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2ª Jornada – Estágio e Pesquisa na Biblioteca Brasiliana

Agência FAPESP – A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da Universidade de São Paulo (USP) organiza sua 2ª Jornada – Estágio e Pesquisa no dia 4 de outubro de 2019, em São Paulo.

O evento reunirá pesquisadores, bolsistas e estagiários que atualmente participam nos projetos da biblioteca para reiterar o compromisso da instituição em promover o aprofundamento do conhecimento científico e integrar ações interdisciplinares de estudo, pesquisa e debate. Continuar lendo

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Presidente da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica visita as instalações do SDO

No final da tarde de terça-feira, 24 de setembro de 2019, a FOUSP recebeu a visita do Presidente da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica, Prof. Dr. Jackson Cioni Bittencourt. A fim de conhecer a estrutura do local, o Presidente foi recebido pelo Diretor Prof. Dr. Rodney Garcia Rocha, pelo Prof. Dr. Rogério Nogueira de Oliveira membro da Comissão da Biblioteca e pela Chefe Técnica do Serviço de Documentação Odontológica Sra. Lúcia Maria Sebastiana Verônica Costa Ramos, esteve presente também nesta visita o bibliotecário da Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica o Sr.  Laucivaldo Cardoso de Oliveira.

O objetivo da visita foi conhecer a estrutura organizacional e os produtos e serviços oferecidos pelo SDO, bem como os projetos de inovação que estão sendo desenvolvidos para melhor atender à comunidade acadêmica e científica.

O Serviço de Documentação Odontológica é reconhecido pela qualidade de seu acervo e por ser considerada a maior biblioteca na área de ciências odontológica da América Latina. Após as apresentações formais, o grupo se dirigiu ao local onde foi apresentado  o projeto CRAIfousp – Centro de Recursos para a Aprendizagem e Investigação baseado no modelo da declaração de Bolonha de 1999, desenvolvido pelo Prof. Dr. Moacyr Domingos Novelli, pela Sra. Lúcia Maria Sebastiana Verônica Costa Ramos e pelo analista Robson Brandão.

Os CRAIs são espaços criados junto às bibliotecas, onde são disponibilizados recursos tecnológicos aos usuários, para facilitar a investigação e a experimentação de assuntos oriundos do imaginar científico. O espaço agrega um projeto que propõe modificações gradativas na forma de ensinar a arte e a técnica da odontologia, colocando à disposição dos alunos de graduação da FOUSP laboratórios experimentais, destinados ao desenvolvimento de atividades práticas paralelas às atividades curriculares já existentes nos cursos diurno e noturno.

O foco é o desenvolvimento de modelos didáticos em odontologia voltados ao incremento das habilidades manuais, tendo como base um suporte teórico não abordado no currículo normal da graduação. O espaço é acessado livremente pelos alunos de graduação para despertar o raciocínio científico e interagir com professores e pesquisadores, constituindo um centro de produção científica gerada pela atividade didática.

Este projeto tem como objetivo conciliar ensino e pesquisa que implica em transmitir conhecimentos de pesquisas que contribuam para a evolução da ciência e a formação de seus alunos para a cidadania com suas especialidades. Em termos práticos isso significa ter espaços laboratoriais para experimentações e bibliotecas para acumular e organizar o conhecimento que, até então, apresenta-se com notória dicotomia física de ambientes por assim entendermos como conveniente para as práticas acadêmicas.

Com instalações laboratoriais anexas à biblioteca que permitem materializar conceitos como o de Redes Colaborativas, conhecimentos multi e interdisciplinares e processos criativos de investigação .Esta interdisciplinaridade e integração com outras unidades tem sido o principal foco na nova Agência USP da Informação Acadêmica.

O Prof.Dr. Moacyr apresentou também o anteprojeto Inteligência artificial para atendimento clínico odontológico  que está desenvolvendo junto com o analista Robson Brandão do SDO.

