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Resumo do webinar “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”

No dia 21/3/16, a FEBAB deu início a uma série de webinars cujo primeiro foi “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”.

Nesse dia, os bibliotecários Karyn Lehmkuhl e Carlos Gianetti contaram suas experiências nas bibliotecas da Universidade de Tecnológica de Munique, na Alemanha, e da Universidade de Toronto, no Canadá.

Carlos tem uma formação variada e atualmente é técnico de biblioteca no Instituto de Artes da UNICAMP. Iniciou falando que seu estágio foi realizado de novembro a dezembro de 2015 como bibliotecário visitante. A oportunidade surgiu por meio da publicação de um edital de mobilidade para funcionários da UNICAMP. A Universidade de Toronto, assim como muitas universidades públicas, não são totalmente financiadas pelo governo: a proporção é, em média, 45%  de financiamento público e 55% privado. No total, a Universidade de Toronto possui 3 campus. No que se refere ao sistema de bibliotecas, a universidade conta com 44 bibliotecas. Conhecidas como research libraries, não são locais apenas para empréstimo, mas também para reuniões, encontros e socialização. Carlos relatou, também, que o respeito à diversidade sexual e religiosa é absurda, e outro ponto destacado foi o fato de alunos de pós-graduação terem acesso irrestrito à biblioteca, exceto ao setor de obras raras. Além disso, é permitido entrar com mochilas e sacolas, pois parte-se do princípio de liberdade dos usuários e a consideração e respeito que possuem à coleção. A Library of Congress Subject Headings é adotada como classificação, sobretudo nas bibliotecas universitárias, enquanto que a Classificação Decimal de Dewey nas públicas. Carlos ainda destacou a comunicação organizacional, pois todos a equipe se comunica, independente do setor de atuação. Sobre o acervo, o empréstimo é ilimitado para graduação e pós-graduação, pois se considera que os usuários têm consciência de levar apenas os livros que realmente lerão. Sobre os alunos de pós-graduação, eles têm direito a uma mesa que podem colocar os livros e deixam lá parte do material usado na sua pesquisa; se outro usuário precisar do livro, ele é indicado no sistema com quem está emprestado e contata o usuário em questão.

O que também chamou a atenção de Carlos foi o fato da biblioteca estar sempre cheia e serem muito voltadas para os usuários, pois contemplam espaços para todas as gerações (X, Y, Z). As bibliotecas também possuem salas de leitura individuais e em grupo para reuniões, programar trabalhos, projetos, dentre outros. No que se refere aos serviços, o desenvolvimento de coleções é realizado por  bibliotecários especialistas, sendo cada um responsável pela compra e aquisição das línguas que dominam, o mesmo ocorrendo com a catalogação. A biblioteca recebe as listas dos livros que preferem em centenas de línguas e da compra até a disponibilização no acervo leva em torno de 3 meses. Outra curiosidade apontada por Carlos é que em épocas de provas as bibliotecas funcionam 24 horas com o cartão do usuário e foi destacado, também, o fato do wifi funcionar em toda a universidade, permitindo a mobilidade no campus. Sobre o atendimento ao usuário, Carlos destacou que enquanto que no Brasil encontra-se, em geral, a circulação e a referência, no Canadá há os information desks, no qual são providas respostas rápidas, como informações sobre o acervo, localização de materiais e recarga de cartão para uso das fotocopiadoras, e os reference desks, que contam com bibliotecários especialistas em cada área (liaisons). Isso acontece porque enquanto que no Brasil a formação do bibliotecário é generalista, no Canadá e nos Estados Unidos a graduação é em uma área do conhecimento e, posteriormente, estuda-se um mestrado em biblioteconomia para só então poder exercer a profissão de bibliotecário, e com ele pode-se marcar um horário de atendimento via chat, e-mail ou outra forma de contato disponibilizada pela biblioteca. Carlos também comentou outras curiosidades: a Robarts library, por exemplo, possui 5 milhões de livros e um anexo com obras raras; existem bibliotecas com impressoras 3D, pois considera-se que essa ferramenta fornece embasamento para o aprendizado e torna-o “tátil”; também foi mostrada uma foto de uma biblioteca que recebe a visita, a cada 2 semanas, de um cachorro utilizado para para descontrair e relaxar os estudantes, sobretudo em períodos de provas e projetos; a maioria das bibliotecas aproveita muito bem a luz natural, sendo que a biblioteca da Mizusawa possui sensores nas luzes internas que a fazem variar conforme a intensidade da natural, além de estantes deslizantes para economizar espaço e copiadoras com cartão, os quais são carregados pelos funcionários; há bibliotecas que também disponibilizam uma área privada em que é permitido o uso  de telefone celular.

