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Deputado questionará Banco Central sobre fechamento de biblioteca

Marcelo Calero (Cidadania-RJ) fez a declaração nessa terça-feira, após o Metrópoles noticiar a interdição do espaço

Felipe Menezes/Metrópoles
O deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ) questionará o Banco Central do Brasil (BC) a respeito do fechamento da biblioteca da autarquia, instalada em Brasília. A ação do parlamentar ocorre após o Metrópoles noticiar a interdição do espaço, a partir do dia 9 de setembro, devido à contenção de gastos orçamentários.
De acordo com o BC, a autarquia federal sofreu contingenciamento de 20% no orçamento previsto para 2019 e, portanto, precisará cortar despesas para se adequar ao novo limite.

Conforme informou à reportagem, a instituição gasta R$ 384 mil por ano com a biblioteca. Isso equivale a 0,01% do orçamento inicial do BC destinado pela Lei Orçamentária Anual (LOA) em janeiro, de R$ 3,56 bilhões. Este valor consta no Boletim de Execução Orçamentária 2019 do banco.

Por meio do Twitter, o deputado questionou se outros gastos da instituição não poderiam ser revistos para não prejudicar o espaço cultural. “Será que nenhuma outra despesa poderia ser cortada antes da biblioteca – algo de que tanto carecemos neste país?”, disse o parlamentar.

 

REPRODUÇÃOReprodução

Ação popular

Em entrevista ao Metrópoles, Calero disse que tentará uma negociaçãocom o BC. “Estamos fazendo um requerimento de informação para entregar ao Banco Central com o objetivo de entender o porquê do fechamento da biblioteca e se outras medidas de contenção de despesas não foram consideradas antes dessa. Além disso, estamos estudando uma ação popular para obrigar o Banco Central a manter a biblioteca em funcionamento e aberta ao público”, informou.

Segundo o deputado federal, o gabinete dele tenta contato com a área parlamentar da autarquia para “expressar a preocupação” com o fechamento do espaço. “Se ainda assim não houver maneira de salvar a biblioteca, nós vamos ingressar com a ação”, frisou.

De acordo com o Banco Central, os gastos com a biblioteca referem-se, primordialmente, ao contrato de administração de todo o acervo bibliográfico da instituição com a empresa especializada na manutenção do espaço e com a presença de cinco auxiliares e de um bacharel em biblioteconomia, conforme exige a legislação em vigor. Após o fechamento, o BC manterá o acervo bibliográfico no espaço, mas este não poderá ser utilizado.

Procurada pela reportagem, a instituição informou que, caso as restrições orçamentárias sejam passadas para outras áreas, a biblioteca poderá ser reaberta. Questionada se avalia transpor o contingenciamento e manter o espaço em funcionamento, a autarquia federal informou que ainda não analisou essa possibilidade.

Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/deputado-questionara-banco-central-sobre-fechamento-de-biblioteca. Acesso em: 22 ago. 2018.

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Após cortes de Bolsonaro, biblioteca do Banco Central será fechada

Autarquia federal sofreu contingenciamento de 20% do orçamento previsto para 2019 e precisa rever despesas

Ana Karolline Rodrigues/Metrópoles
ANA KAROLLINE RODRIGUES/METRÓPOLES
Biblioteca do Banco Central do Brasil (BC), instalada na sede da autarquia em Brasília, iniciará um processo de fechamento a partir de 9 de setembro. A decisão tomada pela instituição federal foi justificada pela contenção de gastos orçamentários. Ao Metrópoles, o órgão informou que sofreu contingenciamento de 20% no orçamento previsto para 2019.
Desde maio deste ano, segundo o BC, diversas despesas vêm sendo cortadas para adequação dos gastos ao novo limite orçamentário. A partir do próximo mês, a tesourada afetará os serviços terceirizados que mantêm a biblioteca.
Aprovada em 15 de janeiro deste ano, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 destinou ao BC R$ 3,56 bilhões. Desse valor, R$ 3,13 bilhões foram para despesas de pessoal e encargos sociais; R$ 360,2 milhões, para despesas correntes; e R$ 70,2 milhões, para despesas de investimento. Além disso, o BC recebeu para o pagamento de precatórios R$ 30,6 milhões, que serão realizados pelos tribunais responsáveis. As informações constam no Boletim de Execução Orçamentária 2019 da instituição.

