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Curso “Biblioteca por dentro: Conservação Preventiva, Técnicas de Higienização e Técnicas de Pequenos Reparos – Intensivo”

O curso “Biblioteca por dentro: Conservação Preventiva, Técnicas de Higienização e Técnicas de Pequenos Reparos – Intensivo” tem como objetivo introduzir o aluno aos conceitos de preservação e conservação preventiva em seus aspectos teóricos, éticos e práticos.

Conceitos de Preservação e Conservação Preventiva: Na primeira etapa do curso haverá uma aula expositiva, na qual o aluno terá contato com código de ética do Conservador/Restaurador, causas de degradação dos acervos, como, fatores intrínsecos, extrínsecos, químicos, físicos e biológicos, noções de preservação, controle de condições ambientais, apresentação dos materiais e equipamentos adequados.

Técnicas de Higienização: aulas práticas, nas quais os alunos serão estimulados a identificar os problemas, elaborar um diagnóstico preciso, executar técnicas de higienização e aprenderão a fazer um planejamento de conservação de acervos. Haverá discussão de cada caso, quanto aos procedimentos adotados em relação ao grau de dificuldade dos problemas e avaliação dos resultados atingidos.

Técnicas de Pequenos Reparos: aulas práticas, nas quais os alunos executarão exercícios de pequenos reparos sobre papel. Haverá orientação de colas adequadas para cada situação e preparação de colas removíveis. Ao final, haverá discussão de cada caso, quanto aos procedimentos adotados em relação ao grau de dificuldades dos problemas e avaliação dos resultados atingidos.

❦  Local: Rua Marquês de Itu, 551, Bairro Santa Cecília (Metrô República), São Paulo – SP

❦   Curso sujeito à formação de turma! Inscreva-se, realize o pagamento para garantir a sua vaga e aguarde nosso contato para confirmação da turma.

❦   Fotografias de SuelyReis.


Data:
11/06 à 15/06


Dia da semana:
2ª a 6ª feira (11, 12, 13, 14 e 15 junho de 2018)

Horário:
10h às 17h (com intervalo de 1 hora para almoço)

Carga Horária:
30 horas

Pré-requisito:
Não há

Material:
Pedimos que cada um traga o seu próprio avental. O participante deverá trazer um livro com rasgos, dobras, sujidades, folhas soltas e dois documentos (com dobras, rasgos, grampos e clipes; não deverão ter fita adesiva).

Investimento:
Até 6 parcelas sem juros de R$ 210 / R$ 189 (Associados ABER) / R$1197,00 (à vista) / R$1078,00 (à vista aos Associados ABER) – Pagamento via PagSeguro, parcelado no cartão de crédito ou à vista no crédito, débito, boleto ou depósito bancário.
Disponível em: <http://www.aber.org.br/curso/44-biblioteca-por-dentro>. Acesso em: 15 maio 2018.
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53 manuais para conservação de livros

O projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, em 1997, publicou 53 títulos sobre a conservação preventiva de livros e documentos, de filmesfotografias e meios magnéticos na forma de 24 cadernos temáticos em formato A4.

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Rumos atuais e futuro da conservação no Brasil: homenagem à Guita Mindlin

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2 agosto 2017 · 7:48 am

Confira dicas valiosas para fazer seus livros durarem por muitos anos

Quem tem livros em casa sabe o quanto estes objetos são viciantes. Os aficcionados por livros são muito apegados e muito cuidadosos com seus pertences, pois pretendem mantê-los em bom estado por muitos anos.

Como são feitos de papel, um material frágil, os livros são muito fáceis de estragar. Eles podem ter fungos, ficarem cheios de poeira, manchar, ter traças e serem difíceis de limpar. Por esta razão, é essencial manter certos cuidados, a fim de mantê-los por anos ou até mesmo décadas. Confira alguns truques de conservação disponibilizados pelo UOL:

1. Tire o pó pelo menos a cada 15 dias – o ideal é uma vez por semana – passando uma trincha ou escova macia sobre o topo das folhas de cada exemplar. Para uma limpeza profunda, passe a escova página por página.