Na sequência, o Presidente conheceu os acervos I e II da Biblioteca, a sala de restauro, a de obras especiais e obras raras datadas de 1800, a gráfica e a sala de desbaste, e também a participação ativa do  Serviço de Documentação Odontológica na disciplina de Metodologia Científica onde bibliotecários com especialização, mestrado e doutorado ministram as aulas.

O objetivo principal da disciplina é capacitar o aluno na elaboração do trabalho científico, apresentando as fontes de informação qualificadas para apoio na recuperação dos textos científicos. São abordados temas como a pesquisa na universidade, os tipos de trabalho científico, a definição do tema e da pergunta de pesquisa, o acesso à informação especializada em odontologia, consulta às bases de dados, Terminologia em Odontologia, EndNote, estrutura do artigo científico, normalização técnica, ética em publicações, plágio e outros assuntos referentes às publicações científicas.O SDO ministra Treinamento nas bases de dados PUBMED, BVS, PORTAL CAPES, SCOPUS entre outras e a Capacitação no  Endnoteweb (Gerenciador de Referências) para os usuários.

Para finalizar, a bibliotecária falou da  Rede BVS odontologia Brasil que é um projeto que surgiu a partir da Rede do Sistema de Informação Especializado da Área de Odontologia.

Desde 1991, O Serviço de Documentação Odontológica da USP (SDO/USP) vem coordenando as atividades da “Sub-Rede Nacional de Informação na Área de Ciências da Saúde Oral”, através de projeto firmado entre W. K. Kellogg Foundation, Faculdade de Odontologia da USP e a BIREME que surgiu com a missão de contribuir para o desenvolvimento da odontologia no Brasil, por meio da promoção do uso da informação técnico-científica.

A Rede atua como um dos pilares no âmbito da disseminação da informação científica, por ser uma rede de informação especializada em odontologia integrada a dezessete bibliotecas universitárias de norte a sul do país com grande potencial de atuação junto aos pesquisadores e acadêmicos em âmbito nacional e internacional.

A BVS Odontologia Brasil, por sua vez, pode ser entendida como a instância que possibilita o acesso a informação para atender às necessidades de um grupo social ou da sociedade em geral, através da administração do seu patrimônio informacional e do exercício de uma função educativa, ao orientar os usuários na utilização da informação. Sendo esta considerada referência nacional em informação odontológica não se pode ignorar que um dos traços marcantes da atualidade é a transformação veloz da própria natureza do conhecimento científico e tecnológico tendo seus reflexos cada vez mais visíveis no mundo atual, o que reflete nas universidades e nas bibliotecas integrantes da Rede BVS Odontologia Brasil, nova postura de atuação, resultando na necessidade da criação da BVS Odontologia Brasil, integrando novos recursos de informação e comunicação, e reconvertendo os papéis dos diferentes atores reais e virtuais no processo de ensino-aprendizagem.

Atualmente o SDO conta com 18 funcionários e  é composto por uma chefia técnica e três serviços assim dispostos: Serviços de Tratamento da Informação,Serviço de Assistência e Divulgação Técnico-Científica, Serviço de Informação Documentária e Circulação.

Disponível em: http://www.fo.usp.br/?p=49581. Acesso em: 30 set. 2019.

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A Aguia começa a levantar voo

Decreto para criação da agência que substitui SIBi foi publicado, marcando transição

Por Gabriel Araujo e Ligia Andrade

Aguia englobará setores físicos e digitais das bibliotecas. Crédito: Gabriel Araujo

 

A polêmica transformação do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) em agência começou. O Diário Oficial do Estado publicou em 27 de agosto a resolução que cria a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (Aguia) – cuja sigla foi levemente alterada em relação à primeira proposta, Augia.

Segundo o decreto, a criação da Aguia é uma resposta à complexidade e às transformações do ambiente acadêmico, representando o desenvolvimento de um novo modelo conceitual de gestão da informação.

