Arquivo da tag: gestão da informação

Quatro mitos sobre a guarda e o descarte de dados

Mas ainda hoje a maioria das organizações não possui uma política estruturada para destruição de dados

Tom Lahiff *

Publicada em 24 de julho de 2013 às 11h58

À medida em que os custos para armazenamento caem, as empresas guardam um volume maior de informações. Apesar disso, em tempos de Big Data vale a pena criar políticas para destruição de dados.

Muitos dados estão desatualizados e nunca serão acessados. Eles acabam acumulando e dificilmente podem ser acessados de forma sistêmica. Para melhorar a gestão das informações, o melhor que se pode a fazer é livrar-se dos excessos, criando políticas efetivas.

Mas ainda hoje a maioria das organizações não possui uma política estruturada para o descarte de informações. Esse contexto se dá porque muitos “mitos” ainda cercam a relação entre as empresas e seus dados.

Mito nº1: É preciso guardar tudo
Fato: Nenhuma norma obriga a organização a manter armazenados todos os dados produzidos.

Cada empresa segue normas específicas de acordo com o setor na qual atua e, por meio das orientações regulatórias, podem separar as informações que não terão utilidade das que precisam ser mantidas nos arquivos. Para separar, efetivamente, o que deve ser armazenado, o gestor de TI deve ter um processo de comunicação com o líder da área jurídica – assim, criarão políticas que contemplem as leis e os mecanismos de captura ou descarte dos dados.

Mito nº2: Não custa nada manter
Fato: A retenção segura de dados requer altos investimentos iniciais e de manutenção

Os custos de armazenamento de dados não só são altos, como também implicam em despesas relacionadas ao gerenciamento das informações mantidas em arquivos, das soluções de segurança que asseguram a proteção dos ativos guardados.

Mito nº3: Não é possível identificar o que pode ser descartado
Fato: Há processos e soluções específicas para isso

Há duas razões para manter dados armazenados: ou eles têm valor regulatório legal, ou geram resultados efetivos ao negócio. Por meio de um processo de análise do fluxo de informações é possível identificar em qual dessas divisões elas se encontram. Se não estiverem adequadas a nenhuma dessas categorias, podem ser descartadas.

Mito nº4: É muito difícil categorizar dados
Fato: Será muito mais difícil no futuro, quando sua estrutura de storage sofrer uma pane. Por isso, comece o mais rápido possível

Separar as informações que podem ser descartadas daquelas que devem ser mantidas pode parecer impossível, mas não é. A iniciativa requer total integração do gestor de TI com o líder do departamento jurídico, bem como das demais áreas de negócio. Só assim é possível identificar os dados que não trazem valor à companhia e, nem tampouco, estão ligados às normas regulatórias de cada setor.

(*) Tom Lahiff é diretor da consultoria PricewaterhouseCoopers

Disponível em: <http://cio.uol.com.br/gestao/2013/07/24/quatro-mitos-sobre-a-guarda-e-o-descarte-de-dados/>. Acesso em: 26 jul. 2013.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Etec de Pirassununga – SP fará Concurso para Docentes

Segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Concurso Público – EDITAL Nº 139/02/2011

A Escola Técnica Estadual “Tenente Aviador Gustavo Klug”, da cidade de Pirassununga, vai abrir inscrições para Concurso Público de Docentes.

Estarão disponíveis quatro vagas, das quais 5% ficam reservadas para deficientes, nas áreas de Gerenciamento de Rotinas e Serviços-Secretariado, Gestão de Informações e Documentos-Secretariado, Assessoramento Empresarial e de Eventos I e II, e Secretariado.

O valor da hora/aula prestada é de R$ 10,00, correspondente a referência P-1.

As inscrições serão recebidas no período de 19 a 23 de setembro, no horário das 9h às 12h e das 13h às 17h, na Etec “Tenente Aviador Gustavo Klug”, localizada na Avenida Padre Antônio Van Ess, 1925 – Bairro Jardim Petrópolis, Pirassununga – SP.