Carlos relatou toda sua experiência no blog que criou para esse fim, com vários relatos e vídeos, vale a pena conferir: http://bibliointercambioprofissa.wordpress.com.

Na sequência, Karyn falou sobre sua experiência na apresentação intitulada “Programa de estudos IATUL: aprendizados, vivências e visitas”. Há 6 anos ela é bibliotecária na UFSC, formada na graduação e no mestrado em Ciência da Informação pela mesma universidade, e atualmente é responsável pelo setor de referência. A IATUL  (International Association of University Libraries) foi fundada eme 1955 na Alemanha e a biblioteca da UFSC foi a primeira biblioteca brasileira a tornar-se membro dessa associação, cujo diferencial é oferecer atividades que buscam fortalecer o networking entre bibliotecários, principalmente gestores, sendo que uma das atividades é o programa de estudos. Esse programa permite o intercâmbio de pelo menos 2 semanas, no qual o bibliotecário visitante conhece os serviços e atividades da biblioteca e, como contrapartida, implementar um novo serviço na instituição de origem do visitante. Karyn conheceu a biblioteca da Universidade Tecnológica de Munique, uma das melhores universidades alemãs, onde conheceu os serviços e, sobretudo, a iniciativa ERIC, que é um software que dá suporte à pesquisa e gerenciamento de dados de pesquisa. Karyn se candidatou ao programa no 2º semestre de 2014 e  embarcou em junho/julho de 2015, passando 4 semanas em Munique e uma em Hanover em uma conferência. A biblioteca visitada por Karyn foi fundada 1868, e embora o enfoque seja tecnológico, também possui outros assuntos nos acervo, como medicina e administração. Sobre sua rotina, Karyn contou que semanas antes de viajar recebeu um cronograma de atividades, muitas delas reuniões, e passou a maior parte do tempo na biblioteca do campus principal no centro de Munique. Como no Canadá, os bibliotecários também especialistas de área e a formação diferente é diferente e pode ocorrer de três formas: pelo ensino técnico mais um curso de  2 a 3 anos, mas que dá formação de aprendiz (mais ou menos equivalente a auxiliar de biblioteca, no Brasil); graduação (criado recentemente); bibliotecário de área (subject librarian): mestres ou doutores na área passam por um curso de 2 anos para se tornar bibliotecário. O subject librarian temEm geral, o atendimento é realizado por estudantes de biblioteconomia e ocupam o cargo de auxiliares, pois os bibliotecários não estão na linha de frente, como ocorria até pouco tempo atrás. Em seu primeiro dia de trabalho na Alemanha, Karyn reuniu-se com o diretor, que também é o atual presidente do IATUL, que esclareceu que ao retornar da viagem é necessário fazer relatório contendo feedback da implantação do serviço que conheceu na Alemanha, que no caso foi o software ERIC. Chamou a atenção de Karyn o fato de boa parte do acervo ser fechado e existir uma busca mecanizada de material, que torna o material rapidamente disponível para o usuário. Em relação ao organograma, Karyn comentou que a divisão ocorre por departamentos (circulação, serviços de informação (contém referência, referência virtual, capacitação presencial, web, via Moodle e até por WhatsApp), aquisição e catalogação, tecnologia da informação (responsável pelo repositório). Um ponto que chamou sua atenção foi a catalogação com um código em alemão, mas que em breve será substituída pelo RDA, porque há preocupação com internacionalização e, para isso, o RDA, Toolkit já foi traduzido para o alemão e deverá ser adotado em breve. Além disso, a biblioteca tem uma certificação ISO de qualidade, o que lhe possibilitou reestruturar os fluxos de trabalho e a documentação correspondente. Karyn ressaltou que tanto o ERIC, que é o software para acompanhar a pesquisa, do seu início até a geração dos dados, como o mediaTUM. o software utilizado para o repositório, foram desenvolvidos na própria universidade e atualmente são open source, suportando a pesquisa e o gerenciamento de dados de pesquisa, dados esses que são já são requisitados por agências de fomento europeias e alemãs, e no Brasil a FAPESP também já os solicita. Como a biblioteca está num patamar no qual já consegue oferecer o básico na gestão de dados científico,  a preocupação recai sobre quais outros serviços relevantes e atuais pode oferecer. Karyn também conheceu duas bibliotecárias suecas que fizeram um intercâmbio de uma semana e com as quais trocou experiências. Uma curiosidade sobre a Alemenha é que o país não tem biblioteca nacional, mas várias bibliotecas compõem a biblioteca nacional virtual, cada uma se responsabilizando por uma área do conhecimento e  um período. Em Hanover, Karyn participou apresentou um trabalho sobre a UFSC em um congresso. Por fim, ela comentou que as bibliotecas não possuem problemas com verba, mas existe preocupação com a contenção de gastos, sendo um exemplo disso a aquisição compartilhada de recursos informacionais.

