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Concurso para bibliotecário na Unicamp – 2018

A Unicamp realizará concurso para uma vaga de bibliotecário.

O concurso será realizado pela Vunesp e o edital está disponível em https://documento.vunesp.com.br/documento/stream/ODI5NDk0

Inscrições: das 10 horas de 25 de outubro às 17 horas de 26 de novembro de 2018
(horário oficial de Brasília), exclusivamente pela internet, no site www.vunesp.com.br

Valor da taxa de inscrição: R$ 150,00

Provas: objetiva (português, atualidades, informática, inglês e conhecimentos específicos) e dissertativa

Data das provas: 20 de janeiro de 2019 (manhã) em Campinas (SP)

Salário inicial: R$ 6.156,29

 

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Unicamp tem 6 mil partituras de obras contemporâneas importantes

iG Paulista – 05/01/2014 – 07h00 |
Marita Siqueira | marita.siqueira@rac.com.br

Partituras guardadadas no Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp

Foto: Divulgação/MariliaVasconcellos
Partituras guardadadas no Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp

Um acervo com 6 mil partituras de obras importantes da produção musical contemporânea está a disposição para pesquisa, pronto para ser “ouvido”, no Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (Ciddic). Nascido da união entre o Núcleo de Integração e Difusão Cultural (Nidic) e o Centro de Documentação de Música Contemporânea (CDMC), o Ciddic, além das partituras, dispõe no acervo de 150 livros e 1,2 mil discos de compositores dos séculos 20 e 21, reconhecidos no Brasil e no Exterior, além de ser responsável pelas atividades da Orquestra Sinfônica da Unicamp e da Escola Livre de Música (Unibanda).

Esse trabalho que rendeu à instituição o prêmio especial de música erudita da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), anunciado no final do ano passado, cuja cerimônia de entrega será realizada no próximo mês de março, no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros, em São Paulo, em data ainda não divulgada.

As preciosidades reunidas na coleção do Ciddic vão desde uma partitura do brasileiro Almeida Prado (1943-2010) escrita em guardanapos, aos traçados nervosos do italiano Adriano Guarnieri (1947). Trabalhos do grego Iánnis Xenákis (1922-2001), do judeu húngaro György Ligeti (1923-2006), da suíça de origem chinesa Tona Scherchen-Hsiao (1938), dos franceses M. Levinas (1949), Paul Mefano (1937) e Gerard Grisey (1946-1998), entre outros, também estão lá.

São obras de quase 200 compositores de várias nacionalidades. Porém, o mais procurado para consulta é mesmo Almeida Prado, segundo a diretora do Ciddic, Denise Garcia. “De longe ele é o mais procurado. O acervo tem muitas obras, de muitos compositores, mas poucos têm o número tão expressivo quanto o de Almeida Prado”, diz ela, referindo às 400 partituras doadas à instituição pelo compositor, que foi professor do curso de música do Instituto de Artes (IA) da Unicamp durante 25 anos até sua aposentadoria, em 2000.

Os esboços escritos em guardanapos foram reunidos e fizeram parte da composição ‘Flor do Carmelo’. Curiosamente, junto aos guardanapos, o músico deixou orações mimeografadas. Além das partituras para variadas formações instrumentais, Almeida Prado pintou aquarelas nas capas ou nas folhas de rosto.

Quando se mergulha no universo do Ciddic, encontra-se, por exemplo, manuscritos feitos a lápis pela compositora e pianista mineira Dinorah de Carvalho, fundadora da primeira orquestra feminina da América Latina. Ela também foi a primeira mulher a dirigir uma sinfônica no País e a entrar para a Academia Brasileira de Música (206 partituras no total).

Cecília Stucchi é a responsável pelo tratamento técnico do patrimônio musical, realizando a conservação preventiva e o restauro das partituras do Ciddic. Com materiais diversos, como pincel, pó de borracha, bisturi, pinça, espátula e luvas, entre outros, logo no primeiro contato com a obra Cecília faz o diagnóstico, a higienização e, por fim, a conservação.

Atualmente, a restauração é menos agressiva, revela a profissional, que já foi produtora da Sinfônica da Unicamp. “Conseguimos, hoje em dia, manter a integridade da partitura sem perder sua identidade; ela pode ter cor amarelada e ser perfeitamente fonte de pesquisa”, destaca.

Disponível em: <http://correio.rac.com.br/_conteudo/2014/01/ig_paulista/140489-unicamp-tem-6-mil-partituras-de-obras-contemporaneas-importantes.html>. Acesso em: 5 jan. 2014.

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Sem biblioteca após incêndio, aluno da Unicamp gasta R$ 200 em livros

Expresso MT – 03/04/13

Um mês após um incêndio ter destruído parte do prédio da biblioteca do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o local permanece fechado e sem previsão para reabertura, segundo a assessoria de imprensa da instituição. A interdição do espaço desde o dia 3 de março deste ano impactou a rotina de estudo dos alunos dos cursos de gradução de Letras, Linguística e Estudos Literários, além dos estudantes da pós-graduação.

“Estou tendo que comprar livros. Acho que gastei mais de R$ 200”, afirma o estudante do curso de Letras Wesley Alves. Além do prejuízo, o universitário afirma que os demais espaços de estudo ficaram mais cheios por causa do fechamento da biblioteca após o incêndio. “É um espaço a menos para estudar, tinha a sala de informática na biblioteca. Agora lota a outra sala de informática e não tem onde ficar”, relata Alves.

O mestrando em teoria e história literária Fábio Mariano conta que precisou alterar o cronograma de estudos por causa da interdição. “Como uma parte da minha bibliografia está localizada no IFCH [Instituto de Filosofia e Ciências Humanas], tive sorte e pude inverter o cronograma. Não sei quantos tiveram essa mesma sorte”, diz.

No entanto, ele afirma que a longo prazo, o desenvolvimento da tese de mestrado pode ser comprometido pela falta de acesso à bibliografia necessária. “Eu ficaria de mãos atadas, já que uma parte da bibliografia que só está no IEL é de livros esgotados ou raríssimos, que não são mais compráveis ou acessíveis”, diz Mariano.