De acordo com o banco, a autarquia gasta R$ 384 mil por ano com a biblioteca. Esse valor equivale, portanto, a 0,01% do orçamento inicial do BC destinado pela LOA em janeiro deste ano. A despesa se refere, primordialmente, ao contrato de administração de todo o acervo bibliográfico do Banco Central com a empresa especializada na manutenção do espaço e com a presença de cinco auxiliares e de um bacharel em biblioteconomia, conforme exige a legislação em vigor.

 

Servidores e usuários reclamam

A Biblioteca do Banco Central iniciou seu funcionamento em 1959, no Rio de Janeiro, e foi instalada em Brasília no ano de 1972. Desde essa época, o ambiente oferece grande acervo bibliográfico, tanto aos servidores do órgão quanto a prestadores de serviço, estagiários, pesquisadores e estudantes.

Em 2013, também devido a um contingenciamento, o local foi fechado para o público externo, mas reaberto nove meses depois. Desta vez, o ambiente será totalmente interditado.

Formada em direito, Fernanda Ribeiro Ávila, 41, estuda para concurso há três anos. Desde então, é frequentadora assídua do espaço e diz estar “muito triste” com a decisão. “As instalações são excelentes, superconfortáveis. O acervo é grande, muito atualizado. Agora querem fechar, e a justificativa é que estão fazendo uma contenção de gastos, e a biblioteca não seria um serviço essencial”, disse.

Ao Metrópoles, uma servidora do banco que pediu para não ser identificada relatou que esta é a terceira vez que o órgão fechará a biblioteca local. “A primeira vez foi em 2013, mas ela continuou funcionando internamente. Depois, em 2017, tentaram de novo, mas conseguimos reverter a situação, após saírem algumas reportagens. Desta vez, falaram que vão fechar por causa de cortes orçamentários”, disse.

Ainda no início deste mês, ela e outros trabalhadores do órgão receberam a informação do fechamento do espaço. Agora, a servidora diz estar “batalhando para que isso não aconteça”.

Josias Carlos Dias Júnior, 17 anos, é filho de uma servidora do órgão e frequenta a biblioteca há quatro anos. Estudante do terceiro ano do ensino médio, ele é contra o fechamento do ambiente. “Enquanto minha mãe trabalha, eu estudo. Acho melhor que o ambiente escolar, que é muito barulhento”, comentou.

Para o rapaz, o ambiente tranquilo da biblioteca é favorável à aprendizagem. “Aqui é muito bom de estudar. Já fiz vários amigos aqui e estudávamos juntos. Também tem uma sala para descanso. Acho que é essencial, sim, ter uma biblioteca: um local onde a gente pode aprender e estudar com tranquilidade”, disse.

ANA KAROLLINE RODRIGUES/METRÓPOLES

Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/apos-cortes-de-bolsonaro-biblioteca-do-banco-central-sera-fechada. Acesso em: 20 ago. 2018.

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Projeto distribui gratuitamente cinematecas e bibliotecas para escolas públicas do Rio de Janeiro

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TCE mostra 1/4 das escolas estaduais sem bibliotecas

O relatório descreve que, em algumas escolas, não há efetiva utilização do espaço por causa da desorganização do ambiente
TCE mostra 1/4 das escolas estaduais sem bibliotecas
Crédito da foto: Adival B. Pinto / Arquivo JCS

Um relatório divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) mostra um quadro deficitário na educação paulista. No exercício de 2018, a inspeção in loco, realizada em 133 escolas no Estado, aponta que 34 unidades de ensino fundamental não possuem bibliotecas/salas de leitura, o que representa 25% do total, ou seja, um quarto. O relatório descreve que, em algumas escolas, não há efetiva utilização do espaço por causa da desorganização do ambiente ou, às vezes, por falta de projeto pedagógico que integre atividades do professor para com o aluno. Além disso, 95% das 133 escolas estaduais do ensino fundamental e médio, fiscalizadas, não apresentaram laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros.