Se você não pôde assistir, o vídeo da apresentação está disponível abaixo:

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Resumo do webinar "Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional"

No dia 21/3/16, a FEBAB deu início a uma série de webinars cujo primeiro foi “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”.

Nesse dia, os bibliotecários Karyn Lehmkuhl e Carlos Gianetti contaram suas experiências nas bibliotecas da Universidade de Tecnológica de Munique, na Alemanha, e da Universidade de Toronto, no Canadá.

Carlos tem uma formação variada e atualmente é técnico de biblioteca no Instituto de Artes da UNICAMP. Iniciou falando que seu estágio foi realizado de novembro a dezembro de 2015 como bibliotecário visitante. A oportunidade surgiu por meio da publicação de um edital de mobilidade para funcionários da UNICAMP. A Universidade de Toronto, assim como muitas universidades públicas, não são totalmente financiadas pelo governo: a proporção é, em média, 45%  de financiamento público e 55% privado. No total, a Universidade de Toronto possui 3 campus. No que se refere ao sistema de bibliotecas, a universidade conta com 44 bibliotecas. Conhecidas como research libraries, não são locais apenas para empréstimo, mas também para reuniões, encontros e socialização. Carlos relatou, também, que o respeito à diversidade sexual e religiosa é absurda, e outro ponto destacado foi o fato de alunos de pós-graduação terem acesso irrestrito à biblioteca, exceto ao setor de obras raras. Além disso, é permitido entrar com mochilas e sacolas, pois parte-se do princípio de liberdade dos usuários e a consideração e respeito que possuem à coleção. A Library of Congress Subject Headings é adotada como classificação, sobretudo nas bibliotecas universitárias, enquanto que a Classificação Decimal de Dewey nas públicas. Carlos ainda destacou a comunicação organizacional, pois todos a equipe se comunica, independente do setor de atuação. Sobre o acervo, o empréstimo é ilimitado para graduação e pós-graduação, pois se considera que os usuários têm consciência de levar apenas os livros que realmente lerão. Sobre os alunos de pós-graduação, eles têm direito a uma mesa que podem colocar os livros e deixam lá parte do material usado na sua pesquisa; se outro usuário precisar do livro, ele é indicado no sistema com quem está emprestado e contata o usuário em questão.

