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Ibict lança Manifesto de Acesso Aberto a Dados da Pesquisa Brasileira para Ciência Cidadã

No último dia 28 de setembro foi celebrado o Dia Internacional do Acesso Universal à Informação, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A cerimônia foi uma parceria da Unesco no Brasil com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). Na ocasião, foi lançado, pelo instituto, o “Manifesto de Acesso Aberto a Dados da Pesquisa Brasileira para Ciência Cidadã”, uma tomada de posição, no Brasil, diante do movimento mundial de dar acesso aberto à informação científica. Veja, a seguir, o documento na íntegra:

 Manifesto de Acesso Aberto a Dados da Pesquisa Brasileira para Ciência Cidadã

Ao lançar este Manifesto[1], o IBICT dá continuidade e amplia a sua política de apoio ao acesso aberto/livre à informação científica no Brasil, cujo ponto de partida foi o lançamento do manifesto de 2005, que formalizava a adesão ao movimento que começou na Europa, no início dos anos 2000. Nessa direção, o IBICT estende a sua visão sobre o acesso aberto, e reconhece os dados de pesquisa como um recurso imprescindível para as ações de Ciência Aberta, Ciência para todos, Ciência Cidadã.

O Manifesto de Acesso Aberto a Dados da Pesquisa Brasileira tem por objetivo demonstrar o seu valor estratégico e informacional e estimular e apoiar movimentos e iniciativas para Ciência Aberta no Brasil, traduzidos pelo amplo e irrestrito acesso a fontes primárias de pesquisa utilizadas por pesquisadores e outros segmentos sociais, possibilitando o compartilhamento, reprodutibilidade, verificação, avaliação, reutilização e redistribuição em novos contextos e em pesquisas colaborativas e interdisciplinares.

As fontes de dados de pesquisa incluem um amplo, diversificado e heterogêneo espectro de documentos, na maioria dos casos em formatos digitais. Esses materiais de pesquisa, únicos, não são disseminados juntamente com artigos de periódicos, comunicações de congresso e publicações em geral, e ficam inacessíveis aos demais pesquisadores e sociedade. Assim, a implantação de infraestruturas que permitam a seleção, o arquivamento e o acesso a dados de pesquisa possibilitará, além de sua reutilização e geração de novos conhecimentos, a transparência das pesquisas, sua maior efetividade, credibilidade dos resultados, visibilidade e impacto.

Este manifesto é dirigido aos institutos de pesquisa e universidades, que reúnem pesquisadores e cientistas brasileiros responsáveis pela geração de conhecimento; às sociedades científicas e academias de ciência do Brasil, que congregam a comunidade científica do país; aos órgãos de fomento à pesquisa e desenvolvimento, que sustentam as pesquisas e pesquisadores brasileiros; aos editores de revistas ou periódicos científicos, que publicam artigos com resultados de pesquisas; aos cursos de pós-graduação e graduação nas áreas de informação, principais responsáveis pela gestão de dados de pesquisa e curadoria digital; aos gestores e executores de programas e projetos de dados de pesquisa, tais como especialistas em Ciência da Informação e Ciência da Computação, profissionais de informação em geral, incumbidos da curadoria digital de repositórios de dados de pesquisa, no seu registro, processamento e recuperação para acesso e uso; e aos pesquisadores que são os motores da geração de novos conhecimentos científicos.

Neste manifesto são reconhecidas as especificidades dos distintos campos do conhecimento, de acordo com sua natureza e, portanto, exigências próprias, além da necessidade de diagnósticos para conhecimento das iniciativas de dados de pesquisa abertos, ainda em pequeno número e dispersos em nosso país. A finalidade é realizar estudos e pesquisas para análise e seu aproveitamento, de modo a evitar desperdícios de projetos já em andamento e bem sucedidos, assim como a duplicação de esforços. Nesse processo são prioritárias as pesquisas desenvolvidas com recursos públicos e a garantia de respeito às restrições legais ou éticas e aos direitos da propriedade intelectual de todas as partes envolvidas.

