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Como indexar seu periódico no Google Acadêmico

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https://youtu.be/nbg11PB4bDs

Como indexar seu Periódico no Google Acadêmico

Está republicado no canal YouTube da ABEC o vídeo com a projeção correta dos slides! A ABEC promoveu este hangout para auxiliar editores científicos. Assista e compartilhe! Duvidas? Entre em contato > fale.conosco@abecbrasil.org.br
Moderadora: Suely de Brito Clemente Soares (Secretário-Geral)
Convidados: Gildenir C. Santos e David M. Milhomens (Conselheiros)

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O oligopólio das editoras de periódicos científicos e a pressão por publicações dos cientistas

 

A história dos periódicos científicos é marcada pela consolidação do oligopólio de seis grandes editoras comerciais, principalmente após os anos 90. Essa é a conclusão de uma pesquisa canadense publicada na revista Plos One em junho de 2015.

O estudo é baseado na análise de 45 milhões de documentos indexados na plataforma Web of Science entre 1973 e 2013. Os autores observam o crescimento de seis editoras comerciais: Elsevier, Blackwell, Springer, Taylor & Francis, American Chemical Society e Sage, que se fundiram com editoras menores. Atualmente esse grupo concentra 70% da produção em ciências naturais e médicas e ciências sociais aplicadas indexadas na Web of Science.  Por exemplo, em 1995 a concentração dos artigos de ciências sociais nessas editoras era de 15%, mas em 2013 passou para 66% das publicações.

Uma das exceções é a Física, com menor concentração de editoras comerciais. O motivo é a força das sociedades científicas da área que promovem a cultura de publicação em pre-print de acesso aberto.

As humanidades e artes também têm apenas 20% de artigos concentrados no grupo de editoras comerciais. Isso porque nessas áreas é comum publicar em livros ou em periódicos locais, pouco internacionalizados. Segundo o estudo, não é lucrativo para as grandes editoras explorar essas áreas.

O problema desse oligopólio de editoras comerciais é que a comunidade científica fica dependente do sistema. Nesse ambiente, os pesquisadores são pressionados a publicar em revistas de alto impacto, o que pode interferir até em seus objetos de pesquisa. Outro problema é o lucro abusivo dessas editoras. Elas diminuíram gastos com impressão e distribuição a partir da publicação digital, mas ainda cobram pela submissão de artigos, que são os produtos vendidos mundialmente por meio de assinaturas. Para se ter uma ideia, as bibliotecas acadêmicas são responsáveis por até 75% das receitas dessas editoras.

Os autores do estudo afirmam que cabe à comunidade científica quebrar esse oligopólio. Já há movimentos nesse sentido, como a “Primavera Acadêmica”, em que bibliotecas de universidades como a da Califórnia e Harvard ameaçaram boicotar grandes editoras que tenham fins lucrativos, para minimizar esse controle no meio científico e política de preços agressiva.

Se interessou pelo tema? Leia o artigo “The Oligopoly of Academic Publishers in the Digital Era” no site da revista Plos One. Ah, e se quiser saber mais sobre a história dos periódicos científicos, ouça o nosso “Arquivo da Ciência” do programa 10.

Kátia Kishi para o “Arquivo da Ciência”.

Disponível em: <http://oxigenio.comciencia.br/?p=1099>. Acesso em: 14 maio 2016.

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Como séries temáticas podem ajudar no desenvolvimento de revistas

Luciana Christante de Mello (BioMed Central/Springer)
Editora de Aquisições e Desenvolvimento

A publicação de séries temáticas é considerada uma ação estratégica para o desenvolvimento de periódicos. Embora os nomes variem (coleção temática, fascículo especial, suplemento etc), a ideia comum é a de publicar, de forma agrupada, artigos focados em um tópico específico, de preferência um tópico emergente (hot topic) dentro de uma determinada área de pesquisa. Ainda que uma série temática possa estar vinculada a um evento científico, não devemos confundi-la com anais de congresso.
De forma geral, os principais benefícios que a publicação de séries temáticas pode trazer a um periódico são: 1) atrair submissões em áreas que a revista não costuma receber e 2) ampliar a base de leitores e encorajar citações. O negrito na frase anterior é importante para assinalar que estes são benefícios potenciais e as chances de eles se concretizarem são tanto maiores quanto mais os editores atentarem para a alguns detalhes no planejamento e na organização da série, como explico a seguir.

