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Propesp apoia criação de PPG em Ciência da Informação

Em reunião realizada nesta quarta-feira, dia 9, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Pará (Propesp/UFPA), Emmanuel Tourinho, recebeu o grupo de trabalho responsável pela elaboração da proposta do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. A iniciativa de criar um curso de mestrado acadêmico é das Faculdades de Biblioteconomia e Arquivologia, do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA) da UFPA.

Além do Grupo de Trabalho, formado pelos professores Hamilton Oliveira, Marise Conduru, Lucivaldo Barros, Maria Izabel Arruda, Roberto dos Santos Junior e Thiago Barros, participaram da reunião o diretor-geral e o diretor-adjunto do ICSA, professores Carlos Maciel e Manoel Farias, respectivamente. Eles apresentaram a proposta e, após a discussão, receberam orientações para a elaboração do projeto, como o levantamento de dados do corpo docente e das possibilidades de convênio com outras instituições da região para a formação dos grupos de pesquisa do programa.

Durante o encontro, o pró-reitor Emmanuel Tourinho manifestou o apoio institucional à elaboração da proposta de curso. “A Instituição tem interesse de que essa iniciativa prospere e nós temos meios para que isso aconteça. Precisamos apenas cumprir uma série de etapas e estamos, hoje, dando a largada com essa reunião”, pontuou.

O professor Hamilton Oliveira disse que a intenção de oferecer o curso é antiga, mas as condições para isso surgiram somente agora, com a contratação de novos professores com titulação. “O que percebemos na reunião de hoje é que vamos contar com um apoio institucional forte para desenvolver este projeto e com as orientações que nós avaliamos que são necessárias. Também iremos buscar parcerias que fortaleçam o projeto”, afirmou.

A professora Marise Conduru também saiu otimista da reunião. “Foi excelente, pois o professor Emmanuel nos deu todo apoio e os caminhos para a construção dessa proposta de mestrado. Agora teremos como missão fazer toda a avaliação e sustentação dessa nossa proposta”, disse.

Interdisciplinaridade – De acordo com o professor Hamilton Oliveira, a proposta do mestrado em Ciências da Informação tem como público-alvo prioritário os egressos dos cursos de Arquivologia e Biblioteconomia, mas, por ser de caráter interdisciplinar, atenderá aos profissionais de áreas afins, como Comunicação, Computação, Administração, Tecnologia, entre outras. “O Mestrado em Ciências da Informação contemplará estudos sobre os ciclos informacionais que dão suporte a setores da sociedade de muita relevância, como a área ambiental, educacional e a ciência, de um modo geral. E no Brasil, todos os cursos de Ciência da Informação têm a característica da interdisciplinaridade e, portanto, permite acolher profissionais de áreas próximas”, destacou.

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Adolfo Lemos

Disponível em: <http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=10749>. Acesso em: 10 set. 2015.

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UFSC terá novo curso na área de Ciência da Informação em 2016

A partir de 2016, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) terá um novo curso: Bacharelado em Ciência da Informação. Com período integral e duração de seis semestres, ele será ministrado no Centro de Ciências da Educação (CED). Estão sendo ofertadas 20 vagas para o primeiro semestre – 16 delas via concurso Vestibular UFSC 2016, e quatro pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Os laboratórios serão compartilhados com os cursos de Biblioteconomia e Arquivologia. Espaços profissionais como parques tecnológicos, incubadoras e centros de inovação também farão parte do ambiente do curso; além disso, novos laboratórios de Empreendedorismo e Inovação devem ser implementados a partir do próximo ano.

O objetivo do curso é formar profissionais empreendedores capazes de identificar, desenvolver e implantar soluções inovadoras, integradas e colaborativas em informação. O campo de trabalho na área é amplo, compreendendo a atuação em empresas públicas e privadas, banco e bases de dados eletrônicos e digitais, portais de conteúdo e de acesso na rede global e em redes institucionais internas.

A demanda pelo profissional de Ciência da Informação responde ao crescimento do setor tecnológico de Santa Catarina. As cidades de Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis e Joinville concentram mais de 1.800 empresas de tecnologia. De acordo com relatório da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), essas empresas alcançam, juntas, faturamento superior a R$ 3 bilhões e geram diretamente cerca de 20 mil empregos.

Currículo do curso

A página institucional e currículo do curso serão disponibilizados em breve. Dúvidas podem ser encaminhadas ao chefe do Departamento de Ciência da Informação, William Barbosa Vianna, pelo e-mail

Eduarda Hillebrandt/Estagiária de Jornalismo/Agecom/UFSC

Disponível em: <http://noticias.ufsc.br/2015/09/ufsc-tera-novo-curso-na-area-de-ciencia-da-informacao-em-2016/>. Acesso em: 3 set. 2015.

