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TCE mostra 1/4 das escolas estaduais sem bibliotecas

O relatório descreve que, em algumas escolas, não há efetiva utilização do espaço por causa da desorganização do ambiente
TCE mostra 1/4 das escolas estaduais sem bibliotecas
Crédito da foto: Adival B. Pinto / Arquivo JCS

Um relatório divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) mostra um quadro deficitário na educação paulista. No exercício de 2018, a inspeção in loco, realizada em 133 escolas no Estado, aponta que 34 unidades de ensino fundamental não possuem bibliotecas/salas de leitura, o que representa 25% do total, ou seja, um quarto. O relatório descreve que, em algumas escolas, não há efetiva utilização do espaço por causa da desorganização do ambiente ou, às vezes, por falta de projeto pedagógico que integre atividades do professor para com o aluno. Além disso, 95% das 133 escolas estaduais do ensino fundamental e médio, fiscalizadas, não apresentaram laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros.

O levantamento destaca também que o laboratório de Ciências é o ambiente menos presente nas escolas. Em 82% das unidades de ensino, em relação aos anos iniciais, não há um espaço estabelecido para o estudo da matéria.

Disponível em: https://www.jornalcruzeiro.com.br/sorocaba/informacao-livre/tce-mostra-1-4-das-escolas-estaduais-sem-bibliotecas/. Acesso em: 10 ago. 2019.

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Rede estadual: livro trancado 'a sete chaves'

Secretaria lança pacote para resolver problemas em salas de leitura de 1,3 mil escolas na Grande SP

Apesar de estudar em uma rede que tem como carro-chefe o programa pedagógico “Ler e Escrever”, os alunos de 1,3 mil escolas estaduais da Grande São Paulo nem sempre têm um local apropriado para ler. Nestas escolas, as salas de leitura ficam trancadas ou funcionam apenas em alguns períodos. É o que mostra um mapeamento das salas de leitura feito pela Secretaria Estadual de Educação em 2.180 colégios da Grande São Paulo.

Contratação de profissionais para salas divide opinião

Para especialistas, é positiva a iniciativa da secretaria em manter as salas de leitura abertas. No entanto, a contratação de professores ainda é um ponto polêmico.

Segundo Sonia Madi, coordenadora da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa, é fundamental os alunos terem livre acesso aos livros. “Não importa se sejam bibliotecários ou professores. O importante é selecionar pessoas capacitadas para motivar o prazer em ler nos alunos.”

A presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Noronha, vai ficar de olho na forma de contratação de professores temporários. “É bom os readaptados na biblioteca em vez de ocuparem funções burocráticas, só temos de ver como vai funcionar na prática.”

Para o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Ezequiel Theodoro da Silva, a contratação de professores readaptados deveria ser vista como medida provisória. “Ter alguém para manter o espaço aberto é melhor do que não ter, mas as escolas precisam de alguém da biblioteconomia.”

A mesma opinião tem a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 8ª região, Regina Celi.

Jornal da Tarde (6 novembro)

Leia matéria na íntegra em http://www.crb8.org.br/portal_mis/index?item_id=535

Fonte: BOB NEWS, São Paulo, 14 de novembro de 2008 – Edição 49

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Para especialistas, é positiva a iniciativa da secretaria em manter as salas de leitura abertas. No entanto, a contratação de professores ainda é um ponto polêmico.

Segundo Sonia Madi, coordenadora da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa, é fundamental os alunos terem livre acesso aos livros. “Não importa se sejam bibliotecários ou professores. O importante é selecionar pessoas capacitadas para motivar o prazer em ler nos alunos.”

A presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Noronha, vai ficar de olho na forma de contratação de professores temporários. “É bom os readaptados na biblioteca em vez de ocuparem funções burocráticas, só temos de ver como vai funcionar na prática.”

Para o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Ezequiel Theodoro da Silva, a contratação de professores readaptados deveria ser vista como medida provisória. “Ter alguém para manter o espaço aberto é melhor do que não ter, mas as escolas precisam de alguém da biblioteconomia.”

A mesma opinião tem a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 8ª região, Regina Celi.

Jornal da Tarde (6 novembro)

Leia matéria na íntegra em http://www.crb8.org.br/portal_mis/index?item_id=535

Fonte: BOB NEWS, São Paulo, 14 de novembro de 2008 – Edição 49

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