Arquivo da tag: arquivologia

Perspectivas dos concursos de Biblioteconomia em 2020

Segundo a Profa. Ana Patrícia Guimarães, em 2019 houve mais de 60 vagas para bibliotecário, sendo 40 para universidades e institutos federais. Além disso, ela também verificou que houve editais de prefeituras com altos salários e poucos editais no Poder Judiciário.

Fonte: Flickr
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Fundação Casa de Rui Barbosa: Processo seletivo simplificado para o Programa de Iniciação Científica

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A Fundação Casa de Rui Barbosa realiza processo seletivo simplificado para o Programa de Iniciação Científica da instituição com objetivo de selecionar candidato para exercer atividades de pesquisa no projeto “Coleções digitais: ampliação e qualificação do acesso aos acervos memoriais da FCRB (Fundação Casa de Rui Barbosa)”.

O formulário de inscrição (doc. 31 KB) e os demais documentos devem ser enviados até dia 15 de setembro, às 18h, para o e-mail pic@rb.gov.br. As informações detalhadas encontram-se no edital (pdf. 523 KB).

Esclarecimentos poderão ser obtidos pelo telefone: (21) 3289-8642.

Disponível em:

<http://www.casaruibarbosa.gov.br/interna.php?page=materia&ID_S=9&NM_Secao=not%C3%ADcias&ID_M=3632>. Acesso em: 4 set. 2016.

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Novos livros de Biblioteconomia e Arquivologia!

Recebido de listas de discussão. Compartilho.

***

 Informo sobre el nuevo libro sobre los archiveros “Arquivista, visibilidade profissional: formação, associativismo e mercado de trabalho”, de Profª Drª Katia Isabelli Melo de Souza. isabelli@unb.br
El libro presenta la tríade compuesta por los cursos de grado en Arquivologia de Brasil, los colectivos profesionales y el mercado laboral en análisis con los archiveros. Quién son y lo que hacen los profesionales archiveros.

Pedidos para Livraria Cultura http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=23012186&sid=01111602213121244563843932

***

A new textbook ‘Interactive Information Seeking, Behaviour and Retrieval’ edited by Ian Ruthven, University of Strathclyde, UK and Diane Kelly, University of North Carolina, USA, has recently been published by Facet Publishing.

This textbook provides an information science perspective on information retrieval. Uniquely, the book covers the whole spectrum of information retrieval and is the first book to integrate information behaviour, information seeking and information retrieval into a single account of how we find information. Contributed to by an international team of
leading scholars, the book demonstrates how studies of human information behaviour lead to the next generation of interactive search systems. A key text for senior undergraduates and masters’ level students of all information and library studies courses, this book is also useful for practising LIS professionals who need to better appreciate how IR
systems are designed, implemented and evaluated.

Table of Contents

Foreword Tefko Saracevic
1. Interactive information retrieval: history and background (Colleen Cool and Nicholas J Belkin)
2. Information behavior and seeking (Peiling Wang)
3. Task-based information searching and retrieval (Elaine G Toms)
4. Approaches to investigating information interaction and behaviour (Raya Fidel)
5. Information representation (Mark D Smucker)
6. Access models (Edie Rasmussen)
7. Evaluation (Kalervo Järvelin
8. Interfaces for information retrieval (Max Wilson)
9. Interactive techniques (Ryen W White)
10. Web retrieval, ranking and personalization (Jaime Teevan and Susan Dumais)
11. Recommendation, collaboration and social search (David M Nichols and Michael B Twidale)
12. Multimedia: behaviour, interfaces and interaction (Haiming Liu, Suzanne Little and Stefan Rüger)
13. Multimedia: information representation and access (Suzanne Little, Evan Brown and Stefan Rüger).

