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Redes Sociais nas publicações científicas

A Associação Brasileira de Editores Científicos – ABEC Brasil – tem o prazer de convidar a comunidade científica para o VIII WEC – Workshop de Editoração Científica – a ser realizado no período de 10 a 13 de novembro de 2014 na cidade de Campos do Jordão/SP.

O WEC acontece bienalmente e representa um fórum autêntico para discussões em torno dos desafios da editoração científica. Nesta oitava edição reunirá especialistas em edição e divulgação científica para apresentações em torno do tema A ciência da publicação científica. Consulte programação completa!

A Content Mind estará presente com uma atividade para acompanhantes dos participantes do evento, e na moderação de uma mesa redonda, abaixo discriminadas:

Programação para Acompanhantes

SEGUNDA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2014
10:00 – 12:00 Oficina de informática: Google 4You!
Suely de Brito Clemente Soares (Content Mind)
Nesta oficina a palestrante convida os participante a conversar um pouquinho sobre a Googlelização de nossas vidas. Independentemente de sua idade, atividades ou interesses pessoais, este encontro de apenas 2h poderá ser útil para você!
Por quê?
Porque serão dadas dicas e sanadas as dúvidas sobre:
> como a busca no Google poderá ser mais eficaz
> como salvar arquivos pessoais na nuvem do Google Drive
> como utilizar o recurso Agenda do Google
> como criar agendas temáticas como aniversários, consultas médicas etc.
> como manter atualizada a partir do computador, celular ou tablet
> como compartilhar agendas ou eventos com outras pessoas
> como receber notificações no e-mail, celular etc.
As inscrições devem ser feitas na secretaria do evento. Vagas limitadas. Levar notebook ou celular com conexão internet para melhor aproveitamento.

 

QUARTA-FEIRA, 12 DE NOVEMBRO DE 2014
09:00 – 10:30 Mesa Redonda: Uso de redes sociais na publicação científica
Redes sociais e desenvolvimento de periódicos – Mariana Biojone Brandão (Springer)
Blog SciELO em Pespectiva – Abel Packer (SciELO)
Moderador: Suely de Brito Clemente Soares (Content Mind)

Disponível em: <http://www.contentmind.com.br/redes-sociais/>. Acesso em: 29 set. 2014.

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Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros

RIO – Há 20 anos, quando a maioria da população do mundo não tinha a menor ideia do que era a internet, o filósofo francês Pierre Lévy já estava de olho no futuro, com seus estudos sobre cibercultura e inteligência coletiva. Hoje, Lévy é uma referência, um estudioso cujas pesquisas ajudaram no desenvolvimento de ferramentas fundamentais para muitos de seus críticos do passado – entre eles, um bom número de jornalistas -, como a Wikipedia e as redes sociais.

Clleber Passus / Fronteiras do Pensamento - 14 de Agosto de 2007.  Foto Divulgação Atualmente morando no Canadá, onde leciona na Universidade de Ottawa, esse profeta digital está a caminho do Brasil, para participar, no dia 25, às 19h30m, de um debate ao lado de Gilberto Gil, sobre o tema “o poder das palavras na cibercultura”, no Oi Futuro Flamengo. A mesa faz parte da programação do projeto Oi Cabeça e tentará responder à difícil questão sobre o espaço que a escrita ocupa na esfera digital.

Em entrevista por telefone ao GLOBO, Lévy falou do uso das redes sociais, do futuro das mídias tradicionais, de como o preconceito contra a internet foi sendo modificado ao longo do tempo e do trabalho para desenvolver a Information Economy Meta Language (IEML), uma nova linguagem para a web à qual ele vem se dedicando nos últimos anos.

Enquanto conversamos, o primeiro-ministro David Cameron sugere que a Inglaterra crie alguma forma de controle das redes sociais, a fim de evitar as manifestações vistas na semana passada. O que o senhor acha da ideia?PIERRE LÉVY: É uma sugestão bastante absurda. É a grande maioria da população inglesa que usa as redes sociais, e não apenas uma pequena quantidade de criminosos. Além disso, os criminosos usam as estradas, os telefones, qualquer forma de se encontrar ou de se comunicar. Não há nada específico que justifique responsabilizar as redes sociais. Sou contra qualquer tipo de censura na internet, tanto política quanto de opinião. E vale lembrar que a polícia também pode se utilizar das redes sociais para encontrar os criminosos. A mídia social pode ser uma ferramenta de combate ao crime como qualquer outra.