Escolha do tema
Eleger um tema para uma série temática nem sempre é tarefa simples e pode ser particularmente trabalhosa para revistas de amplo escopo, como é o caso da maioria dos periódicos brasileiros. Neste caso, antes de começar a considerar um hot topic, é preciso decidir qual área do escopo será enfocada. E o melhor a se fazer é escolher uma área na qual a revista tenha recebido pouca ou nenhuma submissão nos últimos anos, ainda que isso pareça contraditório.
Um exemplo: uma revista de medicina cujo escopo cobre todas as especialidades médicas muito provavelmente estará publicando muito em algumas delas e pouco ou nada em outras. Digamos, hipoteticamente, que essa revista tem publicado muito em cardiologia e nada em oncologia. A consequência disso é que os autores de oncologia nem sequer consideram tal revista quando pensam em publicar um artigo, simplesmente porque nunca leem nada de oncologia nela. A série temática ajuda a quebrar este círculo vicioso, colocando a revista no radar destes autores e aumentando as submissões nessa área nos meses ou anos subsequentes.
Seguindo com este exemplo hipotético, o próximo passo é investigar tópicos emergentes em oncologia. Está aí uma boa oportunidade para pedir aconselhamento aos oncologistas do conselho editorial, com quem provavelmente o editor (não sendo um oncologista) não tem contato há bastante tempo. Engajá-los nesta empreitada é fundamental. Este deveria ser o ponto de partida não apenas para discussão do tópico, mas também para a indicação de editor(es) convidado(s) para a série temática.

Internacionalização
Revistas que publicam em inglês e têm se esforçado para internacionalizar sua base de autores devem considerar fortemente a possibilidade de ter pesquisadores estrangeiros entre os editores convidados para suas séries temáticas, pois eles vão ajudar a atrair submissões que provavelmente não chegariam à revista de outra maneira. Obviamente, a escolha do país vai depender da temática e das colaborações dele com o Brasil nessa área de pesquisa.
A participação de editores convidados de outros países emergentes, em especial da China, pode dar mais visibilidade ao periódico em regiões onde a revista talvez não tenha muita penetração. Sempre escuto muitas queixas entre editores brasileiros sobre a enxurrada de submissões asiáticas de baixa qualidade, mas é por isso mesmo que um editor convidado dessa região pode contribuir. Ele pode atrair a pesquisa de boa qualidade que também é produzida lá e, por vários motivos, está indo parar em outras revistas.
Sem a pretensão de esgotar o assunto, espero ter colaborado para chamar a atenção para alguns aspectos-chave a serem considerados no planejamento de séries temáticas e que podem potencializar seus benefícios e impulsionar o desenvolvimento de uma revista científica. Boas séries temáticas valorizam o periódico e não é por outra razão que até mesmo aqueles já bem estabelecidos não abrem mão de publicá-las pelo menos uma vez por ano.

Luciana Christante de Mello é graduada em Farmácia-Bioquímica e mestre em Neurociências pela USP, com especialização em jornalismo científico pela Unicamp. Trabalhou 12 anos como jornalista de ciência e atualmente é editora de aquisições e desenvolvimento do BioMed Central/Springer para a América Latina.
Email: luciana.christantedemello@biomedcentral.com

Disponível em: <http://www.abecbrasil.org.br/index.asp?include=noticias_newsletter&id=13&Parte=3>. Acesso em: 15 set. 2015.