O levantamento destaca também que o laboratório de Ciências é o ambiente menos presente nas escolas. Em 82% das unidades de ensino, em relação aos anos iniciais, não há um espaço estabelecido para o estudo da matéria.

Disponível em: https://www.jornalcruzeiro.com.br/sorocaba/informacao-livre/tce-mostra-1-4-das-escolas-estaduais-sem-bibliotecas/. Acesso em: 10 ago. 2019.

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Lei que extingue Emplasa omite destino de acervo cartográfico

Associação de servidores tenta na Justiça reverter decisão; órgão reúne fotos, mapas e filmes sobre avanço do Estado

01 de julho de 2019 | 05h31

Emplasa

Mapas. Corredor da biblioteca da Emplasa, empresa que entrou na lista para privatização Foto: JF DIORIO / ESTADÃO

A menos de 300 metros do Pátio do Colégio, onde foi erguida a primeira construção da capital paulista, uma sala-cofre guarda um tesouro histórico de 180 mil produtos que documentam o crescimento demográfico do Estado e a transformação da Região Metropolitana de São Paulo na quarta maior do mundo. Composto por fotos aéreas, mapas, filmes e estudos acessados por quase 12 mil usuários, de 25 países, o acervo faz parte do patrimônio da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), que será extinta por determinação do governador João Doria (PSDB) para economizar R$ 40 milhões por ano em recursos do Tesouro.

Promulgada pelo tucano no dia 5, a lei que permite o fechamento da empresa – e a demissão dos seus 135 funcionários – não determina como nem onde a memória técnica reunida em mais de 45 anos será armazenada. Da mesma forma não deixa claro como se dará o acesso a esse material, hoje aberto ao público em uma biblioteca montada na sede da Emplasa. A indefinição é um dos argumentos usados pela associação dos funcionários em ação judicial que contesta os efeitos da proposta. Na semana passada, o pedido de liminar foi negado.

No processo, que ainda terá o mérito analisado, a associação que representa o quadro de pessoal alega que, durante a votação do projeto na Assembleia Legislativa, nem sequer se tratou sobre uma eventual transição do acervo material, imaterial e técnico do órgão. A estrutura existente hoje já consumiu R$ 25 milhões do orçamento estadual. Além da biblioteca e do acervo cartográfico, a Emplasa possui uma filmoteca.

Segundo a Secretaria de Governo, o órgão gera quase dez vezes mais despesas do que receitas. Ano passado, essa relação ficou em R$ 5,6 milhões de receita, para gastos de R$ 46 milhões. Assim, a economia poderia chegar a R$ 40 milhões anuais. A informação é contestada pela associação dos funcionários, que diz ter produzido, sem custo ao Estado, produtos cartográficos avaliados pelo mercado em R$ 645 milhões ao longo dos últimos sete anos.

Com a posse de Doria, as atribuições da Emplasa e toda a estrutura de governança metropolitana foram transferidas para a Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano, mas a empresa ficou sob o guarda-chuva da Secretaria de Governo, comandada pelo vice-governador Rodrigo Garcia (DEM). Em nota, a pasta afirma que a extinção não significará o fim das suas atividades, que serão incorporadas à Fundação Seade e ao Instituto Geográfico Cartográfico, apesar de nenhum dos órgãos ter a mesma expertise.

Atribuições da Emplasa estão nos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUIs)

Dentre as atribuições da Emplasa está a elaboração dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUIs) das regiões metropolitanas e aglomerados urbanos, conforme exigência do Estatuto da Metrópole. Até agora, apenas dois, dos nove programados, estão prontos e aguardando aprovação dos deputados – cabe ao governo enviá-los à Alesp via projeto de lei. Com a empresa desativada, o trabalho deve ser repassado a consultorias privadas.