Luto

Os universitários realizaram um protesto no dia 14 de março para cobrar ações da Unicamp sobre a reabertura da biblioteca. Com cartazes e faixas, dezenas de estudantes se reuniram em frente do Centro Acadêmico do instituto para fazer um enterro simbólico do prédio.

Investigações

Segundo a Polícia Civil, os laudos da perícia não foram concluídos a publicação desta reportagem. O delegado titular do 7º Distrito Policial, Cássio Vita Biazolli, aguarda os resulçtados para dar sequência no inquérito. Segundo ele, o depoimento de testemunhas afastaram a hipótese de crime doloso.

Sem prazo

Em nota, a Unicamp informou que a reabertura da biblioteca ocorrerá após os danos causados pelo incêndio terem sido reparados e restabelecido o acesso seguro aos usuários do prédio, mas não há prazo estipulado para isso.

A universidade afirmou ainda que a comissão responsável pela avaliação da reabertura depende de providências envolvendo parte elétrica, segurança predial e instalação de novas portas anti-pânico e corta-fogo em pelo menos duas alas que dão acesso aos corredores da biblioteca. Também não há prazo para a realização dessas pendências, segundo a assessoria de imprensa.

O caso

O incêndio ocorreu no início da manhã de 3 de março e destruiu mais da metade de um dos prédios da biblioteca do Instituto de Letras da Unicamp. De acordo com o Corpo de Bombeiros, da área de 254 metros quadrados de construção, uma parte foi atingida. A área de 1.881 metros quadrados onde fica o acervo não foi atingida pelas chamas e ninguém se feriu.

Estrutura

Com 1.725 metros quadrados, a Biblioteca do IEL é tida como uma das principais da universidade estadual. O acervo conta com 105,6 mil livros, 1,5 mil títulos de periódicos e 3,2 mil teses e dissertações. O arquivo conta com obras sobre linguagem, dicionários, além de obras de poesia, ficção, ensaios e dramaturgia em diversos idiomas. A biblioteca conta, ainda, com coleções especiais, como a “Müller-Carioba”, que inclui 530 livros editados nos séculos 17, 18 e 19.

Disponível em: <http://www.brasilquele.com.br/2013/04/11/sem-biblioteca-apos-incendio-aluno-da-unicamp-gasta-r-200-em-livros>. Acesso em: 12 abr. 2013.

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Concurso para bibliotecário da Unicamp

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINASDIRETORIA GERAL DE RECURSOS HUMANOSEDITAL ABERTURA nº 42/2013A Diretoria Geral de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, por intermédio da Divisão de Planejamento e Desenvolvimento, torna pública a abertura de inscrições no Processo Seletivo Público para a função de Profissional de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão – BIBLIOTECÁRIO da Carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
1. Instruções Especiais

1.1 – O Processo Seletivo Público destina-se ao preenchimento de 01 vaga para atuar junto à(ao) INSTITUTO DE FISICA – IFGW, bem como as que porventura vierem a surgir durante o seu prazo de validade na UNICAMP.

1.2. Em virtude do número de vagas, não se aplicam ao presente processo seletivo público os dispositivos da lei Complementar 683/92.

1.3. O número de vagas pode apresentar alteração, por motivos supervenientes, durante o prazo de validade do processo seletivo público.

1.4. A função será preenchida sob o regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

1.5. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, podendo variar para os períodos diurno, noturno, misto, na forma de revezamento ou escala de serviços.

1.6 O salário inicial da função em disputa será de R$ 3.881,35, correspondente ao nível de complexidade 06-A da Carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
2. Requisitos

2.1. Obrigatórios:

2.1.1. Escolaridade: Curso Superior completo em Biblioteconomia ou em Biblioteconomia e documentação ou em Biblioteconomia e Ciência da Informação, cuja comprovação será exigida quando da convocação para contratação;

2.1.2. Idiomas: Inglês instrumental relacionado à área.;

2.1.3. Conhecimento dos Aplicativos de Informática relacionados à área.;

2.1.4. Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou cidadão Português a quem foi deferida a igualdade, nas condições previstas pelo Decreto Federal n. 70.436/72;

2.1.5. Ter completado 18 anos de idade na data da assinatura do contrato de trabalho;

2.1.6. Não ter sido demitido por justa causa da Universidade Estadual de Campinas;

2.1.7. Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, cuja comprovação deverá ser entregue em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado, quando da convocação para contratação;

2.1.8. Ter boa conduta comprovada através do Atestado de Antecedentes Criminais negativo, cuja comprovação deste deverá ser entregue em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado, quando da convocação para contratação, devendo o candidato observar o prazo para a obtenção do mesmo;

2.1.9. Gozar de boa saúde física e mental, estando apto para o exercício da função, sem qualquer restrição.
3. Das Atribuições da função

3.1. A descrição das atividades da função constam no anexo 2 do presente edital.
4. Das Inscrições

4.1. On-line:

4.1.1. A inscrição on-line será efetuada via internet, no endereço eletrônico http://www.dgrh.unicamp.br, e solicitada no período entre 08:00 horas do dia 06/03/2013 e 17:00 horas do dia 20/03/2013, observado o horário de Brasília/DF;

4.1.2. A Diretoria Geral de Recursos Humanos não se responsabilizará por solicitação de inscrição não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas na comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem as transferências de dados;

4.1.3. O candidato deverá obrigatoriamente preencher a ficha de solicitação de inscrição e o currículo on-line disponíveis no momento da inscrição. As informações prestadas serão de inteira responsabilidade do candidato;

4.1.4. O candidato portador de necessidades especiais deverá obrigatoriamente especificar e indicar, na ficha de inscrição, o tipo de deficiência de que é portador;

4.1.4.1. Caso necessite de condições especiais para se submeter às provas, o candidato portador de necessidades especiais deverá solicitá-la por escrito até o segundo dia útil após o encerramento das inscrições. A solicitação deverá ser protocolada no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos – Prédio 3 da Reitoria – Campus da Unicamp – Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Campinas, juntamente com o laudo médico que ateste a espécie e o grau da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença – CID;

4.1.4.2. A ausência dessas informações implica aceitação pelo candidato de realizar as provas em condições idênticas às dos demais candidatos;