‘This is an interesting collection that deserves to be adopted as a key text within information science courses. Award-winning, internationally renowned editors have enticed a number of experts, some with industry experience, to provide high-quality contributions. The solid chapters discussing core fields that make up its coverage – information seeking, information behaviour, information retrieval (IR) – assure its place on reading lists. The editors have ensured new developments receive attention but not at the expense of the essentials of the fields.’ – JOURNAL OF INFORMATION LITERACY

‘The chapters are well written, targeted at students on all levels, from bachelor to PhD. We are in no doubt that the content of this book may well fit in many information science curricula. One of the strong points of this book is its ease of reading and understanding because the editors have properly observed the coherency among the chapters, making
references to related chapters in the text. – ‘INFORMATION RESEARCH’

2011; 320pp, paperback; 978-1-85604-707-4; £44.95

Available from, amongst other stockists,
http://www.amazon.co.uk/Interactive-Information-seeking-Behaviour-Retrieval-Ruthven/dp/1856047075
http://www.amazon.com/Interactive-Information-seeking-Behaviour-Retrieval-Ruthven/dp/1856047075
http://www.facetpublishing.co.uk/title.php?id=7074&amp;category_code=401

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Curso de Gestão de documentos arquivísticos digitais

Curso organizado pela ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS – AAB, com o apoio do ArquivoNacional/Ministério da Justiça

Instrutora: Margareth da Silva: professora-assistente do curso de Arquivologia da UniversidadeFederal Fluminense, membro da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacionalde Arquivos e pesquisadora do Projeto InterPARES-Brasil (Projeto Internacional de Pesquisa sobreDocumentos Arquivísticos Autênticos em Sistemas Eletrônicos).

 

Programa

Documento e Tecnologia da Informação: características do documento arquivístico; identificaçãodo documento arquivístico digital; as ameaças à preservação e ao acesso.
Gestão de Documentos Arquivísticos Digitais: procedimentos nas fases de produção, demanutenção e de destinação de documentos arquivísticos digitais.
Sistemas informatizados: modelo de requisitos para os sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos e metadados.

 

Carga horária: 16 horas.

 

Data: 6 e 7 de março de 2012

 

Local: Arquivo Nacional – Auditório – Praça da República, 173, Centro –  Rio de Janeiro

 

Horário: 9hs às 17 hs

 

Investimento:

Profissional – R$ 600,00

Estudante de Graduação não sócio – R$ 300,00

Os sócios da AAB quites com suas anuidades terão desconto no valor acima.

Sócio profissional – valor do investimento: R$ 240,00

Sócio estudante  – valor do investimento: R$ 120,00

 

Inscrições até o dia 05 de março de 2012
Procedimentos para inscrição

Preencher a ficha de inscrição on-line e efetuar o pagamento através de depósito bancário (Banco Itaú – Agência 0733 C/C 50748-7) e posterior envio do comprovante bancário por Fax (021) 3852-2541.

 

Preencha aqui sua ficha de inscrição

 

Ou diretamente na sede da AAB (Av. Presidente Vargas, 1733 – sala 903 – Centro) das 13h às 16h:30h

A inscrição somente estará efetuada após confirmação do pagamento.

Mais informações:

Associação dos Arquivistas Brasileiros (Av. Presidente Vargas, 1733 sala 903, Centro – RJ). Tel (021) 3852-2541 / 25072239 E-mail: aab@aab.org.br

Disponível em: <http://www.aab.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=347%3Acurso-de-gestao-de-documentos-arquivisticos-digitais&catid=40%3Adestaques&lang=pt>. Acesso em: 8 fev. 2012.

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Profissões pouco populares que ganham espaço nos concursos públicos

Amanda Moura (amanda.moura@oglobo.com.br)

Rio – A escolha da carreira a seguir normalmente é cercada por indecisão e muita expectativa dos mais próximos. As alternativas clássicas, como medicina e direito, são sempre bem-vindas. Mas o anúncio da escolha de cursos menos populares, como arquivologia e biblioteconomia pode causar estranheza. A pergunta que, provavelmente, surgirá é: há mercado para essas carreiras? Sim, há! Apesar de pouco conhecidas, são opções interessantes aos que buscam uma vaga no mercado público.

