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7 plataformas para autopublicação para novos escritores

Publicar um livro ainda é tarefa árdua, especialmente quando o autor busca unicamente da forma mais tradicional, esperando ter enfim seu original aprovado por uma grande editora. No entanto, hoje existem alternativas interessantes, num mercado que cresce diariamente, pois as plataformas de autopublicação possibilitam a todos que desejem publicar e compartilhar seus texto uma oportunidade de ser lidos. Nesta lista selecionei 7 plataformas interessantes de autopublicação:

 

1 – Kindle Direct Publishing: Provavelmente a plataforma mais utilizada que permite aos autores publicar seus livros para o formato digital para leitura no Kindle. A plataforma da Amazon é de fácil publicação e os e-books são comercializados no site da Amazon, e o autor pode receber até royalties de até 70%.

2 – Bookess: Plataforma brasileira possibilita ao autor publicar seu livro e comercializar, seja no formato digital, ou na modalidade impressa. Também é fácil de configurar, além de que caso o autor não queira vender pode disponibilizar seus arquivos para leitura on-line;

3 – Clube de Autores: Pioneira em autopublicação no Brasil permite a venda de livros digitais e impressos, e ao longo de sua existência mostrou-se muito útil nas publicações de poesias e crônicas, e especialmente livros técnicos;

4 – Publique-se: A plataforma é uma das novidades de internet brasileira, e é um dos avanços da gigante do varejo, a Livraria Saraiva, que pelo visto investira forte nos livros digitais. Além de receber 35% de royalties, os autores terão seus e-books comercializados no site da livraria;

5 – Writing Life: É a plataforma para publicação de e-books para o Kobo, o leitor digital comercializado pela Livraria Saraiva, e um dos principais concorrentes do Kindle. A plataforma existe desde 2010.

6 – e-galáxia: A mais recente novidade, lançada na Flip deste ano a plataforma é um projeto ambicioso e que busca um olhar diferenciado na produção de e-books;

7 – Google Play: Para quem aposta no mercado de celulares é possível vender seus livros digitais compatíveis para o sistema Android. Para publicar, além do cadastro como desenvolvedor é necessário o pagamento de uma taxa de $25,00;

Texto de autoria de Douglas Eralldo

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SNBU 2016 – 19/10/16

No quarto dia do SNBU 2016, no qual o evento foi encerrado e os dias seguintes foram dedicados apenas para visitas técnicas, ocorreu a conferência “Projetando o Futuro Tecnológico das Bibliotecas Universitárias”, proferida por Christopher Timothy Holly, da EBSCO.

Holly iniciou sua fala sobre o Cultural Community Solutions (CCS), um consórcio norte-americano de bibliotecas, apresentando a missão que é promover o acesso a recursos compartilhados e tecnologia de serviços para bibliotecas com custo-benefício como um centro de aprendizagem  colaborativo para desvendar o futuro. Além disso, expôs que o plano estratégico do consórcio é o foco no usuário e a correção dos registros bibliográficos para novos padrões.

O conferencista comentou, também, as decisões tecnológicas refletem os valores da biblioteca, e que as necessidades variam entre as bibliotecas. Sobre a consolidação da automação de bibliotecas nos Estados Unidos, Holly comentou que isso ocorreu por meio de muitos movimentos de fusões e aquisições, o que diminuiu as opções disponíveis no mercado. A filosofia do CCS vai justamente na contramão desse movimento, pois pretende dialogar de forma mais ampla para ajudar a mudança.

Em relação a inovação, o conferencista apontou que novos modelos de negócios como Airbnb, Amazon e Netflix, pois surgiram mudanças no mercado e na competitividade. A situação é a mesma no contexto bibliotecário, por isso, as plataformas surgem como ambientes de código aberto, acessíveis em múltiplos níveis e que operam de forma não lucrativa. Assim, por meio da comunidade, modernidade e modularidade, consegue promover inovações como o diálogo de diferentes comunidades, implantar serviços em nuvem e linked data e expandir em plataformas módulos de sistemas de bibliotecas, tais como catalogação, aquisição, dentre outros.

