Arquivo da tag: web 2.0

Curso “Unidades de informação na web 2.0: conceitos, estratégias e práticas”

Após um ano de sucesso em sua versão on-line, agora também presencial!

Instrutoras: Renate Landshoff e Suely de Brito Clemente Soares

Data: 21 e 22 de junho de 2011 (terça e quarta-feira)

Horário: 8h30 às 12h30 – 14h às 18h Local: Av. Paulista 807 – 18º andar. Próximo à estação de metrô Trianon – Masp. São Paulo – SP

Renate Landshoff e Suely de Brito Clemente Soares são consultoras, docentes e palestrantes com ampla experiência em gestão de Unidades de Informação e Tecnologias da Informação aplicadas ao desenvolvimento de produtos e serviços informacionais.

Objetivo: Este curso tem como objetivo introduzir o profissional da informação a um novo paradigma na forma de gerenciar a informação. As aplicações 2.0 trazem inúmeras oportunidades de transformação. Não se trata apenas de dominar as ferramentas, mas sim de SER 2.0. Mudar atitudes, inovar e surpreender o usuário, são alguns dos desafios desse novo SER. As inúmeras possibilidades de aplicações que existem na Web, trazem consigo muitas dúvidas e insegurança. O curso apresenta os principais conceitos e as aplicações 2.0 que melhor contribuem para a colaboração e compartilhamento nas organizações. Ele está formatado para atender as necessidades de profissionais da informação e de alunos de qualquer curso de Graduação e/ou de Pós-Graduação, de qualquer área do conhecimento.

Público alvo: Profissionais que utilizem a informação como instrumento de trabalho e que necessitem se familiarizar com os conceitos e a plicações da Web 2.0 para aprimorarem e criarem novos produtos e serviços.

Conteúdo Programático: EXCLUSIVO! Apresentação do Chronus Web®, software para gestão de bibliotecas digitais 2.0 e do TheXML®, módulo para implantação de taxonomias e tesauros.

MÓDULO 1 – Web 2.0 1.1 Aspectos políticos 1.2 Aspectos culturais 1.3 Barreiras institucionais 1.4 Breve histórico: onde estamos e para onde vamos

MÓDULO 2 – “Ser 2.0″: quem são os profissionais da informação 2.0? 2.1 Características pessoais 2.2 Postura profissional 2.0 2.3 Novas competências 2.4 Novas habilidades 2.5 Novo saber fazer 2.6 O profissional da Informação 2.0 e as oportunidades no mercado de trabalho

MÓDULO 3 – Aplicações web 2.0 em Unidades de Informação 3.1 Google docs 3.2 Google wiki-site 3.3 Google Reader (RSS) 3.4 Google (Blog) 3.5 iGoogle 3.6 Gmail 3.7 YouTube – Podcast e Webcast 3.8 Delicious 3.9 Twitter 3.10 Facebook 3.11 Slideshare 3.12 Skype 3.13 Linkedin MÓDULO 4 – Estratégias, casos e tendências 4.1 Planejamento estratégico de um projeto Web 2.0 4.2 Casos de Unidades de Informação 2.0 4.3 Serviços de Referência virtuais 4.4 Desafios e Tendências Valor do Investimento R$ 950,00 (Incluso coffee breaks e certificado). 15% de desconto para duas ou mais pessoas da mesma empresa. Pagamento em cartão de crédito ou boleto bancário – PagSeguro.

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO!

Pessoa Física /Pessoa Jurídica

Disponível em: <http://contentdigital.com.br/contentmind/?page_id=710>. Acesso em: 16 mai. 2011.

Deixe um comentário

Arquivado em Curso

Curso "Unidades de informação na web 2.0: conceitos, estratégias e práticas"

Após um ano de sucesso em sua versão on-line, agora também presencial!

