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4 buscadores que todo bibliotecário deve conhecer

Exalead é um buscador menos conhecido dos que os maiores da web, mas destaca-se por possuir recursos de busca avançadas diferenciados para motores de busca. Continuar lendo

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Criado por bibliotecário, Portal Jurídico reúne conteúdo da área do Direito

Criado pelo bibliotecário da UFJF, Sérgio Crisóstomo dos Reis, o portal traz também informações sobre metodologia científica, como manual de normatização, dicas para fichamentos e modelo de monografia formatado de acordo com a ABNT. Aborda ainda aspectos específicos da própria biblioteca, entre eles, as bases de dados digitais.

“Verifiquei que as informações jurídicas estavam dispersas e tive a ideia de reuni-las em um único lugar”, diz Sérgio dos Reis. Na gestão da Biblioteca da Faculdade de Direito, ele oferece treinamento para os todos os calouros e que algumas dúvidas ainda permaneciam durante o curso. “Acredito que o site proporciona celeridade para os usuários de todo tipo nas operações relacionadas ao Direito.”

Outras informações: (32) 2102-3505 / Portal Jurídico

Disponível em: <http://www.ufjf.br/noticias/2016/06/15/criado-por-bibliotecario-portal-juridico-reune-conteudo-da-area-do-direito/>. Acesso em: 27 jun. 2016

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Meditações sobre um manifesto bibliotecário

Bibliotecários, não sei se irão às ruas por uma causa profissional, mas em meio a tantas e diárias manifestações, no mínimo há que se pensar um pouco em algumas questões, para o bem do presente e do futuro de nossa profissão.

Estamos subordinados às editoras, e por editoras me refiro a grandes conglomerados, nacionais e estrangeiros, que dominam as publicações que abastecem nossas  instituições. Publicações essas que formam e formarão a mentalidade da população de hoje e de amanhã. Eis aí nossa responsabilidade: lutar pela diversidade do mercado editorial, isto é, das ideias em circulação. Mais do que isso: lutar pela diversidade de conteúdo, tendo em vista que não há mais suporte em que a informação não possa ser registrada.

Falando em suporte, lembremo-nos dos e-books, os tais aparatos/artefatos/dispositivos ou o nome que queira dar ao objeto da última moda em leitura digital (novamente falando sobre o suporte: a leitura digital já era feita em nossos computadores, notebooks, etc.; os e-books são mais uma opção). Mas não nos alegremos tão rapidamente achando que isso vai resolver os muitos problemas com a leitura em nosso país (irônico, como se “muitos” coubesse numa palavra tão pequena). Aqui, mais uma vez, estamos de mãos atadas tanto pelas mesmas empresas como por novas, que poderão subordinar seus aparatos aos seus formatos proprietários de arquivos, impondo-nos seus nefastos contratos, embora aparentemente estejam ocorrendo mudanças nesse sentido.

Não bastasse isso, estamos viciados em  um (poderíamos ser viciados pelo menos nos três) buscador. Aqui também existe um pequeno grupo que domina o mercado de buscas online e com o qual deve-se conviver, pois não já não nos imaginamos sem buscadores, tal como não podemos viver sem oxigênio. Aqui a nossa luta deve-se começar já na infância, na alfabetização informacional, embora eu acredite que enquanto a geração digital não assumir as bibliotecas, isso não vá se concretizar de fato, pois para ela o digital será o que para nós são os buscadores e o oxigênio. Claro que pode haver casos de sucesso, ensinando pesquisa escolar aqui, como usar a Internet ali. Mas ainda é muito pouco. Há que se mostrar o amplo acervo e as muitas formas de se navegar nessa Biblioteca de Babel contemporânea, a Internet.

Não bastasse isso, temos uma lei de direitos autorais sofrível. Nascida quase no mesmo período em que a Internet se tornou pública no Brasil, tentou satisfazer editores e autores. Em vão. Hoje, os editores não sabem como reagir frente ao movimento de autopublicação na Web, enquanto que os autores são iludidos pela possibilidade de serem lidos, sendo que a Internet é uma terra de ninguém. Feliz ou infelizmente.

Pior (pior?): nunca o tema do plágio fez-se tão presente. De norte a sul do planeta. Já são públicos os casos de dirigentes de nações de várias partes do globo que  tiveram seus títulos acadêmicos cassados por plágio, o que não acredito que ocorrerá em terra brasilis. Desculpem, não acredito mesmo, estejam vocês nas ruas ou não. Não depois de casos de avacalhação do Currículo Lattes, iniciativa única no mundo, tal como o Scielo, ambas brasileiras, e só por isso devemos nos orgulhar. Só por serem brasileiras. E não por termos conhecimento de Currículos Lattes forjados em nome de terceiros, ou com publicações inexistentes, informações falsas e incompletas, qualquer cerca de praça que é contada como projeto…

Esses são, bibliotecários, alguns dos motivos que penso que podem nos incitar para irem às ruas. Não sei o quanto isso nos incomoda, pois não tenho conhecimento de discussões constantes sobre esses e outros assuntos que as vezes me pego pensando. Será que a hora não seria agora e o lugar aqui?