4.1.4.3. O atendimento às condições especiais pleiteadas ficará sujeito, por parte da Unicamp, à análise da razoabilidade do solicitado;

4.1.5. O boleto bancário estará disponível para impressão e pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$59,00, após a conclusão do preenchimento da ficha de solicitação de inscrição e currículo on-line. O pagamento deverá ser efetuado até o primeiro dia útil subseqüente ao último dia do período destinado ao recebimento de inscrição via internet, indicado no item 4.1.1 deste item;

4.1.5.1. As inscrições somente serão consideradas aceitas após a confirmação, pelo Banco, do pagamento referente a taxa de inscrição;

4.1.5.2. Em hipótese alguma haverá restituição da taxa de inscrição, bem como isenção total do pagamento;

4.1.6. A confirmação de inscrição será publicada no Diário Oficial do Estado em 06/04/2013;

4.1.7. Antes de efetuar a sua inscrição, o candidato deverá conhecer o edital de abertura de inscrições e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos. Uma vez efetivada a inscrição, não será permitida em hipótese alguma alterações das informações prestadas, bem como de função e/ou edital disponível;

4.1.8. O candidato deverá declarar, na solicitação de inscrição via internet, que está ciente das condições exigidas no presente edital. A inscrição do candidato implicará no conhecimento e na tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar qualquer espécie de desconhecimento;

4.1.9. É vedada a inscrição condicional, a extemporânea, a via postal, a via fax ou a via correio eletrônico;

4.1.10. É vedada a transferência de valor pago a título de taxa para terceiros, assim como a transferência da inscrição para outrem ou para outro Processo Seletivo Público;

4.1.11. Para efetuar a inscrição, é imprescindível o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) do candidato;

4.1.11.1. O candidato que não possuir CPF deverá solicitá-lo nos postos credenciados, localizados nas agências bancárias, Correios e Telégrafos e na Receita Federal, em tempo hábil, isto é, de forma que consiga obter o respectivo número antes do término do período de inscrição;

4.1.11.2. Terá sua inscrição cancelada e será automaticamente eliminado do processo seletivo público o candidato que usar o CPF de terceiro para realizar a sua inscrição;

4.1.12. O comprovante de inscrição deverá ser mantido em poder do candidato e apresentado, se necessário e quando solicitado;

4.2. Disponibilização para acesso à inscrição on-line:

4.2.1 A UNICAMP/DGRH disponibilizará um posto de atendimento para a realização da inscrição, on-line, para os candidatos que não possuem acesso à internet, nos dias 06/03/2013 a 20/03/2013, exceto sábados, domingos e feriados, das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 16:00 horas no seguinte local:

  • Secretaria do Instituto de Física “Gleb Wataghin” – Rua Sérgio Buarque de Holanda, 777 – Campus Unicamp – Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – Barão Geraldo-Campinas/SP.

O Candidato deverá apresentar-se ao posto de atendimento munido do Documento de Identidade e do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
4.3. Redução parcial da taxa de inscrição:
4.3.1. Amparado pela Lei Estadual nº 12.782, de 20.12.2007, o candidato terá direito à redução de 50% (cinqüenta por cento) do valor do pagamento da taxa de inscrição, desde que CUMULATIVAMENTE atenda aos seguintes requisitos:
a) seja estudante regularmente matriculado em uma das séries do ensino fundamental ou médio, curso pré vestibular, ou curso superior, em nível de graduação ou pós-graduação e
b) perceba remuneração mensal inferior a 02 (dois) salários mínimos, ou estiver desempregado;
4.3.2. O candidato que preencher as condições estabelecidas no item 4.3.1 deste edital deverá solicitar a redução do pagamento da taxa de inscrição obedecendo aos seguintes procedimentos:
4.3.2.1. Realizar a inscrição no endereço eletrônico previsto no item 4.1.1 e 4.1.3;
4.3.2.2. Preencher total e corretamente em 2 (duas) vias o formulário de requerimento de solicitação de redução de taxa de inscrição disponível no site http://www.dgrh.unicamp.br;
4.3.2.3. Imprimir o comprovante de inscrição e o requerimento de solicitação de redução da taxa de inscrição e protocolar nos dias 06/03/2013 a 20/03/2013, exceto sábados, domingos e feriados , das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos – Prédio 3 da Reitoria – Campus da Unicamp – Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Campinas, juntamente com cópias comprobatórias dos seguintes documentos:
a) certidão ou declaração expedida por instituição de ensino público ou privada, comprovando a sua condição estudantil; ou carteira de identidade estudantil ou documento similar, expedido por instituição de ensino público ou privado, ou por entidade de representação estudantil; e
b) comprovante de renda especificando perceber remuneração mensal inferior a 02 (dois) salários mínimos comprovados através de Contracheque ou Recibo de Pagamento por serviços prestados ou Envelope de Pagamento ou Declaração do empregador; ou Extrato de Rendimentos fornecidos pelo INSS ou outras fontes. Na falta deste, extrato bancário identificado com o valor do crédito do benefício; ou
c) Recibo de seguro Desemprego e do FGTS; ou Documentos de Rescisão do último contrato de trabalho, mesmo que temporário. No caso de contrato em Carteira de Trabalho, anexar ainda as cópias da página de identificação. Serão considerados desempregados os candidatos que tendo estado empregados em algum momento, estiverem sem trabalho no período da inscrição;
4.3.3. Não serão considerados os documentos encaminhados por outro meio que não o estabelecido neste item, deste Edital;
4.3.4. A informação sobre o deferimento ou não do pedido de redução da taxa de inscrição, será enviada ao candidato, até o prazo final das inscrições, através do e-mail cadastrado quando de sua inscrição. O candidato que tiver a solicitação deferida deverá imprimir boleto com valor da taxa de inscrição reduzida, até a data de vencimento prevista;
4.3.5. O candidato que não efetivar a inscrição mediante o recolhimento do respectivo valor da taxa, reduzida ou plena, conforme o caso, terá o pedido de inscrição não confirmado;
4.3.6. Será eliminado do processo seletivo público o candidato que, não atendendo, à época de sua inscrição, aos requisitos previstos no item 4.3.1 deste item, tenha obtido, com emprego de fraude ou qualquer outro meio que evidencie má fé, a redução de que trata a referida lei.

