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Dia do Bibliotecário

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Convite eletrônico – Dia do Bibliotecário

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19 março 2013 · 6:24 pm

Os bibliotecários e as séries de TV

lib

Publicado em 12/03/2013 17:50 | por Paulo Serpa Antunes

Organizar, tratar, analisar e permitir a recuperação da informação, independente do meio e do suporte. Num mundo repleto de contéudo, é deles o papel de colocar a ordem no meio de tanto conteúdo que nos rodeia: os bibliotecários.

Neste dia 12 de março, data que celebra o Dia do Bibliotecário, o TeleSéries faz uma retrospectiva de como estes profissionais costumam aparecer na televisão – seja nas séries que valorizam a imagem e a importância da profissão, seja nas séries que perpetuam alguns valores errados que a classe gostaria de deixar para trás. Confira abaixo a nossa homenagem a todos os bibliotecários:

O Bibliotecário como guardião do conhecimento

Giles em Buffy, A Caça-Vampiros

O personagem Rupert Giles, do drama de sci-fi Buffy, a Caça-Vampiros é certamente o mais popular bibliotecário da TV. Ao longo das três primeiras temporadas da série, o mentor da caça-vampiros Buffy, a treinou na biblioteca da escola Sunnydale High. Ser bibliotecário, poderíamos pensar, poderia ser apenas um disfarce. Mas os fãs de Buffy sabem que é mais do que isto: o local era o ponto de encontro da Scooby Gang, como ficou conhecido o grupo de amigos que a ajudavam a combater as forças do mal, e também era nos livros que o grupo encontrava as informações para combater vampiros e demômios – pra uma biblioteca escolar, eles tinham um senhor acervo de livros de magia!

Giles, num primeiro momento, nos remete aquele que o estereótipo de um bibliotecário – escondido atrás dos óculos, intelectual, tímido e contido, preocupado em impor regras para sua protegida e avesso à tecnologia. Com o passar das temporadas, outros lados da personalidade afloram e um passado misterioso se revela. Giles vai se tornando um personagem tridimensional, sofisticado, e especialmente querido dos fãs da série.

Os bibliotecários devem bastante a Joss Whedon, o produtor de Buffy, na divulgação da profissão. No spin-off Angelele também colocaria em cena uma bibliotecária: a tímida Winifred Burkle, a Fred -introduzida na segunda temporada da série, no episódio Belonging. Desaparecida por cinco anos após ser sugada para outra dimensão por ler uma passagem de um livro demoníaco (cuidado!), Fred acaba se tornando uma importante aliada de Angel e sua equipe. Fred, infelizmente, acaba falecendo na quinta temporada – uma despedida que emocionou os fãs da série.

Entre 2004 e 2008, a TNT produziu três telefilmes com Noah Wyle, inaugurando a franquia The Librarian na televisão. Noah Wyle é Flynn Carsen, um estudante-gênio, com 22 graduações no currículo, que vai trabalhar na Metropolitan Public Library. Ali ele descobre que seu papel é mais importante do que imagina: proteger uma seção secreta da biblioteca, que guarda itens mágicos. Quando uma parte da Lança do Destino é roubada da biblioteca, ele parte para uma viagem pelo mundo em busca do artefato. É, aqui temos o bibliotecário mais atlético, praticamente um Indiana Jones!

Existe ainda uma comédia dedicada especialmente ao mundo das bibliotecas. É The Librarians, que teve três temporadas exibidas entre 2007 e 2010 pela rede de TV australiana ABC. O seriado nunca foi ao ar no Brasil.

De fato, os bibliotecários, e a importância de seu trabalho na sociedade, ocupam um espacinho pequeno na cultura televisiva, menor do que mereciam. Mas aqui e ali, numa série ou outra, as bibliotecas e seus responsáveis tem o seu valor mostrado. Na cena abaixo, da cômica série Batman, dos anos 60, uma cena com a Barbara Gordon, a Batgirl, aborda a importância de se manter bons acervos:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dNupTI9SjHM

E bibliotecas costantemente são usadas como cenários de séries de TV. Seja nos dramas teen ou universitários, nas séries policiais (especialmente aquelas ambientadas em Nova York, que podem usar como cenário a imponente New York Public Library) e mesmo nas de ficção científica. Em Doctor Who, o episódio Silence in the Library é todo ambientado em um planeta que comporta a maior biblioteca do Universo, que reúne todos os livros já escritos.

Recentemente, em Once Upon a Time, a personagem Belle assume o comando da biblioteca pública de Storybrooke. Na versão da Disney do conto de fada A Bela e a Fera, a Fera tem uma biblioteca gigantesca, e a Bela é uma leitora voraz. Talvez por conta da releitura da Disney, os produtores acharam que seria interessante colocar Belle ao lado de livros. Mas é importante dizer: ser bom leitor não faz ninguém um bibliotecário – para exercer a profissão é necessário um diploma de curso superior.