O que também chamou a atenção de Carlos foi o fato da biblioteca estar sempre cheia e serem muito voltadas para os usuários, pois contemplam espaços para todas as gerações (X, Y, Z). As bibliotecas também possuem salas de leitura individuais e em grupo para reuniões, programar trabalhos, projetos, dentre outros. No que se refere aos serviços, o desenvolvimento de coleções é realizado por  bibliotecários especialistas, sendo cada um responsável pela compra e aquisição das línguas que dominam, o mesmo ocorrendo com a catalogação. A biblioteca recebe as listas dos livros que preferem em centenas de línguas e da compra até a disponibilização no acervo leva em torno de 3 meses. Outra curiosidade apontada por Carlos é que em épocas de provas as bibliotecas funcionam 24 horas com o cartão do usuário e foi destacado, também, o fato do wifi funcionar em toda a universidade, permitindo a mobilidade no campus. Sobre o atendimento ao usuário, Carlos destacou que enquanto que no Brasil encontra-se, em geral, a circulação e a referência, no Canadá há os information desks, no qual são providas respostas rápidas, como informações sobre o acervo, localização de materiais e recarga de cartão para uso das fotocopiadoras, e os reference desks, que contam com bibliotecários especialistas em cada área (liaisons). Isso acontece porque enquanto que no Brasil a formação do bibliotecário é generalista, no Canadá e nos Estados Unidos a graduação é em uma área do conhecimento e, posteriormente, estuda-se um mestrado em biblioteconomia para só então poder exercer a profissão de bibliotecário, e com ele pode-se marcar um horário de atendimento via chat, e-mail ou outra forma de contato disponibilizada pela biblioteca. Carlos também comentou outras curiosidades: a Robarts library, por exemplo, possui 5 milhões de livros e um anexo com obras raras; existem bibliotecas com impressoras 3D, pois considera-se que essa ferramenta fornece embasamento para o aprendizado e torna-o “tátil”; também foi mostrada uma foto de uma biblioteca que recebe a visita, a cada 2 semanas, de um cachorro utilizado para para descontrair e relaxar os estudantes, sobretudo em períodos de provas e projetos; a maioria das bibliotecas aproveita muito bem a luz natural, sendo que a biblioteca da Mizusawa possui sensores nas luzes internas que a fazem variar conforme a intensidade da natural, além de estantes deslizantes para economizar espaço e copiadoras com cartão, os quais são carregados pelos funcionários; há bibliotecas que também disponibilizam uma área privada em que é permitido o uso  de telefone celular.

Carlos relatou toda sua experiência no blog que criou para esse fim, com vários relatos e vídeos, vale a pena conferir: http://bibliointercambioprofissa.wordpress.com.