5. Das provas
5.1. O processo seletivo público constará das seguintes etapas:

  • Prova Escrita Objetiva (eliminatória e classificatória);
  • Prova Escrita Dissertativa (eliminatória e classificatória);

5.2. A Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa versarão sobre conteúdo programático constante no anexo 1 do presente edital;
5.3. A aplicação das etapas de provas poderá ocorrer em dias úteis, sábados e domingos.
5.4. A divulgação do dia, horário e local de realização das Provas Escrita Objetiva e Escrita Dissertativa, bem como a confirmação do dia de realização das provas, será no dia 06/04/2013 no Diário Oficial do Estado e pela internet (www.dgrh.unicamp.br). A data provável para a realização das provas escritas objetiva e escrita dissertativa será dia 05/05/2013. O cumprimento da data prevista dependerá da disponibilidade de locais adequados para a relização das provas;
5.5. As questões da prova escrita objetiva serão do tipo múltipla escolha. O candidato deverá assinalar com caneta as respostas da prova escrita objetiva na Folha de Respostas, que será o único documento válido para correção da prova. O preenchimento da Folha de Respostas será de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas contidas nos cadernos de questões;
5.6. A prova escrita dissertativa deve ser manuscrita e em letra legível;
5.7. As folhas do caderno de respostas não poderão ser assinadas, rubricadas, nem conter em outro local que não o apropriado, qualquer palavra ou marca que as identifique, sob pena de anulação das provas;
5.8. Os candidatos deverão comparecer ao local das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos à hora estabelecida para seu início, munidos de lápis, caneta azul ou preta e borracha, e somente será admitido às provas o candidato que exibir, no ato, documento de identidade original com foto. Não serão aceitos documentos ilegíveis, não identificáveis e ou danificados;
5.8.1. Não será admitido o ingresso de candidato no local de realização das provas após o horário fixado para o seu início;
5.9. Durante a realização das provas não será permitido o uso de BIP de mensagens, telefone celular ou similares, bem como bonés ou gorros. O candidato que estiver portando qualquer equipamento eletrônico deverá antes de entrar no prédio de aplicação das provas, desligar o aparelho, bem como retirar-lhe a bateria;
5.10. Será eliminado do processo seletivo público o candidato que:
5.10.1. Agir com descortesia em relação aos examinadores e seus auxiliares ou autoridades presentes;
5.10.2. For surpreendido durante a realização das provas, comunicando-se com outro candidato, ou utilizando-se de livros, notas ou impressos não permitidos;
5.10.3. Deixar de atender a qualquer das convocações da Universidade;
5.10.4. O não comparecimento às provas ou ainda a não apresentação da documentação solicitada, excluirá o candidato automaticamente do processo seletivo público;
5. 11. Não haverá segunda chamada para nenhuma das provas ou entrega da documentação, seja qual for o motivo alegado;
5.12. Não serão dadas, por telefone, informações a respeito de datas, de locais e de horário de realização das provas. O candidato deverá observar rigorosamente os editais e os comunicados a serem divulgados na forma do item 5.4.

6. Do Julgamento, Habilitação e Classificação
6.1. A Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa serão avaliadas na escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos e somente será considerado habilitado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 6 (seis) na Prova Escrita Objetiva e 6 (seis) na Prova Escrita Dissertativa observando a seguinte escala:

  • Prova Escrita Objetiva – peso 1 (um);
  • Prova Escrita Dissertativa – peso 2 (dois);

6.2. A prova escrita dissertativa será aplicada no mesmo dia da prova escrita objetiva a todos os candidatos que tiveram suas inscrições confirmadas, mas somente serão corrigidas as dos candidatos habilitados na prova escrita objetiva na forma do item 6.1. As duas provas deverão ser realizadas no tempo máximo de 04 (quatro) horas;
6.3. A nota final será a média ponderada dos pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa;
6.4. Os candidatos habilitados serão classificados de acordo com a nota final;
6.5. Em caso de igualdade de nota final, terá preferência, sucessivamente:
a) o candidato com idade mais elevada, considerando os candidatos com idade igual ou superior a sessenta anos, conforme parágrafo único do artigo 27 do Estatuto do Idoso;
b) obtiver maior nota na Prova Escrita Dissertativa;
c) persistindo o empate, terá preferência sucessivamente o candidato mais velho.

7. Dos Recursos
7.1. Terá o candidato até 2 (dois) dias para a interposição de recursos, tendo como termo inicial o primeiro dia útil subseqüente à aplicação das provas ou a divulgação de resultados e gabarito da prova escrita objetiva;
7.2. A matéria do recurso será restrita à alegação de irregularidade insanável ou de preterição de formalidade essencial e não terá efeito suspensivo;
7.3. O candidato deverá preencher em 2 (duas) vias o formulário de recurso disponível no site http://www.dgrh.unicamp.br devendo utilizar 1 (um) formulário para cada questão. Formulários contendo mais de 1 (uma) questão não serão aceitos;
7.4. O recurso será dirigido à Diretoria Geral de Recursos Humanos devendo ser protocolado no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos – Prédio 3 da Reitoria – Campus da Unicamp – Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Campinas/SP, contendo os fundamentos da pretensão;
7.4.1. Não serão aceitos recursos interpostos pelos Correios, por meio de fax, por email ou por qualquer outro meio além no previsto neste edital;
7.5. Admitido o recurso, será encaminhado à Comissão Examinadora, quando a ela pertinente, que deverá proferir manifestação fundamentada sobre o assunto, decidindo pela reforma ou manutenção do ato recorrido, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, que será publicada em Diário Oficial do Estado e no site:www.dgrh.unicamp.br;
7.6. Não serão aceitos, sob hipótese alguma, pedidos de revisão ou vista de prova, bem como arredondamento de médias, em quaisquer fases do processo seletivo público;
7.7. As respostas dos recursos estarão a disposição do recorrente na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos – Prédio 3 da Reitoria – Campus da Unicamp – Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Campinas/SP;
7.7.1. O recorrente que desejar obter cópia da resposta de seu recurso, deverá solicitá-la por escrito. A solicitação deverá ser protocolada no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos – Prédio 3 da Reitoria – Campus da Unicamp – Cidade Universitária Zeferino Vaz – Barão Geraldo – Campinas;
7.8. Se da análise dos recursos contra a prova escrita objetiva e ou escrita dissertativa resultar anulação de questão, os pontos a ela correspondentes serão atribuídos a todos os candidatos presentes, independentemente da formulação de recurso.