Nesse contexto, Holly apresentou o FOLIO, que é uma plataforma para desenvolver tecnologias para bibliotecas. Tem como características, dentre outras ser extensível, com serviços de descoberta e open link URL, além de contar com novos aplicativos, tais como linked open data e room booking. Dentre seus objetivos, estão: criar uma comunidade, alavanar a fonte aberta, melhorar produtos e trazer mais opções de plataformas para bibliotecas. Assim, FOLIO permite a participação de bibliotecas e fornecedores, aumentando a concorrência e diminuindo custos.

Na sequência, foi apresentada a conferência “Criação e Povoamento de Repositório Institucional: estratégias de consolidação”, por Ricardo Otelo dos Santos Saraiva Cruz, da Universidade do Minho e, no período da tarde, foi apresentado o relato do evento pelo professor Oswaldo Francisco de Almeida Júnior, da Unesp de Marília (SP), com um balanço geral positivo, tanto em número de participantes (por volta de 600), como pela quantidade de trabalhos aprovados e demais atividades do evento, apesar de problemas pontuais com ausências nas apresentações de trabalhos e atrasos, o que não invalida os ganhos pela participação no evento em si, sobretudo no que se refere ao estabelecimento de fortalecimento da rede de contato entre profissionais.

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As 12 melhores plataformas para publicação de livros

As 12 melhores plataformas para publicação de livros

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Emulador universal salva informação digital para futuras gerações

Redação do Site Inovação Tecnológica
03/03/2009

Quem gosta de jogos de computadores mais antigos costuma ter uma coleção de emuladores quase tão grande quanto a própria coleção de games. Isso acontece porque cada emulador é específico para uma plataforma, tanto de origem quanto de destino – um emulador que lhe permite hoje jogar Space Invaders no PC não o permitirá fazê-lo nas plataformas do futuro.

Emulador universal

Pensando nisto, um grupo de pesquisadores europeus começou um projeto mais ambicioso: eles estão construindo um emulador universal, um programa capaz de reconhecer e rodar todos os tipos de arquivos de computador já gerados até hoje,

O emulador universal reconhecerá os dados antigos nos computadores atuais e poderá ser facilmente atualizável para rodar nas novas arquiteturas de informática que ainda serão desenvolvidas no futuro.

O projeto foi batizado de Keep, a palavra em inglês para manter. O termo é também um acrônimo para Keeping Emulation Environments Portable – mantendo os ambientes de emulação portáveis.

Herança digital

O objetivo do Keep é garantir o acesso das futuras gerações a todos os arquivos digitais já produzidos e que serão produzidos doravante, incluindo arquivos de texto, som, imagens, multimídia, sites, bases de dados e videogames.

“As pessoas não pensam duas vezes ao salvar seus arquivos digitalmente – das fotos capturadas com o celular até arquivos com informações governamentais. Mas cada arquivo digital corre o risco de ser perdido, seja pela degradação da mídia, seja porque a tecnologia usada para lê-lo irá simplesmente deixar de existir,” diz a professora Janet Delve.

“As antigas gerações deixaram um rico acervo de livros, cartas e documentos que nos dizem quem eles foram, como eles viveram e o que eles descobriram. Há um risco real de que nós possamos deixar como herança um espaço em branco na história,” diz ela.

Escribas digitais

Um emulador universal pode ser a única opção para evitar essa perda de informações. Copiar todas os dados gerados para nas novas plataformas, à semelhança de escribas digitais modernos, é impraticável – calcula-se que em 2010 a informação digitalizada será equivalente a 18 milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já escritos desde o início da civilização.

Além da dificuldade técnica, a simples cópia coloca riscos adicionais, tanto de erros nas cópias quanto de danos às mídias originais.

“A diferença com a emulação é que você está livre desses problemas. Cada vez que o hardware, o software, os sistemas operacionais ou qualquer outra coisa seja atualizada, a máquina Keep simplesmente emulará esta nova plataforma. Será um mecanismo à prova de futuro,” diz Dan Pinchbeck, outro membro do grupo.

Os trabalhos do projeto Keep começaram em janeiro e deverão se estender até 2012.

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