São condições para tal:

Ser brasileiro e possuir 18 anos na data da inscrição;
Estar em dia com as obrigações do Serviço Militar, se do sexo masculino;
Estar quite com as obrigações resultantes da legislação eleitoral;
Declarar que, nos últimos cinco anos, não foi demitido a bem do serviço público, na administração direta ou indireta;
Possuir, na data da inscrição o requisito de titulação (vide edital);
Preencher ficha de inscrição, previamente, retirada na Etec, na qual declara possuir as condições indicadas e apresentar um documento de identidade, juntando ainda, uma cópia do diploma frente/verso, registrado em órgão competente e, na ausência, cópia de documento que foi encaminhado para registro; e
Recolher à Associação de Pais e Mestres – APM da Unidade de Ensino, a taxa no valor de R$ 40,00, por inscrição, a título de ressarcimento de despesas com material e serviços.
O concurso constará de Prova Escrita, Didática e de Títulos.

Para mais informações, consulte edital completo.

Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

Deixe um comentário

Arquivado em Concurso

Seleção de Pós-Doutoramento em Gestão da Informação – ECA/USP

O Projeto Temático Comunicação e Censura: análise teórica e documental de processos censórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da ECA/USP (processo Fapesp 08/56709-0), abre inscrições para bolsa de Pós-Doutoramento em Gerenciamento de Projetos. Tendo se iniciado em agosto de 2009 e com encerramento previsto para julho de 2013, visa estudar a censura aos meios de comunicação e às artes a partir dos documentos do Arquivo Miroel Silveira da Biblioteca da ECA/USP, dos quais constam mais de seis mil processos de censura prévia ao teatro, oriundos da Divisão de Censura do Departamento de Diversões Públicas do Estado de São Paulo, de 1930 a 1970. Trata-se de pesquisa com ramificações interdisciplinares, envolvendo as ciências da informação, as ciências da comunicação, a sociologia, a lingüística e história objetivando o resgate da história do teatro paulista e a análise profunda dos processos censórios operados pelo Estado no exercício da censura prévia. Os interesses de pesquisa se expandem para uma reposição sobre os temas da opinião pública sobre censura hoje. O Projeto Temático é integrado pela Profa. Dra. Mayra Rodrigues Gomes, Profa. Dra. Roseli Figaro Paulino e está sob a coordenação geral da Profa. Dra. Maria Cristina Castilho Costa.  

Para maiores informações acessar o site http://npcc.vitis.uspnet.usp.br. Espera-se que o bolsista de Pós-Doutoramento auxilie no gerenciamento do projeto, oriente bolsistas nos níveis de Iniciação Científica e Pré-Iniciação Científica, elabore textos de divulgação, auxilie na organização de conteúdos do site e represente o projeto em eventos acadêmicos e junto a instituições parceiras.

Perfil do candidato:

 – Profissional com doutorado em Ciências Humanas ou Sociais, Ciências da Comunicação, Ciências da Informação ou áreas afins;

– Amplos conhecimentos de cunho acadêmico-operacional na área;

– Boa comunicação oral e escrita;

– Capacidade de trabalho em grupo e habilidade para administrar e gerenciar recursos humanos;

– Capacidade para desenvolver produtos de divulgação;

– Experiência com tratamento, conservação e gerenciamento de documentos;

– Experiência na filtragem, síntese, recuperação e acesso à informação;

– Conhecimento prático e técnico com sistemas informacionais e Internet;

– Capacidade para assistir, intermediar e dar apoio a pesquisadores;

– Capacidade para desenvolver e gerir projetos;

– Conhecimentos na área de gerenciamento de arquivos.

Os candidatos poderão ser brasileiros ou estrangeiros, com domínio do idioma português e doutoramento em áreas afins. Os interessados deverão entrar em contato através do endereço eletrônico arquivoms@usp.br, encaminhando currículo vitae e indicando disponibilidade de horário para entrevista. A data limite para recebimento dos currículos é 05 de julho de 2011. As entrevistas serão agendadas entre 11 e 15 de julho. O valor da bolsa de Pós-Doutorado oferecida é de R$ 5.333,40.