Só este ano, Banco do Brasil, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) ofereceram oportunidades para bibliotecários e arquivistas. Dentre os candidatos à vaga na Finep, Isabela Siebra foi uma das bem-sucedidas no concurso. A bibliotecária está aguardando agora ser chamada para a vaga.

– Estou muito animada e ansiosa para ser chamada para a Finep. Inclusive, já passei também para a Uerj e pro Ministério Público, mas ambos são para cadastro de reserva. Sempre atuei na minha área, nunca tive problemas com isso – afirma Isabela, 41 anos, formada desde 1991, e atualmente trabalhando na biblioteca da Faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura (Fabec).

Alex Mendes, professor da Academia do Concurso, analisa o cenário dessas carreiras:

– Em muitos concursos, o número de candidatos com a qualificação exigida ou que se interessem pela função gera baixa procura relativa, considerando a média de demanda por outros concursos. Essas vagas são pouco divulgadas e, consequentemente, desejadas, gerando, assim, uma relação candidato vaga mais atraente.

O arquivista Renato Valentini também não tem do que reclamar sobre sua área. Há um ano e meio atuando nos arquivos da Fiocruz, o profissional lamenta apenas a pouca importância dada a profissão.

– A procura por essas carreiras ainda é baixa, considerando a importância delas. Porém, venho notando nos últimos anos alguma melhora nesse sentido. As pessoas estão começando a valorizar aqueles que organizam e facilitam o acesso a documentos importantes para a história da sociedade.

Marcelo Marques, diretor do Concurso Virtual, destaca ainda outras carreiras que também apresentam muitas vezes interessante relação candidato-vaga:

– Vejo isso ocorrendo também, por exemplo, com cargos como políticas públicas e gestores públicos, em função da modernização pela qual a administração pública vem passando – opina Marques.

Mendes lista, ainda, mais carreiras nas quais a busca é abaixo do esperado:

– Concursos para museologia, serviço social e relações públicas são alguns casos. São carreiras atraentes de nível superior, com boa remuneração, benefícios e, o mais importante, estabilidade. Mas acredito que a tendência é que ocorra, nos próximos anos, com a profissionalização do serviço público e os ajustamento de conduta, provocando a demissão dos terceirizados, uma busca ainda mais efetiva por carreiras, até então, desprezadas.

Marques finaliza com um incentivo:

– As pessoas ainda não têm tanto conhecimento das oportunidades em algumas carreiras específicas que os concursos oferecem. Inclusive, muitas pessoas que têm diploma de nível superior acabam fazendo concurso para nível médio acreditando ser mais fácil de passar. E, na verdade, isso é um mito. Atualmente, a concorrência dos concursos de nível médio está muito grande, o que, consequentemente, faz com que o concurso seja mais disputado, dificultando o ingresso. Portanto, acredite nessas oportunidades específicas.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/10/25/profissoes-pouco-populares-que-ganham-espaco-nos-concursos-publicos-925652449.asp. Acesso em: 27/10/2011.

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Centros para recuperar a memória corporativa criam oportunidades

Mercado de trabalho: Empresas investem na valorização de seu patrimônio cultural e contratam profissionais especializados em museologia, história, arquivologia e biblioteconomia.

Por Jacilio Saraiva, para o Valor, de São Paulo
23/07/2010

Cada vez mais empresas têm se preocupado em criar centros de memória para guardar documentos, objetos, fotos e imagens que contam a história da organização. Assim, um novo mercado de trabalho começa a ganhar força, principalmente para profissionais das áreas de museologia, história, arquivologia e biblioteconomia. Os núcleos têm equipes enxutas e, no Brasil, pelo menos 15 corporações como Bunge, Unilever e Bosch mantém investimentos com essa finalidade.