A intenção de Cameron lembra críticas feitas contra a cultura digital há quase 20 anos. Naquela época, em suas palestras, o senhor dizia que o preconceito das pessoas contra a cibercultura se assemelhava ao preconceito contra o rock’n’roll nos anos 1950 e 1960. Alguma coisa mudou?

PIERRE LÉVY: Sim, houve mudanças. Naquele tempo, as pessoas diziam que a internet era uma mídia fria, sem emoções, sem comunicação real. Mas hoje, com a mídia social, as pessoas compartilham músicas, imagens e vídeos. Há muitas emoções circulando nesses espaços de comunicação. O que acontecia antes era que as pessoas não sabiam do que estavam falando. O preconceito, na maioria das vezes, é gerado pela ignorância. Até mesmo com vocês, jornalistas, isso mudou. Eu lembro bem que naquela época os jornalistas tinham todo o tipo de preconceito com a comunicação digital, e hoje todos estão usando essas ferramentas.

Mas alguns grupos de entretenimento e mídia ainda tentam controlar e restringir as possibilidades da internet, sob o temor de perder rentabilidade que tinham com a venda de CDs, DVDs ou publicações impressas. O que o senhor acha que vai resultar desse embate?

PIERRE LÉVY: O problema principal é que, antes da internet, todas essas empresas vendiam informação através de suportes materiais. Só que, já um pouco hoje e certamente no futuro, não haverá suportes físicos para levar a informação. É preciso se adaptar de uma situação em que se distribuíam e vendiam objetos físicos até outra, em que se distribui e se vende informação na rede. É uma transição enorme, e é provável que muitas dessas companhias não sobrevivam à necessidade de sair de uma era em direção à outra. Há milênios, muitos dinossauros morreram numa transição parecida.

O senhor está dizendo, então, que os grupos de mídia são dinossauros?

Os grupos de mídia que não se adaptarem ao novo momento, em que as comunicações são completamente descentralizadas e mais distribuídas, serão dinossauros e vão morrer.

Mas o que vai substituir a maneira como consumimos notícias hoje?

Eu acho que as notícias serão consumidas através das redes sociais, como Twitter, Facebook ou Google+. A mídia social permite que você escolha suas fontes e ordene suas prioridades entre as fontes. Você pode personalizar a forma como vai receber as notícias. Será assim no futuro: o usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas.

Alguns críticos, porém, costumam dizer que as ferramentas de internet que temos hoje não permitem um acesso democrático à informação. O Google, por exemplo, cria um ranking de resultados que de certa forma guia sua busca…

Espera um pouco. Você não pode acusar o Google de não ser democrático. O Google não é um governo, é uma empresa. Ele lhe oferece um serviço, e ele vende anúncios que serão vistos pelo usuário para se manter. Essa discussão não passa por democracia. O que eu posso dizer é que o ranking formado pelos algoritmos do Google é bastante primitivo. São mínimas as possibilidades de personalização de seu ranking. No futuro, especialmente graças a meu IEML (risos), todos poderão ser capazes de organizar sua própria ferramenta de busca de acordo com suas prioridades. Hoje, o Google praticamente oferece um mesmo serviço para qualquer tipo de pessoa.

Em que ponto estão as pesquisas do IEML?

Eu publiquei neste ano o primeiro volume, “La sphère sémantique”, e agora estou trabalhando no segundo volume. O volume 1 é sobre a origem filosófica e semântica da linguagem. Já o volume 2 vai trazer um dicionário e explicar como utilizá-lo. Deve ser lançado no ano que vem. É um projeto longo, não dá para esperar ferramentas práticas nos próximos meses, mas espero que nos próximos cinco anos possamos ver algumas aplicações.

