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Bolsa FAPESP de treinamento técnico em ciência da informação

Bolsa FAPESP de treinamento técnico em ciência da informação

Bolsista dará apoio à implantação de plataformas baseadas em software livre para permitir o uso de repositórios digitais na Unifesp (imagem: Pixabay)

 

Agência FAPESP – Uma vaga de treinamento técnico nível três (TT-3) com bolsa da FAPESP está disponível para o projeto “A universidade do futuro e o futuro da universidade: uma estratégia para o NIT no contexto da inovação tecnológica a partir das parcerias e da interdisciplinaridade”, vinculado ao Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI) e coordenado pelo professor Luiz Eugênio Araújo de Moraes Mello, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O prazo de inscrição termina no dia 15 de outubro de 2019.

O bolsista dará apoio às atividades de implantação de plataformas baseadas em software livre para viabilizar o uso de repositórios digitais na Unifesp, garantindo a preservação do seu acervo.

Os repositórios digitais são bases de dados on-line que reúnem de maneira organizada a produção científica de uma instituição, armazenando arquivos de diversos formatos.

Serão objetivos do bolsista: atuação nas plataformas DSpace, Dataverse, OJS e LOCKSS, garantindo à segurança de acesso, espaço de armazenamento e escalabilidade; uso de ambientes baseados em máquinas virtuais em ambientes GNU/Linux; automatização de tarefas e rotinas com scripts; e processos de atualização com versionamento e apoio documental.

O candidato deve ter graduação completa. É desejável conhecimento nos sistemas operacionais GNU/Linux, em protocolos de rede e em noções de programação e linguagens de Script (Bash, PHP).

A inscrição pode ser feita pelo e-mail alexsandro.carvalho@unifesp.br. Mais informações sobre a vaga: www.fapesp.br/oportunidades/3212.

A Bolsa de TT-3 tem valor de R$ 1.228,40 mensais. É direcionada a graduados do nível superior, sem reprovações no histórico escolar e sem vínculo empregatício. A dedicação deverá ser de 16 a 40 horas semanais às atividades de apoio ao projeto de pesquisa. O tempo de bolsa TT-3 será descontado no caso de o interessado vir a usufruir de Bolsa de Mestrado ou Doutorado Direto.

Mais informações sobre as bolsas de Treinamento Técnico da FAPESP: www.fapesp.br/bolsas/tt.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.fapesp.br/oportunidades.
Disponível em: http://agencia.fapesp.br/bolsa-fapesp-de-treinamento-tecnico-em-ciencia-da-informacao/31637/. Acesso em: 9 out. 2019.

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MIT lança Relatório sobre Comunicação Acadêmica e Ciência da Informação

Esta matéria é baseada na postagem de Lisa Peets intitulada MIT’s Grand Challenges Issues Final Report, no Library Journal Blog de Janeiro de 2019 [1].

Em março de 2018, as Bibliotecas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) organizaram uma cúpula de trabalho sobre os Grandes Desafios em Ciência da Informação e Comunicação Científica, convidando especialistas de todo o mundo para identificar problemas críticos em ciência da informação que pudessem ser resolvidos dentro de dez anos, com amplas implicações para toda a comunidade acadêmica. A Grand Challenges Summit consistiu em três workshops consecutivos que examinaram a descoberta acadêmica, curadoria e preservação digital, e academia aberta.

Após um período de revisão, em que as notas dos participantes da cúpula foram condensadas e refinadas em um rascunho público e os membros da comunidade foram incentivados a comentar e fornecer feedback, os resultados foram redigidos em um white paper final A Grand Challenges-Based Research Agenda for Scholarly Communication and Information Science.[2] O relatório foi lançado em 18 de dezembro de 2018.

O prefácio do white paper declara: “este relatório descreve uma visão para um futuro mais inclusivo, aberto, equitativo e sustentável para a academia; caracteriza as barreiras técnicas, organizacionais e institucionais centrais para esse futuro; descreve as necessidades das áreas de  pesquisa para avançar nesse futuro; e identifica vários problemas de pesquisa direcionados ao ‘grande desafio’ para a geração de conhecimento. ”É menos uma recapitulação da cúpula do que um esboço de áreas potenciais para mudança e os possíveis caminhos que podem colocar essas mudanças em ação na próxima década. “

Ainda segundo o Relatório, “Apesar da promessa contraditória das tecnologias de internet para a acessibilidade e a democratização, o ecossistema de conhecimento acadêmico de hoje e os ambientes de compartilhamento de informações são atormentados pela exclusão; iniquidade; ineficiência; elitismo; aumento de custos; falta de interoperabilidade; ausência de sustentabilidade e/ou durabilidade; promoção de interesses comerciais e não públicos; opacidade em vez de transparência; acumulação em vez de compartilhamento; e uma miríade de barreiras nos níveis individual e institucional em relação ao acesso e participação. Apesar, ou talvez por causa do leque de perspectivas representadas, os participantes da cúpula concordaram que a nossa visão comum era de um ambiente de informação global que assegurasse um acesso duradouro e aberto, acesso global equitativo e significativo ao consumo e à criação de conhecimento em suas diversas formas.