Instrutoras: Renate Landshoff e Suely de Brito Clemente Soares

Data: 21 e 22 de junho de 2011 (terça e quarta-feira)

Horário: 8h30 às 12h30 – 14h às 18h Local: Av. Paulista 807 – 18º andar. Próximo à estação de metrô Trianon – Masp. São Paulo – SP

Renate Landshoff e Suely de Brito Clemente Soares são consultoras, docentes e palestrantes com ampla experiência em gestão de Unidades de Informação e Tecnologias da Informação aplicadas ao desenvolvimento de produtos e serviços informacionais.

Objetivo: Este curso tem como objetivo introduzir o profissional da informação a um novo paradigma na forma de gerenciar a informação. As aplicações 2.0 trazem inúmeras oportunidades de transformação. Não se trata apenas de dominar as ferramentas, mas sim de SER 2.0. Mudar atitudes, inovar e surpreender o usuário, são alguns dos desafios desse novo SER. As inúmeras possibilidades de aplicações que existem na Web, trazem consigo muitas dúvidas e insegurança. O curso apresenta os principais conceitos e as aplicações 2.0 que melhor contribuem para a colaboração e compartilhamento nas organizações. Ele está formatado para atender as necessidades de profissionais da informação e de alunos de qualquer curso de Graduação e/ou de Pós-Graduação, de qualquer área do conhecimento.

Público alvo: Profissionais que utilizem a informação como instrumento de trabalho e que necessitem se familiarizar com os conceitos e a plicações da Web 2.0 para aprimorarem e criarem novos produtos e serviços.

Conteúdo Programático: EXCLUSIVO! Apresentação do Chronus Web®, software para gestão de bibliotecas digitais 2.0 e do TheXML®, módulo para implantação de taxonomias e tesauros.

MÓDULO 1 – Web 2.0 1.1 Aspectos políticos 1.2 Aspectos culturais 1.3 Barreiras institucionais 1.4 Breve histórico: onde estamos e para onde vamos

MÓDULO 2 – “Ser 2.0″: quem são os profissionais da informação 2.0? 2.1 Características pessoais 2.2 Postura profissional 2.0 2.3 Novas competências 2.4 Novas habilidades 2.5 Novo saber fazer 2.6 O profissional da Informação 2.0 e as oportunidades no mercado de trabalho

MÓDULO 3 – Aplicações web 2.0 em Unidades de Informação 3.1 Google docs 3.2 Google wiki-site 3.3 Google Reader (RSS) 3.4 Google (Blog) 3.5 iGoogle 3.6 Gmail 3.7 YouTube – Podcast e Webcast 3.8 Delicious 3.9 Twitter 3.10 Facebook 3.11 Slideshare 3.12 Skype 3.13 Linkedin MÓDULO 4 – Estratégias, casos e tendências 4.1 Planejamento estratégico de um projeto Web 2.0 4.2 Casos de Unidades de Informação 2.0 4.3 Serviços de Referência virtuais 4.4 Desafios e Tendências Valor do Investimento R$ 950,00 (Incluso coffee breaks e certificado). 15% de desconto para duas ou mais pessoas da mesma empresa. Pagamento em cartão de crédito ou boleto bancário – PagSeguro.

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO!

Pessoa Física /Pessoa Jurídica

Disponível em: <http://contentdigital.com.br/contentmind/?page_id=710>. Acesso em: 16 mai. 2011.

Deixe um comentário

Arquivado em Curso

Cursos online para profissionais da informação

A ContentMind, em parceria com a Profa.Suely de Brito Clemente Soares, desenvolveu o “Programa de Educação Continuada On-line para Profissionais da Informação”.
Os dois primeiros cursos disponíveis são “Web 2.0 e o que é Ser 2.0: fundamentos, ferramentas e principais aplicações” e “Gestão de Pessoas em Unidades de Informação”.
Assista o vídeo de apresentação (http://www.youtube.com/watch?v=tNqkx8khS4s) e veja uma aula de demonstração acessando o ambiente com o login e senha demonstracao (sem acento!).