Que aplicações o senhor espera?

O argumento principal é o da interpretação coletiva da web. É difícil dizer exatamente que tipo de aplicação. A ideia é dar às comunidades uma representação científica de seu próprio processo de comunicação. Ele poderá se assemelhar a um grande circuito de conceitos, onde você observa a circulação de emoções e atenções. Isso poderá ser utilizado para marketing, educação, comunicação e pesquisa, por exemplo. Será uma nova forma de representar a relação entre conceito e ideias na internet. O sistema de escrita que usamos hoje na web é desenhado para mídia estática. Nós ainda temos que desenvolver sistemas simbólicos de escrita que sejam capazes de explorar todas as capacidades de um computador.

O senhor usa bastante as redes sociais?

Sim, estou no Twitter, no Facebook, no Google+ e em muitas outras. Mas não recomendo isso para ninguém, é preciso muito tempo para acompanhar tudo. Eu estou em tantas redes porque é meu trabalho, preciso saber do que estou tratando. Entre todas, o Twitter é a de que mais gosto, porque ele é prático e rápido para receber e procurar informações.

Quanto tempo por dia o senhor passa conectado?

Eu fico praticamente o tempo todo conectado. Consulto enciclopédias e dicionários na internet. Ouço rádios on-line. Acho que só não estou conectado quando estou dormindo. Mas, em relação a trocar e-mails e mensagens através de redes sociais, passo de uma a duas horas por dia nessas atividades. E não assisto a TVs nem leio jornais em papel. Só leio notícias na internet.

E livros em papel?

Eu tenho um tablet, mas estou velho e ainda prefiro ler livros no papel. Certamente, no futuro, a grande maioria dos livros será lida nos tablets ou em periféricos como o Kindle, muito pela possibilidade de interatividade. Os livros passarão a ser escritos dessa forma, com esse objetivo.

No Rio, o senhor vai participar de uma mesa de debate com Gilberto Gil. O senhor conhece a obra dele?

Eu já me encontrei com o Gil pessoalmente. Ele é um grande músico, um grande artista. Mas, além disso, também é uma pessoa que tem um pensamento bastante instigante sobre as consequências da revolução da mídia e da cultura. Será bom debater com ele.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/08/15/especialista-em-cibercultura-frances-pierre-levy-critica-intencao-inglesa-de-controlar-redes-sociais-fala-sobre-futuro-dos-livros-925136026.asp#ixzz1VNy4OdcO
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"As redes sociais são uma ameaça", diz fundador da web

Por IDG News Service
Publicada em 22 de novembro de 2010 às 17h05

Sir Tim Berners-Lee também criticou a Apple e o iTunes pelo seus métodos restritivos e centralizadores.

O fundador da Web, Sir Tim Berners-Lee, criticou o uso das redes sociais afirmando que elas são “uma grande ameaça aos princípios da internet”.

De acordo com Berners-Lee, o Facebook e as demais mídias sociais encorajam os usuários a fornecerem suas informações. No entanto, não compartilham estes dados com os outros websites.

“Na verdade, elas [as redes sociais] são mecanismos que restringem as informações dos internautas, impedindo sua utilização pelo restante da web”, disse ele à revista Scientific American.

“As redes sociais se tornaram uma plataforma central de conteúdo fechado. Quanto mais esse tipo de arquitetura ganhar espaço, mais a web se tornará fragmentada e, consequentemente, menor será o ambiente onde as pessoas poderão compartilhar conteúdo de modo universal”, analisou Berners-Lee.

Além disso, ele também criticou a Apple e o iTunes pelo seus métodos “restritivos e centralizadores”.

“Você só pode acessar um link do iTunes utilizando o próprio programa patenteado pela Apple. Você não está mais na web, na verdade, você está restrito a uma loja e não em uma ambiente aberto. Apesar de todas as características incríveis, sua evolução é limitada ao desejo de uma única companhia”, analisou ele.

Já sobre neutralidade na web, outro tema polêmico, Berners-Lee declarou que ela não só deve existir, como também deve incluir neutralidade nas linhas fixas e de banda larga móvel.