Para Dalva Marques, diretora da Asap, consultoria que recruta executivos de média gerência, os profissionais que trabalham em centros de memória empresariais começam a ganhar maior visibilidade no mercado. “Mais organizações estão enxergando as iniciativas de valorização da história empresarial como parte de uma estratégia para mostrar valores culturais, sociais e históricos”, analisa. “Os colaboradores se identificam e os acervos podem fazer parte de uma política de retenção de talentos. Ao mesmo tempo, é possível atrair pessoas alinhadas com essa cultura organizacional.”

Os profissionais precisam ser capazes de atuar na gestão de informações e de ações internas como orientação a pesquisas, organização de visitas, exposições, palestras e até iniciativas de integração de novos funcionários. Segundo Lygia Rodrigues, diretora da Grifo Projetos Históricos, que desenvolve projetos para a Unilever e para o Metrô de São Paulo, as empresas que desenvolvem centros de informação histórica são, geralmente, de grande porte, têm mais de 30 anos de atividade e estão em um estágio avançado na área de responsabilidade social corporativa. Até o fim do ano, a Grifo espera fechar até três novos contratos de formação e manutenção de centros corporativos.

O Centro de Memória Bunge, de uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país, reúne mais de 600 mil imagens, 1,3 mil caixas de documentos, 3 mil peças de filmes e 100 horas de depoimentos de funcionários. “O acervo conta a trajetória da indústria e do agronegócio brasileiros, com informações sobre arquitetura, design, marketing e propaganda, a partir da história da Bunge”, explica Cláudia Calais, gerente de responsabilidade social da Fundação Bunge, que coordena a unidade. O investimento anual para a manutenção do centro é de cerca de R$ 700 mil.

Para dar conta do recado, Cláudia montou uma equipe de três profissionais: uma museóloga, que coordena o núcleo; uma documentalista, com especialização em historiografia e arquivologia; e uma analista de assuntos institucionais, com formação em comunicação social, planejamento e marketing. Além da gerência do material, o grupo organiza exposições, visitas e palestras. No ano passado, foram 11 visitas e 494 pedidos de pesquisas atendidos. Este ano, a Bunge organizou um encontro que reuniu 15 centros de memória de grandes grupos para discutir como os equipamentos podem ser usados como ferramenta de gestão empresarial. Estão previstos outros dois eventos em 2010.

Na Unilever, uma equipe de sete pessoas – a maioria historiadores com formação em arquivologia – trabalha no Centro de História Unilever, criado em 2001 com a ajuda de uma empresa especializada em projetos históricos. “Os funcionários realizam um trabalho permanente de pesquisa e levantamento de documentos para garantir o registro das principais iniciativas da empresa e de suas marcas”, explica Agatha Faria, gerente de comunicação externa. Toda a documentação recebe um tratamento que vai desde a descrição em um banco de dados eletrônico até o acondicionamento de acordo com a origem dos itens. São mais de 65 mil documentos entre anúncios impressos, comerciais de TV, peças promocionais, embalagens, fotografias, jingles, vídeos institucionais e depoimentos de profissionais.

Desde o ano passado, o centro da Unilever mantém um sistema integrado ao Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da companhia, que direciona contatos feitos em busca de informações históricas. Em 2009, foram feitas mil consultas. “Os centros de memória têm um papel importante, pois contribuem para que as instituições preservem e compartilhem um legado de conhecimento com a sociedade.”

Para Sandra Reis, coordenadora do Centro de Memória Bosch, do grupo Bosch, em Campinas (SP), o objetivo da empresa com a formação da unidade, em 2003, era resgatar e organizar seu patrimônio cultural. O centro faz parte do Instituto Robert Bosch, braço social da companhia no país. Emprega uma cientista social com especialização em arquivos e uma estagiária de história. “O trabalho foi pioneiro entre as regionais da Bosch fora da Alemanha”, afirma.