Para a urbanista Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo, o fim da Emplasa, caso se confirme, poderia colocar em dúvida o planejamento metropolitano de longo prazo. “Não tem sido fácil atingir este objetivo, mesmo contando com enorme acervo técnico, de profissionais especializados que se formaram ao longo de décadas. Impensável abrir mão desta bagagem. Aperfeiçoar o sistema organizacional da empresa seria o esperado”, diz.

Relator do atual Plano Diretor de São Paulo, o também urbanista Nabil Bonduki (ex-vereador pelo PT) diz que a decisão de extinguir a Emplasa vai no caminho oposto ao que é feito nas principais metrópoles do mundo, onde a gestão urbana integrada é valorizada. “É urgente o governo abrir um amplo debate público para propor uma alternativa de governança metropolitana e regional.”

A Secretaria de Governo afirma não ver atualmente participação da Emplasa em nenhum dos grandes projetos de planejamento urbano da região metropolitana – cita, por exemplo, o Plano Integrado de Transporte Urbano (Pitu), organizado pela Secretaria de Transportes Metropolitanos, e trabalhos de habitação popular e gestão de águas, mas não menciona os PDUIs.

Apesar das críticas, o processo de liquidação já está definido. Segundo o governo, os funcionários serão desligados. “Até a extinção completa, a orientação é manter apenas os servidores estritamente necessários para o processo de liquidação. Serão mantidas as atividades que possuem função pública relevante, e executadas pela administração direta e autárquica quando não possam ser realizadas pela iniciativa privada”.

Quanto ao acervo técnico completo – que inclui os filmes, os estudos urbanos, mapas –, o Estado informou apenas que “está tomando as medidas para garantir a preservação do conhecimento gerado pela empresa ao longo dos anos”.

 

Governo projeta uma economia de R$ 40 mi por ano

O provável fechamento da Emplasa foi informado pela gestão João Doria já em 1º de janeiro, pegando de surpresa parte da equipe que ajudou a montar o plano de governo. Assim que tomou posse, o governador assinou projeto que permite ainda a extinção, fusão ou incorporação de outras cinco empresas: Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), Companhia de Processamento de Dados do Estado (Prodesp), Companhia Paulista de Obras e Serviços (CPOS), Imprensa Oficial e Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp).

Com ex-dirigentes investigados por corrupção e contratos sob suspeita de irregularidades, a Dersa foi retirada da proposta antes de ir à votação.

Na lei promulgada em 5 de junho, o governo ressalta que a medida, se tomada, visa a eficiência da máquina pública. No caso da Emplasa, a Secretaria de Governo afirma que serão economizados, além dos R$ 40 milhões anuais empenhados com a estrutura e pessoal, espaços nos edifícios Cidade 1 e Cidade 4 (usados como sede para secretarias estaduais no centro da capital) para outros órgãos públicos que deixarão de pagar aluguel.

Disponível em: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lei-que-extingue-emplasa-omite-destino-de-acervo-cartografico,70002897725?fbclid=IwAR2bF9CbA12VYo9x3NM9uLCu88HYRVozTgXaPwQp5YEPSD9088TFw0tavqI. Acesso em: 4 jul. 2019.

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Centro de Coworking para a Biblioteca Inverness

Um novo centro de coworking está pronto para ser aberto na Inverness Library, oferecendo espaço dedicado para escritórios de empresários e pequenas empresas.

A partir de 1º de julho, o hub oferecerá um mix de mesas fixas e hots, espaços para reuniões e áreas de convivência a preços acessíveis. O centro de Inverness faz parte da Scottish Coworking Network , que já tem centros de coworking dedicados na Dunfermline Carnegie Library , na Edinburgh Central Library e na Troon Library.

 

Apoiando Empreendedores e Start-ups

Scottish Coworking Network Logo na parede do Hub de Coworking

A Scottish Coworking Network foi criada pela SLIC com o apoio do governo escocês e visa dar aos empresários e empresas iniciantes um local para se encontrarem e trocarem ideias.

Os membros da rede poderão reservar uma mesa comum ou fixa em Inverness a partir de £ 35 por mês (mais IVA). Eles também podem acessar mesas em outros centros de coworking do SCN em toda a Escócia gratuitamente.