Maiores informações através do e-mail arquivoms@usp.br ou pelo telefone, (11) 3091-1607, com Jacqueline.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Mayana Zatz: informação será o grande desafio ético para o “novo homem”

O avanço da Neurociência e da Engenharia Genética nas últimas décadas desafiam cientistas e filósofos a entenderem o novo ser humano “produzido e manipulado” em laboratório. Não são apenas as questões científicas que estão na pauta, mas, também gigantescos desafios éticos e sociais. Manipulação da mente, capacidade da memória intelectual, preferências sexuais, estados de ânimo estão no cerne da discussão.

“O novo homem”, antecipou Drummond em Caminhos de João Brandão (publicado originalmente no Jornal do Brasil, em 1967), será feito em laboratório. “Muito mais perfeito que no antigório. (…) Nele, tudo exato, medido, bem-posto: o justo formato, o standard do rosto. Duzentos modelos, todos atraentes. (Escolher, ao vê-los, nossos descendentes.) Quer um sábio? Peça. Ministro? Encomende. Uma ficha impressa a todos atende. (…) eis que o homem feito em laboratório sem qualquer defeito como no antigório, acabou com o Homem. Bem feito.”

O sueco Nick Bostrom, diretor do Instituto para o Futuro da Humanidade, é um dos filósofos contemporâneos mais preocupados com o impacto transformador que as tecnologias atuais e futuras trarão para a sociedade, que é estudado no Transhumanismo (corrente filosófica que incentiva o uso da ciência e tecnologia para melhorar a condição humana em larga escala). Entre esses e outros impactos, o principal trata da ampliação dos riscos de extermínio da própria raça humana. “Algumas das questões importantes referem-se à moral filosófica e aos seus valores. Outras estão relacionadas à racionalidade e ao discurso sobre a incerteza. Há, ainda, as que dizem respeito a questões específicas e às suas possibilidades, tais como riscos existenciais, simulação, valorização humana, vantagens infinitas, raciocínio antrópico, riscos da informação, inteligência artificial, entre outras”, ressalta.

Entre perigos e possibilidades, a geneticista Mayana Zatz, professora de Genética Humana Médica do Instituto de Biociências da USP, e coordenadora do Centro de Estudo do Genoma Humano, diz que prevalecem inúmeros mitos em relação ao alcance da ciência, e que a gestão da informação, e, de nossos “códigos” genéticos, será o principal desafio para o homem nas próximas décadas. Na Revista da Cultura deste mês, Mayana falou desse possível efeito “Frankenstein” e suas implicações.

Abaixo, leia a entrevista completa.

Quais efeitos sociais o avanço da ciência trouxe para a sociedade. E quais as principais implicações éticas no cenário atual? A partir do estudo do DNA podemos detectar um número maior de características. A grande questão ética é o que fazer com estas informações. O estudo do Genoma é extremamente importante para o diagnóstico de doenças genéticas, para saber se determinada pessoa tem um risco aumentado de ter filhos com algum problema, por exemplo. Há uma noção do poder da ciência um pouco acima do que é real. Conseguimos identificar, mas, pouco ainda sobre o poder de manipular.

O que podemos fazer hoje em relação ao ser humano é selecionar embriões com algumas características. Mas, é uma coisa muito limitada porque se eu quiser selecionar um embrião com olho azul, ele só vai existir se o pai e a mãe tiverem genes que determinem olho azul, ou seja, precisa ter aquelas características na família para poder selecionar aquelas características. O que vai poder ser feito no futuro, é, talvez, atuar na expressão dos genes. Por exemplo, se eu digo que tenho um gene que me libera endorfina quando corro, pode ser que eu possa dar endorfina para as pessoas para ficarem felizes sem ter que correrem. Então, com isso vamos poder interferir na pessoa, não na transmissão para a próxima geração.

