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Resumo do webinar “A biblioteca universitária e os novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP)”

Os novos instrumentos de avaliação do MEC para bibliotecas foram o tema do webinar apresentado pela bibliotecária e consultora Mirian Rocha.

Como a apresentação durou apenas 45 minutos, a palestrante abordou os aspectos relacionados ao acervo.

Confira o resumo do webinar! Continuar lendo

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Webinar “A biblioteca universitária e os novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP)”

Olá! Tudo bem?

No dia 23/02 às 10h30Míriam Rocha ministrará o evento online gratuito “A biblioteca universitária e os novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP)”!

Alterações significativas na legislação do ensino superior ocorreram no final de 2017, o que nos leva a refletir sobre uma mudança de paradigma. Nesse sentido, o webinar será direcionado para atualizar  você sobre processos de regulação do ensino superior e as bibliotecas universitárias, diante das mudanças contidas nos novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP).

A apresentação, de 45 minutos, estará centrada nas alterações dos instrumentos (institucional e de cursos) e a relação com a aquisição do acervo + serviços  da biblioteca universitária

Míriam Rocha é formada em Biblioteconomia pela UNIRIO, consultora e assessora para avaliação de bibliotecas universitárias, com mais de 20 anos de experiência em “Avaliação de Bibliotecas Universitárias pelo MEC”, dentre outras funções.

QUERO ME INSCREVER GRATUITAMENTE
Fique atento à sua caixa de entrada e também ao SPAM, um novo e-mail será enviado com o link de acesso ao Webinar.

Fonte: recebido por e-mail na lista da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU).

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Webinar "A biblioteca universitária e os novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP)"

Olá! Tudo bem?

No dia 23/02 às 10h30Míriam Rocha ministrará o evento online gratuito “A biblioteca universitária e os novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP)”!

Alterações significativas na legislação do ensino superior ocorreram no final de 2017, o que nos leva a refletir sobre uma mudança de paradigma. Nesse sentido, o webinar será direcionado para atualizar  você sobre processos de regulação do ensino superior e as bibliotecas universitárias, diante das mudanças contidas nos novos instrumentos de avaliação (MEC/INEP).

A apresentação, de 45 minutos, estará centrada nas alterações dos instrumentos (institucional e de cursos) e a relação com a aquisição do acervo + serviços  da biblioteca universitária

Míriam Rocha é formada em Biblioteconomia pela UNIRIO, consultora e assessora para avaliação de bibliotecas universitárias, com mais de 20 anos de experiência em “Avaliação de Bibliotecas Universitárias pelo MEC”, dentre outras funções.

QUERO ME INSCREVER GRATUITAMENTE
Fique atento à sua caixa de entrada e também ao SPAM, um novo e-mail será enviado com o link de acesso ao Webinar.

Fonte: recebido por e-mail na lista da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU).

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52 bibliotecas em 52 semanas (46)

The Arthur A. Houghton Jr. Library, Corning (N.Y.) Community College

A Biblioteca Arthur A. Houghton Jr. da Corning (N.Y.) Community College é um centro de aprendizagem para os alunos que oferece amplo espaço para coleções, trabalho dos estudantes e tecnologia. Também parece que é leve como o ar quando visto de fora, com suas paredes de vidro imponentes que revelam grandes espaços abertos dentro.

The Arthur A. Houghton Jr. Library, Corning Community College
The Arthur A. Houghton Jr. Library, Corning (N.Y.) Community College. Photo: Revette Studio

Fonte: https://americanlibrariesmagazine.org/2015/09/01/2015-library-design-showcase/

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52 bibliotecas em 52 semanas (45)

Syracuse (N.Y.) University, College of Law Library
A luz natural flui através das paredes da janela de vidro em todos os quatro lados da nova biblioteca da Universidade de Syracuse (N.Y.). Faz parte de um novo edifício da Faculdade de Direito com certificação LEED, a biblioteca tem 44.211 pés de prateleiras, 300 lugares, uma sala de aula de 20 lugares, oito salas de estudo em grupo, uma sala climatizada de livros raros, e está conectada a uma sala cerimonial de audiências e espaço público.