8. Da convocação e contratação
8.1. A convocação obedecerá à rigorosa ordem de classificação. Os candidatos serão convocados através de edital a ser publicado no Diário Oficial do Estado;
8.2. O candidato deverá atender aos requisitos dos itens 2.1.1, 2.1.4, 2.1.5, 2.1.6, 2.1.7, 2.1.8 , deste edital, apresentando os comprovantes das condições ali estabelecidas, conforme relação a ser entregue ao candidato quando da convocação;
8.2.1. Para comprovação do item 2.1.9 do edital o candidato deverá se submeter a exame médico pré-admissional, a ser realizado pela UNICAMP em data a ser oportunamente agendada;
8.3. O não atendimento à convocação e/ou a inexatidão ou irregularidade da comprovação do disposto nos itens 8.2 e 8.2.1 deste edital eliminará o candidato do processo seletivo público;
8.4. O candidato será considerado desistente e excluído tacitamente deste Processo Seletivo Público quando não comparecer às convocações na data estabelecida ou manifestar sua desistência por escrito;
8.5. Será excluído do certame o candidato que, ao ser convocado, não aceitar ser admitido na unidade indicada pela UNICAMP;
8.6. O candidato não deverá ocupar cargos públicos ou receber proventos de aposentadoria, ressalvados os cargos acumuláveis previstos no Artigo 37, inciso XVI da Constituição Federal e Decreto Estadual n.41.915/97;
8.7. O candidato contratado deverá cumprir estágio probatório referente a um período de 03 (três) anos de efetivo exercício, durante o qual será submetido à avaliação especial de desempenho, nos termos da legislação aplicável à UNICAMP. Passado o período do estágio probatório e tendo sido considerado apto, o contratado passará a gozar da estabilidade prevista no Artigo 41, parágrafo 4º da Constituição Federal;
8.8. O candidato terá 30 (trinta) dias a partir da publicação de seu contrato no Diário Oficial do Estado para entrar em exercício. O não atendimento do prazo será considerado como desistência da função por parte do candidato.

9. Da Comissão Examinadora
9.1. Compete a Comissão Examinadora processar o certame, cabendo indicar as matérias sobre as quais versarão as provas, formular as questões, realizar as provas escritas, emitir julgamentos mediante atribuição de notas, analisar documentações e apreciar os recursos eventualmente interpostos;
9.2. Na hipótese de superveniente incapacidade ou impedimento de membro da Comissão Examinadora, a Diretoria Geral de Recursos Humanos, providenciará se necessária a substituição, qualquer que seja a fase do processo seletivo público, sem prejuízo dos atos já praticados;
9.3. A Comissão Examinadora do processo seletivo público está assim constituída:
Titulares: Regiane Alcantara Eliel, Maria Helena Segnorelli, Rosana Evangelista Poderoso, Danielle Dantas de Sousa, Oscar Eliel.
Suplentes: Tereza Cristina Oliveira N de Carvalho, Valeria dos Santos Gouveia Martins.

10. Disposições Finais
10.1. A inscrição implicará no conhecimento das presentes instruções pelos candidatos e no compromisso tácito de aceitação das condições do processo seletivo público, tais como aqui se acham estabelecidas;
10.2. O resultado final das provas será publicado no Diário Oficial do Estado;
10.3. O processo seletivo público terá validade de 01 (um) ano a contar da data de publicação do edital de homologação em Diário Oficial do Estado, podendo ser prorrogado por igual período;
10.4. O candidato deverá manter atualizado seu endereço junto à Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos. São de inteira responsabilidade do candidato prejuízos decorrentes da não atualização do seu endereço;
10.5. A UNICAMP não se responsabiliza por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de:
a) endereço não atualizado;
b) endereço de difícil acesso;
c) correspondência devolvida pela ECT por razões diversas de fornecimento e/ou endereço errado do candidato;
d) correspondência recebida por terceiros;
10.6. A não comprovação ou a inexatidão no atendimento do disposto no presente edital, no prazo estabelecido, eliminará o candidato do processo seletivo público;
10.7. Os itens deste edital poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou acréscimos enquanto não consumada a providência ou evento que lhes disser respeito, até a data de convocação para a etapa correspondente, circunstância que será mencionada em Edital a ser publicado;
10.8. Todos os atos e editais referentes a este processo seletivo público serão divulgados no Diário Oficial do Estado e no site http://www.dgrh.unicamp.br.