Para que todas as questões levantadas inicialmente neste Manifesto tornem-se realidade são necessárias e fundamentais infraestruturas políticas, tecnológicas e informacionais, capazes de garantir dados de pesquisa por meio de sistemas de curadoria, preservação, arquivamento e compartilhamento de coleções de dados de pesquisa, em sustentabilidade contínua, permanente. A execução desse processo exige gestão dinâmica que abranja todo o ciclo de vida dos dados de pesquisa, cujo ponto focal são os repositórios digitais de dados de pesquisa.

Dados de pesquisa transitam em diferentes instâncias e o presente Manifesto, às quais é dirigido, recomenda diretrizes gerais:

Às universidades e institutos de pesquisa brasileiros:

formular políticas institucionais mandatórias para assegurar que os dados de pesquisas gerados por seus pesquisadores sejam apropriadamente gerenciados, tendo em vista o acesso aberto, considerando que são produtos de pesquisa desenvolvidos com recursos públicos;

estimular pesquisas colaborativas e interdisciplinares e constituir redes de trabalho colaborativo;

incorporar dados de pesquisa na memória acadêmica;

estimular e apoiar ações de Informática e de informação para desenvolvimento de repositórios de dados de pesquisa e de outras infraestruturas necessárias à curadoria das coleções de dados de valor reconhecido;

adotar hardware e software abertos e outras ações que proporcionem a interoperabilidade tecnológica;

recomendar aos pesquisadores e profissionais de informação, como os bibliotecários, por exemplo, a elaboração de plano de gestão de dados de pesquisa para os dados gerados, segundo os padrões adotados para a área disciplinar específica; e

publicizar e facilitar o acesso aos dados de pesquisa , a fim de que a sociedade e o cidadão tomem conhecimento do que é produzido na ciência e seus benefícios.

Às sociedades cientificas e academias de ciência:

desenvolver estratégias de apoio às iniciativas de Ciência Aberta e estimular a adesão de institutos de pesquisa e universidades aos dados de pesquisa abertos;

promover eventos e discussões no meio científico sobre a importância do acesso e uso dos dados de pesquisa , com a finalidade de evidenciar a sua relevância para os avanços da ciência; e

incorporar dados de pesquisa como memória científica.

Aos órgãos de fomento à pesquisa:

estabelecer políticas de longo prazo que garantam o desenvolvimento e a subsequente estabilidade e sustentabilidade das infraestruturas tecnológicas e gerenciais de gestão de dados de pesquisa no país;

incentivar e criar mecanismos de recompensas e estabelecer ações mandatórias, nas suas políticas de fomento a pesquisas, para adesão ao acesso aberto a dados de pesquisa nos projetos submetidos a apoio financeiro e bolsas; e

apoiar a criação de novos espaços para pesquisas colaborativas, cooperativas e interdisciplinares, visando a colaboração equitativa nas pesquisas.

Aos editores de revistas ou periódicos científicos para:

incluir, na política editorial, a necessidade de registro de dados de pesquisa em repositórios abertos, assim como na orientação aos autores;

exigir que os dados usados nas suas publicações sejam devidamente identificados, citados e incluídos na lista de referências;

criar facilidades, nos softwares adotados para a gestão eletrônica do processo editorial , de inclusão de dados de pesquisa abertos; e

vincular, por meio de hiperlinks, os dados às publicações correspondentes.

Aos cursos de pós-graduação e graduação nas áreas de informação, em especial Ciência da Informação:

promover cursos e treinamentos para profissionais de informação, em especial bibliotecários, que devem colaborar com os pesquisadores ou realizar o registro de dados de pesquisa no sistema e assumir a gestão de dados de pesquisa; e

capacitar esses profissionais para curadoria digital de dados de pesquisa.

