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5 sugestões de livros para o Dia dos Pais

Que tal presentar seu pai com um livro no Dia dos Pais?

Veja abaixo as sugestões do Mundo Bibliotecário!

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O rei do mundo – David Remnick

Na noite de 1964, quando Muhammad Ali (ainda Cassius Clay) subiu ao ringue com Sonny Liston, ele era tido como um sujeito irritante, um sujeito que se movimentava e falava demais. Seis rounds mais tarde, Ali não era apenas o mais novo campeão mundial dos pesos pesados – era “um novo tipo de negro”, como ele mesmo se denominou. O rei do mundo reconstitui a trajetória desse lutador que ajudou a transformar a política racial, a cultura popular e a noção de heroísmo dos norte-americanos. Repleto de detalhes saborosos e fotos reveladoras, O rei do mundo mostra Muhammad Ali como uma invenção de si mesmo: desde o menino Cassius e sua infância em Louisville até os treinos obsessivos e a mudança de nome e de religião. Ao descrever as principais lutas de Ali, David Remnick conseguiu capturar o espírito predominante da época que marcou a grande transformação da mentalidade americana, embalada pela ascensão política dos negros, por conflitos morais e pela disseminação de organizações como a Nação do Islã e a Máfia. Recusando-se a assumir qualquer papel exemplar ou corresponder a expectativas, Muhammad Ali marcou uma das décadas mais intensas do século XX – um tempo em que a vida se constituía de enfrentamentos duros, dentro e fora do ringue.

Abrace seu filho – Thiago Queiroz

“Com este livro você será não só uma mãe ou pai melhor, mas uma pessoa sensibilizada para a preciosidade da vida.” Fred Mattos Psicólogo e palestrante Num mundo em que as pessoas dizem que pais não podem dar muito colo, que não podem dar amor demais, mais um monte de outros “nãos”, Thiago Queiroz seguiu por um outro caminho. Ao receber a notícia da gravidez da esposa, passou a viver com os filhos uma história bem diferente da que teve com seu próprio pai, mais afetiva e participativa. E assim ele também criou uma das mais importantes redes sobre paternidade ativa na internet, oferecendo apoio e acolhimento a outros pais que buscam uma forma de se relacionar melhor com seus filhos. Este livro conta como o amor pelos filhos e a disciplina positiva mudaram a história de um homem. E de como ela pode mudar a sua também, se você abrir os braços para seus filhos. Todas as vezes que você abraça seu filho, você se cura um pouco. Todas as vezes que você abraça seu filho, você é abraçado de volta. Não perca nunca essa oportunidade que a vida lhe dá. Abrace seu filho agora. É o melhor que você pode fazer. Por ele e por você.

O papai é pop – Marcos Piangers

Então, você vai ser pai. Você sabe que precisa comprar uma casa maior. Tem que ter mais espaço pra criança. Tem que ter mais um quarto no apartamento. Tem que ter um berço novo, não pode ser aquele que a vizinha se dispôs a emprestar. Então você sabe que tem que trocar de carro, com seis airbags, no mínimo, ar-condicionado de fábrica. O que o humorista Marcos Piangers descobriu ao ser pai jovem é que essas preocupações não fazem diferença nenhuma. O que vale mesmo não é pagar pela melhor creche, se você é o último a buscar seus filhos. Não é comprar os melhores brinquedos, porque as crianças gostam mesmo é das brincadeiras que não custam nada. No fundo, o que importa mesmo, como os textos divertidos e emocionantes de Papai é Pop mostram, é você estar com seus filhos, não pensando em outra coisa, mas estar lá. De verdade.

 

Aprendi com meu pai – Luís Colombini

Mais do que de fatos, este é um livro de versões. Mais do que rigor ou precisão, o importante aqui são lembranças, cenas nas quais o filho se recorda do pai. É, ainda, um livro de memórias de 54 empresários, executivos, artistas, especialistas, músicos, esportistas, consultores, headhunters, jornalistas, publicitários. Todos bem-sucedidos, mas não necessariamente famosos, alguns bastante conhecidos, outros não. Alguns dos entrevistados: Arnaldo Jabor, Ivete Sangalo, Ives Gandra Martins, João Carlos Martins, Marisa Orth, Maurício de Sousa, Max Gehringer, William Bonner.