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Prazo para inscrições no Prêmio Emerald/Capes 2015 encerra no dia 30 de agosto

Qua, 26 de Agosto de 2015

Prêmio Emerald Capes 2015 (Imagem: Emerald e Capes)Os interessados em participar da edição 2015 do Prêmio Emerald/Capes têm até o dia 30 de agosto para efetivar a inscrição. As categorias a serem avaliadas são Ciência da Informação (inscrições aqui) e Administração & Gestão (inscrições aqui). A iniciativa – parceria da Emerald Group Publishing Limited e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – objetiva estimular o acesso ao Portal de Periódicos e incentivar a realização de projetos de pesquisa nas áreas indicadas.

A premiação para cada categoria será feita em dinheiro e o valor equivale a U$ 3.000 (três mil dólares). As propostas podem ser submetidas por pesquisadores ou grupos de pesquisa vinculados a uma ou mais instituições participantes do Portal de Periódicos, sendo que o autor principal deve ser brasileiro.

Mais informações, como documentação exigida, critérios de avaliação e especificações do trabalho, devem ser consultadas no edital do Prêmio, disponível aqui. A divulgação dos resultados ocorrerá no dia 20 de outubro. Acesse outros detalhes sobre o Prêmio Emerald/Capes 2015.

Alice Oliveira dos Santos

Disponível em: <http://www-periodicos-capes-gov-br.ez67.periodicos.capes.gov.br/?option=com_pnews&component=NewsShow&view=pnewsnewsshow&cid=318&mn=71>. Acesso em: 27 ago. 2015.

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Capes aprova e UFRN ganha Mestrado em Ciências da Informação

29 de junho de 2015

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) vai abrir vagas para o Mestrado Profissional em Ciências da Informação. O curso foi aprovado pela Capes na semana passada e o processo seletivo será realizado ainda este ano, com a primeira turma ingressante no segundo semestre letivo. O mestrado é ligado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Informação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), com linha de pesquisa em Gestão da Informação. Outras Federais no nordeste também oferecem mestrados na área, é o caso da Universidade Federal da Bahia (UFBA), de Pernambuco (UFPE) e da Paraíba (UFPB).

Disponível em: <http://www.ccsa.ufrn.br/portal/?p=4401>. Acesso em: 7 jul. 2015.

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Resumo da palestra “A Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil”

No dia 6/4, o Departamento de Ciência da Informação da UFSCar promoveu a palestra “A Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil”, proferida pela Profª Drª Marisa Bräscher Basilio Medeiros, do Departamento de Ciência da Informação da UFSC e representante da área de Ciência da Informação na CAPES.

A apresentação teve início com um breve histórico da área no Brasil. Algumas datas marcantes foram:

1951 – criação do CNPq e CAPES

1954 – criação do IBBD (IBICT a partir de 1976)

1955 – criação do Curso de Pesquisa Bibliográfica, posteriormente Curso de Especialização em Documentação e Informação

1970 – surge o primeiro mestrado em Ciência da Informação no IBICT

1972 – criação da Revista Ciência da Informação

1989 – criação da ANCIB

1992 – criação do doutorado na UnB e USP

Esses foram alguns marcos da área que mostraram sua maturidade ao longo do tempo, com o surgimento de instituições, cursos de pós-graduação, revistas e associações. Da mesma forma, a avaliação da CAPES também evoluiu, contribuindo para sua consolidação. Medeiros ressaltou que a avaliação é feita por área, que define seus critérios em função do Plano Nacional da Pós-Graduação elaborado pela CAPES.

A Ciência da Informação está no grupo de Ciência Sociais Aplicadas I, junto com Comunicação e Museologia, e as tabelas de avaliação apresentam os programas, áreas de concentração e linhas de pesquisa. Atualmente, a área conta com 14 programas, sendo três profissionais, e alguns dos critérios de avaliação são: corpo discente, produção intelectual, infraestrutura, entre outros. Por fim, Medeiros destacou que a evolução não só da Ciência da Informação, mas de qualquer outra área, acontece com base na criação de cursos novos, avaliação dos existentes, apoio do CNPq e da CAPES e a cooperação entre os programas.

Ao longo de sua fala, a palestrante destacou a carência de profissionais entre as regiões brasileiras, mas vê esse problema como solução, pois essa situação oferece a oportunidade de expansão da área e, consequentemente, o aumento de recursos, o que trará benefícios para a mesma.

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Resumo da palestra "A Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil"

No dia 6/4, o Departamento de Ciência da Informação da UFSCar promoveu a palestra “A Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil”, proferida pela Profª Drª Marisa Bräscher Basilio Medeiros, do Departamento de Ciência da Informação da UFSC e representante da área de Ciência da Informação na CAPES.