A Agência tem um presidente indicado pelo reitor, sem atuação na área, ao contrário das normas do antigo SIBi, que impunham a necessidade de o líder ser um bibliotecário*. Para o cargo, foi nomeado o professor Jackson Bittencourt, médico que ocupava a diretoria do Departamento Técnico do SIBi. A vice-presidência ficou com a professora Brasilina Passarelli, docente do Departamento de Informação e Cultura (CBD) e vice-diretora da Escola de Comunicações e Artes (ECA).

Após as críticas de bibliotecários da USP reveladas pela edição anterior do Jornal do Campus, em que reclamavam da falta de comunicação entre o SIBi e as bibliotecas para criação da Aguia, o órgão entrou em contato com a comunidade universitária. Em comunicado assinado por Bittencourt, a direção da agência reiterou sua criação como resposta aos desafios atuais, dizendo ver uma “necessidade de valorizar a ciência, o conhecimento e a cultura”.

Bittencourt voltou a mencionar o projeto de bibliotecas-polo, mas não deu detalhes. O professor destacou que as 48 bibliotecas da USP estarão envolvidas na agência, “funcionando como agentes de mudança e promoção da pesquisa de qualidade” e “atuando como polos de atendimento, estudo, leitura, permanência e capacitação”.

“Estou ciente de que a realização desse propósito não se dará do dia para a noite”, disse o presidente da Aguia no comunicado, no qual ainda promete encontros com dirigentes e equipes das bibliotecas a partir de outubro para planejar possíveis alterações. “Para alcançar o novo patamar pretendido será necessário implantar mudanças e realizar investimentos em pessoas e na infraestrutura das Bibliotecas Polo”, completou.

A transição começou.

 

*Nota do Mundo Bibliotecário: Conforme a Resolução 5766, de 17 de agosto de 2009, no Capitulo II – Do Departamento Técnico, o art. 4 esclarece que O Departamento Técnico será dirigido por um Bacharel em Biblioteconomia diretamente subordinado ao Reitor.” Portanto, não necessariamente o Diretor do antigo Departamento Técnico deveria ser algum servidor técnico-administrativo cujo cargo fosse bibliotecário.

Disponível em: http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2019/09/a-aguia-comeca-a-levantar-voo/. Acesso em: 28 set. 2019.

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USP avança em nova biblioteca a ser custeada com reparo por caixa 2

Faculdade de Direito da USP fez projeto para ocupar prédio de 14 andares em SP e espera verba de acordo entre Ministério Público e a CCR

SÃO PAULO
Márcio Pinho, do R7
18/09/2019 – 02h00 (Atualizado em 18/09/2019 – 12h41)

 

Prédio na Rua Riachuelo poderá ser acessado por passarela

Divulgação/Paulo Bruna Arquitetos Associados

A Faculdade de Direito da USP projetou a construção de uma nova biblioteca em um prédio de 14 andares vizinho a sua sede. A construção é um desejo antigo e busca resolver um problema que se arrasta há anos, a falta de um espaço adequado para o acervo da faculdade, um dos maiores e mais relevantes do país com cerca de 500 mil volumes. Cerca de 200 mil exemplares irão para o novo prédio.

A biblioteca ficará no Edifício Cláudio Lembo, desapropriado em 2006 pela faculdade e que deveria ter recebido a área administrativa, mas está em condições precárias e foi embargado pela Prefeitura de São Paulo. O espaço pode ser acessado a partir da faculdade por meio de uma passarela que atravessa a Rua Riachuelo.

Ilustração da nova biblioteca

Um novo passo para tirar o projeto do papel foi dado no dia 5 de setembro, quando o governador João Doria declarou de utilidade pública uma área verde que deverá ser um espaço de convívio no novo complexo. A USP espera a conclusão da desapropriação para dar andamento à aprovação do projeto na prefeitura. A intenção é iniciar as obras em 2020.