2. Use luvas e máscaras durante a limpeza, para se proteger do pó e também para não pegar nos livros com as mãos, além de manter o ambiente arejado.

3. Em livros encapados, passe álcool gel ou solução de álcool com vinagre, com pano macio. Os cheiros ácidos afastam fungos e pragas.

4. Não esqueça da estante: tire todos os exemplares, passe aspirador ou espanador e, em seguida, um pano úmido com a solução acima. Espere secar bem para colocar os livros de volta.

5. Guarde os livros em pé, em local seco e que não leve sol diretamente. Caso não seja possível colocá-los em pé, deite-os mas nunca empilhe mais do que três unidades.

6. Ao organizar, dê preferência pelo estilo literário, assunto ou autor. Em grandes bibliotecas, use etiquetas para identificar mais fácil. Use aparadores para manter os exemplares em pé.

7. Para mantê-los longe de pragas, higienize sempre e garanta uma boa ventilação. Use ventiladores ou circuladores de ar para isso.

8. Sachês de cânfora, naftalina, potinhos de cravo-da-índia, folhas de louro ajudam a manter os fungos e traças longe.

9. Caso seus livros sejam infestados por pragas, recorra a uma dedetização.

10. Para eliminar as manchas amareladas que podem vir a ocorrer, segure o livro fechado firmemente e use uma escova macia para limpar as bordas das páginas. Para manchas persistentes, passe com muito cuidado, sobre a sujeira, um cotonete levemente umedecido em água sanitária.

11. Edições raras e antigas devem ser limpas por pessoas especializadas, como bibliotecários ou restauradores.

12. Puxas o livro pela lombada superior faz com que a lombada se rompa com o tempo. O ideal é pegar o volume segurando-o pela parte central da encadernação.

13. Jamais pegue nos livros com as mãos sujas nem apoie os cotovelos sobre as edições antigas. Apesar de óbvio, ainda vale ressaltar: nunca dobre os exemplares.

14. Nunca, jamais use fitas adesivas ou colas para consertar os livros.

15. Grampos e clipes estragam as páginas, ainda mais se forem daqueles que enferrujam com o tempo. Para marcar as páginas, use marcadores próprios para este fim e o mais finos possível. Se precisar fazer anotações, recorra a papeizinhos autoadesivos.

16. Por fim, umedecer os dedos para virar as páginas vai manchar e estragar os livros.

Disponível em: <http://www.blogdogaleno.com.br/2016/08/22/confira-dicas-valiosas-para-fazer-seus-livros-durarem-por-muitos-anos>. Acesso em: 29 ago. 2016.

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G1 mostra como são conservados e restaurados livros ‘eternos’

Biblioteca Nacional, no Rio, tem livros guardados em cofre.
‘Livro das horas’ e outras preciosidades possuem mais de 500 anos.

[acesse aqui o vídeo disponível na notícia]

A 17ª Bienal do Livro do Rio, que será aberta na próxima quinta-feira (3) no Riocentro, na Zona Oeste, contará com o lançamento de mais de mil livros. A cerca de 37km dali, alheios  às novidades do mercado, alguns exemplares, por conta de sua raridade, são guardados em cofres com temperatura de umidades controladas e tratados como joias.

O G1 foi até a Biblioteca Nacional, no Centro do Rio, mostrar como funciona o trabalho de restauração e manutenção dessas obras especiais.

Os exemplares que precisam de reparos são levados para o Laboratório de Restauração, onde os técnicos utilizam materiais e máquinas importados para fazer com que obras degradadas pela ação de agentes como a maresia, poluição, insetos, umidade, temperatura e a mão do homem ganhem vida novamente.

Um dos livros que passa pelo processo de restauração é “Máximas Espirituaes”, de Affonso dos Prazeres, de 1740, que passa pelos cuidados dos especialistas da Biblioteca Nacional. Dentro deste processo, o livro é desmontado para ser recuperado. “É feita uma polpa de papel e a gente coloca em uma máquina e reconstitui toda a parte faltante onde o inseto comeu,” afirma Fernando Amaro, chefe da equipe responsável pela restauração.