O núcleo tem 2,5 mil peças de audiovisual, 50 mil imagens no acervo iconográfico, 1,5 mil plantas e cartazes e 52 depoimentos de colaboradores e ex-empregados. A Bosch, que atua nos setores de tecnologia automotiva, industrial, de construção e bens de consumo, planeja ainda usar a unidade em atividades de integração de novos funcionários, treinamentos e encontros com fornecedores.

A Natura, Eletrobrás e a Algar Telecom (ex-CTBC) também já têm centros de memória próprios. Outras empresas estudam a criação de complexos do gênero. “Estamos avaliando o melhor formato e espaço”, revela Maria Helena Monteiro, vice-presidente de relacionamento e administração da SulAmérica. A partir de 2007, a companhia começou a organizar seu acervo com a ajuda de uma bibliotecária. O conjunto reúne cerca de 100 pastas de fotos e documentos, que contém desde a primeira apólice emitida pela seguradora até relatórios anuais. A SulAmérica tem 114 anos de mercado.

Valor Econômico – EU&Carreira, D10

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Governo de São Paulo institui o Comitê Gestor do Sistema Spdoc

Conheçam o SPdoc, sistema está sendo implantado na administração pública estadual permitindo a efetiva gestão dos documentos desde a sua produção até a sua destinação final. Esse sistema é uma melhoria na política de gestão documental do Estado, pois passará a exercer controle sobre todas as variáveis do processo: tempo de guarda, eliminação, preservação, recuperação da informação, tramitação, sigilo etc.

Governo de São Paulo institui o Comitê Gestor do Sistema Spdoc

SPdoc é um novo instrumento de gestão documental do Estado, criado para possibilitar maior acesso aos atos do governo.

O Governo do Estado de São Paulo acaba de instituir, na Casa Civil, sob a coordenação do Arquivo Público do Estado, o Comitê Gestor do SPdoc — Sistema Informatizado Unificado de Gestão Arquivística de Documentos e Informações. O sistema, em desenvolvimento pela PRODESP (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), empresa vinculada à Secretaria de Gestão Pública, constitui-se em um conjunto de procedimentos e operações técnicas da gestão arquivística de documentos processados eletronicamente, aplicável a tanto documentos convencionais quanto digitais.

Trata-se do primeiro sistema utilizado pela administração pública estadual que incorpora requisitos arquivísticos, permitindo a efetiva gestão dos documentos desde a sua produção até a sua destinação final. “Não existe nada semelhante no Brasil. O SPdoc permitirá acompanhar o documento público desde a sua produção, na mesa do gestor, ao seu destino final, que pode ser seu recolhimento para instituição arquivística ou sua eliminação.”, explica Carlos de Almeida Prado Bacellar, coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

A solução SPdoc integrada à política estadual de arquivos permite, em diversos níveis, a visualização dos dados identificadores, acompanhamento, controle da tramitação, arquivamento e destinação dos documentos públicos. Possibilita, ainda, a utilização de serviços via internet, bem como o controle dos atos de governo e a transparência administrativa. O SPdoc facilita, por exemplo, o acompanhamento, pela internet, dos procedimentos e pedidos feitos às Secretarias e órgãos do Governo de São Paulo, sendo uma ferramenta que auxilia o cidadão em suas relações com os serviços do Estado.

Com o Protocolo de Recebimento de Documento o cidadão terá acesso à tramitação dos processos de seu interesse via Internet. Quando toda Administração estadual estiver utilizando o SPdoc, o cidadão que precisar entregar um documento em alguma repartição pública poderá fazê-lo no órgão estadual mais próximo de sua residência ou trabalho.