A adaptação e instalação da nova biblioteca estão orçadas em cerca de R$ 33 milhões. Parte da verba – R$ 17 milhões – pode estar garantida por meio de um acordo fechado pelo Ministério Público de São Paulo e o grupo CCR. A empresa responsável por concessionárias de rodovias paulistas já começou a ressarcir os cofres públicos em mais de R$ 81 milhões em razão da prática de caixa dois em campanhas políticas. Pelo acordo com a Promotoria, parte da verba será destinada ao projeto da biblioteca. O dinheiro está sendo depoistado em juízo.

A gestão João Doria, porém, entrou na Justiça contra a homologação do acordo e e pode inviabilizar a doação. Segundo a Procuradoria Geral do Estado, a intenção é que a verba seja destinada aos cofres do governo. Em nota, a Procuradoria afirmou que “o governo estadual entende que a integralidade do valor do acordo feito pela CCR deve ser revertida para o tesouro do Estado, que então poderá decidir quanto à destinação dos recursos”.

 

Projeto

O projeto arquitetônico doado pelo escritório Paulo Bruna Arquitetos Associados foi inspirado em modernas bibliotecas como a da Universidade de Salamanca, na Espanha, e prevê uma grande reforma.

Serão criados espaços de leitura e estudos em grupo ao longo de sete andares, sendo um voltado a leitura de periódicos e conteúdo em tablets. Três níveis serão reservados ao acervo de livros. Os exemplares subirão às salas de leitura por meio de elevadores monta-cargas, o que permitirá maior controle e evitará furtos. Haverá ainda andares reservados à administração e um auditório.

Passarela liga Faculdade de Direito ao prédio onde será construída biblioteca

Cecília Bastos/USP Imagens/Jornal da USP

A crise foi amplamente noticiada pela imprensa, bem como imagens de obras encaixotadas atingidas por vazamentos. O edifício passou por reformas mas, ainda assim, não é considerado o espaço ideal para abrigar a biblioteca.

Segundo o diretor da faculdade, o professor Floriano de Azevedo Marques Neto, a mudança é “consensual” e esperada há anos.

O atual edifício, do começo do século passado, era um espaço de pequenos escritórios e não permite salas espaçosas próprias para uma biblioteca. A estrutura não é adequada para suportar o peso de uma biblioteca espalhada por vários andares. Além disso, seriam necessários 36 funcionários para tomar conta dos livros de todas as salas fossem ocupadas.

Marques Neto afirma que o projeto é importante não apenas para a comunidade acadêmica, mas para a população externa. Segundo ele, desde 2010, o público anual caiu de 100 mil para 15 mil.

“É a oportunidade de oferecer a toda a população acesso a principal biblioteca jurídica de São Paulo e aumentar a oferta de locais para estudo, não só para estudantes, mas também para visitantes. O projeto aponta para as bibliotecas do século 21, mais informatizadas”, diz Marques Neto.

Projeto prevê salas de leitura e estudos

Divulgação/Paulo Bruna Arquitetos Associados
Ainda sem saber o desfecho do imbroglio judicial sobre a verba da CCR, a administração da faculdade trabalha para adiantar o projeto. Um dos passos necessários será a aprovação do projeto nos órgãos de patrimônio histórico da cidade e do Estado de São Paulo. Isso porque o prédio histórico da faculdade é tombado, o que implica que intervenções no entorno também precisam ser autorizadas.

Prédio que abriga acervo desde 2010

Márcio Pinho/R7

Acervo

A construção da nova biblioteca permitirá que o acervo histórico da faculdade fique no prédio do Largo São Francisco e seja melhor acomodado. Paralelamente, a faculdade organiza a digitalização dos exemplares.

A biblioteca foi criada em 1825 e é considerada a primeira pública de São Paulo. O acervo começou com doações dos vizinhos de prédio da faculdade na época. O Convento de São Francisco, por exemplo, doou suas coleções que datam de 1644.

A obra mais antiga em poder da faculdade é a versão original da Divina Comédia, de Dante Alighieri, de 1520. Trata-se de um exemplo de como o serviço não se restringe a um acervo dedicado somente às ciências jurídicas.

