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Sobre a credibilidade da informação

A Internet deu às pessoas de todos os cantos do planeta a possibilidade de serem ouvidas e de se fazerem ouvir. Seja por meio de blogs, vídeos, imagens ou quaisquer outros recursos, todos os dias as informações produzidas por esses autores “anônimos” aumentam espantosamente. Mas quanto se aproveita delas? Talvez 1% ou menos… ou um pouco mais do que isso. Dependerá do usuário e da informação que procura, por exemplo. Ao encontrá-la num blog, é comum se reportar a fontes confiáveis, como sites de notícias, de jornais impressos e científicos.

No entanto, o que se procura na fonte de informação confiável é a neutralidade comum à notícia jornalística, porque a informação propriamente dita já foi localizada. Deseja-se, com isso, averiguar a validade dos argumentos do (a) autor (a), visto que não são reconhecidos com autoridade no assunto, exceto blogs de colunistas de jornais ou revistas e de jornalistas. Assim, não fica difícil informar-se pela Internet, mas acreditar naquilo que se lê no ambiente virtual. Esse é um dos problemas da nova era.

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A informação sempre correu solta

É comum ouvir em diversos lugares, em vários textos que vivemos na Era da Informação. Mas porque apenas agora a informação tomou tamanha importância a ponto de tornar-se nome de uma Era, de um momento histórico?

Um primeiro ponto a ser considerado são as tecnologias da informação. Nunca se viu, em qualquer outro período da história, a informação correr solta como hoje. Não que em outros tempos ela não fosse divulgada, porém restringia-se a grupos sociais menores. O fenômeno verificado hoje só foi possível com o surgimento de celulares, televisão, rádio, internet, palmtops, computadores… tudo isso pode ser considerado tecnologia da informação porque transmite informação e permite sua propagação rápida e ampla. É fato que mais informações chegam até as pessoas, mas muito pouco do que realmente se deseja saber. Assim, a quantidade informações produzidas é diretamente proporcional a dificuldade de se achar uma uma que seja específica.

Outro ponto: a informação possui valor agregado, transformando-se num bem que pode gerar lucro. Um exemplo disso é uma caso interessante que ouvi certa vez. Um supermercado notou que nos finais de semana eram vendidos dois itens nos finais de semana do que durante a semana. Tal fato ocorria com certa freqüência, pois os pais saíam para as compras enquanto as mães arrumavam a casa. Contudo, nem sempre seguiam a lista de compras, mas nunca se esqueciam de dois itens: fraldas e cerveja. Levavam a fralda para que as mães não brigassem depois (ai se esquecessem…) e a cerveja para acompanhar o futebol. De posse dessa informação, o supermercado deixou esses itens em corredores próximos para vendê-los mais e, assim, lucrar mais.

É por essas e outras que vivemos na Era da Informação.

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