A implementação progressiva do sistema em todos os órgãos da administração estadual será planejada pelo Comitê Gestor do SPdoc, instituído pelo Decreto nº 55.479, de 25 de fevereiro de 2010, junto ao Gabinete do Secretário-Chefe da Casa Civil. O Comitê Gestor, de caráter permanente e multidisciplinar, é integrado por representantes da Casa Civil e do Arquivo Público do Estado, a quem cabe a coordenação dos trabalhos, da Secretaria de Gestão Pública, da PRODESP, da Secretaria de Economia e Planejamento e da Procuradoria Geral do Estado.

“A instituição do Comitê Gestor representa o compromisso do Governo do Estado em implementar efetivamente uma política pública de gestão documental no Estado, condição necessária ao êxito do SPdoc.”, observa Ieda Pimenta Bernardes, Diretora técnica do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo-SAESP.

Em sua primeira fase, o sistema foi implementado nas secretarias de Gestão Pública, Casa Civil, Comunicação, Cultura, Direitos da Pessoa com Deficiência e Relações Institucionais, o que possibilitará análise de seu desempenho e ações de aprimoramento técnico. Atualmente, as Comissões de Avaliação de Documentos de Arquivo estão elaborando os planos de classificação e as tabelas de temporalidade das atividades fins dos órgãos e entidades da administração estadual, requisitos básicos para fazer parte do SPdoc.

A implementação do SPdoc representará um novo salto de qualidade na política de gestão documental do Estado pois, ao observar os requisitos arquivísticos, passará a exercer controle sobre todas as variáveis do processo: tempo de guarda, eliminação, preservação, recuperação da informação, tramitação, sigilo etc. “A boa gestão dos documentos públicos significa economia de recursos, agilidade da máquina do Estado, transparência administrativa e, acima de tudo, garantia dos direitos do cidadão, registrados nos documentos produzidos e acumulados pela administração pública”, diz Bacellar.

Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo

O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Vinculado à Casa Civil, é o responsável pela política de arquivos e gestão documental no âmbito da administração do Estado de São Paulo e a quem cabe coordenar o Comitê Gestor que irá orientar o desenvolvimento, a implementação e o aperfeiçoamento contínuo do SPdoc.

Em 2004, oficializou dois instrumentos de gestão documental, o Plano de Classificação e a Tabela de Temporalidade de Documentos, que asseguraram, de forma pioneira, novas perspectivas para o desenvolvimento de uma solução informatizada eficiente de caráter corporativo na administração estadual.

A implementação deste sistema representa um desdobramento necessário e desejável ao trabalho que vem sendo realizado pelo Arquivo Público do Estado na definição de requisitos, normas e procedimentos para a gestão dos documentos públicos estaduais.

Ação recente da instituição nesse sentido é a publicação da Instrução Normativa APE/SAESP-1, de 10/03/2009, que estabelece diretrizes e define procedimentos para a gestão, a preservação e o acesso contínuo aos documentos arquivísticos digitais da Administração Pública Estadual Direta e Indireta. O Arquivo Público do Estado também passou a integrar o Projeto InterPARES, na condição de “parceiro de teste” para realizar análise de conformidade da solução SPdoc com os requisitos arquivísticos preconizados internacionalmente pelo Projeto.

O Arquivo Público do Estado ainda é responsável por recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista. A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes

Visite nossa sala de imprensa: www.arquivoestado.sp.gov.br/imprensa

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I Seminário Científico de Arquivologia e Biblioteconomia na UNESP de Marília

As inscrições para apresentação de trabalho irão até dia 15 de março de 2010.

Contamos com a presença de todos.

Informações sobre o evento disponivel em:

http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=4919&CodigoOpcao=4920
http://seminariocienifico.blogspot.com/

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Novo número – "Documento em Revista"

Prezados Leitores

Informamos que a partir da Edição 3 o periódico Documento em Revista será trimestral, o lançamento está previsto para outubro, quando comemoraremos o dia do arquivista no Brasil.

Informações: documentoemrevista@documentoemrevista.com.br

Promoção Mês do Arquivista

Com o intuito de comemorar o mês do Arquivista, lançamos uma promoção exclusiva de Documento em Revista.