Na sequência, Karyn falou sobre sua experiência na apresentação intitulada “Programa de estudos IATUL: aprendizados, vivências e visitas”. Há 6 anos ela é bibliotecária na UFSC, formada na graduação e no mestrado em Ciência da Informação pela mesma universidade, e atualmente é responsável pelo setor de referência. A IATUL  (International Association of University Libraries) foi fundada eme 1955 na Alemanha e a biblioteca da UFSC foi a primeira biblioteca brasileira a tornar-se membro dessa associação, cujo diferencial é oferecer atividades que buscam fortalecer o networking entre bibliotecários, principalmente gestores, sendo que uma das atividades é o programa de estudos. Esse programa permite o intercâmbio de pelo menos 2 semanas, no qual o bibliotecário visitante conhece os serviços e atividades da biblioteca e, como contrapartida, implementar um novo serviço na instituição de origem do visitante. Karyn conheceu a biblioteca da Universidade Tecnológica de Munique, uma das melhores universidades alemãs, onde conheceu os serviços e, sobretudo, a iniciativa ERIC, que é um software que dá suporte à pesquisa e gerenciamento de dados de pesquisa. Karyn se candidatou ao programa no 2º semestre de 2014 e  embarcou em junho/julho de 2015, passando 4 semanas em Munique e uma em Hanover em uma conferência. A biblioteca visitada por Karyn foi fundada 1868, e embora o enfoque seja tecnológico, também possui outros assuntos nos acervo, como medicina e administração. Sobre sua rotina, Karyn contou que semanas antes de viajar recebeu um cronograma de atividades, muitas delas reuniões, e passou a maior parte do tempo na biblioteca do campus principal no centro de Munique. Como no Canadá, os bibliotecários também especialistas de área e a formação diferente é diferente e pode ocorrer de três formas: pelo ensino técnico mais um curso de  2 a 3 anos, mas que dá formação de aprendiz (mais ou menos equivalente a auxiliar de biblioteca, no Brasil); graduação (criado recentemente); bibliotecário de área (subject librarian): mestres ou doutores na área passam por um curso de 2 anos para se tornar bibliotecário. O subject librarian temEm geral, o atendimento é realizado por estudantes de biblioteconomia e ocupam o cargo de auxiliares, pois os bibliotecários não estão na linha de frente, como ocorria até pouco tempo atrás. Em seu primeiro dia de trabalho na Alemanha, Karyn reuniu-se com o diretor, que também é o atual presidente do IATUL, que esclareceu que ao retornar da viagem é necessário fazer relatório contendo feedback da implantação do serviço que conheceu na Alemanha, que no caso foi o software ERIC. Chamou a atenção de Karyn o fato de boa parte do acervo ser fechado e existir uma busca mecanizada de material, que torna o material rapidamente disponível para o usuário. Em relação ao organograma, Karyn comentou que a divisão ocorre por departamentos (circulação, serviços de informação (contém referência, referência virtual, capacitação presencial, web, via Moodle e até por WhatsApp), aquisição e catalogação, tecnologia da informação (responsável pelo repositório). Um ponto que chamou sua atenção foi a catalogação com um código em alemão, mas que em breve será substituída pelo RDA, porque há preocupação com internacionalização e, para isso, o RDA, Toolkit já foi traduzido para o alemão e deverá ser adotado em breve. Além disso, a biblioteca tem uma certificação ISO de qualidade, o que lhe possibilitou reestruturar os fluxos de trabalho e a documentação correspondente. Karyn ressaltou que tanto o ERIC, que é o software para acompanhar a pesquisa, do seu início até a geração dos dados, como o mediaTUM. o software utilizado para o repositório, foram desenvolvidos na própria universidade e atualmente são open source, suportando a pesquisa e o gerenciamento de dados de pesquisa, dados esses que são já são requisitados por agências de fomento europeias e alemãs, e no Brasil a FAPESP também já os solicita. Como a biblioteca está num patamar no qual já consegue oferecer o básico na gestão de dados científico,  a preocupação recai sobre quais outros serviços relevantes e atuais pode oferecer. Karyn também conheceu duas bibliotecárias suecas que fizeram um intercâmbio de uma semana e com as quais trocou experiências. Uma curiosidade sobre a Alemenha é que o país não tem biblioteca nacional, mas várias bibliotecas compõem a biblioteca nacional virtual, cada uma se responsabilizando por uma área do conhecimento e  um período. Em Hanover, Karyn participou apresentou um trabalho sobre a UFSC em um congresso. Por fim, ela comentou que as bibliotecas não possuem problemas com verba, mas existe preocupação com a contenção de gastos, sendo um exemplo disso a aquisição compartilhada de recursos informacionais.

Se você não pôde assistir, o vídeo da apresentação está disponível abaixo:

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Prorrogação para envio trabalhos XXV CBBD

Foi prorrogado o prazo para submissão de trabalhos para o XXV CBBD até as 23h59 do dia 14 de abril (domingo)

Fonte: E-mail enviado pela FEBAB.

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Educação é premiada em Congresso Brasileiro de Bibliotecas

Ótima iniciativa que precisa ocorrer com mais frequência no Brasil, e que esperamos que ocorra nos próximos CBBD’s!

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Projeto das Arapiraquinhas foi destaque no evento

A implantação do projeto das Arapiraquinhas- bibliotecas públicas digitais instaladas nos bairros- já é referência como modelo de práticas de incentivo à leitura e à pesquisa no País.

A Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Educação, foi agraciada, na manhã desta quarta-feira (10), com o Prêmio Biblioteca Modelo da Febab – Federação Brasileira de Profissionais Bibliotecários, Cientistas da Informação e Bicateca, empresa de mobiliários modernos para bibliotecas.