Deixe um comentário

Arquivado em Curso

Palestra – REDARTE/RJ

Divulgand0 evento a pedido de uma leitora do blog.

****************************************************

Gostaria de solicitar divulgação para um evento de nossa rede de bibliotecas de arte aqui no Rio, a REDARTE/RJ. É uma palestra de Moreno Barros, bibliotecário da UFRJ: “Novas tecnologias da internet aplicadas a bibliotecas e centros de informação: web 2.0, blog, twitter…”. Em 19 nov. 2009, de 14 a 17h, no Museu Histórico Nacional. Informações e inscrições em redarte@redarte.org.br.

1 comentário

Arquivado em Eventos

Rede de bobagens

http://veja.abril.com.br/250309/p_130.shtml

Num ensaio provocador, Andrew Keen, ex-empresário da área de tecnologia, acusa a internet de promover a ditadura da ignorância

Jerônimo Teixeira

No conto A Biblioteca de Babel, de 1941, o escritor argentino Jorge Luis Borges descreve uma biblioteca infinita, que guarda todos os livros que a combinação das letras do alfabeto permitiria compor. Já foi dito que essa coleção inesgotável de textos seria uma prefiguração da internet. Só que a biblioteca de Borges não é o repositório amigável do conhecimento que a rede pretende ser. Trata-se, ao contrário, de uma versão do inferno, com inumeráveis salas repletas de livros ininteligíveis. O britânico Andrew Keen, ex-empresário pontocom convertido em crítico cultural, repisa a analogia entre a biblioteca imaginária de Borges e a rede planetária em O Culto do Amador (tradução de Maria Luiza X. de A. Borges; Jorge Zahar; 208 páginas; 39 reais), que acaba de chegar às livrarias brasileiras. Keen sugere que a internet também pode ser um pesadelo cultural – um acúmulo inabarcável de tolices criadas por uma multidão de narcisistas ansiosos para se expressar on-line. A argumentação de Keen é muitas vezes alarmista – mas seu livro traz provocações incômodas, que merecem ser consideradas seriamente.

Nos anos 90, Keen lançou o site Audiocafe, dedicado a distribuir música em formato digital. Sua desilusão com a internet aflorou mais tarde, em uma conferência de empreendedores do Vale do Silício, promovida pelo guru da tecnologia Tim O’Reilly, em 2004. O’Reilly popularizou a expressão Web 2.0 para designar uma nova e mais dinâmica fase da internet com banda larga. Keen começou a se sentir desconfortável com a retórica utópica de O’Reilly e seus apóstolos: no mundo revolucionário anunciado por essa turma, qualquer pessoa que dispusesse de um computador poderia se tornar músico, escritor, crítico, jornalista. A autoridade dos especialistas seria esvaziada, e os palpiteiros ditariam os rumos da cultura do alto de seus blogs. “Público e autor estavam se tornando uma coisa só, e estávamos transformando cultura em cacofonia”, escreve Keen. A Wikipedia seria o epítome dessa cultura do amadorismo. Idealizada pelo empresário Jimmy Wales, pretende ser uma enciclopédia democrática, cujo conteúdo é produzido pelos usuários (embora um grupo de editores voluntários detenha o poder de determinar a forma final dos verbetes). Keen acusa Wales de ser um agente do contrailuminismo: seu empreendimento coletivo mina a autoridade de enciclopédias tradicionais como a Britannica (parcial na escolha de dados, Keen não discute o estudo comparativo dos verbetes científicos das duas enciclopédias realizado em 2005 pela conceituada revista Nature, no qual se constatou que a Britannica quase se iguala à Wikipedia no número de erros e imprecisões).