Essa visão requer a centralização de comunidades produtoras de conhecimento em todo o mundo em uma rede global de parcerias, onde todos trabalhamos em prol de um ecossistema de conhecimento acadêmico mais inclusivo, equitativo, confiável e sustentável – e um registro acadêmico durável e baseado em evidências.

A visão é criar uma infra-estrutura poderosa para apoiar comunidades locais e organizações onde as pessoas possam criar, compartilhar, avaliar, aprender e interpretar informações em pequenas e grandes escalas sem barreiras ou medo de perder conhecimento, a fim de apoiar os estudos acadêmicos em andamento. Alcançar essa visão exigirá enfocar não apenas os sistemas e processos existentes de compartilhamento e produção de conhecimento, e reconhecer como alguns participantes e formas de conhecimento são atualmente privilegiados mas também avaliar criticamente interesses institucionais que contribuem para o estado atual.” 

VISÃO PARA BIBLIOTECAS

O conceito da cúpula teve origem no relatório do MIT sobre o Futuro das Bibliotecas, lançado em outubro de 2016. A força-tarefa de 30 pessoas, organizada pela diretora de bibliotecas do MIT, Chris Bourg, reuniu informações sobre como as Bibliotecas do MIT devem evoluir e alcançar sua visão como plataformas globais abertas para o conhecimento, e servir como líderes na reinvenção da biblioteca acadêmica de pesquisa. Das recomendações na conclusão do relatório, a final afirmou: “As bibliotecas devem se tornar um centro de pesquisa e desenvolvimento, alimentando a experimentação ousada e novas respostas aos grandes desafios enfrentados pelas bibliotecas de pesquisa e pela comunicação acadêmica”.

“As universidades de pesquisa estão entre as instituições humanas mais longevas. Bibliotecas universitárias e arquivos de pesquisa são amplamente confiáveis ​​como administradores permanentes do registro acadêmico e base de evidências científicas dentro dessas instituições, e as bibliotecas e arquivos possuem perícias e infraestruturas altamente refinadas para organização, disseminação e preservação do conhecimento. Além disso, os grandes desafios identificados acima provavelmente serão resolvidos apenas por meio de uma abordagem interdisciplinar. As bibliotecas são, por design, interdisciplinares e, na prática, confiáveis ​​como corretores honestos de conhecimento.”

Em outras palavras, Bourg afirmou: “A força-tarefa percebeu que, ao tentar projetar uma futura biblioteca e um futuro para comunicações acadêmicas, há muitas perguntas não respondidas – há pesquisas necessárias para tomar decisões inteligentes sobre o caminho a seguir”. esse processo precisaria começar com um evento que trouxesse vozes de fora do MIT, a partir de uma gama diversificada de perspectivas e conhecimentos. (Bourg vinha defendendo esse tipo de indagação desde o início de seu trabalho no MIT há quase cinco anos).

Grande parte da discussão da cúpula envolveu a necessidade de examinar e desmantelar preconceitos preexistentes quando se tratava de como a informação é produzida, organizada, acessada, reunida, administrada e curada. “Quem são as pessoas que estamos procurando alcançar com nossas informações? – é uma parte crítica de todos esses esforços“.

A versão final do relatório dos Grandes Desafios expõe detalhadamente os desafios, visões e recomendações necessárias para criar um ecossistema de conhecimento acadêmico mais inclusivo, aberto, equitativo e sustentável. Uma área crítica para que essas mudanças ocorram é o papel das bibliotecas e arquivos como defensores e colaboradores . O relatório afirma, “Bibliotecários e arquivistas como profissionais, e bibliotecas e arquivos, como instituições, podem ir além da defesa de direitos para contribuir e colaborar para alcançar os desafios. Além disso, essas organizações podem atuar como agentes diretos de mudança ”.

== Referências ==

[1] PEET, Lisa. MIT’s Grand Challenges Issues Final Report. Library Journal Blog, Jan 24, 2019. Disponível em: https://www.libraryjournal.com/?detailStory=MIT-Grand-Challenges-Issues-Final-Report Acesso em: 28 jan. 2019.