O prêmio será entregue na tarde desta quarta-feira, durante o encerramento do XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (CBBD), promovido pela Federação Brasileira de Profissionais Bibliotecários e Cientistas da Informação (Febab) e Associação Alagoana de Profissionais em Biblioteconomia (AAPB), que está sendo realizado no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió.

O evento teve início no último dia 7 e será encerrado nesta quarta (10). Representando a secretária de Educação, Ana Valéria Peixoto, e o prefeito Luciano Barbosa (PMDB), que está em Brasília, no Distrito Federal, a bibliotecária Wilma Nóbrega Lima e técnicos da secretaria montaram o estande para apresentação dos projetos de Arapiraca.

A Febab e a Bicateca criaram o Prêmio Biblioteca Modelo, com o objetivo de premiar projetos inovadores de inclusão social e de estímulo à Leitura nos Estados brasileiros que sediarem o CBBD.

“Eles reconheceram o trabalho inovador que está sendo realizado pela Prefeitura de Arapiraca, com recursos próprios, e que vem transformando a vida de famílias, especialmente de crianças carentes que se sentem motivadas a ler”, considerou Wilma Nóbrega.

O prêmio consiste em mobiliários modernos, que estão expostos na Biblioteca Modelo na Feira de Negócios do Congresso do CBBD.

Além de mesas, estantes, cadeiras, doadas pela Bicateca, o Grupo Editorial Gen, que também apóia a iniciativa, está doando todo acervo infantil exposto na Feira. A empresa Contempory doará o software- programa de computador- para informatização de toda a rede de bibliotecas de Arapiraca.

No final do evento, a secretária de Educação Ana Valéria Peixoto, e a bibliotecária Wilma Nóbrega, irão apresentar ao público os detalhes do projeto das Arapiraquinhas e o projeto Mães Leitoras, Costurando a Leitura Para as Crianças.

O Congresso reúne mais de 1.300 participantes de todo o Brasil e até de outros países.

Mais Arapiraquinhas

Como parte desse projeto de sucesso, na manhã do próximo sábado (13), o prefeito Luciano Barbosa e a secretária de Educação, Ana Valéria Peixoto, irão entregar aos moradores dos bairros Itapoã e Santa Esmeralda, a segunda Arapiraquinha.

O projeto foi lançado em agosto do ano passado, com a inauguração da primeira Arapiraquinha, a Biblioteca Pública Digital Professora Neuza Gomes da Silva.

O espaço está localizado no bairro Jardim Esperança e foi construído com recursos da própria municipalidade, que também contemplou os moradores do bairro e adjacências com a entrega da Praça Antônio Oliveira da Silva, onde foi instalada uma quadra de esportes, parque infantil e jardins.

A Biblioteca Pública Professora Neuza Gomes da Silva é um espaço público de estímulo à leitura com três mil títulos, incluindo livros contendo a história de Arapiraca, bem como de periódicos, acervos em braile para leitura de pessoas portadoras de deficiência visual, além de sala de acesso à internet com nove computadores, CDs, DVDs, mapas, jogos e bebeteca para abrigar recém-nascidos a partir de seis meses de vida.

Disponível em: <http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/noticia.php?notid=3597>. Acesso em: 19 ago. 2011.

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I Ciclo de Debates FEBAB

A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições promove para Bibliotecários e Estudantes de Biblioteconomia e interessados

I CICLO DE DEBATES FEBAB

AACR2 x RDA
Novo cenário na catalogação?