A apresentação teve início com um breve histórico da área no Brasil. Algumas datas marcantes foram:

1951 – criação do CNPq e CAPES

1954 – criação do IBBD (IBICT a partir de 1976)

1955 – criação do Curso de Pesquisa Bibliográfica, posteriormente Curso de Especialização em Documentação e Informação

1970 – surge o primeiro mestrado em Ciência da Informação no IBICT

1972 – criação da Revista Ciência da Informação

1989 – criação da ANCIB

1992 – criação do doutorado na UnB e USP

Esses foram alguns marcos da área que mostraram sua maturidade ao longo do tempo, com o surgimento de instituições, cursos de pós-graduação, revistas e associações. Da mesma forma, a avaliação da CAPES também evoluiu, contribuindo para sua consolidação. Medeiros ressaltou que a avaliação é feita por área, que define seus critérios em função do Plano Nacional da Pós-Graduação elaborado pela CAPES.

A Ciência da Informação está no grupo de Ciência Sociais Aplicadas I, junto com Comunicação e Museologia, e as tabelas de avaliação apresentam os programas, áreas de concentração e linhas de pesquisa. Atualmente, a área conta com 14 programas, sendo três profissionais, e alguns dos critérios de avaliação são: corpo discente, produção intelectual, infraestrutura, entre outros. Por fim, Medeiros destacou que a evolução não só da Ciência da Informação, mas de qualquer outra área, acontece com base na criação de cursos novos, avaliação dos existentes, apoio do CNPq e da CAPES e a cooperação entre os programas.

Ao longo de sua fala, a palestrante destacou a carência de profissionais entre as regiões brasileiras, mas vê esse problema como solução, pois essa situação oferece a oportunidade de expansão da área e, consequentemente, o aumento de recursos, o que trará benefícios para a mesma.

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IBICT lança o Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação

Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação

Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Helena Dodd Ferrez

APRESENTAÇÃO

Por Emir José Suaiden – Diretor do IBICT (de 30/06/2005 a 04/09/2013)

A recuperação da informação foi e continua sendo questão central na ciência da informação, desde o seu surgimento como campo científico até hoje. Com os avanços da ciência e tecnologia e a era da sociedade da informação, a Internet e a proliferação vertiginosa de informações, os tesauros são instrumentos essenciais na busca e acesso à informação. A consistência, precisão e relevância da informação constituem qualidades básicas nesse processo e dependem principalmente de tesauros.

Entre os poucos tesauros de ciência da informação existentes no mundo, ressaltamos o dos Estados Unidos, da hoje Association for Information Science and Technology – ASIS&T, anteriormente American Society for Information Science and Technology, o ASIS&T Thesaurus of Information Science, Technology and Librarianship, na terceira edição, de 2005, editado por Alice Redmond-Neal e Marjorie M. K. Hlava.

Instrumento fundamental para consistência de terminologia e de vocabulário de determinado campo do conhecimento, o Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação tem ampla aplicação não somente para indexadores, como também pesquisadores, professores e profissionais de informação em geral.

O Ibict devia essa obra àqueles que lidam com as questões de linguagem documentária, uma vez que a iniciativa da construção de um tesauro em ciência da informação, de 1989, não chegou a ser publicada, ficou restrita ao uso interno e não teve continuidade.

Uma obra dessa grandeza exige conhecimento da área, experiência e árduo esforço teórico e conceitual de muitos anos de dedicação. Coube à Lena Vania Ribeiro Pinheiro, pesquisadora e professora do Ibict, enfrentar esse desafio, com a colaboração de Helena Dodd Ferrez, autora principal do tesauro para acervos museológicos.

Na elaboração do tesauro, as autoras contaram com a colaboração de pesquisadores e professores, bem como técnicos de ciência da informação, com os quais mantiveram diálogos produtivos, que muito contribuíram para a feitura desse instrumento. Importantes também foram as fontes às quais recorreram, como outros tesauros e dicionários, todos identificados nesta publicação.

Com muito orgulho, o Ibict lança este tesauro, englobando cerca de 1.800 termos, a maioria com versão em inglês e espanhol, complementados por definições, na expectativa de que oTesauro Brasileiro de Ciência da Informação assuma um papel central na recuperação da informação no Brasil e em países lusófonos.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O TESAURO (PDF – 384 páginas – 5 MB)

Disponível em: <http://www.ibict.br/publicacoes-e-institucionais/tesauro-brasileiro-de-ciencia-da-informacao-1/tesauro-brasileiro-de-ciencia-da-informacao>. Acesso em: 3 nov. 2014.

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