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Lançamento do periódico “Cadernos de Informação Jurídica”

Compartilho a mensagem abaixo enviada na lista da CBBU pela bibliotecária Edilenice Passos, editora do Infolegis, a respeito da divulgação do novo periódico “Cadernos de Informação Jurídica”.

É uma ótima notícia que com certeza irá alavancar os estudos da informação jurídica!

***

Caros Colegas,

Comunico o lançamento do primeiro fascículo do periódico CADERNOS DE INFORMAÇÃO JURÍDICA (www.cajur.com.br), totalmente dedicado à divulgação do conhecimento e a promoção da troca de experiências entre profissionais especializados na área da Biblioteconomia Jurídica, Arquivologia, Documentação, Ciência da Informação, Museologia, Informática Jurídica e ciências afins. CAJUR é fruto do sonho, planejamento e trabalho dos profissionais que compõem o Conselho Editorial e a Equipe Técnica. Gostaria de destacar e agradecer três profissionais: Vandeilson Soares, pela disponibilidade e pelo suporte técnico; Tatiana Barroso de Albuquerque
Lins, pelo grande esforço na formatação e diagramação deste número; Tereza Walter pela assessoria em assuntos de toda natureza. Peço que nos auxilie na divulgação do periódicos encaminhando este email para a sua lista de contatos.

Forte abraço, E.

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Lançamento do periódico "Cadernos de Informação Jurídica"

Compartilho a mensagem abaixo enviada na lista da CBBU pela bibliotecária Edilenice Passos, editora do Infolegis, a respeito da divulgação do novo periódico “Cadernos de Informação Jurídica”.

É uma ótima notícia que com certeza irá alavancar os estudos da informação jurídica!

***

Caros Colegas,

Comunico o lançamento do primeiro fascículo do periódico CADERNOS DE INFORMAÇÃO JURÍDICA (www.cajur.com.br), totalmente dedicado à divulgação do conhecimento e a promoção da troca de experiências entre profissionais especializados na área da Biblioteconomia Jurídica, Arquivologia, Documentação, Ciência da Informação, Museologia, Informática Jurídica e ciências afins. CAJUR é fruto do sonho, planejamento e trabalho dos profissionais que compõem o Conselho Editorial e a Equipe Técnica. Gostaria de destacar e agradecer três profissionais: Vandeilson Soares, pela disponibilidade e pelo suporte técnico; Tatiana Barroso de Albuquerque
Lins, pelo grande esforço na formatação e diagramação deste número; Tereza Walter pela assessoria em assuntos de toda natureza. Peço que nos auxilie na divulgação do periódicos encaminhando este email para a sua lista de contatos.

Forte abraço, E.

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Chamada para publicação – Revista InCID

A InCID – Revista de Ciência da Informação e Documentação (http://revistas.ffclrp.usp.br/incid) está recebendo artigos a serem submetidos à avaliação para publicação no número 1, volume 4, de Junho de 2013.

As submissões estão abertas até 25/04/2013.
Comitê Editorial
Revista InCID

Disponível em: <http://blogbethbaltar.blogspot.com.br/2013/02/call-for-papers-revista-incid.html>. Acesso em: 28 fev. 2013.

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Seis questões para Joseph Kraus e um conselho para bibliotecários criativos

O Journal of Creative Library Practice (JCLP) é um projeto novo de acesso aberto editado por Joseph R. Kraus, da Universidade de Denver, Amy Buckland, da Universidade McGill, Barbara Fister de Gustavus Adolphus College, Colleen Harris, da Universidade do Tennessee, em Chattanooga, e Marie Kennedy de Loyola Marymount University. LJ [Library Journal] pego com Kraus para descobrir o que inspirou o projeto e que a comunidade pode esperar biblioteca para ler em seus (virtual) páginas.

Leia a entrevista completa publicada no Library Journal: Six Questions for Joseph Kraus and a Board of Creative Librarians.

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