[2] MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY (MIT). A Grand Challenges-Based Research Agenda for Scholarly Communication and Information Science. Cambridge, MIT 2018. Disponível em: https://grandchallenges.pubpub.org/pub/final Acesso em: 28 jan. 2019.

Disponível em: <http://www.sibi.usp.br/?p=31432>. Acesso em: 13 fev. 2018.

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Nota de falecimento – Professor Aldo Barreto

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Prof. Aldo Barreto

Fonte: http://www.ppgci.ufrj.br/docentes/aldo-de-albuquerque-barreto/

 

Aos pesquisadores, professores, funcionários do IBICT e demais instituições de ensino e pesquisa,  alunos e egressos do PPGCI ( IBICT-UFRJ), de outros Programas e profissionais  de informação do Brasil,

Soube somente hoje e comunico, com muito pesar, o falecimento do Professor Aldo de Albuquerque Barreto, no último dia 20 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Por mais de 30 anos  foi  pesquisador e professor do IBICT, exercendo essas funções no antigo Departamento de Ensino e Pesquisa. O Professor Aldo estava aposentado, foi Chefe desse Departamento e Coordenador da Pós-Graduação  em Ciência da Informação –PPGCI ( IBICT-UFRJ) por longo tempo, quando implantou o doutorado. Teve relevante atuação na formação de pesquisadores, ministrando aulas e orientando  mestres e doutores. Deixou significativa produção científica, publicada no Brasil e  no exterior e foi criador e editor do periódico eletrônico DataGramaZero,  por mais de 10 anos, além de ter exercido cargos como Presidente da ANCIB. Por todas  as suas inúmeras e diversificadas atividades, o Professor Aldo Barreto deixa rico  e precioso legado   para a área de Ciência da Informação  no Brasil.

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2018

Lena Vania Ribeiro Pinheiro, Coordenadora

Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação -COEPE,  IBICT

 

Fonte: mensagem divulgada na lista EDICIC em 26/02/2018.

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Seminário de Pesquisas em Ciência da Informação do PPGCI/USP

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30 maio 2017 · 9:49 pm

Resumo da Aula Magna “As tecnologias de informação e comunicação na perspectiva da Biblioteconomia e Ciência da Informação”

Semana BCI UFSCar 2016

Este ano a UFSCar realizou a “Semana de de Biblioteconomia e Ciência da Informação 2016” de 7  a 9 de março. No primeiro dia, a abertura do evento contou com a Aula Magna “As tecnologias de informação e comunicação na perspectiva da Biblioteconomia e Ciência da Informação” proferida pela Profª Drª Silvana Vidotti, da UNESP/Marília.

A professora iniciou sua aula com a apresentação de definições de termos como “tecnologia de informação e comunicação”e “sociedade da informação” com a intenção de introduzir o assunto. Baseada em Castells para abordar a sociedade da informação, a professora destacou que esse autor considera a revolução tecnológica como uma característica marcante dessa sociedade, pois aumentou o acesso e uso da informação. Apesar disso, na essência a tecnologia produz dados, e a informação surgirá na sequência, culminando com o conhecimento.

Também foi apresentado um estudo que mapeou a presença de disciplinas de tecnologias de informação e comunicação nos currículos dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia (VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio et al. Ensino de Tecnologias de Informação e Comunicação: um diagnóstico nos cursos de graduação em Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia do Brasil. 2014.). Nos dois primeiros destacam-se a pouca presença de conteúdo relacionado à acessibilidade e usabilidade, enquanto que no terceiro o destaque fica por conta da computação gráfica e museus digitais, visto que, em geral, a museologia trabalha com objetos tridimensionais e exige esse tipo de conhecimento para tratá-los adequadamente.

Temas como catálogos online e o mapeamento de dados dos usuários (como acontece na Amazon), a evolução da era do PC para a web 4.o, web semântica, experiência do usuário (além das plataformas, contempla conteúdo, usabilidade, acessibilidade, diferentes plataformas, funcionalidade, arquitetura de informação, estratégia de conteúdo), big data, linked open data, computação em nuvem, comunicação científica, técnica e artística cultural, ciência aberta e e-science, curadoria de dados, curadoria digital e ciência de dados foram abordados ao longo da palestra. Embora cada um tenha sido brevemente abordado, a ideia da aula foi atingida, que era apresentar as tecnologias de informação e comunicação no contexto bibliotecário, apresentando inúmeras frentes de trabalho e possibilidade de atuação profissional.