Prevenção
Para que não precisem ser restaurados, livros, documentos e mapas passam por um trabalho preventivo. Para definir o que é raro, a Biblioteca Nacional não leva em questão somente a antiguidade, mas também se é única, inédita, se faz parte de alguma edição especial e possua algo que a diferencie de outras, como um autógrafo, por exemplo. Cada obra considerada rara é limpa individualmente, página a página, com um pincel em uma mesa, que se parece com uma escrivaninha, que “suga” a poeira.

No laboratório, é possível monitorar as condições de armazenamento em cada um dos setores da Biblioteca Nacional. Cada ambiente possui um sensor e um programa gerencia a qualidade do ambiente e indica quais são as condições de temperatura e umidade na qual os livros estão armazenados.

As obras, sejam elas raras ou não, são embaladas de maneira sob medida para que estejam preservadas dos agentes externos que possam danificá-los.”O objetivo é proteger os cortes do livro. Protegê-los da poeira para evitar que ela se deposite, que é um fator que faz com que o livro se degrade muito mais rápido”, conta Gilvânia Lima, chefe do Centro de Conservação e Encadernação. As obras mais raras possuem uma caixa em outro modelo, também sob medida, que as isolam totalmente do contato com o ambiente externo.

Dois dos livros de horas que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Cada um deles foi feito à mão por volta de 1460, na região de Flandres. (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
Dois dos livros de horas que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Cada um deles foi feito à mão por volta de 1460, na região de Flandres. (Foto: Cristina Boeckel/ G1)

Mais de 555 anos
Um destes livros eternos é um exemplar que faz parte da coleção dos chamados “livros de horas” medievais, que possuíam orações que deveriam ser feitas em cada uma das horas canônicas, ou seja, determinados horários do dia e da noite. São oito exemplares que ficam guardados dentro de um cofre climatizado. Por medida de segurança, não é possível fazer imagens do lugar, que não está aberto ao público. Estes livros são tão raros e valiosos que não possuem valor de mercado. Os ambientes onde permanecem são monitorados e possuem segurança redobrada.

Contar a história da origem de cada uma destas obras praticamente daria um outro livro. O exemplar que ilustra esta matéria foi feito à mão, por volta de 1460, possivelmente em um ateliê na região de Bruges, na antiga Flandres, atualmente território da Bélgica. Ou seja, o livro é mais antigo do que a própria chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500. Como a leitura era quase que exclusividade dos nobres e um livro como este era caro, provavelmente foi confeccionado para um membro da realeza.

O livro passou por destinos desconhecidos até chegar às mãos de uma figura conhecida dos livros de história: o Marquês de Pombal. No século XVIII, ele mandou encadernar o livro com uma capa com os seus brasões, conservada até hoje. Depois, o livro foi dado à Família Real Portuguesa. Com ela, a obra chegou ao Brasil, em 1808. Dois anos depois, passou a fazer parte do primeiro núcleo de livros, mapas e outros documentos do acervo da Biblioteca Nacional.

As páginas foram feitas de pergaminho, pele de animal usada na escrita desde a Antiguidade até a difusão do papel, com a imprensa. Como o material é mais resistente, isso teria ajudado a obra a chegar aos dias de hoje. Uma tinta feita à base de ouro decora as páginas, fazendo com que elas brilhem quando são expostas à luz.

Apesar do público não ter acesso aos originais, existem cópias que estão disponíveis para o público. “Quem precisa consultar pode ter acesso a fac-símiles, que foram produzidos com cuidado com este objetivo”, afirma Vera Faillace, chefe da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional.

Além dos livros de horas, a Biblioteca Nacional conta com outros exemplares raros que contam com os mesmos cuidados. Entre eles estão a única cópia no país da Bíblia de Mogúncia, ou Bíblia de Gutenberg, de 1462; a primeira edição dos Lusíadas, de Camões, de 1572; e a primeira edição da Arte da gramática da língua portuguesa, escrita pelo Padre Anchieta.