O bibliotecário como disciplinador

Dawson's Creek - Detention

– Bem-vindos ao castigo de sábado. Castigo não é diversão, é penitência. (…) Vocês ficarão na biblioteca até às 17h (…) Como vocês sabem eu sou a bibliotecária. Tenho coisas importantes a fazer na sala de audiovisual. Se, por algum motivo, eu tiver que vir aqui discipliná-los, vocês passarão o resto do dia guardando livros e organizando cartões.

Os bibliotecários, no entanto, sofrem com uma imagem que acabou incrustrada no imaginário popular: a do disciplinador, que impõe medo. A educação infantil mudou – mas a imagem da bibliotecária carrancuda, que pune e exige silêncio dentro da biblioteca, parece que teima em continuar.

O diálogo acima, do episódio Detention, da primeira temporada de Dawson’s Creek, resume bem isto. Exibido em 1998 na TV americana, e claramente inspirado no filme adolescente O Clube dos Cinco (The Breakfeat Club), ele mostra que na escola da cidade de Capeside, os alunos que vão pra detenção precisam passar todo o sábado presos, na biblioteca, sob a supervisão da bibliotecária.

O trabalho do bibliotecário consiste em diversas e sofisticadas tarefas, que envolve a classificação, conservação e o gerenciamento de acervos. Mas o que infelizmente cola no imaginário são as questões que envolvem o relacionamento do profissional com o usuário, o que geralmente leva a conflitos: entre elas se destaca a manutenção do ambiente da biblioteca como um espaço de silêncio. A série terror infantil Clube do Terror (Are You Afraid of the Dark?) tem um episódio, chamado The Tale of the Quiet Librarian, que aborda justamente isto. Para crianças, o silêncio pode ser algo bem assustador!

Glee - Bad Reputation

Mas a imagem aos poucos vai mudando. Em Glee, no episódio Bad Reputation, Archie, Tina, Mercedes, Kurt e Brittany tentam posar de bad guys na escola e decidem fazer isto fazendo barulho na biblioteca (o que, no caso da série, implica em fazer um número musical). A biblioteca é zelada por uma senhora idosa, de óculos e cara de poucos amigos. Mas tudo o que eles conseguem, com uma performance de U Can’t Touch This, do MC Hammer, entre as mesas da sala de leitura é um elogio dela: “isto foi muito fofo”.

Além do silêncio, um bibliotecário pode aterrorizar um estudante com suas pesadas multas por livros não devolvidos.

Em um episódio hilário de Um Amor de Família (Married with… Children), Al Bundy tenta passar a perna na velha bibliotecária – que não só se se lembra do tempo em que ele estudou no colégio, como quer cobrar dele uma multa no valor de 2.163 dólares. Ele tenta passar a perna nela, a distraindo e recolocando o livro nunca devolvido direto na prateleira. Filmado por uma câmera de segurança, Al acaba aparecendo no noticiário na televisão e se tornando a vergonha da cidade. Antes de se finalmente aposentar, ela diz para Al:

– Senhor Bundy, você se tornou o Fredy Krueger do sistema de bibliotecas.

Jerry Seinfeld também tem um problema parecido. No episódio The Library, de Seinfeld, ele é procurado pelo “library cop”, Mr. Bookman, que quer cobrar dele uma multa por um livro não devolvido em 1971! (No mesmo episódio, Kramer também se encanta pela bibliotecária – que teima em ignorar Jerry enquanto carimba livros – mas isto é assunto para o próximo tópico).

Existe um episódio de Coragem, o Cão Covarde (Courage the Cowardly Dog), chamado Fúria da Bibliotecária que resume bem o pânico que uma biblioteca pode causar numa criança, digo, cachorro:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=7E7jtH44Xdw

Os bibliotecários também aparecem com vilões em Parks and Recreation. Ou ao menos são os inimigos declarados do departamento de Parques da cidade de Pawnee na disputa pelas verbas públicas. No episódio Ron and Tammy,da segunda temporada, Leslie descreve o grupo da seguinte forma:

– O departamento da biblioteca é o mais diabólico e sem escrúpulos grupo de burocratas que já vi. São como uma gangue de motoqueiros. Mas em vez de espingardas e anfetaminas eles usam a política e nos mandam ficar em silêncio.

O fetiche pelas bibliotecárias

Bones - The Passenger in the Oven

Booth:

– Tudo que eu quero é que você tire seus óculos, solte seus cabelos e me diga: “senhor Booth, você sabe qual é a multa para um livro atrasado?”