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Busca especializada desafia o Google

Se você precisar de um café com leite, pegue o seu telefone, abra o aplicativo Yelp e procure um café perto de você. Se quiser comprar uma máquina para café expresso, muito provavelmente procurará no Amazon.com. Caso qualquer dessas hipóteses ocorra, o Google perderá um cliente.

O Google continua sendo o “rei” das busca, com cerca de dois terços do mercado. Mas o que está mudando é a natureza da busca, principalmente porque cresce continuamente o número de pessoas que procuram o que desejam comprar, comer ou aprender em seus aparelhos móveis. Isto coloca o próprio setor de buscas, que movimenta US$ 22 bilhões, em sua mais significativa encruzilhada desde que foi inventado.

Os consumidores não querem mais vasculhar a internet como o índice de um livro – descobrindo links em que aparece uma determinada palavra-chave. Eles querem novos tipos de busca mais diretos, como em sites específicos como Yelp, TripAdvisor ou Amazon, tentando afastar-se do domínio do Google. O Google e seus concorrentes tentam aperfeiçoar o conhecimento e a compreensão para responder a indagações específicas, não apenas para indicar aos usuários a direção certa.

“O que as pessoas querem de nós é: ‘Vocês fazem uma pergunta muito simples e terão uma resposta muito simples’”, disse Oren Etzioni, professor da Universidade de Washington que ajudou a fundar algumas empresas de busca de compras e de passagens aéreas. “Não queremos os dez links azuis naquela tela pequena. Queremos saber onde fica o local mais próximo para comer sushi, fazer uma reserva e ir até lá.”

Especialização. Os usuários ficam perdidos com a quantidade de informações da web – o Google afirma que existem 30 trilhões de endereços na rede, em comparação com 1 trilhão há cinco anos – e esperam que os seus computadores e telefones se tornem mais inteligentes e façam muitas coisas mais para eles. Grande parte dos novos esforços são serviços que as pessoas sequer imaginam como motores de busca.

A Amazon, por exemplo, detém uma parcela superior à do Google em buscas de compras. Em sites como Pinterest e Polyvore, os usuários reúnem seus conteúdos favoritos depois de buscar em toda a web, para obter resultados rápidos para “vestido de renda”, por exemplo. Nos smartphones, as pessoas não procuram no Google, vão diretamente para os aplicativos Kayak ou Weather Underground. Outros aplicativos enviam informações às pessoas sobre trânsito ou voos atrasados.

As pessoas usam o YouTube para buscar coisas como aprender a dar o nó na gravata, o Siri para buscas em seus iPhones, mapas online para encontrar locais e o Facebook para encontrar coisas de que os amigos gostam.

E serviços como LinkedIn Influencers e Quora tentam ser recursos diferentes dos motores de busca – lugares para o usuário encontrar conteúdo especializado de alta qualidade e não ter de procurar em toda a rede. No Quora, perguntas como: “Como era trabalhar com Steve Jobs?” são respondidas por pessoas que o conheceram de perto, algo que o Google não pode fazer.

“Existe muita pressão para que os motores de busca deem resultados mais específicos e mais relevantes”, disse Shar VanBoskirk, analista da Forrester. “Os usuários não precisam de links para as páginas da internet. Precisam de respostas, soluções, informações”. Mas o Google continua sendo o concorrente a ser derrotado, enquanto os sites alternativos de busca se tornam populares.

“Eles são a loja na qual você entra aqui e ali”, disse Danny Sullivan, editor do blog Search Engine Land. Entretanto, a promessa de busca é tão grande que a Microsoft insiste na manutenção do Bing, uma operação deficitária. A Microsoft – que em fevereiro detinha 17% do mercado – disse que considera a busca essencial para os seus outros produtos, do console de game Xbox aos telefones.

E há ainda muito dinheiro a ganhar como o vice-líder de mercado. “Milhões de pessoas por dia dizem exatamente o que querem. Se você é um anunciante, este é um veículo maravilhoso”, disse Sullivan.

A eMarketer calcula que o Google ganhe cerca de 75% das receitas obtidas com os gastos com anúncios de busca. No entanto, segundo algumas indicações, o comportamento de busca das pessoas está mudando, e isso trará consequências para estas companhias.

As buscas nos serviços tradicionais, dominados pelo Google, caíram 3% no segundo semestre do ano passado depois de subirem durante anos, segundo a comScore. Por outro lado, as buscas em sites específicos, conhecidos como motores de busca verticais, subiram 8%.