 

 

Pai de menina – Marcos Mion

De repente, a notícia: você vai ser pai… de uma MENINA?! E agora? Se você vive ou vai viver situação semelhante, esse livro é para você! Em Pai de menina, Marcos Mion divide com o leitor as decisões e os caminhos que o tornaram uma referência quando o assunto é educação e dedicação aos fi – lhos. Os posts que escreve sobre o assunto, lidos pelos seus mais de 28,5 milhões de seguidores nas redes sociais, viralizam de forma impressionante. Mion propõe um movimento que incentiva o homem a ser sensível, não ter vergonha de demonstrar amor nem de se envolver com “as coisas de menina”, saber a sua importância na vida de sua fi lha, seguir sua intuição paterna e, acima de tudo, ser presente! Ele constrói um verdadeiro guia para os pais. Apresenta práticas corriqueiras para se aproximar da sua fi lha e pequenas atitudes que são a chave para sermos bons pais. Sempre usando exemplos reais do dia a dia com a sua própria fi lha, Donatella, a Doninha. Mion é conhecido por sua criatividade, irreverência, talento e capacidade de comunicação, sendo um dos grandes nomes do entretenimento nos últimos 20 anos. Consciente da importância da relação com seus três fi lhos para todos os campos da sua vida, tomou como missão despertar os homens para essa oportunidade imperdível. Então, respire fundo e mergulhe nessa irmandade. Acredite, no fi nal deste livro, você vai descobrir que sua fi lha é a melhor coisa da sua vida!

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O que ler sobre biblioterapia?

A literatura como remédio – Dante Gallian

Não há dúvida de que a leitura dos grandes clássicos da literatura universal seja um meio privilegiado para o nosso desenvolvimento intelectual e cultural. Mas e se nos dissessem que, além disso, esta leitura pode nos curar de muitas doenças da alma? Baseado numa experiência desenvolvida originalmente numa escola de medicina, este livro fala sobre um experimento (o Laboratório de Leitura) que, partindo da leitura e discussão coletiva dos clássicos, tem propiciado um poderoso efeito humanizador e terapêutico que vem transformando a vida de muitas pessoas.

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Farmácia literária – Ella Berthoud e Susan Elderkin


“Lido no momento certo, um livro pode mudar sua vida. Farmácia literária é um tributo a esse poder. Mais de 400 livros para curar males diversos, de depressão e dor de cabeça a coração partido Para criar esta obra, as autoras viajaram por dois mil anos de literatura, selecionando livros que promovem felicidade, inspiração e sanidade, escritos por mentes brilhantes que nos mostram o que é ser humano e nos permitem identificação ou até mesmo catarse. Estruturado como uma obra de referência, em Farmácia literária os leitores podem simplesmente procurar por sua “doença”, seja ela agorafobia, tédio ou crise da meia-idade, e encontrarão um romance como antídoto. A biblioterapia não discrimina entre as dores do corpo e as da mente (ou do coração). Está convencido de que tem sido covarde? Leia O sol é p+U25ara todos e receba uma injeção de coragem. Vem experimentando um súbito medo da morte? Mergulhe em Cem anos de solidão para ter uma nova perspectiva da vida como um ciclo maior. Ansioso porque vai dar um jantar na sua casa? Suíte em quatro movimentos, de Ali Smith, vai convencê-lo de que a sua noite nunca poderá dar tão errado. Brilhante e encantador, Farmácia literária pertence tanto à estante de livros quanto ao armário de remédios. Esta obra vai fazer com que até mesmo o leitor mais aficionado descubra um livro do qual nunca ouviu falar e enxergue com outros olhos aqueles mais familiares. E, mais importante, vai reafirmar o poder da literatura de distrair e fazer viajar, repercutir e curar, além de mudar a maneira como vemos o mundo e nosso lugar nele.

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Ficções que curam – James Hillman


Ficções que curam é uma revisão radical do ato da terapia. Um dos escritores mais influentes da atualidade na área da psicologia. James Hillman concebe e pratica a terapia como uma arte imaginativa. intimamente ligada à poética – a feitura de palavras. a criação ficcional. Para curar o sintoma. ele argumenta. é preciso curar a pessoa e. para isso. devemos primeiro curar a história na qual ela se imagina. Os três ensaios aqui apresentados abordam a obra de Freud. Jung e Adler por meio do papel da ficção no pensamento e na prática desses autores. Em Ficções que curam. James Hillman faz uma pergunta fundamental: “O que a alma quer?” Com insights reveladores. ele responde: “Ela quer histórias que curam”.

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