ANEXO 1 

PROGRAMA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASPROGRAMA:
1) BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: Conceitos e evolução histórica. As cinco leis da Biblioteconomia. 2) SERVIÇO DE REFERÊNCIA: Fontes de informação; Questões de referência; Recuperação da informação; Disseminação seletiva da informação; Disseminação da informação; Estudo de usuário; Capacitação de usuários; Atendimento ao usuário; Serviço de referência virtual; Empréstimo entre bibliotecas; Comutação bibliográfica; Serviços e produtos de informação (tradicionais e automatizados); Normalização bibliográfica. 3) REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA: AACR2; Formato MARC21; Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR); Metadados; Redes cooperativas de registros bibliográficos; Resource Description and Access (RDA). 4) REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA: Classificação Decimal de Dewey; Indexação; Linguagem documentária. 5) TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: Internet; Automação de bibliotecas; Bibliotecas digitais; Bancos e bases de dados; Protocolo Z39.50; Conceituação de bibliotecas eletrônicas, virtuais e digitais; Repositórios institucionais, Open Archives Initiative (OAI); Web 2.0; Redes sociais; Editoração eletrônica. 6) DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: Conceituação e políticas. 7) ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO: Organização e administração de bibliotecas; Planejamento de unidades de informação; Gestão da qualidade em unidades de informação; Marketing; Estatística. 8) ASPECTOS ÉTICOS DA PROFISSÃO: Legislação.9) PRESERVAÇÃO: Conservação e restauração de materiais bibliográficos. 10) LINGUA PORTUGUESA:Compreensão e interpretação de textos; Concordância verbal e nominal; Ortografia oficial; Pontuação; 11) CONHECIMENTO TÉCNICO EM LÍNGUA INGLESA. 12) ACESSIBILIDADE; 13) BIBLIOMETRIA.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de Informação. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Briquet de Lemos, 2005. 144p. AMARAL, Sueli Angelica do (Org.). Marketing na ciência da informação. Brasília: Ed. da UnB, 2007. 230p. AMARAL, Sueli Angélica do. Marketing da Informação: abordagem inovadora para entender o mercado e o negócio da informação. Ciência da Informação, Brasília, v.40, n.1, p.85-98, jan./abr. 2011. AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION. Disponível em: . ANDRADE, Diva; VERGUEIRO, Waldomiro. Aquisição de materiais de informação. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1995. CINTRA, Ana Maria et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed.rev. ampl. São Paulo: Polis, 2002. 92p. DEWEY, Melvil. Dewey decimal classification and relative index. 19. ed. Albany, N.Y.: Forest Press, 1979. 3v ISBN 0910608237. DEWEY, Melvil. Dewey decimal classification and relative index. 22nd ed. Dublin, Ohio: OCLC Online Computer Library Center, c2003. 4v. ISBN 0910608709 (enc.). FEITOSA, Ailton. Organização da informação na web: das tags à web semântica. Brasília: Thesaurus, 2006 FANÇA, Junia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8.ed.rev.ampl. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008. FUJITA, Mariângela Spotti Lopes (Org.). A indexação de livros: a percepção de catalogadores e usuários de biblitecas universitárias: um estudo de observação do contexto sociocognitivo com protocolos verbais. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. 149 p. FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Disponível em: . FUSCO, Elvis (org.). Aplicação dos FRBR na modelagem de catálogos bibliográficos digitais. São Paulo: UNESP/Cultura Acadêmica, 2011. 180p. GOMES, Henriette F.; BOTTENTUIT, Aldinar M.; OLIVEIRA, Maria O.P. (Org.). A ética na sociedade, na área da informação e da atuação profissional: o olhar da Filosofia, da Sociologia, da Ciência da Informação e da Formação e do Exercício Profissional do Bibliotecário no Brasil. Brasília: CFB, 2009.188p. GROGAN, Denis Joseph. A prática do serviço de referência. Brasília, DF: Briquet, 2001. 196p. GUARIDO, Maura Duarte Moreira. Como usar e aplicar a CDD. 22.ed. Marília: FUNDAP, 2008. HAZEN, Dan. Desenvolvimento, gerenciamento e preservação de coleções. 2.ed. Rio de Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos; Arquivo Nacional, 2001. (Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 33). INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Disponível em: . INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATIONS AND INTITUTIONS. Disponível em: . LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. 452p. LE COADIC, Y. A ciência da informação. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. LEITÃO, Barbara Julia. Avaliação qualitativa e quantitativa numa biblioteca universitária. Rio de Janeiro: Interciência, Niterói: Intertexto, 2005. 148p. LIBRARY OF CONGRESS. Disponível em: . MARC 21: uma tradução e adaptação de MARC 21, Concise Format for Bibliographic Data de Network Development and MARC Standards Office Library of Congress (USA). Coautoria de Margarida M Ferreira. 2. ed. São Paulo: UNESP, 2002. 2v. (Publicações técnicas; n.2). ISBN 8586738107 (Broch.). MERRILL-OLDHAM, Jan; SCOTT, Jutta Reed. Programa de planejamento de preservação: um manual para auto-instrução de bibliotecas e Arquivos Nacional, 2001. (Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 37). MEY, Eliane Serrão Alves. Não brigue com a catalogação!. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2003. 186p., il. Inclui bibliografiae indice. ISBN 8585637218 (broch.). OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. OLIVEIRA, M. de. (Coord.) Ciência da Informação e biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2005. PROCÓPIO, Ednei. Construindo uma biblioteca digital. São Paulo: Edições Inteligentes, 2004. 109p. PUPO, Deise Tallarico; Melo, Amanda Meincke, PÉEREZ Ferrés, Sofia (Org.). Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas: UNICAP/Biblioteca Central Cesar Lattes, 2008. 137p. RANGANATHAN, S.R.; ZANDONADE, Tarcisio. As cinco leis da Biblioteconomia. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2009. 336p. RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memoria. AACR2 Anglo-American Cataloguing Rules, 2nd edition: descrição e pontos de acesso. Brasília, DF: CEDIT, 1995. 577p., il. RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memoria. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2 em MARC 21. 4. ed. Brasília, DF: Edição do Autor, 2009 1v. (várias paginações), il. + CD. SPINELLI JUNIOR, Jayme. Conservação de acervos bibliográficos e documentais. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 1997. 90p.Il. Documentos técnicos, 1. Disponível em: . VANTI, N.A.P. Da bibliometria à webometria: uma exploração conceitual dos mecanismos utilizados para medir o registro da informação e a difusão do conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, v.31, n.2, 2002, p. 152-162, maio/ago. 2002. VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 3. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2010. 120p.

ANEXO 2 

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Inventariar, organizar, preservar, recuperar, adquirir, remanejar e transferir acervos e materiais bibliográficos. Selecionar, registrar, classificar e catalogar recursos informacionais. Gerenciar bibliotecas, centros de documentação, de informação, redes e sistemas de informação. Desenvolver e atualizar bases de dados. Acessar bases de dados e outras fontes em meios eletrônicos. Atender e capacitar usuários. Intercambiar informações e documentos. Normalizar trabalhos técnico-científicos. Elaborar levantamento bibliográfico. Elaborar relatórios. Elaborar, implementar e executar projetos. Acompanhar visitas técnicas. Desenvolver estudos e pesquisas. Desenvolver ações educativas. Participar de atividades de apoio ao ensino e à pesquisa.

DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Disponível em: <http://www.siarh.unicamp.br/concurso/VerEdital.jsf;jsessionid=5E98650D6BA9E226DD85F714CBA6C45A?anocon=2013&numcon=42&tipedi=1&seqtip=1>. Acesso em: 6 mar. 2013.