O que existe de real e preocupante? Podemos saber se determinada pessoa tem uma mutação e, com isso, um risco aumentado de desenvolver alguma doença aos 40, 50 anos. Mas, para algumas doenças não existe cura, tratamento, e, portanto, nada pode ser feito. A primeira questão ética é se vale a pena ou não oferecer testes se não há nada o que pode ser feito a respeito. Até que ponto você gostaria de saber que há uma bomba dentro de você, que pode estourar a qualquer momento?

Você escreveu recentemente que muitas dessas informações não têm grande utilidade, caindo cada vez mais na futilidade. Esse seria outro aspecto? Essa é a segunda questão. Muitos testes genéticos estão sendo feitos para coisas completamente fúteis. Foi o que escrevi, em meu blog, sobre o chamado “gene da futilidade”. Companhias já se oferecem para testar várias características, como possível cor do olho, cabelo, se a criança terá sarda ou não, se espirrará quando sair à luz do sol, etc. Ou seja, coisas completamente idiotas. A mais patética foi a de uma empresa que oferece testes para saber se a pessoa é sensível a um determinado tipo de cheiro, que é excretado na urina quando se come aspargo! Para você ver o quão ridículo isso chegou.

Que tipo de perigo a sociedade pode correr com esse tipo de banalização? Tem que se pensar se essas pessoas e empresas, que estão oferecendo essas bobagens, não vão querer usar isso para diagnóstico pré-natal, por exemplo, e, começar a alterar as características das futuras gerações. Essa é uma grande preocupação: como a informação será usada. O que as pessoas vão querer selecionar. Por exemplo, os Estados Unidos valorizam crianças com habilidades para o esporte. Então, pensando no futuro, poderá haver uma carga emocional gigantesca para essa criança ter ou não esse tipo de habilidade. Como grande parte dos testes é feito por empresas privadas, ninguém sabe como as pessoas vão receber os resultados e o que farão com eles.

Por que a informação será o principal desafio no futuro? Com o avanço da ciência, vamos gerar uma quantidade gigantesca de informação com muito pouco conhecimento. Vamos achar uma série de alterações, ou diferenças no DNA de uma pessoa em relação à outra, e não vamos saber se essas diferenças são simplesmente o que faz uma pessoa ter uma determinada característica, como ter sarda ou não, ou se isso significará um risco para doenças. É preocupante ver essas companhias oferecendo testes genéticos a torto e a direito. Acho que muita gente vai pirar. Brinco sempre que os consultórios dos psicanalistas vão começar a encher porque as pessoas vão ver que têm mutações e não vão saber qual o significado.

Em termos éticos, os limites da informação são mais importantes do que a manipulação. Oferecer testes genéticos, o que oferecer, quem interpretará as informações, quando se deve dar a informação, ou seja, vale a pena realizar esses testes quando não há nada que possa ser feito? Eu, por exemplo, não quero saber se vou ter doença de Alzheimer, porque não posso fazer nada a respeito. O que se sabe é que as pessoas, quando sabem que têm risco aumentado para alguma patologia, aceleram o processo. A informação é real e está acontecendo agora, e vai aumentar cada vez mais.

Kelly de Souza é jornalista colaboradora da Revista da Cultura e Blog da Cultura. Compulsiva por literatura, chocolate e escrita – não necessariamente nessa ordem.

Disponível em: <http://cultura.updateordie.com/2010/08/11/mayana-zatz-informacao-sera-o-grande-desafio-etico-para-o-%e2%80%9cnovo-homem%e2%80%9d/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BlogDaCultura+%28Blog+da+Cultura%29&utm_content=Google+Reader>. Acesso em: 23 ago. 2010.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

FAPESP – Seleção de Pós-Doutoramento em Gestão da Informação

Oportunidades de bolsa

Nº: 113
Título: Seleção de Pós-Doutoramento em Gestão da Informação
Área de atuação: Ciências Sociais Aplicadas