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Resumo da Aula Magna "As tecnologias de informação e comunicação na perspectiva da Biblioteconomia e Ciência da Informação"

Semana BCI UFSCar 2016

Este ano a UFSCar realizou a “Semana de de Biblioteconomia e Ciência da Informação 2016” de 7  a 9 de março. No primeiro dia, a abertura do evento contou com a Aula Magna “As tecnologias de informação e comunicação na perspectiva da Biblioteconomia e Ciência da Informação” proferida pela Profª Drª Silvana Vidotti, da UNESP/Marília.

A professora iniciou sua aula com a apresentação de definições de termos como “tecnologia de informação e comunicação”e “sociedade da informação” com a intenção de introduzir o assunto. Baseada em Castells para abordar a sociedade da informação, a professora destacou que esse autor considera a revolução tecnológica como uma característica marcante dessa sociedade, pois aumentou o acesso e uso da informação. Apesar disso, na essência a tecnologia produz dados, e a informação surgirá na sequência, culminando com o conhecimento.

Também foi apresentado um estudo que mapeou a presença de disciplinas de tecnologias de informação e comunicação nos currículos dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia (VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio et al. Ensino de Tecnologias de Informação e Comunicação: um diagnóstico nos cursos de graduação em Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia do Brasil. 2014.). Nos dois primeiros destacam-se a pouca presença de conteúdo relacionado à acessibilidade e usabilidade, enquanto que no terceiro o destaque fica por conta da computação gráfica e museus digitais, visto que, em geral, a museologia trabalha com objetos tridimensionais e exige esse tipo de conhecimento para tratá-los adequadamente.

Temas como catálogos online e o mapeamento de dados dos usuários (como acontece na Amazon), a evolução da era do PC para a web 4.o, web semântica, experiência do usuário (além das plataformas, contempla conteúdo, usabilidade, acessibilidade, diferentes plataformas, funcionalidade, arquitetura de informação, estratégia de conteúdo), big data, linked open data, computação em nuvem, comunicação científica, técnica e artística cultural, ciência aberta e e-science, curadoria de dados, curadoria digital e ciência de dados foram abordados ao longo da palestra. Embora cada um tenha sido brevemente abordado, a ideia da aula foi atingida, que era apresentar as tecnologias de informação e comunicação no contexto bibliotecário, apresentando inúmeras frentes de trabalho e possibilidade de atuação profissional.

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Ciência da Informação em Coimbra

Na última quinta-feira, 26/11/15, aconteceu na UFSCar a palestra intitulada “A pesquisa e a pós-graduação em Portugal no contexto da Ciência da informação: aproximando as fronteiras” proferida pela Profa. Dra. Maria da Graça Melo Simões da Universidade de Coimbra, Portugal. Essa palestra fez parte do VI SABER CIENTÍFICO: Edição especial internacional, organizado pelo grupo PET – BCI UFSCar, dentro do evento Simpósio de Pesquisa e Internacionalização da Ciência da Informação.

Basicamente, a Profª Graça apresentou como é a cidade de Coimbra e o curso de Ciência da Informação na universidade. A cidade, basicamente, é universitária e toda a vida econômica, social e cultural de Coimbra gira em torno de sua universidade. A universidade começou no ano 1290 do século XIII e uma curiosidade sobre as bibliotecas universitárias europeias é que muitas foram formadas a partir dos acervos dos monastérios e também com livros da nobreza. A história da universidade pode ser lida no Wikipedia. O curso é composto de ciclos, o que para nós equivale às etapas de formação: 1º ciclo = graduação, 2º ciclo = mestrado e 3º ciclo = doutoramento (ou doutorado, para os brasileiros).

Em relação aos estudantes internacionais, existem duas modalidades: estudantes de mobilidade, que são não pagam as taxas da universidade, arcando apenas com custos de alimentação, moradia e outros fixos e variáveis; e estudantes internacionais, que pagam a taxa de 7.500 euros anuais além dos demais custos citados anteriormente. O sistema de graus é denominado Sistema Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) e os cursos não possuem carga horária porque são baseados nesse sistema. A licenciatura possui  180 ECTS, o mestrado possui 120 e o doutorado, 240. Ainda existe a possibilidade do aluno fazer uma especialização, dividida como segue: Área de Iniciação (18 ECTS), Área de Especialização (108 a 132 ECTS), Área de Concentração Complementar (30 ECTS) e Área de Formação Geral (0 a 24 ECTS), nas quais ele deve escolher e estudar pelo menos três disciplinas obrigatórias de um total de doze oferecidas.

Outras informações podem ser obtidas diretamente no site do curso e dúvidas também podem ser encaminhadas para a Profª Graça no link indicado.

 

 

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