Debatedores: Rosa Maria Correa
Concília Teodósio
Fernando Modesto
Data: 27 de outubro de 2010
Hora: 14 às 17h
Local: Instituto Cervantes
Av. Paulista, 2439 – São Paulo-SP
(Metrô Consolação)
Inscrições: R$100,00 Profissionais
R$ 50,00 Estudantes
fone: 11-3527-9979  ou no dia e local do evento                                                                                    ***Vagas limitadas***

 

I CICLO DE DEBATES FEBAB

 

 

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

Nome(s):

 

Local (Trabalho, Entidade/Instituição):

 

Endereço:

 

Cidade:                                                         CEP:                         Estado:

 

Tel.: (    )                                                       Fax: (    )

 

E -mail:

 

Data:

 

Assinatura:

 

*Obs.: – Fazer cópia(s) da ficha para enviar via fax ou e-mail

 

Forma de Pagamento: Enviar via FAX (0xx11 3257-9979 ) a Ficha de Inscrição, juntamente com a cópia do depósito bancário, em nome da FEBAB – Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições, no Banco Itaú – Agência 0660 – C/C 44553-7

 

CNPJ: 44.075.687/0001-08

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CURSO À DISTÂNCIA: "COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO PARA BIBLIOTECÁRIOS"

A gestão da FEBAB (2008-2011) acha-se pautada em critérios que são estratégicos para enfrentar os desafios decorrentes de um novo cenário social e uma de suas propostas está voltada para as pessoas e suas competências, visando a duas ações:

Estabelecer um sistema de identificação de necessidades de educação continuada em termos globais e, consubstanciado, em modernas práticas de gestão de pessoas e de competências.
Promover a educação continuada dos profissionais bibliotecários e cientistas da informação ampliando a oferta mediante a adoção da modalidade de EAD, visando cobrir todo o território brasileiro
A primeira identificação de necessidades de educação continuada foi realizada junto aos participantes do XV Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, na cidade de São Paulo, em novembro de 2008.

Competência em Informação para Bibliotecários
Profa. Dra. Elisabeth Adriana Dudziak

Plataforma Moodle

Apresentação do curso

Hoje, mais do que nunca, os profissionais da informação (como o bibliotecário, o analista de informações e o documentalista), necessitam ser competentes em informação. Isto significa ser um expert no domínio de habilidades, conhecimentos e atitudes que capacitam o indivíduo a lidar com a totalidade do ciclo informacional. Além disso, cabe ao profissional da informação promover meios e implementar ações educacionais que tornem crianças, adolescentes e adultos competentes em informação.

Ementa do curso

Apresenta o conceito e suas nuances, assim como proporciona uma oportunidade de reflexão e modificação da visão que o profissional da informação tem de sua própria atuação. Inclui: origem e evolução do conceito, características e componentes, modelos de processos e paradigmas, atuação do profissional da informação, procedimentos para aprimoramento da competência em informação.

Objetivo

Aprimorar conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados à competência em informação.

Público-alvo: Profissionais da informação

Nova Turma:

Período do curso: 03 de novembro a 14 de dezembro de 2009

Inscrições: De 26 de outubro a 02 de novembro de 2009

Carga horária: 50 horas

Conteúdo programático

Módulo 1 – O significado da competência em informação
Aula 1 – Introdução ao conceito de competência
Aula 2 – Origem e conceituação da competência em informação
Aula 3 – Componentes da competência em informação

Módulo 2 – Implementando ações voltadas à competência em informação
Aula 4 – A atuação do profissional da informação
Aula 5 – Como aprimorar sua competência em informação
Aula 6 – Bases pedagógicas e didáticas

Base conceitual

O curso foi elaborado a partir de referenciais teóricos e práticos internacionalmente reconhecidos e divulgados a partir da IFLA e da UNESCO.

Mini-currículo de Elisabeth Adriana Dudziak

Graduação em Biblioteconomia – 1984 (Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo).

Mestrado em Ciência da Informação – 2001 (Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo) com a dissertação “Information literacy e o papel educacional das bibliotecas”.

Doutorado em Engenharia de Produção – 2007 (Escola Politécnica, Universidade de São Paulo), com a tese “Lei de inovação e pesquisa acadêmica”.

Atualmente é bibliotecária chefe da Biblioteca de Engenharia Elétrica da Divisão de Biblioteca da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Pesquisa o tema da competência em informação desde 2000.

Investimento

Parcela única de R$ 150,00 (somente p/sócios das Associações membros da FEBAB – Sindicatos não são filiados à FEBAB) e R$ 250,00 (não associados). Ter CRB não dá direito ao desconto.