Seus comentários vêm apenas alguns dias depois do ministro da Cultura do Reino Unido, Ed Vaizey, sugerir que o país tivesse um projeto contrário as regras de democracia na rede, para que provedores e internautas, que pagam pelo acesso, tenham prioridade sobre o tráfego.

No entanto, Vaizey voltou atrás e alegou que seus comentários estão de acordo com os pensamentos de Berners-Lee.

(Carrie-Ann Skinner)

Disponível em: <http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/11/22/as-redes-sociais-sao-uma-ameaca-diz-fundador-da-web/>. Acesso em: 24 nov. 2010.

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“As redes sociais são uma ameaça”, diz fundador da web

Por IDG News Service
Publicada em 22 de novembro de 2010 às 17h05

Sir Tim Berners-Lee também criticou a Apple e o iTunes pelo seus métodos restritivos e centralizadores.

O fundador da Web, Sir Tim Berners-Lee, criticou o uso das redes sociais afirmando que elas são “uma grande ameaça aos princípios da internet”.

De acordo com Berners-Lee, o Facebook e as demais mídias sociais encorajam os usuários a fornecerem suas informações. No entanto, não compartilham estes dados com os outros websites.

“Na verdade, elas [as redes sociais] são mecanismos que restringem as informações dos internautas, impedindo sua utilização pelo restante da web”, disse ele à revista Scientific American.

“As redes sociais se tornaram uma plataforma central de conteúdo fechado. Quanto mais esse tipo de arquitetura ganhar espaço, mais a web se tornará fragmentada e, consequentemente, menor será o ambiente onde as pessoas poderão compartilhar conteúdo de modo universal”, analisou Berners-Lee.

Além disso, ele também criticou a Apple e o iTunes pelo seus métodos “restritivos e centralizadores”.

“Você só pode acessar um link do iTunes utilizando o próprio programa patenteado pela Apple. Você não está mais na web, na verdade, você está restrito a uma loja e não em uma ambiente aberto. Apesar de todas as características incríveis, sua evolução é limitada ao desejo de uma única companhia”, analisou ele.

Já sobre neutralidade na web, outro tema polêmico, Berners-Lee declarou que ela não só deve existir, como também deve incluir neutralidade nas linhas fixas e de banda larga móvel.

Seus comentários vêm apenas alguns dias depois do ministro da Cultura do Reino Unido, Ed Vaizey, sugerir que o país tivesse um projeto contrário as regras de democracia na rede, para que provedores e internautas, que pagam pelo acesso, tenham prioridade sobre o tráfego.

No entanto, Vaizey voltou atrás e alegou que seus comentários estão de acordo com os pensamentos de Berners-Lee.

(Carrie-Ann Skinner)

Disponível em: <http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/11/22/as-redes-sociais-sao-uma-ameaca-diz-fundador-da-web/>. Acesso em: 24 nov. 2010.

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24/3 Gestão de projetos de documentação: do ambiente físico para o
digital
Elizete Sá, sócia da Informare Consultoria, ex-gerente na Copene e
Braskem
__________________________________________________________
31/3 Análise de redes sociais e suas aplicações organizacionais
Clara Peláez Alvarez, pesquisadora e sócia na Neuroredes
__________________________________________________________
15/4 Unidades de informação e bibliotecas 2.0: conceitos,
estratégias e tecnologias
Renate Landshoff, sócia da Content Digital, docente na Escola de
Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de
Sociologia e Política de São Paulo
__________________________________________________________
EM BREVE a programação detalhada dos seguintes cursos:
28/4 Conceitos e aplicações de wikis corporativos e sua integração
com intranets
12/5 Oficina prática: blogs e agregadores de feeds (RSS) para uso
corporativo
28/5 A estratégia de redes nas organizações: dinâmicas de
coordenação e operação
9/6 Oficina prática: aplicações de wikis corporativos com a
ferramenta da Wikipedia
16/6 Comunicação interna alavancada por redes sociais
25/6 Narrativas e suas aplicações na gestão do conhecimento
corporativo
01/07 Construção de taxonomia em ambientes corporativos

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