No primeiro trimestre, os gastos com anúncios de busca caíram 1%, uma redução significativa para o Google, afirma a IgnitionOne, companhia de marketing digital. No ano passado, o Google perdeu uma parcela do mercado de anúncios de busca, informou a eMarketer, caindo de 74% para 72,8%.

Este ano, os gastos com anúncios em motores de busca tradicionais deverão crescer mais lentamente do que os gastos com anúncios online em geral – uma verdadeira reviravolta em relação à realidade do mercado até o ano passado, de acordo com a eMarketer.

O Google está ciente de que a mudança está em curso e não quer ficar para trás. A companhia está introduzindo mais mudanças em suas ofertas de busca e a um ritmo mais acelerado do que tem feito nos últimos anos. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-tecnologia,busca-especializada-desafia-o-google,149729,0.htm>. Acesso em: 6 abr. 2013.

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Mecanismo de busca identifica contexto, opinião e ajuda a prever o futuro

Informações contextualizadas
Inspirados pelas ideias propostas por um bibliotecário indiano há quase um século, uma equipe europeia desenvolveu um novo sistema de buscas para a internet que leva em conta fatores como opinião, contexto, tempo e localização.
A nova tecnologia, que promete chegar ao mercado rapidamente, consegue mostrar tendências na opinião pública sobre um determinado assunto, companhia ou pessoa, e como essa tendência muda com o tempo.
A equipe do projeto LivingKnowledge (conhecimento vivo, em tradução livre) acredita que seus algoritmos permitirão até mesmo fazer previsões sobre o futuro.
“Faça um busca pela palavra ‘clima’ no Google, ou em outro motor de busca qualquer, e o que você receberá de volta será basicamente uma lista de resultados que caracterizam a palavra: não há categorização, nenhuma ordem específica, nenhum contexto.

“Os motores de busca atuais não levam em conta as dimensões da diversidade: fatores como quando a informação foi publicada, se há uma tendência de favorecer uma ou outra opinião, quem publicou e quando,” explica Fausto Giunchiglia, professor de ciência da computação na Universidade de Trento, na Itália.
Google da diversidade
Mas será que a tecnologia de buscas na internet poderá ser capaz de abarcar a diversidade? Poderá um mecanismo de buscas dizer-lhe, por exemplo, como a opinião pública sobre as mudanças climáticas mudaram na última década? Ou como a temperatura poderá estar daqui a um século, agregando estimativas atuais e do passado a partir de fontes diferentes?
Giunchiglia garante que não apenas é possível, como isso já pode ser feito a partir dos resultados do projeto.
Os pesquisadores foram buscar inspiração no sistema de classificação de livros criado por Sirkali Ramamrita Ranganathan nos anos 1930, que permite atribuir múltiplas características a um livro, revista ou artigo.
Em vez de uma posição taxonômica fixa, o sistema permite, por exemplo, que um texto sobre os efeitos das mudanças climáticas na agricultura escrito no Brasil em 2010 seja classificado como “Geografia; Clima; Mudança Climática; Agricultura; Pesquisa; Brasil; 2010”.
O que os cientistas fizeram foi transformar o pseudo-algoritmo de Ranganathan em um algoritmo codificado em um programa para minerar dados na internet.
Isso permite extrair de cada texto um significado e um contexto, associando-lhe as chamadas “facetas” da classificação bibliográfica. “E usar essas facetas para estruturar a informação com base nas dimensões da diversidade,” completa o professor Giunchiglia.
Conhecimento aberto
O programa básico será disponibilizado como software de código aberto, e vários parceiros do projeto LivingKnowledge afirmaram que pretendem implementar a tecnologia em produtos comerciais.
O professor Giunchiglia, por sua vez, anunciou que pretende criar uma fundação sem fins lucrativos para implementar os resultados do projeto, um de cada vez, conforme surjam demandas para isso.

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Amplie suas opções de buscadores

Um dos artigos mais populares na nossa coleção NewsBreaks/NewsLink Spotlight é 1º de abril de 2010, “Buscadores alternativos oferecem opções ricas.” Desde que as coisas mudaram consideravelmente nos últimos 2 anos eu decidi que era hora de olhar para algumas das opções mais úteis para buscadores. Enquanto o Google continua dominando o mercado de buscas, algumas pessoas empreendedoras continuam a procurar alternativas – para características adicionais, preferências de interface, para evitar o spam ou por razões de privacidade e segurança.

Continue a ler o original em inglês no Information Today: Expand Your Search Engine Options, onde é apresentado alguns buscadores não muito conhecidos no Brasil, creio eu, como o DuckDuckGo e Blekko.

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Cuil encerrou suas atividades

O buscador Cuil, que foi citado em outro post deste blog, encerrou suas atividades em setembro deste ano. O motivo ainda é desconhecido, já que a empresa não se pronunciou oficialmente. Veja notícias relacionadas neste fórum e nesta notícia. O fato também foi divulgado no site TechCrunch.

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