Syracuse University, College of Law LibrarySyracuse University, College of Law Library. Photo: Steve Sartori

Fonte: https://americanlibrariesmagazine.org/2015/09/01/2015-library-design-showcase/

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SNBU 2016 – 19/10/16

No quarto dia do SNBU 2016, no qual o evento foi encerrado e os dias seguintes foram dedicados apenas para visitas técnicas, ocorreu a conferência “Projetando o Futuro Tecnológico das Bibliotecas Universitárias”, proferida por Christopher Timothy Holly, da EBSCO.

Holly iniciou sua fala sobre o Cultural Community Solutions (CCS), um consórcio norte-americano de bibliotecas, apresentando a missão que é promover o acesso a recursos compartilhados e tecnologia de serviços para bibliotecas com custo-benefício como um centro de aprendizagem  colaborativo para desvendar o futuro. Além disso, expôs que o plano estratégico do consórcio é o foco no usuário e a correção dos registros bibliográficos para novos padrões.

O conferencista comentou, também, as decisões tecnológicas refletem os valores da biblioteca, e que as necessidades variam entre as bibliotecas. Sobre a consolidação da automação de bibliotecas nos Estados Unidos, Holly comentou que isso ocorreu por meio de muitos movimentos de fusões e aquisições, o que diminuiu as opções disponíveis no mercado. A filosofia do CCS vai justamente na contramão desse movimento, pois pretende dialogar de forma mais ampla para ajudar a mudança.

Em relação a inovação, o conferencista apontou que novos modelos de negócios como Airbnb, Amazon e Netflix, pois surgiram mudanças no mercado e na competitividade. A situação é a mesma no contexto bibliotecário, por isso, as plataformas surgem como ambientes de código aberto, acessíveis em múltiplos níveis e que operam de forma não lucrativa. Assim, por meio da comunidade, modernidade e modularidade, consegue promover inovações como o diálogo de diferentes comunidades, implantar serviços em nuvem e linked data e expandir em plataformas módulos de sistemas de bibliotecas, tais como catalogação, aquisição, dentre outros.

Nesse contexto, Holly apresentou o FOLIO, que é uma plataforma para desenvolver tecnologias para bibliotecas. Tem como características, dentre outras ser extensível, com serviços de descoberta e open link URL, além de contar com novos aplicativos, tais como linked open data e room booking. Dentre seus objetivos, estão: criar uma comunidade, alavanar a fonte aberta, melhorar produtos e trazer mais opções de plataformas para bibliotecas. Assim, FOLIO permite a participação de bibliotecas e fornecedores, aumentando a concorrência e diminuindo custos.

Na sequência, foi apresentada a conferência “Criação e Povoamento de Repositório Institucional: estratégias de consolidação”, por Ricardo Otelo dos Santos Saraiva Cruz, da Universidade do Minho e, no período da tarde, foi apresentado o relato do evento pelo professor Oswaldo Francisco de Almeida Júnior, da Unesp de Marília (SP), com um balanço geral positivo, tanto em número de participantes (por volta de 600), como pela quantidade de trabalhos aprovados e demais atividades do evento, apesar de problemas pontuais com ausências nas apresentações de trabalhos e atrasos, o que não invalida os ganhos pela participação no evento em si, sobretudo no que se refere ao estabelecimento de fortalecimento da rede de contato entre profissionais.

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SNBU 2016 – Dia 18/10/16

No terceiro dia do SNBU 2016, o bibliotecário Cristian José Oliveira Santos, da Câmara dos Deputados, proferiu pela manhã a conferência “A Cultura Organizacional das Bibliotecas Universitárias.

Santos discorreu sobre aspectos diversos da cultura organizacional. Fundamentalmente, trata-se do “jeito de fazer as coisas”. No contexto bibliotecário, destacou que a biblioteca universitária se diferencia de acordo com a cultura de sua comunidade, assim como lembrou da importância das redes de comunicação intra e interbibliotecárias, que influenciam na formação da cultura organizacional, colocando a Reitoria e o Conselho Universitário como os lugares privilegiados onde ocorre sua definição. O desafio é construir a mentalidade desses órgãos universitários de que precisamos de mais bibliotecas, pois privilegiam outros tipos de lazer nos espaços institucionais, contribuindo, assim, para o resgate da certidão de nascimento da biblioteca universitária.

