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Drones apoiados pelo Google lançam livros da biblioteca para que crianças na Virgínia possam ler seus livros de verão

A Wing, empresa irmã do gigante da tecnologia, entregará livros a estudantes no Distrito Escolar do Condado de Montgomery.

Fonte: https://www.washingtonpost.com/technology/2020/06/10/wing-library-book-drone-delivery/

Kelly Passek pensou em uma maneira de fazer as crianças lerem neste verão: entregar livros da biblioteca por drone.

Passek, uma bibliotecária do ensino médio, foi uma das primeiras clientes de um serviço de entrega de drones lançado em Christiansburg, Virgínia , no ano passado pela Wing, uma empresa de propriedade da controladora do Google, Alphabet. Depois de ver a rapidez com que seus utensílios domésticos e refeições eram entregues, ela solicitou à empresa que também entregasse livros da biblioteca. A empresa disse que sim, e os primeiros livros saem esta semana.

“Acho que as crianças ficarão emocionadas ao saber que serão as primeiras do mundo a receber um livro da biblioteca por drone”, disse Passek, que trabalha nas Escolas Públicas do Condado de Montgomery.

Leia a notícia completa em inglês, Google-backed drones will drop library books so kids in Virginia can do their summer reading, de autoria de Rachel Lerman e publicada no Washington Post.

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Google cria Inteligência Artificial que entende livros inteiros

Quando se trata de músicas, vídeos, textos e discursos, o maior desafio para a Inteligência Artificial é compreender o contexto que está sendo apresentado. Por exemplo, se durante um vídeo uma pessoa desaparecer e retornar posteriormente, muitos modelos vão esquecer que ela já esteve lá.

Google enfrentou esse problema com o Transformer, uma rede neural que compara palavras em um mesmo parágrafo para entender a relação entre elas. Esse modelo é capaz de compreender textos de até mil palavras, sintetizá-los e traduzir frases inteiras. Apesar disso, quando a compreensão de um texto, vídeo ou imagem depende de um contexto mais complexo… As capacidades do Transformer não são suficientes.

Para corrigir esse erro, a Google lançou o Reformer, um modelo aprimorado que supre as deficiências do seu irmão mais novo. Com ele é possível criar artigos inteiros para Wikipedia através da síntese de múltiplos textos, isso porque Reformer tem a capacidade de compreender até um milhão de palavras — e com apenas 16GB de memória.

As partes superiores são fragmentos de imagem usados como entrada no Reformer. As partes inferiores são as imagens completadas pela Inteligência Artificial. (Fonte: Google/Reprodução)

Utilizando hash sensível à localidade (LSH), técnica algorítmica da Ciência da Computação, o modelo consegue unir palavras semelhantes próximas (não somente no mesmo parágrafo) e fazer comparações maiores e mais rápidas. Essa habilidade impede que ele se perca em frases longas e contextos muito complexos. Além disso, ele também consegue completar imagens “cortadas”, como é possível observar na foto acima.

Engenheiros da Google afirmam que o Reformer consegue facilmente compreender livros inteiros, demonstrando um enorme potencial para processar textos em massa. O que achou dessa novidade? Dê sua opinião nos comentários!

Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/149426-google-cria-inteligencia-artificial-entende-livros-inteiros.htm. Acesso em: 23 jan. 2020.

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Google lança seu sistema de busca de sites para crianças: é o Kiddle

Google lança seu sistema de busca de sites para crianças: é o Kiddle

Se algum dia você deu uma olhada no histórico do navegador usado por seu filho e descobriu links para páginas que você não gostaria que ele visitasse, nós temos uma boa notícia. O Google lançou recentemente um novo sistema de busca chamado Kiddle, que exclui a possibilidade de seu filho acessar algum conteúdo para adultos durante aqueles momentos em que você está ocupado e não pode vigiar a navegação do seu pequeno.

O Kiddle tem as mesmas opções do Google, mas adaptadas para crianças. Por exemplo, no lugar do fundo branco, exibe uma imagem espacial com um robô.

As três primeiras páginas exibidas pelo buscador são voltadas para crianças. As outras são mais direcionadas a adultos, mas são filtradas.

Nós, do Incrível.club, decidimos testar a ferramenta lançando algumas palavras de baixo calão que as crianças poderiam procurar. O Kiddle se comportou como um verdadeiro cão de guarda.

Aparece um robô irritado, que diz não ter gostado dos palavrões. Parece que o Kiddle pode se tornar uma boa alternativa ao sistema convencional.

Suponhamos que seus filhos querem saber algo sobre Justin Bieber, mas você não quer que eles descubram alguns dados da biografia do cantor. Por exemplo, que ele já foi pego dirigindo sob o efeito de substâncias ilícitas ou que já publicou fotos de seu bumbum no Instagram. O Kiddle mostra só imagens e textos ’comportados’.