Livro é recuperado por restaurador, após ser retirado de máquina onde ele recebe uma polpa feita de celulose para recuperar espaços danificados por traças. (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
Livro é recuperado por restaurador.
(Foto: Cristina Boeckel/ G1)

Modernização
A preservação do passado caminha ao lado do futuro. A Biblioteca nacional é a terceira maior do mundo nas redes sociais. Atualmente a página da instituição no Facebook conta com mais de 181 mil curtidas. No Twitter, o local conta com mais de 94 mil seguidores. Nas duas redes sociais só perde para a Biblioteca do Congresso dos EUA e para a Biblioteca de Nova York.

Toda a aparelhagem para que os nove milhões de livros, gravuras e documentos da Biblioteca Nacional sejam preservados fazem parte de um esforço para que a história permaneça viva, como afirma Fernando Amaro, chefe do Laboratório de Restauração.

“A necessidade de restaurar um documento de 200, 300 e 400 anos é dar vida novamente àquilo. E quando ele se perde, ali se perde a história. Então você consegue fazer com que um historiador diga o que nós fazíamos, o que comíamos, como era aquela época. Mais importante do que a restauração é a preservação”, resume o restaurador.

Disponível em: <http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/09/g1-mostra-como-sao-conservados-e-restaurados-livros-eternos.html>. Acesso em: 1 set. 2015.

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Anais da 4ª Jornada Archivando – La preservación en los archivos

Ramón Alberch i Fugueras

Escuela Superior de Archivística y Gestión de Documentos (ESAGED) de la Universidad Autónoma de Barcelona

Los requisitos ineludibles para la preservación de documentos electrónicos: un decálogo. DESCARGAR

Miquel Térmens Graells

Departamento de Biblioteconomía y Documentación. Universidad de Barcelona.

La preservación de los documentos electrónicos: retos y oportunidades DESCARGAR

Araceli Corbo García / Raquel Álvarez Rodríguez

Biblioteca – Centro de Documentación del MUSAC, Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León.

ADACyL, Archivo Documental de Artistas de Castilla y León: una diferente estructura para un archivo on-line con software libre [http:www.musac.es/adacyl].

DESCARGAR PONENCIA | PRESENTACIÓN

Alfonso del Amo García

Jefe de la sección de investigación de la Filmoteca Española

La preservación del patrimonio audiovisual de épocas sin sistemas de producción estandarizados. Los inicios del cine y la transición digital.

DESCARGAR

Eva Merino Flecha

Archivo Histórico Provincial de León

¿Preservación vs conservación? La teoría y la práctica.

DESCARGAR

Mª del Carmen Hidalgo Brinquis

Instituto del Patrimonio Cultural de España

Líneas de actuación en conservación preventiva en archivos y bibliotecas.

DESCARGAR PONENCIA | PRESENTACIÓN

Disponível em: <http://archivofsierrapambley.wordpress.com/actas-2011/>. Acesso em: 8 dez. 2011.

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Palestra – Conservação, preservação e pesquisa

Divulgando evento recebido por e-mail. Desde já, parabéns ao PET – BCI UFSCar!

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Prezados(as) colegas!

O Programa de Educação Tutorial em Biblioteconomia e Ciência da Informação da UFSCar (PET – BCI UFSCar) tem a honra de convidá-los a participar de nosso Seminário de Caráter Técnico Cientifico sobre “Conservação, preservação e pesquisa: a difícil tarefa cotidiana dos bibliotecários” a ser realizado no dia 12 de setembro de 2011, às 19:30h, no Auditório do CECH, no AT2. A palestra será ministrada pela nossa convidada Rosaelena Scarpeline, Bibliotecária do Centro de Memória da UNICAMP, que vem nos mostrar um pouco mais sobre essa temática de trabalho tão pouco aborda em nosso curso.
Contamos com sua presença!
 
Atenciosamente,
 
Profa. Vera Boccato e Equipe
Tutora do PET – BCI UFSCar
 
Professoras colaboradoras:
Luciana de Souza Gracioso
Luzia Sigoli Fernandes Costa

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