Tal resgate se faz necessário para que a biblioteca, atualmente em crise, não se afaste de sua missão de prover o acesso à informação. Para isso, Santos coloca a sustentabilidade como mudança na cultura organizacional para a biblioteca universitária, de modo que possibilite a implantação de uma cultura de acessibilidade, isto é, um novo modelo ético de aceitar o outro. Nesse contexto, destacou que as classificações bibliográficas não atendem mais às necessidades da informação na atualidade, visto que existem múltiplas fontes e suportes de informação: a biblioteca universitária deve trabalhar, portanto, para prover acesso ao acervo sob sua custódia, bem como a todo e qualquer tipo de informação relevante para seus usuários, independentemente de sua orientação religiosa, política ou sexual.

Isso posto, o palestrante discorreu que para pensar uma cultura de cidadania, é importante lembrar que a biblioteca pode nascer tanto para libertar como para oprimir. O caminho trilhado não depende, apenas, dos profissionais que nela atuam, mas de acordo com sua postura, pode fazer com que determinados grupos de usuários aproximem-se ou afastem-se da biblioteca, por exemplo, pela prática da censura (velada ou não) no momento da classificação. Além disso, lembrou, ainda, da NBR 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), publicada em outubro de 2015, e sugere que seja o livro de cabeceira dos bibliotecários a fim de promover maior inclusão onde atuam, assim como também destacou o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/16) nesse contexto.

Assim, para que efetivamente haja uma mudança na cultura organizacional, Santos lembrou que a ruptura vem dos bibliotecários, pois são eles que irão tornar a biblioteca superior. Além disso, lembrou que há um hiato fundamental das bibliotecas: a pulverização de políticas, que são apresentadas em diversos órgãos e, por isso, muitas vezes acabam passando por dificuldades na sua aplicação, quando são aplicadas. No entanto, há um indicativo de mudança, pois o Sistema CFB/CRB pretende reunir as diversas políticas para livro, leitura e bibliotecas em um único documento. Para que esse cenário mude, também é necessário que o bibliotecário atue ativamente na formulação dessas políticas.

No período da tarde, acompanhei os seguintes trabalhos:

Avaliação do serviço de malote da biblioteca do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG, Campus Regional de Montes Claros
Gracirlei Maria de Cavalho Lima

Nesse trabalho, basicamente foram apresentadas as dificuldades do serviço de malote entre um campus no interior e o campus na capital, poiso trata-se de um processo ainda caro e que merece mais atenção no uso para que não seja custoso para a instituição.

A visão dos usuários da Biblioteca Central da PUCPR em relação ao uso de livros eletrônicos na universidade
Teresinha Teterycz, Fernanda Périco Jorge e Gisele Alves

Esse trabalho relatou a percepção dos usuários da PUCPR em relação aos e-books. Nele, destacam-se o impacto dos e-books no desenvolvimento de coleções e na educação dos usuários, a preferência predominante pelo impressos, a necessidade de reforçar a divulgação com os docentes e capacitar para a Educação a Distância (EaD).

Biblioteca universitária: sua função social enquanto lugar de memória
Clivea de Farias Souto

A biblioteca, independente de seu tipo, sempre atuou na perspectiva de preservação de seu acervo para acesso pelas futuras gerações. A mensagem principal deste trabalho, portanto, é que a biblioteca universitária deve ser um espaço dinâmico e acessível para que perpetue a cultura e a identidade de uma nação.

Interação entre planos de ensino digitais e biblioteca: uma experiência na faculdade de medicina da UFRGS
Shirlei Galarça Salort

Esse trabalho mostrou mais uma forma da biblioteca trabalhar em conjunto com outros setores, pois por meio de uma adequação nos sistemas institucionais, foi possível inserir a biblioteca efetivamente no auxílio da seleção da bibliografia para a graduação, assim como no suporte da verificação dos dados antes da compra.

Uso das fontes de informação na formação inicial docente
Rejane Sales de Lima Paula e José Lucas Pedreira Bueno

Assim como o anterior, esse trabalho também mostrou outra possibilidade parceria com a biblioteca, desta vez, na formação de alunos do curso de Pedagogia por meio da apresentação de bases de dados e fontes de informação confiáveis na Internet, preparando-os para serem reflexivos e críticos no uso da informação.

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