Nessa época digital, as crianças se familiarizam com computadores muito mais rapidamente que os adultos. Elas sempre vão precisar da internet para estudar e estar em contato com os outros. Mas é melhor não dar bobeira.

Parece que o Kiddle pode proporcionar às crianças todo o necessário, enquanto os pais podem ter a certeza de que os pequenos não estão vendo o que não devem. É claro que você não pode proteger seu filho de todos os perigos do mundo, mas não custa nada tentar.

E não se esqueça: por mais que a tecnologia ’do bem’ avance, os bons e velhos olhos dos pais sempre serão a ferramenta mais importante na criação dos pequenos.

Fonte: scarymommy

Tradução e adaptação: Incrível.club

Disponível em: <http://incrivel.club/inspiracao-dicas/google-lanca-seu-sistema-de-busca-de-sites-para-criancas-e-o-kiddle-49305/>. Acesso em: 7 mar. 2016.

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Jovens da ”geração Y” não sabem usar o Google da maneira correta

Jovens da ”geração Y” não sabem usar o Google da maneira correta
A geração que nasceu com o Google, os “millennials” ou geração Y, não sabe usá-lo corretamente. Pode parecer contraditório ou até uma brincadeira, mas essa é a conclusão de uma pesquisa feita por estudantes da Illinois Wesleyan, segundo a Time.
Líder do projeto, Andrew Asher comentou que a pesquisa destruiu o mito dos “nativos digitais”. “Só porque cresceram pesquisando coisas no Google não significa que saibam como usá-lo como uma boa ferramenta de pesquisa”, disse.
Isso aconteceria porque, como cresceram com a tecnologia personalizada, para eles até as tarefas mais complicadas são mais fáceis de serem concluídas – enquanto utilizar programas como o Outlook e Excel, maiores invenções no mundo corporativo, parece primitivo e complicado.
O mesmo acontece com o Google: apenas 23% dos entrevistados foram capazes de realizar uma pesquisa do Google “bem feita”. “A maioria dos estudantes, em todos os níveis, mostrou significantes dificuldades em todos os aspectos da busca”, afirmaram pesquisadores.
Os estudantes não entendem como funciona a lógica de como os mecanismos de busca a constroem e como mostram os resultados – e, consequentemente, não sabem como construir uma busca com os melhores resultados.
A princípio, o projeto pretendia estudar a relação que essa geração possui com as bibliotecas da universidades – e, por incrível que pareça, os resultados mostraram que muitos estudantes não conseguiram encontra-las no campus e nem sabiam o que perguntar aos bibliotecários.
Fonte: Infomoney.

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Jovens da ''geração Y'' não sabem usar o Google da maneira correta

Jovens da ”geração Y” não sabem usar o Google da maneira correta
A geração que nasceu com o Google, os “millennials” ou geração Y, não sabe usá-lo corretamente. Pode parecer contraditório ou até uma brincadeira, mas essa é a conclusão de uma pesquisa feita por estudantes da Illinois Wesleyan, segundo a Time.
Líder do projeto, Andrew Asher comentou que a pesquisa destruiu o mito dos “nativos digitais”. “Só porque cresceram pesquisando coisas no Google não significa que saibam como usá-lo como uma boa ferramenta de pesquisa”, disse.
Isso aconteceria porque, como cresceram com a tecnologia personalizada, para eles até as tarefas mais complicadas são mais fáceis de serem concluídas – enquanto utilizar programas como o Outlook e Excel, maiores invenções no mundo corporativo, parece primitivo e complicado.
O mesmo acontece com o Google: apenas 23% dos entrevistados foram capazes de realizar uma pesquisa do Google “bem feita”. “A maioria dos estudantes, em todos os níveis, mostrou significantes dificuldades em todos os aspectos da busca”, afirmaram pesquisadores.
Os estudantes não entendem como funciona a lógica de como os mecanismos de busca a constroem e como mostram os resultados – e, consequentemente, não sabem como construir uma busca com os melhores resultados.
A princípio, o projeto pretendia estudar a relação que essa geração possui com as bibliotecas da universidades – e, por incrível que pareça, os resultados mostraram que muitos estudantes não conseguiram encontra-las no campus e nem sabiam o que perguntar aos bibliotecários.
Fonte: Infomoney.

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E por que as bibliotecas não se tornaram o que agora é o Google?

