. MSc. Adriana Maria de Souza – 30h/30 dias – Fornecer elementos para o aperfeiçoamento profissional na organização da informação utilizando a CDU. Apresentar e analisar questões de concursos públicos. Teoria+prática. WebConferências de tira dúvidas.

14. Gestão de Unidades de Informação Profa. MSc. Daniela F.A.O. Spudeit – 90h/60 dias – Dividido em cinco módulos, o curso aborda questões técnico-instrumentais em relação aos princípios e funções administrativas em unidades de informação, gestão de pessoas, gestão de serviços, gestão de marketing e gestão de qualidade em unidades de informação buscando o desenvolvimento das competências do bibliotecário gestor na organização, disseminação e mediação da informação. Curso completo para bibliotecários gestores.

15. Curso completo de Coaching para Profissionais da Informação e áreas afins – em 4 módulos independentes – Profa. MSc. Adriana Maria de Souza – 30h/30 dias por módulo [o primeiro é obrigatório e gratuito para cursar qualquer outro]  Coaching Módulo 1: Apresentando o coaching em Unidades de Informação; Coaching Módulo 2: Coaching no Planejamento de Carreira do Profissional da Informação: novas formas para trilhar o caminho profissional – Coaching Módulo 3Coaching na Gestão e Liderança do Profissional da Informação; Coaching Módulo 4Coaching no Serviço de Referência e Informação: contribuição à equipe de colaboradores

16. Qualidade no atendimento ao cliente: presencial, telefônico e on-line Profa. MSc. Adriana Maria de Souza – 30h/30 dias Conhecer os múltiplos canais de comunicação, síncronos e assíncronos, saber utilizá-los no momento apropriado e manter o controle da comunicação com o cliente (interno/externo), passa a ser um enorme diferencial nas organizações, sejam públicas ou privadas. O atendimento ao cliente é um processo contínuo.

17. Cultura digital: serviços e aplicativos para uso pessoal e profissional: conceitos e práticas Profa. MSc. Suely de Brito Clemente Soares – 30h/30 dias – São conceituados, e praticados entre os participantes, alguns serviços e aplicativos básicos da cultura digital. Todos eles visam otimizar a vida conectada e mobile dos profissionais que têm a informação como matéria prima. Teoria+prática. WebConferências de tira dúvidas.

18. Indexação das fontes de informação jurídica: doutrina, jurisprudência e legislação Profa. Dra. Andréia Gonçalves Silva 90h/60 dias – Aborda conceitos do Direito e das fontes de informação jurídica necessários à organização da documentação jurídica. Apresenta teoria e prática da indexação no que concerne às etapas de análise e síntese documentária. Trabalha com a teoria e princípios da indexação de documentos jurídicos. Treina a prática da leitura documentária e identificação dos conceitos válidos para indexação. Aponta técnicas e métodos para uso e elaboração de sistemas de organização do conhecimento (tesauros e vocabulário controlado) específicos da área jurídica. Destinado a bibliotecários, estagiários e auxiliares que atuam em unidades de informação e documentação jurídica, concurseiros e demais interessados na área.

19. Planejamento, implementação e gestão de Repositórios Digitais utilizando DSpace Bibliotecário Prof. Jorge Luiz Cativo Alauzo – 120h/60 dias – O curso objetiva expor questões sobre o papel das instituições e seus profissionais relativas à preservação, manutenção da memória, acesso e visibilidade de conteúdos em meio digital; permitir que o aluno conheça e elabore instrumentos para formalização da criação de repositórios digitais; expor as principais etapas do planejamento e implementação de um repositório digital; capacitar o aluno a desenvolver competências sobre a gestão do repositório digital com a utilização do DSpace; apresentar casos e experiências do uso do DSpace em instituições nacionais e internacionais

20. Gerenciamento de acervos no séc. XXI: coleções tradicionais e eletrônicas: formação, medição e análises Profa. Dra. Rosane Taruhn – 60h/60 dias – Profissionais com responsabilidades de gerenciamento de coleções atuam nas diversas facetas desse desenvolvimento, que vão desde a seleção até a de-seleção, análises da coleção à preservação, conhecimento do perfil do usuário ao marketing, administração de orçamentos à busca de recursos diversos. E tudo colorido com a oferta de formatos eletrônicos e conteúdo na Web. 1 Proporcionar visão ampliada de gerenciamento de coleções; 2 Medições e análises; 3 Exercícios práticos com propostas dos participantes

21. Catalogação: AACR2, MARC 21 e Controle de Autoridade Prof. Doutorando Fabrício Silva Assumpção – 60h/60 dias – O bibliotecário precisa conhecer e manter-se atualizado em relação aos códigos de catalogação e aos formatos para a representação e o intercâmbio de dados. Curso teórico-prático sobre AACR2 e os Formatos MARC 21 para dados bibliográficos e de autoridade. Inclui questões de concursos e WebConferências de tira dúvidas.

22. Como construir sua presença online e aumentar o impacto da sua pesquisa acadêmica Profa. MSc. Andréa Ferreira Gonçalves do Nascimento – 90h/60 dias – Familiarizar pesquisadores e acadêmicos com as principais ferramentas e ambientes online para a descoberta, colaboração, publicação, disseminação e avaliação da produção acadêmica. Construir sua identidade online. Aprender a usar as redes sociais para promover seus trabalhos e ampliar o alcance de sua produção acadêmica. Entender e participar ativamente de redes sociais de uso acadêmico para aumentar seu círculo de contatos e fomentar a colaboração com outros pesquisadores. Medir e avaliar o impacto online de sua produção acadêmica usando métricas tradicionais e alternativas. Aprender como se comunicar de maneira efetiva no ambiente online, inclusive estratégias para economizar tempo.

23. e-Books para Bibliotecas: uma introdução ao universo dos livros eletrônicos– Profa. MSc. Andréa Ferreira Gonçalves do Nascimento – 90h/60 dias – Formatos de e-books e dispositivos de leitura disponíveis no mercado brasileiro e internacional. Principais modelos para aquisição e assinatura de e-books pela biblioteca. Critérios para avaliação e comparação de coleções eletrônicas e interfaces de acesso. Estratégias para a disseminação e promoção do catálogo de e-books na biblioteca. Tendências futuras na área dos livros eletrônicos nas bibliotecas.

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