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Polícia ouvirá até sexta coordenador de biblioteca incendiada na Unicamp

Livros ficaram destruídos após o incêndio no prédio da biblioteca do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp (Foto: Reprodução/ EPTV)

Livros ficaram destruídos após incêndio em prédio da Unicamp  (Foto: Reprodução / EPTV)

A Polícia Civil de Campinas (SP) pretende ouvir, até sexta-feira (8), o coordenador da bibiloteca do Instituto de Estudos de Linguagem (IEL) da Unicamp. O local foi interditado após um incêndio que atingiu parte do prédio na manhã de domingo (3). Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Cássio Vita Biazolli, o funcionário poderá indicar outras testemunhas e a causa do incidente.

“Aparentemente não houve crime. Temos que aguardar os laudos da perícia e também verificar como era feita a manutenção do prédio”, resumiu o titular do 7º Distrito Policial, no distrito de Barão Geraldo.

Nesta segunda-feira, peritos do Instituto de Criminalística estiveram na biblioteca para avaliar o que provocou o início das chamas e os prejuízos causados à instituição. Os resultados, segundo a Polícia Civil, serão divulgados no prazo de até 30 dias.

Reabertura indefnida

Segundo a assessoria da Unicamp, o prédio será parcialmente aberto ao público nos próximos dias, por meio de uma entrada alternativa. A unidade de ensino informou que no local atingido pelas chamas há atendimento ao público e catalogação de livros antes da entrada na biblioteca.

O Corpo de Bombeiros apontou que a universidade possui uma equipe interna treinada pela corporação, mas que a informação passada por funcionários durante o atendimento à ocorrência é de que os profissionais trabalham de segunda a sexta-feira, em horário comercial. A assessoria da Unicamp negou a informação, por meio de nota e disse que o grupo de vigilância treinado pelos onmbeiros atua 24 horas por dia.

O caso
Um incêndio na manhã de domingo destruiu mais da metade de um dos prédios da biblioteca do Instituto de Letras da Unicamp. De acordo com o Corpo de Bombeiros, da área de 254 metros quadrados de construção, uma parte foi atingida. A área de 1.881 metros quadrados onde fica o acervo não foi atingida pelas chamas. Ninguém se feriu.

Estrutura
Com 1.725 metros quadrados, a Biblioteca do IEL é tida como uma das principais da universidade estadual. O acervo conta com 105,6 mil livros, 1,5 mil títulos de periódicos e 3,2 mil teses e dissertações. O arquivo conta com obras sobre linguagem, dicionários, além de obras de poesia, ficção, ensaios e dramaturgia em diversos idiomas.A biblioteca conta, ainda, com coleções especiais, como a “Müller-Carioba”, que inclui 530 livros editados nos séculos 17, 18 e 19.

Disponível em: <http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/03/policia-ouvira-ate-sexta-coordenador-de-biblioteca-incendiada-na-unicamp.html>. Acesso em: 5 mar. 2013.

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Novas perspectivas para a Catalogação e os Catalogadores

Foto por Eduardo Graziosi Silva

Ontem participei do Fórum Permanente da UNICAMP “Tecnologia Digital e Registros Informacionais: Novos Conceitos e Padrões de Entrada de Dados e suas perspectivas para o tratamento e acesso à informação”. O evento como um todo foi de altíssimo nível e não deixou a desejar em nenhuma apresentação!

A primeira, “Modelagem de dados e representação da informação”, apresentada pelo Professor Elvis Fusco (UNIVEM), expôs “[…] a importância de novos estudos de modelos conceituais para repensar e projetar a percepção do domínio da representação da informação” (texto extraído da apresentação do Professor, disponível em seu site). A partir daí, também surgiram questões interessantes como as atividades do catalogador, que não se inicia no momento da descrição dos recursos, mas antes, quando esse profissional define requisitos informacionais, projeta o catálogo, dentre outras. Complementando sua exposição durante as perguntas do públicos, Elvis Fusco apontou que a formação do catalogador hoje deve contemplar conhecimentos da área de Computação, como banco de dados, arquitetura da informação, XML, além do conhecimento de Catalogação, para que o profissional catalogador possa dialogar com o profissional da Computação sem transtornos.

Já a segunda palestra, proferida pela Professora Fernanda Moreno (UnB), teve como título “FRBR e FRAD: impacto na recuperação da informação”. Um ponto que destaco de sua fala refere-se ao catálogo, que foi meu objeto de estudo durante a iniciação científica e o trabalho de conclusão de curso: uma citação (originalmente é uma pergunta) de 2010 do Professor Jaime Robredo sobre essa importante fonte de informação, em que ele aponta que os OPACs, que num primeiro momento impulsionaram o acesso aos acervos das bibliotecas, hoje parecem estar perdendo fôlego e tornando as bibliotecas opacas. Concordo, pois tanto pelos meus estudos como pela própria literatura percebi a dificuldade dos usuários durante o uso do OPAC. Não é a toa que muitos usuários preferem o Google ao catálogo. Até onde sei, e isso é uma opinião particular, os OPACs atuais, mesmo com todas as possibilidades oferecidas pelas ferramentas das web 2.0, estão longe de serem um Google. Fica para reflexão…

Mas retomando a palestra da Professora Fernanda, ela explicou didaticamente sobre o FRBR e o FRAD. O primeiro (Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) é baseado no Modelo Conceitual de Dados, proveniente da Computação, e demilita tanto o conteúdo como o suporte, além de contemplar outros suportes além dos bibliográficos. Também foi destacado que um software que utilizasse os FRBR facilitaria a busca e auxiliaria a navegação dos usuários. Vale ressaltar a ferramenta FRBR Display Tool, utilizada pela Professora em sua dissertação e que permite explorar o modelo. Já o segundo são os Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade e são divididos em 6 entidades. Uma de suas funções, por exemplo, é oferecer um relacionamento natural entre o nome de um autor e seu pseudônimo.