Aos gestores e executores de programas e projetos de dados de pesquisa, especialistas em Ciência da Informação e Ciência da Computação e profissionais de informação em geral para:

assumir a curadoria digital de repositórios de dados de pesquisa, no seu registro – incluindo identificação persistente –, processamento e recuperação de dados para acesso, uso e citação;

adotar medidas para proteger a confidencialidade dos dados sensíveis, como anonimização, adotar padrões éticos e observar os direitos associados aos dados;

participar de cursos e treinamento para capacitação na gestão de dados de pesquisa e curadoria digital; e

compreender que quem coleta ou gera os dados tem o direito de usá-los em primeiro lugar.

Aos pesquisadores:

facilitar a avaliação do sua produção científica, por meio do acesso aos dados e transparência na geração e análise desses dados, de forma que sua pesquisa e conclusões possam ser testadas e replicadas;

adotar padrões éticos, legais, especialmente em relação à privacidade e à confidencialidade, observar os direitos associados e citar apropriadamente os dados que porventura reusem no seu trabalho de pesquisa; e

elaborar, em colaboração com o bibliotecário, plano de gestão de dados de pesquisa para os dados gerados ou coletados na sua pesquisa.

O IBICT, ao lançar este Manifesto, assume a responsabilidade, no âmbito de sua missão, do desenvolvimento de ações de apoio e incentivo à adesão e iniciativas visando a Ciência Aberta, na convicção de que o conhecimento é um bem público e a “inclusão cognitiva” é fundamental para a justiça social.


[1] Fontes básicas para a elaboração deste Manifesto: CHAN, Leslie; Why a manifesto para open science.Bangkok: National Innovation Agency, 2016. Disponível em: http: http://www.ocsdnet.org | CITEC. Cognitive Interaction Technology. Open science manifesto. Bielefeld: Bielefeld University, 2016. Disponível em: https://www.cit-ec.de/en/content/open-science-manifesto-0 | LIINC em revista. Novos paradigmas da comunicação científica: ampliando o debate. IBICT- Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, UFRJ-Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, 2012. Disponível em: http://liinc.revista.ibict.br/index.php/liinc/issue/view/40 | NATIONAL SCIENCE BOARD. Long-lived digital data collections: enabling research and education in the 21st century. National Science Foundation, Sept. 2005. Disponível em:<http:// http://www.nsf.gov/pubs/2005/nsb0540/nsb0540.pdf&gt; | SAYÃO, Luís Fernando; SALES, Luana Farias. Dados de pesquisa: contribuição para o estabelecimento de um modelo de curadoria digital para o país. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v. 6, n. 1, 2013.

Data da Notícia: 03/10/2016 14:15

Disponível em: <http://www.ibict.br/Sala-de-Imprensa/noticias/2016/ibict-lanca-manifesto-de-acesso-aberto-a-dados-da-pesquisa-brasileira-para-ciencia-cidada/#_ftn1>. Acesso em: 5 out. 2016.

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Guia de usuário do DOI para download gratuito

O Digital Object Identifier (DOI) tem sido adotado mundialmente como o identificador único para objetos digitais na internet. Com isso, editores de periódicos científicos e outros responsáveis por publicar documentos na internet no Brasil tem adotado o DOI como forma de se adequar a um padrão internacional, criando uma demanda por esse serviço de identificação digital. Outro ponto que corrobora é a adoção desse identificador pela Plataforma Lattes, mantida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, para registro da produção acadêmica dos estudiosos.

Como forma de apoiar esse processo, em dezembro de 2014, a Associação Brasileira de Editores Científicos – ABEC firmou acordo com a Crossref para representar os editores científicos brasileiros junto a essa agência, com vistas a facilitar a aquisição desse indentificador (sic). Esse acordo conta com a parceria do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – Ibict para ofertar suporte técnico. Com isso, tem-se a facilidade em contratação do DOI e suporte técnico, contribuindo com a adoção desse identificador.

Como resultados dessa parceria tem-se o “Guia de Usuário do DOI”, que oferta informações voltadas a apoiar os usuários na adoção desse identificador, desenvolvido pelo Ibict, com apoio da ABEC. Procura, dessa forma, atender as necessidades dos usuários brasileiros do DOI de informações técnicas, na medida em que, para muitos editores o DOI ainda se apresenta como novidade.