Aceitamos inscrições por empenho

Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo – SP

Inscrição online: Para preencher a ficha de inscrição online é preciso aceitar o regulamento abaixo.

Disponível em: . Acesso em: 31 out. 2009.

As inscrições podem ser feitas no site da FEBAB.

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CURSO À DISTÂNCIA: “COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO PARA BIBLIOTECÁRIOS”

A gestão da FEBAB (2008-2011) acha-se pautada em critérios que são estratégicos para enfrentar os desafios decorrentes de um novo cenário social e uma de suas propostas está voltada para as pessoas e suas competências, visando a duas ações:

Estabelecer um sistema de identificação de necessidades de educação continuada em termos globais e, consubstanciado, em modernas práticas de gestão de pessoas e de competências.
Promover a educação continuada dos profissionais bibliotecários e cientistas da informação ampliando a oferta mediante a adoção da modalidade de EAD, visando cobrir todo o território brasileiro
A primeira identificação de necessidades de educação continuada foi realizada junto aos participantes do XV Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, na cidade de São Paulo, em novembro de 2008.

Competência em Informação para Bibliotecários
Profa. Dra. Elisabeth Adriana Dudziak

Plataforma Moodle

Apresentação do curso

Hoje, mais do que nunca, os profissionais da informação (como o bibliotecário, o analista de informações e o documentalista), necessitam ser competentes em informação. Isto significa ser um expert no domínio de habilidades, conhecimentos e atitudes que capacitam o indivíduo a lidar com a totalidade do ciclo informacional. Além disso, cabe ao profissional da informação promover meios e implementar ações educacionais que tornem crianças, adolescentes e adultos competentes em informação.

Ementa do curso

Apresenta o conceito e suas nuances, assim como proporciona uma oportunidade de reflexão e modificação da visão que o profissional da informação tem de sua própria atuação. Inclui: origem e evolução do conceito, características e componentes, modelos de processos e paradigmas, atuação do profissional da informação, procedimentos para aprimoramento da competência em informação.

Objetivo

Aprimorar conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados à competência em informação.

Público-alvo: Profissionais da informação

Nova Turma:

Período do curso: 03 de novembro a 14 de dezembro de 2009

Inscrições: De 26 de outubro a 02 de novembro de 2009

Carga horária: 50 horas

Conteúdo programático

Módulo 1 – O significado da competência em informação
Aula 1 – Introdução ao conceito de competência
Aula 2 – Origem e conceituação da competência em informação
Aula 3 – Componentes da competência em informação

Módulo 2 – Implementando ações voltadas à competência em informação
Aula 4 – A atuação do profissional da informação
Aula 5 – Como aprimorar sua competência em informação
Aula 6 – Bases pedagógicas e didáticas

Base conceitual

O curso foi elaborado a partir de referenciais teóricos e práticos internacionalmente reconhecidos e divulgados a partir da IFLA e da UNESCO.

Mini-currículo de Elisabeth Adriana Dudziak

Graduação em Biblioteconomia – 1984 (Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo).

Mestrado em Ciência da Informação – 2001 (Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo) com a dissertação “Information literacy e o papel educacional das bibliotecas”.

Doutorado em Engenharia de Produção – 2007 (Escola Politécnica, Universidade de São Paulo), com a tese “Lei de inovação e pesquisa acadêmica”.

Atualmente é bibliotecária chefe da Biblioteca de Engenharia Elétrica da Divisão de Biblioteca da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Pesquisa o tema da competência em informação desde 2000.

Investimento

Parcela única de R$ 150,00 (somente p/sócios das Associações membros da FEBAB – Sindicatos não são filiados à FEBAB) e R$ 250,00 (não associados). Ter CRB não dá direito ao desconto.

Aceitamos inscrições por empenho

Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo – SP

Inscrição online: Para preencher a ficha de inscrição online é preciso aceitar o regulamento abaixo.

Disponível em: . Acesso em: 31 out. 2009.

As inscrições podem ser feitas no site da FEBAB.

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