No período da tarde, ocorreu a mesa redonda “RDA: Impactos para usuários e profissionais da informação”. A primeira a apresentar foi a Professor Plácida Santos (UNESP – Marília). Intitulada “Catalogação revisitada – história e contemporaneidade”, a Professora Plácida que expôs uma teoria fantástica sobre catalogação para apontar que seu desenvolvimento evoluiu de tal modo que hoje, diante do tão discutido RDA, os catalogadores podem rever suas práticas, lembrando que tal situação já ocorreu em outros momentos, basta ver a mudança do código da Vaticana para o AACR, deste para o AACR2 e, atualmente, o AACR2r. Já a segunda parte da apresentação contou com a apresentação de um relatório de Thomas Brenndorfer (The FRBR-RDA Puzzle: Putting the Pieces Together), apresentado na OLA Super Conference de 2011. Nele, Brenndorfer expõe 10 passos para “descomplicar” o entendimento do RDA, explicitando em cada passo os capítulo que devem ser consultados para realizar a catalogação com o novo código.

Vale a pena apontar os 10 passos aqui, mais como uma curiosidade:

1. Olhe para a estrutura física do livro
2. Ainda a estrutura física do livro
3. Considere o livro em termos de aquisições e acesso
4. Considere o conteúdo do livro
5. Ainda o conteúdo do livro
6. Considere as pessoas, famílias e entidades coletivas associadas com o livro
7. Mostra primária dos relacionamentos entre obra, manifestação e item no livro
8. Mostra relacionamentos entre obra, manifestação, itens e pessoas, famílias e entidades coletivas
9. Mostra relacionamentos entre obra, manifestação, itens e outras obras, expressões, manifestações e itens
10. Mostra relacionamentos entre pessoa, família, entidades coletivas e outras pessoas, famílias e entidades coletivas

A próxima palestra, proferida pelo Professor Fernando Modesto (USP), foi baseada em resultados apresentados em relatórios do Comitê Executivo do RDA, formado pela Library of Congress (LC), National Agricultural Library (NAL) e National Library of Medicine (NLM). De um modo geral, foram apresentados dados referentes a consulta tanto a profissionais de vários tipos de bibliotecas como para usuários, mas alguns me chamaram mais a atenção. Dentre eles, destaca-se a implementação do RDA a partir de janeiro de 2013, bem como o fato de que sua adoção não reduzirá os custos na criação de metadados.

Foi muito importante a colocação do Professor Fernando Modesto, que se denonimou “um bibliotecário militante”, em relação ao planejamento para o uso do RDA no Brasil. Sobre isso, destacou a atuação das associações de classe nesse processo, porém, o Professor considera que há uma apatia generalizada na categoria bibliotecária brasileira, que pouco se envolve para de fato implementar mudanças, geralmente “propostas” pelos Estados Unidos, que tentam impor seus códigos como os modelos a serem seguidos internacionalmente em detrimento das especificidades da cultura de cada nação. Para reverter essa situação, o Professor Fernando Modesto propôs que as mudanças sejam discutidas tanto nos cursos de graduação como nos de pós-graduação, além de fortalecer e reanimar Grupos de Estudo sobre Catalogação já existentes (tais como o Grupo de Estudos em Catalogação – GCAT e o Grupo Brasileiro de Catalogação).

Por fim, a palestra de encerramento foi proferida pela Professora Naira Christofoletti Silveira (UNIRIO). Também discutindo o RDA, a palestra da Professora Naira foi bastante esclarecedora sobre algumas semelhanças e diferenças entre o AACR e o RDA. No que se refere às semelhanças, foi destacado que ambos são normas e também processos de transição para evitar a “recatalogação” dos registros bibliográficos existentes, pois é claro que a mudança será gradual, como já ocorreu com códigos anteriores. Em relação as diferenças, destaca-se que o RDA não é uma novidade, mas sim os FRBR! Além disso, o RDA não está baseado nas ISBD, tal como o AACR, e a novidade é a introdução do modelo conceitural dos FRBR que faz com que um livro, por exemplo, possua obra, manifestação, expressão e item, ampliando o leque de descrição bibliográfica.

Na Internet, está disponível o RDA Toolkit, que é uma ferramenta criada para auxiliar os catalogadores no uso do RDA e que ficou disponível por um período para teste pelos usuários. Vale lembrar que o RDA é mais extenso que o AACR: possui Introdução, 37 capítulos e Apêndices! Também está a venda na Amazon! Conforme apontado pela Professora Naira, o RDA não trouxe todas as respostas, mas levanta mais perguntas, tais como:

O novo código será adotado?
Os atuais sistemas de informação estão “preparados” para esta alteração? (Vale mencionar aqui que a Professora Plácida colocou que atualmente apenas o VTLS utiliza FRBR e RDA)
E em relação ao treinamento para seu uso?
E como será feita a transição do AACR2 para o RDA?

Além desses questionamentos, e complementando a fala do Professor Elvis Fusco, foi apontado que o catalogador, antes de elaborar o registro bibliográfico, é um tomador de decisões, visto que precisa escolher o sistema, definir requisitos, dentre outras atividades. Outras decisões, especificamente no que tange à catalogação propriamente dita, são:

Em relação a regra dos 3 (o RDA torna opcional* o uso do et al.)
Como as abrevistauras serão redigidas por extenso (s. l., s. n.)
Essencial x Opcional para o a instituição e para os usuários

Percebe-se, portanto, que muitas mudanças estão por vir. Envolve custos, treinamento e muito trabalho pela frente! Esperamos que mais fóruns, não só pela UNICAMP, mas também por outras Universidadades, bem como pelas associações de classe. Iniciativas como essa são e serão sempre muito bem-vindas para promover o debate e a atualização dos profissionais bibliotecários brasileiros, que podem e devem contribuir com suas ideias para as principais agências bibliográficas do mundo, não só como forma de acompanhamento das mudanças, mas também visando o atendimento das necessidades dos usuários locais.

**********

*A Professora Plácida colocou que o RDA contém recomendações, e não regras, o que, creio eu, ainda irá gerar muita discussão acerca desse e outros aspectos.

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Processo seletivo temporário para bibliotecário na UNICAMP

A UNICAMP estará com inscrições abertas de 13/9 a 23/9 para a contratação temporária de bibliotecário. O edital completo pode ser acessado no link a seguir: http://www.dgrh.unicamp.br:8081/dgrh//documentos-1/edital-abertura-bibliotecario-ago2011.pdf

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