Produto

Preço Normal

Preço Promocional

Edição 1

R$ 14,99

R$ 12,00

Edição 2

R$ 15,00

R$ 12,00

Livro Gestão de Documentos Eletrônicos

R$ 36,50

R$ 26,50

O pagamento deverá ser realizado por boleto bancário.

Após confirmação do pagamento as revistas serão encaminhadas via correios.

Promoção válida  até 23/10/2009

http://www.documentoemrevista.com.br

——————————————————————————————————–

Encontra-se aberta a chamada de artigos de Documento em Revista para a próxima edição.

Informações sobre normas para publicação no site http://www.documentoemrevista.com.br/?a=5&politica=1

Prazo para recebimento de artigos para a edição 4 – 10/10/2009.

Os artigos que chegarem após o dia 10/10/2009 – serão encaminhados para publicação nas edições subsequentes.

Atenciosamente,

Conselho Editorial

artigos@documentoemrevista.com.br
———————————————————————————————————-

Estamos preparando uma edição especial em espanhol de Documento em Revista. O lançamento está previsto para novembro de 2009 durante o 8º Congresso de Arquivologia do Mercosul, em Montevidéu. Serão publicados artigos de renomados professores de arquivologia, que são:

-Antônia Herédia Herrera – España – e-administración y la e-gestión documental: aproximación a una realidad.

– Heloísa Liberalli Bellotto – Brasil – La situación actual de los archivos en Brasil: puntos considerables.

– Manuel Vazquez – Argentina – Semiótica y Archivología.

– Anna Slzlejcher – Argentina – El Acceso a la Información: Estrategias para enfrentar los Desafíos y Oportunidades.

– Ana Célia Rodrigues – Brasil – Diplomática contemporánea: aportaciones para su enseñanza e investigación.

– Susana Martinez – Argentina – Enseñanza de la archivística a distancia: modalidad no residente-semi-presencial.

– Kátia Isabelli de Bethânia Melo de Souza – Brasil – Los archiveros en el mundo del trabajo: la iniciativa privada en el escenario.

A tiragem da revista será limitada, pois, será vendida na America Latina e Espanha. Reservas  de exemplares pelo e-mail reserva@documentoemrevista.com.br

Atenciosamente,

Documento em Revista

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Assine Documento em Revista (4 edições) e concorra ao sorteio de um Ipod Shuffle (Apple) no dia 14 de novembro de 2009.

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Novo número – “Documento em Revista”

Prezados Leitores

Informamos que a partir da Edição 3 o periódico Documento em Revista será trimestral, o lançamento está previsto para outubro, quando comemoraremos o dia do arquivista no Brasil.

Informações: documentoemrevista@documentoemrevista.com.br

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Os artigos que chegarem após o dia 10/10/2009 – serão encaminhados para publicação nas edições subsequentes.

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Conselho Editorial

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-Antônia Herédia Herrera – España – e-administración y la e-gestión documental: aproximación a una realidad.

– Heloísa Liberalli Bellotto – Brasil – La situación actual de los archivos en Brasil: puntos considerables.

– Manuel Vazquez – Argentina – Semiótica y Archivología.

– Anna Slzlejcher – Argentina – El Acceso a la Información: Estrategias para enfrentar los Desafíos y Oportunidades.

– Ana Célia Rodrigues – Brasil – Diplomática contemporánea: aportaciones para su enseñanza e investigación.

– Susana Martinez – Argentina – Enseñanza de la archivística a distancia: modalidad no residente-semi-presencial.

– Kátia Isabelli de Bethânia Melo de Souza – Brasil – Los archiveros en el mundo del trabajo: la iniciativa privada en el escenario.

A tiragem da revista será limitada, pois, será vendida na America Latina e Espanha. Reservas  de exemplares pelo e-mail reserva@documentoemrevista.com.br

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