Revela a preocupação do Ibict e ABEC no atendimento as necessidades dos editores brasileiros, com a publicação desse guia. Reforça o compromisso dessas instituições no apoio a adoção do DOI, como forma de inserção internacional, por meio do uso de identificador internacionalmente aceito. Fortalece as relações entre o Ibict e ABEC no apoio à produção e disseminação de informação científica no Brasil.

Clique aqui para abrir/baixar o Guia do Usuário do DOI, publicado em maio/2016.

Disponível em: <http://www.abecbrasil.org.br/novo/2016/05/guia-de-usuario-do-doi/&gt;. Acesso em: 5 jun. 2016.

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IBICT faz parceria com a Stanford University para implementação de serviços de preservação digital

Para a criação da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital – Cariniana, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) aderiu à Aliança Internacional LOCKSS (http://www.lockss.org), no mês de janeiro de 2013.

Segundo Miguel Ángel Mardero Arellano, coordenador da Cariniana, a ideia é de que o IBICT estabeleça ainda no início dos trabalhos da nova rede, no primeiro semestre de 2013, uma sub-rede de preservação dos mais de 1.000 periódicos eletrônicos que utilizam a plataforma OJS/SEER no país.

Miguel explicou que a questão da preservação digital sempre foi fundamental na manutenção dos serviços de informação do IBICT. “Com a cooperação técnica da Stanford University estão sendo estabelecidas as diretrizes de funcionamento da rede e a concretização da implantação das sub-redes de periódicos, teses, dissertações e livros eletrônicos previstas no projeto para 2013”, esclareceu.

O diretor do IBICT, Emir Suaiden, destacou que com o advento da revolução tecnológica, a questão da preservação se tornou um dos indicadores fundamentais do desenvolvimento da ciência e tecnologia. “Isso porque antes da revolução tecnológica, no século anterior, nós perdemos a capacidade de memória do nosso patrimônio científico e tecnológico. A informação era basicamente bibliográfica e a gente não tinha recursos para mantê-la. Hoje, a memória da produção científica e tecnológica brasileira está muito mais presente na Library of Congress, em Washington, do que na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Daí a grande importância de o IBICT investir na preservação digital de nossos acervos”, salientou.

De acordo com o diretor, “a Biblioteca Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), é um exemplo de uma ação bem sucedida da preservação da produção científica nacional e a rede Cariniana é uma grande alavanca nesta área. Hoje, muitos países têm acesso ao que foi preservado pelas bibliotecas digitais. É um novo momento. Propício para fazer circular e difundir a informação em todos os níveis. Essa preservação leva ao crescimento do país como um todo”, explicou Suaiden.

O objetivo principal desta rede, conforme Miguel, é disponibilizar serviços de preservação digital de recursos exclusivamente eletrônicos. Nos próximos anos, o IBICT disponibilizará na Rede Cariniana serviços de preservação digital para a comunidade que lida com informação científica e tecnológica, passando também, a preservar digitalmente acervos patrimoniais de bibliotecas, arquivos e centros de memória institucionais no Brasil. Fazem parte dessa aliança, além da Stanford University, a Harvard University, o M.I.T., a Library of Congress, entre outras instituições. No Brasil participam da iniciativa a USP, Unicamp, UFPB e UFSM. O projeto conta ainda com o apoio da FUNCATE e do MCTI.

Núcleo de Comunicação Social do IBICT

20/02/2013

Data da Notícia: 20/02/2013 16:35

Disponível em: <http://www.ibict.br/ibict-faz-parceria-com-a-stanford-university-para-implementacao-de-servicos-de-preservacao-digital>. Acesso em: 21 fev. 2013.