Pamela Tulloch, presidente-executiva da SLIC, explicou: “As bibliotecas públicas da Escócia oferecem o ambiente perfeito para apoiar os aspirantes a empreendedores. As bibliotecas estão localizadas no coração das comunidades, estão conectadas e oferecem uma abundância de informações e recursos.

“Os centros oferecem acesso igual a uma estrutura de apoio que ajudará as pessoas a transformar suas paixões e ideias em empregos sustentáveis. Eles são ideais para pequenos comerciantes e aqueles que podem estar atualmente executando uma pequena empresa a partir de sua cozinha ou mesa de jantar.

“Este projeto é mais uma demonstração do papel em mutação das bibliotecas públicas e como os serviços estão se transformando para garantir que atendam às necessidades das comunidades modernas.”

 

Como entrar

Um total de 12 mesas fixas e cinco mesas comuns estão disponíveis na biblioteca de Inverness, bem como uma área flexível de reunião e espaço para reuniões. Os membros da Scottish Coworking Network também poderão participar de eventos de desenvolvimento profissional e participar de um fórum on-line que oferece suporte a redes e colaboração.

Para saber mais sobre o novo hub do SCN na Inverness Library, e para reservar um tour gratuito pelas instalações, você pode visitar o site da Scottish Coworking Network.

 

Tradução livre do texto Coworking Hub for Inverness Library em 17 de junho 2019.

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McDonald’s reforma biblioteca de associação

A Associação de Acolhimento Bom Pastor, que fica no bairro Jardim Novo Horizonte em Jundiaí, reinaugurou neste sábado (11) a sua biblioteca, que foi reformada com recursos doados pelo McDonald’s. A entidade existe há 19 anos e recebe diariamente cerca de 50 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade para atividades de contraturno escolar. O trabalho também abrange as famílias dos jovens atendidos com programas profissionalizantes.

A iniciativa da reforma do espaço partiu de Silmara Nadal Pedro, que trabalha na área de Supply Chain do McDonald’s Brasil e inscreveu o projeto na Gincana Bom Vizinho, ação interna da rede que incentiva os colaboradores a participarem de iniciativas que apoiam as comunidades. “Eu já atuava como voluntária na Associação de Acolhimento Bom Pastor e eles realizam um trabalho muito importante com centenas de famílias de bairros onde 90% das pessoas vivem em situação precária”, explica Silmara.

A Gincana Bom Vizinho, que completa 17 anos em 2019, ganhou no ano passado novas possibilidades, dando mais protagonismo para funcionários liderarem e sugerirem auxílio a projetos além dos já existentes. Nessa categoria especial, a ideia aprovada ganha o apoio financeiro da marca em até R$ 5 mil reais, como foi o caso da Associação de Acolhimento Bom Pastor. “Indicamos a entidade para participar da seleção do projeto e ela foi contemplada com o recurso para reformar a biblioteca, que estava em situação muito ruim. O McDonald’s acredita na importância da leitura como contribuição para o desenvolvimento intelectual e essa iniciativa reforça isso”, completa Silmara.

Com o recurso, foi feita a limpeza e pintura do espaço, instalação de prateleiras, colocação de mesas, cadeiras, pufes e caixas organizadoras, aquisição de novos livros e brinquedos para diferentes faixas etárias, além de contemplar a festa de inauguração.

A Associação realizou ainda um concurso interno para escolher um nome para a nova biblioteca. “Durante a cerimônia no sábado, entregamos um certificado e um livro para a Thainara Sthefany Vieira dos Santos Silva, pois ela ganhou a competição que deu ao espaço o nome de ‘Bompasteca’. Foi emocionante”, conta o responsável administrativo da Associação de Acolhimento Bom Pastor, Valter Monteiro Santos.

Além da premiação, o evento contou ainda com a participação do grafiteiro Junior Trezzi, que fez a pintura de uma das paredes da biblioteca com o novo nome.

T_bomvizinho

Disponível em: <http://www.jj.com.br/jundiai/mcdonalds-reforma-biblioteca-de-associacao/&gt;. Acesso em: 15 maio 2019.

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