E muitos vão dizer graças a Deus . E se o Google , por meio de seu navegador ,  está mostrando a informação segundo seus interesses publicitários ou os gostos de nossos contatos e interesses de nossos contatos e que não necessariamente é o que precisamos ou estamos buscando , se o Google está controlando toda a nossa informação e sabe o que faz com ela, se trabalhar com o Google não  é tão agradável porque a empresa requer 100% de disponibilidade laboral e pessoal, se o Google tem a intenção de digitalizar todos  os livros do mundo ignorando os direitos editoriais e autorais (caso que ganhou depois), se o Google pode lhe devolver 100 mil respostas, mas um bibliotecário lhe devolver a correta, se no princípio Google tinha em suas linhas bibliotecários e documentalistas e quando já não fizeram falta deu-lhes um pontapé… mas temos que considerar uma coisa… e que o Google não é tão ruim quanto se pinta, é mais, mais de uma biblioteca (para não dizer todas) gostaria de  parecer como ele… pelo menos no que diz respeito à sua cultura corporativa ou declaração de intenções com o mundo e da sociedade e não deve estar longe de ser o que deveria ser a cultura organizacional dentro das próprias bibliotecas.

O texto acima é um excerto de uma interessante reflexão extraída do site de Julián Marquina sob o título original ¿Y por qué las bibliotecas no se han convertido en lo que ahora es Google?.

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The future of search: Marcus Tandler at TEDxMünchen

Atire a primeira pedra que não busca por informação diariamente. Seja no Google ou no buscador de sua preferência, Marcus Tandler apresenta neste vídeo o que poderá vir a se tornar essa atividade.

Vídeo recebido via lista de discussão NGC4LIB (Next generation catalogs for libraries). Para acompanhá-lo, ative as legendas.

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Usuários do Google agora podem ler (e sincronizar) ebooks comprados em outras lojas

googleplay

Na série de anúncios de ontem, o Google atualizou seu app de leitura de ebooks para iOS e Android, incluindo suporte para livros em EPUB e PDF comprados fora da loja Google Play. E mais do que isso: permitindo sincronizar a leitura destes arquivos, através de seus vários aplicativos, não importando se foram comprados na loja do Google, ou não.

(dica enviada por Krysamon Cavalcante)

O novo recurso foi ativado como parte da estratégia do Google para valorizar seus serviços na nuvem, permitindo aos usuários fazer upload de seus ebooks através do website do Google Play (clicando em “Meus Livros” e depois em “Upload”). Os usuários serão capazes de armazenar até 1.000 arquivos gratuitamente.

Além disso, o aplicativo sincroniza a leitura e guarda a posição das páginas, favoritos e notas em todos os dispositivos do leitor (smartphones e tablets Android, iPhone, iPad, navegador Chrome). Com isto, o aplicativo de livros do Google agora tem uma vantagem sobre o Kindle, da Amazon, e os aplicativos iBooks da Apple. Enquanto Amazon e Apple sincronizam a leitura apenas para livros comprados em suas respectivas lojas, o aplicativo do Google sincronizará a leitura para todos os livros, comprados ou não em sua loja.

Em um rápido teste que fizemos aqui, subimos os ebooks na loja Google Play, mas eles não apareceram automaticamente no app Play Livros para iPad. Foi necessário sair e entrar novamente com a senha, para o app atualizar a lista de livros no iPad. Claramente o Google ainda tem trabalho a fazer, mas está no caminho certo.

Disponível em: <http://revolucaoebook.com.br/usuarios-google-agora-podem-ler-sincronizar-ebooks-comprados-outras-lojas/>. Acesso em: 16 maio 2013.

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Como parar de usar o Google – para busca, e-mail, vídeo, mapas e mais

Deseja mostrar ao Google que você não aprova suas táticas para evitar impostos? Desde seu humilde início como um projeto da Universidade de Stanford, a empresa tornou-se quase inevitável online – e em alguns casos off-line, uma vez que também é dona da deficitária fabricante de celulares Motorola Mobility.

Então, como evitar o Google?

Descubra a resposta no artigo “How to stop using Google – for search, email, video, maps and more”, cujos parágrafos acima foram traduzidos.

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Busca especializada desafia o Google

Se você precisar de um café com leite, pegue o seu telefone, abra o aplicativo Yelp e procure um café perto de você. Se quiser comprar uma máquina para café expresso, muito provavelmente procurará no Amazon.com. Caso qualquer dessas hipóteses ocorra, o Google perderá um cliente.

O Google continua sendo o “rei” das busca, com cerca de dois terços do mercado. Mas o que está mudando é a natureza da busca, principalmente porque cresce continuamente o número de pessoas que procuram o que desejam comprar, comer ou aprender em seus aparelhos móveis. Isto coloca o próprio setor de buscas, que movimenta US$ 22 bilhões, em sua mais significativa encruzilhada desde que foi inventado.