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Editoras de universidades paulistas expandem catálogo de publicações

Instituições ligadas à Unicamp, USP e Unesp difundem o conhecimento produzido pelos professores e pesquisadores no Estado

Nos últimos anos, as editoras da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) diversificaram os catálogos com títulos que abrangem todas as áreas. Elas têm a função principal de difundir o conhecimento produzido nas universidades por meio da publicação de livros de importância científica, técnica, literária, artística e de interesse didático.

“Se esse conhecimento ficar no armário, não servirá para nada. Temos que colocá-lo em circulação”, enfatiza ao Jornal da Unicamp Márcia Abreu, diretora da Editora da Unicamp. “Somos mais de 100 editoras universitárias cumprindo esse papel”, enfatiza Lucas Antonio Moscato, diretor-presidente da Editora da USP (Edusp), ao Jornal da Unicamp.

“A Editora da Unesp, provavelmente, é a que mais publica entre as acadêmicas, ao ritmo de 200 livros por ano, entre os físicos e os digitais”, revela o diretor-presidente da fundação, Jézio Hernani Bomfim Gutierre, ao Jornal da Unicamp.

Márcia Abreu esclarece que as editoras universitárias não publicam apenas a produção interna. “As pessoas confundem, pensam que a nossa se chama Editora da Unicamp porque seria uma reserva de mercado para os professores da casa. Não é verdade e é bom que não seja, pois temos como missão publicar livros relevantes das mais variadas áreas. Se houver um livro relevante de um professor da USP, publicamos aqui e vice-versa. Os autores publicam onde acharem mais conveniente”, explica.

Produção

De acordo com Ricardo Lima, gerente de produção editorial, a Editora da Unicamp já publicou quase 1,4 mil livros desde a fundação, em 1982, e mantém em torno de 500 títulos em catálogo. “A média é de 25 a 30 títulos novos por ano, com 35 a 40 reimpressões. Um livro que vende bem chega a mil exemplares nesse período”, afirma ao Jornal da Unicamp.

Lucas Antonio Moscato, diretor da Edusp, informa que a instituição publica aproximadamente 45 títulos por ano, também em outras línguas (inglês, francês, espanhol), bem como traduções propostas pelos autores para o português. “Há pouco tempo também iniciamos um programa de livros didáticos, voltado a alunos da USP e de outras instituições, e já publicamos cerca de 25 títulos, sendo que outros 25 estão sendo finalizados”, diz.

“Os professores são incentivados a produzir esse material, não no sentido monetário, mas por meio de docentes substitutos para que fiquem isentos de cargas outras que retardariam a produção do livro”, ressalta o diretor ao Jornal da Unicamp.

Programas

Jézio Hernani Bomfim Gutierre, da Fundação Editora da Unesp, explica que a entidade recebe subsídios para publicações docentes, especialmente para programas não lucrativos, que são integralmente financiados pela universidade.

Vale destacar que a fundação tem cerca de 1,8 mil títulos ativos e recebe anualmente 800 propostas de publicação que, antes de chegarem ao Conselho Editorial, são obrigatoriamente submetidas a pareceristas, com exceção dos clássicos.

Outra ação importante e inédita da Editora da Unicamp tem disso a de levar seus livros para publicação em inglês, possibilitando que sejam disseminados pelo mundo. Uma parceria com a editora inglesa Springer já conta com quatro títulos aprovados, que também terão o selo da Unicamp na capa. A Editora da Unesp já negociou diversos títulos em mais de 15 países.

Disponível em: http://www.saopaulo.sp.gov.br/ultimas-noticias/editoras-de-universidades-paulistas-expandem-catalogo-de-publicacoes/. Acesso em> 21 ago. 2019.

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Guia reúne fontes de informação para quem tem ou quer ter uma startup

Legislação brasileira, revistas, fontes de fomento, entre outros aspectos, estão no material desenvolvido pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP

(imagem: Mariana Arrudas)

Legislação, fontes de financiamento e publicações na área são só alguns exemplos de informações aos quais empreendedores devem estar atentos. Em São Carlos, considerada a capital da tecnologia, há um grande número de empresas jovens e foi lá que nasceu o Guia de fontes de informação para startups.