Nº do processo FAPESP: 08/56709-0
Título do projeto: Comunicação e Censura: análise teórica e documental de processos sensórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da ECA/USP
Área de conhecimento: Comunicação
Pesquisador principal: Maria Cristina Castilho Costa
Unidade/Instituição: Escola de Comunicações e Artes / Universidade de São Paulo
Publicado em: 11/1/2010

Resumo:
O Projeto Temático “Comunicação e Censura: análise teórica e documental de processos sensórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da ECA/USP”, apoiado peçla FAPESP, abre inscrições para Bolsa de Pós-Doutorado em Gerenciamento de Informações.
O presente projeto, que teve início em agosto de 2009 e se encerrará em julho de 2013, visa a estudar a censura aos meios de comunicação e às artes a partir dos documentos do Arquivo Miroel Silveira da Biblioteca da ECA/USP, dos quais constam mais de 6 mil processos de censura prévia ao teatro, oriundos da Divisão de Censura do Departamento de Diversões Públicas do Estado de São Paulo, de 1930 a 1970.
Trata-se de projeto que dá continuidade aos estudos interdisciplinares envolvendo ciências da informação, ciências da comunicação, sociologia, linguística e história, iniciados em 2000, sobre os documentos do AMS e que objetiva o resgate da história do teatro paulista e a análise profunda dos processos censórios criados pelo Estado.
O Projeto Temático é integrado pela Profa. Dra. Mayra Rodrigues Gomes, Profa. Dra. Roseli Figaro Paulino e sob a coordenação da Profa. Dra. Maria Cristina Castilho Costa. Para maiores informações acessar o site Saiba mais. Espera-se que o bolsista de Pós-Doutoramento trabalhe na elaboração da base de dados com informações extraídas da documentação estudada, na criação de plataforma de trabalho colaborativo com instituições parceiras e na divulgação de informações via Internet.
Perfil do candidato

Profissional com doutorado em Ciências da Informação, Ciências da Comunicação ou áreas afins;
Conhecimentos de abrangência acadêmico-operacional na área;
Boa comunicação oral e escrita;
Capacidade de trabalho em grupo e habilidade para administrar e gerenciar os recursos humanos;
Capacidade para desenvolver produtos de informação;
Experiência com tratamento, conservação e gerenciamento de documentos;
Experiência na filtragem, síntese, recuperação e acesso à informação;
Conhecimento prático e técnico com sistemas informacionais e Internet;
Conhecimento e experiência com desenvolvimento de bases de dados e sistemas de indexação;
Conhecimento e experiência com bases de dados e sistemas de indexação;
Conhecimento da legislação relativa a direitos autorais e privacidade da informação;
Capacidade para assistir, intermediar e apoiar pesquisadores;
Capacidade para desenvolver e gerir projetos;
Conhecimentos no gerenciamento de arquivos.
Os candidatos poderão ser brasileiros ou estrangeiros, com domínio do idioma português e doutoramento em áreas afins.

Os interessados deverão mandar email pelo endereço arquivoms@usp.br, com currículo vitae e disponibilidade de horário para entrevista. A seleção será feita nos meses de janeiro e fevereiro de 2010 para início em março do mesmo ano. O valor da bolsa de Pós-Doutorado oferecida é de R$ 4.508,10.

Mais informações: arquivoms@usp.br ou (11) 3091-1607, com Jacqueline ou Lis.

Deixe um comentário

Arquivado em Curso de Pós-Graduação

II Encontro de Gestão da Informação e do Conhecimento em Acervos

Data: 27 a 29 de abril de 2009

Nº de vagas: 150 (Gratuito)

Local: Auditório do MUBE – Museu Brasileiro de Escultura – São Paulo. Av. Europa, 218 – Jardim Europa – São Paulo – SP – Brasil

Inscrições: Enviar ficha de inscrição ao Centro de Documentação e Biblioteca da SEME por e-mail:
seme.biblioteca@prefeitura.sp.gov.br ou fax: (11) 3396-6490.

Informações: Página do evento: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/esportes/servicos/biblioteca/0038

Deixe um comentário

Arquivado em Eventos