Os consumidores não querem mais vasculhar a internet como o índice de um livro – descobrindo links em que aparece uma determinada palavra-chave. Eles querem novos tipos de busca mais diretos, como em sites específicos como Yelp, TripAdvisor ou Amazon, tentando afastar-se do domínio do Google. O Google e seus concorrentes tentam aperfeiçoar o conhecimento e a compreensão para responder a indagações específicas, não apenas para indicar aos usuários a direção certa.

“O que as pessoas querem de nós é: ‘Vocês fazem uma pergunta muito simples e terão uma resposta muito simples’”, disse Oren Etzioni, professor da Universidade de Washington que ajudou a fundar algumas empresas de busca de compras e de passagens aéreas. “Não queremos os dez links azuis naquela tela pequena. Queremos saber onde fica o local mais próximo para comer sushi, fazer uma reserva e ir até lá.”

Especialização. Os usuários ficam perdidos com a quantidade de informações da web – o Google afirma que existem 30 trilhões de endereços na rede, em comparação com 1 trilhão há cinco anos – e esperam que os seus computadores e telefones se tornem mais inteligentes e façam muitas coisas mais para eles. Grande parte dos novos esforços são serviços que as pessoas sequer imaginam como motores de busca.

A Amazon, por exemplo, detém uma parcela superior à do Google em buscas de compras. Em sites como Pinterest e Polyvore, os usuários reúnem seus conteúdos favoritos depois de buscar em toda a web, para obter resultados rápidos para “vestido de renda”, por exemplo. Nos smartphones, as pessoas não procuram no Google, vão diretamente para os aplicativos Kayak ou Weather Underground. Outros aplicativos enviam informações às pessoas sobre trânsito ou voos atrasados.

As pessoas usam o YouTube para buscar coisas como aprender a dar o nó na gravata, o Siri para buscas em seus iPhones, mapas online para encontrar locais e o Facebook para encontrar coisas de que os amigos gostam.

E serviços como LinkedIn Influencers e Quora tentam ser recursos diferentes dos motores de busca – lugares para o usuário encontrar conteúdo especializado de alta qualidade e não ter de procurar em toda a rede. No Quora, perguntas como: “Como era trabalhar com Steve Jobs?” são respondidas por pessoas que o conheceram de perto, algo que o Google não pode fazer.

“Existe muita pressão para que os motores de busca deem resultados mais específicos e mais relevantes”, disse Shar VanBoskirk, analista da Forrester. “Os usuários não precisam de links para as páginas da internet. Precisam de respostas, soluções, informações”. Mas o Google continua sendo o concorrente a ser derrotado, enquanto os sites alternativos de busca se tornam populares.

“Eles são a loja na qual você entra aqui e ali”, disse Danny Sullivan, editor do blog Search Engine Land. Entretanto, a promessa de busca é tão grande que a Microsoft insiste na manutenção do Bing, uma operação deficitária. A Microsoft – que em fevereiro detinha 17% do mercado – disse que considera a busca essencial para os seus outros produtos, do console de game Xbox aos telefones.

E há ainda muito dinheiro a ganhar como o vice-líder de mercado. “Milhões de pessoas por dia dizem exatamente o que querem. Se você é um anunciante, este é um veículo maravilhoso”, disse Sullivan.

A eMarketer calcula que o Google ganhe cerca de 75% das receitas obtidas com os gastos com anúncios de busca. No entanto, segundo algumas indicações, o comportamento de busca das pessoas está mudando, e isso trará consequências para estas companhias.

As buscas nos serviços tradicionais, dominados pelo Google, caíram 3% no segundo semestre do ano passado depois de subirem durante anos, segundo a comScore. Por outro lado, as buscas em sites específicos, conhecidos como motores de busca verticais, subiram 8%.

No primeiro trimestre, os gastos com anúncios de busca caíram 1%, uma redução significativa para o Google, afirma a IgnitionOne, companhia de marketing digital. No ano passado, o Google perdeu uma parcela do mercado de anúncios de busca, informou a eMarketer, caindo de 74% para 72,8%.

Este ano, os gastos com anúncios em motores de busca tradicionais deverão crescer mais lentamente do que os gastos com anúncios online em geral – uma verdadeira reviravolta em relação à realidade do mercado até o ano passado, de acordo com a eMarketer.

O Google está ciente de que a mudança está em curso e não quer ficar para trás. A companhia está introduzindo mais mudanças em suas ofertas de busca e a um ritmo mais acelerado do que tem feito nos últimos anos. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-tecnologia,busca-especializada-desafia-o-google,149729,0.htm>. Acesso em: 6 abr. 2013.

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