O material foi desenvolvido pelo Serviço de Biblioteca da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e traz fontes de informação específicas, qualificadas e sistematizadas para uso em empresas nesse perfil ou também para aqueles que desejam iniciar uma startup.

As informações apresentadas contemplam vasto material de livre acesso e documentos disponíveis na biblioteca da EESC. Entre as fontes citadas estão a legislação brasileira pertinente; revistas, livros e teses/dissertações e relatórios técnicos; rádio e televisão; buscadores web e mídias sociais; fontes de fomento e financiamento público e privado, além de apresentar os portais de governo, universidades, empresas e associações voltadas para essa área de interesse.

O guia traz também uma relação das startups instaladas em São Carlos até agosto de 2018. A produção contou com a coordenação da professora do Departamento de Engenharia de Transportes (STT), Ana Paula Camargo Larocca, e foi viabilizada por meio do 3º Edital Santander/USP/FUSP de Fomento às Iniciativas de Cultura e Extensão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP.

Mais informações: (16) 3373-9247 e 3373-9207 ou e-mail biblioteca@eesc.usp.br

Adaptado da Assessoria de Comunicação da EESC

Disponível em: http://www.inovacao.usp.br/guia-reune-fontes-de-informacao-para-quem-tem-ou-quer-ter-uma-startup/. Acesso em: 28 jul. 2019.

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Acervo de Celso Furtado será encaminhado ao Instituto de Estudos Brasileiros da USP

Acervo de Celso Furtado será encaminhado ao Instituto de Estudos Brasileiros da USP

Formado por cerca de 30 mil itens, entre documentos, fotografias e cartas, o patrimônio cultural do economista conta boa parte da história, da economia e da política brasileira e mundial do século passado (imagem: IEB-USP)

 

Agência FAPESP – Atualmente no Rio de Janeiro, o acervo de Celso Furtado será encaminhado ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP), onde será tratado e ficará à disposição dos pesquisadores.

Formado por cerca de 30 mil itens, entre documentos, fotografias e cartas, o acervo conta boa parte da história, da economia e da política brasileira e mundial do século passado.

Correspondências trocadas com personalidades como o antropólogo Darcy Ribeiro e o senador norte-americano Bob Kennedy, aulas ministradas na França e nos Estados Unidos e relatórios das épocas em que ocupou os cargos de ministro do Planejamento e da Cultura fazem parte da documentação preservada pelo economista ao longo da vida.

Nascido em Pombal, no sertão paraibano, Celso Furtado foi um economista brasileiro cujas ideias sobre o desenvolvimento econômico e o subdesenvolvimento enfatizavam o papel do Estado na economia, com a adoção de um modelo de desenvolvimento econômico de corte pré-keynesiano.

Na década de 1990, participou da Comissão Mundial para a Cultura e o Desenvolvimento e da Comissão Internacional de Bioética, ambas da Organização das Nações Unidas (ONU), foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e ganhou o Prêmio Jabuti com o ensaio O Capitalismo Global. Entre suas principais obras estão Formação Econômica do Brasil (1959) – traduzido em nove línguas –, Desenvolvimento e Subdesenvolvimento (1961) e O Mito do Desenvolvimento Econômico (1974).

O acervo está guardado atualmente no apartamento da viúva de Furtado, a jornalista e tradutora Rosa Freire d’Aguiar. A data de transferência dos documentos ainda não está definida, pois depende da abertura de licitação para a contratação da empresa que fará o serviço.

Mais informações: https://bit.ly/2XX3mGe.

 

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

 

Disponível em: <http://agencia.fapesp.br/acervo-de-celso-furtado-sera-encaminhado-ao-instituto-de-estudos-brasileiros-da-usp/30626/>. Acesso em: 29 maio 2019.

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