Brennan:

– O quê?

Booth:

– Esquece.

No episódio The Passenger in the Oven, da série Bones, Booth vê a colega Brennan com os cabelos presos e de óculos e a imagina numa cena sensual, como bibliotecária. Não é o primeiro e não é o último. A imagem da bibliotecária como símbolo sexual é antiga e remonta aos desenhos das pin-ups, ilustrações e fotografias de mulheres sensuais que os soldados levavam consigo na II Guerra Mundial. Na época, as mulheres tinham muito menos espaço no mercado de trabalho, talvez por isto se tornou tão comum fantasiá-las em profissões como enfermeiras, professoras e bibliotecárias.

Em um episódio da comédia My Boys, PJ tenta seduzir Bobby, seu namorado, fantasiada como um bibliotecária sexy. A vestimenta remete a esta clássica imagem de uma pin-up – camisa branca, saia preta justa, meia calça presa por cinta-liga e, claro, os óculos de aro preto e os cabelos presos. PJ, no entanto, não tem sucesso: não consegue fazer Bobby largar o Playstation.

My Boys - The NTO

Quem não resiste aos encantos da bibliotecária é Kelso, de That ’70s Show. Ele acaba se envolvendo com Brooke, personagem introduzida na sexta temporada da série – e tem um filho com ela. Dick Solomon, o extra-terrestre de 3rd Rock from the Sun, é outro que acaba seduzido por uma bibliotecária.

Verdade seja dita, bibliotecárias parecem exercer uma atração nos jovens, mesmo não quando não são sexys. Na comédia The Middle, no episódio Thanksgiving II, o menino Brick fica excitado ao saber que uma bibliotecária vai jantar na sua casa. A bibliotecária em questão, a namorada de Bob, é bem esquisitinha. Mas Brick nem percebe, se veste especialmente para a ocasião, monopoliza a conversa com ela sobre livros e deixa Bob com ciúmes. A química entre os dois é tão boa que rola até uma piadinha interna sobre a classificação decimal de Dewey.

Brick:

– E então eu entreguei o livro para ele e ele arquivou em 592, mas era um livro de botânica!

Lisa:

– Meu Deus, todos sabem que botânica é 580-589!

Brick:

– Claro!

Community - Early 21st Century Romanticism

O fascínio por bibliotecárias pode ser bem explicado pelo anti-social Abed, da série Community – série esta que tem a maioria de suas cenas ambientadas na sala de estudos de uma biblioteca. No episódio Em Early 21st Century Romanticism, ele e Troy estão apaixonados pela bibliotecária da universidade:

Troy:

– Por que ser bibliotecária a faz ser mais gata?

Abed:

– São guardiãs da sabedoria. Guardam respostas de todas as perguntas. Tipo: “Casa comigo?” e “Por que ainda existem bibliotecas?”

Piadinhas a parte, sexys ou malvados, ou simplesmente profissionais, os bibliotecários são indispensáveis. Na ficção e especialmente na nossa sociedade.


Com a colaboração de Maísa França

Sobre o Autor

 é jornalista e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. Atualmente é editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Foi o fundador do TeleSéries, em 2002. Fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed, entre outros shows.

Disponível em: <http://teleseries.uol.com.br/os-bibliotecarios-e-as-series-de-tv/comment-page-1/>. Acesso em: 16 mar. 2013.

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Feliz dia do bibliotecário!

Que a cada dia possamos levar informação onde há dúvida, conhecimento onde há ignorância e sabedoria onde há vazio intelectual!

São os votos do Mundo Bibliotecário aos bibliotecários brasileiros!

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Evento: “Consciência profissional – vamos sair da zona de conforto?”

Histórico do Dia do Bibliotecário

por Célia Maria de Almeida                 última modificação            26/02/2013 19:02
No Brasil, o Dia do Bibliotecário vem sendo comemorado em 12 de março desde 1958, em homenagem ao aniversário de nascimento do poeta Manoel Bastos Tigre, verdadeiro pilar da Biblioteconomia brasileira. Entretanto, só foi devidamente regulamentado com o Decreto nº 84.631, de 12 de abril, de 1980. Desde então, têm sido inúmeros os festejos e comemorações pelo Brasil afora para homenagear aqueles que estão sempre defendendo a disseminação da informação e do conhecimento.
Para o ano de 2013, a proposta de conclamar todos os profissionais bibliotecários para assumir novas atitudes diante dos desafios e das possibilidades da profissão na atual sociedade da informação está traduzida no tema do evento: “Consciência profissional – vamos sair da zona de conforto?”
Disponível em: <https://www4.planalto.gov.br/diadobibliotecario>. Acesso em: 28 fev. 2013.