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IBICT lança resultado da pesquisa Monitoramento Internacional da Ciência da Informação

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia lança o resultado da pesquisa Monitoramento Internacional da Ciência da Informação, cujo objetivo é apresentar as tendências na área no século XXI, tomando por base a produção científica publicada nos números temáticos e nos painéis de congressos, período 2005-2010.

Apresentada em dois volumes: v1 – Números Temáticos. 256p. e-ISBN 978-85-7013-088-4 e v.2 – Painéis de Congressos. 230p. e-ISBN 978-85-7013-089-1, espera-se que a pesquisa venha a subsidiar estudos na área.

Acesse aqui o Volume 1

Acesse aqui o Volume 2

Disponível em: <http://www.ibict.br/noticia.php?id=819>. Acesso em: 12 nov. 2011.

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A Ciência da Informação perde um de seus ícones

Faleceu, aos 84 anos, na tarde de quarta-feira (28), Jaime Robredo, renomado pesquisador e professor da Universidade de Brasília, referência obrigatória em estudos em Ciência da Informação (CI).

Químico espanhol, Robredo exerceu atividades de documentação e informação em Paris. Ao vir para o Brasil, em 1974, deu continuidade a sua vida profissional e acadêmica na área da Ciência da Informação, à qual se dedicou plenamente até os seus últimos dias. Foi um dos pioneiros desse campo em nosso país, tendo formado muitos discípulos na sua fecunda trajetória como mestre.

O pesquisador deixa uma obra densa, caracterizada pela profundidade e detalhamento de que são capazes somente os verdadeiros mestres. A sua capacidade de reunir, expor e transmitir a seus colegas e alunos o seu cabedal solidamente construído e fundamentado assegura a transcendência de seus conhecimentos para além do nosso tempo, base para novos avanços, renovação e inovações. Trata-se, portanto, de um imortal.

Jaime Robredo, sempre muito presente no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), deixa entre nós uma grande lacuna intelectual e, principalmente, uma grande saudade do seu jeito alegre, prestativo e gentil de ser com todos nós.

(Ascom do Ibict)

Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=79514>. Acesso em: 6 out. 2011.

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Seleção para o Mestrado e o Doutorado em Ciência da Informação (IBICT-UFRJ)

No período de 29 de agosto a 26 de setembro estarão abertas as inscrições para o processo de seleção dos cursos de Mestrado e de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação – PPGCI (IBICT-UFRJ).  Os editais e ficha de inscrição para o Mestrado encontram-se em:

((•)) Ouça este post

 
Postado por célia c. dias às 09:49:00
 

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IBICT – vagas para Biblioteconomia

Ibict abre seleção para o Programa de Capacitação Institucional

 
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCT) abre o processo seletivo destinado a candidatos a bolsas no âmbito do Programa de Capacitação Institucional (PCI). Os interessados devem se inscrever até o dia 27 de julho, das 8h às 12h e das 14h às 17h, no protocolo do Instituto, em Brasília.

São ofertadas nove vagas para áreas de Biblioteconomia, Ciência da Computação, Comunicação Social, Processamento de dados, Artes Visuais e Ciências Sociais, preferencialmente Sociologia. O valor da bolsa varia de R$ 2.200,00 a R$ 4.000,00

O candidato deve levar os seguintes documentos: currículo lattes com as seguintes informações: dados pessoais (nome completo, endereço completo com CEP, CPF, RG); contato (e-mail, telefone celular e/ou fixo); formação acadêmica detalhada (nome do curso, instituição de formação, período, cidade); experiência profissional detalhada (instituição/empresa, função/cargo ocupado, período em que trabalhou); cópia da carteira de identidade e CPF; uma fotografia 3X4; cópia de diplomas e certificados.

A Bolsa é destinada a possibilitar o desenvolvimento de atividades de pesquisa, por meio de agregação temporária de profissionais sem vínculo empregatício, necessários à execução do projeto, podendo ter duração de até 36 meses, de acordo com o orçamento e a proposta do projeto. Mais informações no telefone (61) 3217-6178/6101 ou no email cristianefelix@ibict.br.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=26943&amp;sid=57

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