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II Encontro de Bibliotecários

Em comemoração ao Dia do Bibliotecário (12 de março), o Instituto Federal do Sul de Minas, por meio da Pró-Reitoria de Ensino, realiza seu II Encontro de Bibliotecários. O evento acontece dia 14 de março, no auditório do Câmpus Machado, a partir das 8h. As inscrições podem ser feitas via Internet, no site do IFSULDEMINAS, durante o período de 1 a 10 de março.

O Encontro é voltado para Bibliotecários dos institutos federais do estado e instituições de ensino das cidades sulmineiras, visando promover a integração e a capacitação profissional dos profissionais. O objetivo é conscientizar os bibliotecários sobre a importância da criação e implantação de uma politica de desenvolvimento e atualização de acervo, além de melhorar a qualidade de prestação serviços biblioteconômicos aos usuários.

Está prevista a participação de aproximadamente 80 bibliotecários. Na programação, que se estende durante todo o dia, estão incluídas palestras de diversos temas, confira:

PROGRAMAÇÃO

8h

Credenciamento

9h

Café da manhã

10h

Abertura (Composição de mesa e pronunciamentos)

10h30

Palestra 1 + Debate: “Gestão de Bibliotecas e o desenvolvimento de coleções”

Palestrante: Waldomiro de Castro Santos Vergueiro

12h30

Intervalo

14h

Palestra 2 + Debate: “Produção do conhecimento: o papel da biblioteca na formação do pesquisador”

Palestrante: Bernadete Santos Campello

16h

Encerramento

16h30

Café da tarde

PALESTRANTES

Palestrante 1: Waldomiro de Castro Santos Vergueiro

Possui graduação em Biblioteconomia e Documentação, pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1977), mestrado em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP (1985), doutorado em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (1990) e pós-doutorado pela Loughborough University of Technology (Inglaterra). Atualmente é professor titular da ECA/USP, além de coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos, na mesma instituição. Atua como membro do corpo editorial da Revista Interamericana de Bibliotecología e da International Journal of Comic Art. Produz, principalmente, nos seguintes temas: Histórias em Quadrinhos, Histórias em Quadrinhos – Brasil, Biblioteconomia, Desenvolvimento de Coleções e Bibliotecas – Qualidade.

Palestrante 2: Bernadete Santos Campello

Possui doutorado em Ciência da Informação (2009) e mestrado em Biblioteconomia (1984) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é professora titular da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Tem experiência na área de Biblioteconomia, atuando principalmente nos seguintes temas: Biblioteca Escolar, Biblioteca e Aprendizagem, Competência Informacional no Ensino Básico, Fontes de Informação e Educação em Biblioteconomia.

Disponível em: <http://www.ifsuldeminas.edu.br/index.php/pt/noticias/1748-vem-ai-encontro-de-bibliotecarios>. Acesso em: 26 fev. 2013.

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DOS CLÁSSICOS AOS BEST-SELLERS: PRÁTICAS DE LEITURA NA ATUALIDADE

No Dia do Bibliotecário a Biblioteca Mário de Andrade promove a palestra

DOS CLÁSSICOS AOS BEST-SELLERS: PRÁTICAS DE LEITURA NA ATUALIDADE

Dia 12, terça-feira, das 15h às 17h
Local: Auditório do edifício principal

Em bibliotecas – seja no atendimento aos usuários ou no desenvolvimento de coleções – muitas solicitações são feitas em torno de alguns tipos de literatura, tais como os “clássicos”, os “best-sellers”, os “livros sobre vampiros”, que cada vez mais fazem parte das práticas de leitura da atualidade, mas que às vezes são considerados literatura menor. Como bibliotecários e mediadores de leitura poderiam lidar com essas questões?

Eliane Robert Moraes, crítica e professora de literatura, e Luiz Bras, escritor, irão discutir esse tema durante as comemorações do dia do bibliotecário.

LUIZ BRAS
Luiz Bras nasceu em 1968, em Cobra Norato, MS. É doutor em Letras pela Usp. Colabora regularmente com o caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, resenhando lançamentos do mercado editorial. Mantém uma página mensal no jornal Rascunho, de Curitiba, intitulada Ruído Branco.

ELIANE ROBERT MORAES
Professora de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo e pesquisadora do CNPq, é autora de diversos ensaios sobre o imaginário erótico na literatura. Traduziu a História do Olho de Georges Bataille (Cosac Naify) e publicou, dentre outros, os livros: Sade: a felicidade libertina (Imago), O Corpo impossível (Iluminuras/Fapesp), além de Lições de Sade: Ensaios sobre a imaginação libertina (Iluminuras). Atualmente, desenvolve pesquisa sobre o erotismo literário brasileiro.

A entrada é gratuita. Todos estão convidados.

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