A Web 2.0, argumenta Keen, realiza o velho adágio segundo o qual um grupo de macacos que batucasse infinitamente sobre máquinas de escrever um dia acabaria compondo uma obra coerente. O Culto do Amador responsabiliza a rede pela queda na circulação dos grandes jornais americanos e pelos prejuízos da indústria fonográfica, vítima da pirataria digital. Seu ataque à internet, porém, não se centra na economia, mas na moral. Na visão de Keen, a rede é um faroeste virtual dominado por pistoleiros anônimos. Isenta de qualquer controle ou fiscalização, seria território livre para o plágio, a calúnia, a boataria irresponsável e a propaganda sub-reptícia. As mais abiloladas teorias conspiratórias ganham repercussão indevida: Loose Change, documentário amador que acusa o governo Bush de ter montado os atentados de 11 de setembro, já foi visto mais de 2 milhões de vezes no YouTube.

A internet de fato comporta todos os crimes de que é acusada por Keen (veja o quadro abaixo) – mas nada disso significa que a morte da cultura delineada em O Culto do Amador seja um risco iminente. Esse tipo de crítica conservadora e catastrofista é recorrente sempre que uma nova tecnologia de comunicação emerge – cada um em seu turno, a imprensa, o cinema, a televisão já foram considerados o veículo dos bárbaros para pôr fim à civilização. Falta à análise de Keen uma certa perspectiva histórica, que permita dimensionar os tais estragos da internet. A música digital ameaça a indústria fonográfica? Talvez – mas, se Bach, Mozart e Beethoven compuseram o melhor do repertório ocidental antes da existência dessa indústria, não há razão para imaginar que a eventual falência das gravadoras silenciaria a música. A calúnia anônima tampouco precisa de computadores para vigorar – na imprensa do século XIX, artigos injuriosos assinados por pseudônimos eram comuns. Há considerações pertinentes – e preocupantes – em O Culto do Amador. Mas Keen também padece da superficialidade que ele atribui ao objeto de sua crítica.

Alexandria 2.0

Um ermitão que lesse O Culto do Amador, de Andrew Keen, sem nunca ter tido contato efetivo com a internet imaginaria um deserto intelectual em que a pornografia e vídeos amadores seriam as únicas formas de cultura. Mas a rede tem, de fato, o potencial para ser uma espécie de biblioteca universal, um catálogo compreensivo do conhecimento humano. Há bons projetos para compilar bibliotecas digitais. O mais conhecido é o do Google, que está patrocinando o escaneamento de milhões de livros em bibliotecas universitárias. No fim do ano passado, o Google Book Search, que permite pesquisar essas obras, chegou a um acordo judicial com associações de editores e autores americanos que o acusavam de violar direitos autorais. O acordo deverá permitir que mais livros sejam disponibilizados on-line. Um concorrente do Google Book Search é o Openlibrary.org, que recrutou 135 livrarias no mundo todo para escanear mais de 1 000 livros por dia. Trata-se de uma iniciativa do empresário americano Brewster Kahle, que ficou milionário criando empresas e programas que depois foram vendidos para gigantes da internet como o AOL e a Amazon. Kahle não é modesto nas suas ambições. “Quero construir a Alexandria 2.0”, disse à revista The Economist, aludindo à legendária biblioteca da Antiguidade.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Web 2.0

Encaminhando mensagem da Professora Ursula Blattmann, recebida por e-mail, via lista de discussão.

No Dia do Bibliotecário tivemos a honra de participar do evento realizado em parceria do Instituto Goethe de Porto Alegre, a FABICO –  UFRGS, ARB e CRB-10.

Como algumas pessoas solicitaram a disponibilização das palestras realizadas pela colega Teresa Laranjeiro (Instituto Goethe de Lisboa – 
Portugal) e minha eis os respectivos endereços no Slide Share:

Teresa Laranjeiro
http://www.slideshare.net/syrinpt/ferramentas-da-web-20-em-bibliotecas
Ursula Blattmann
http://www.slideshare.net/blattmann/web2-bibliotecas

Também informo que estou tentando conjugar na prática o novo verbo do  momento, tal como nossos mestres Aldo Barreto e Luis Milanesi, Miguel (IBICT)  já o fazem : twittar = twittei

http://twitter.com/aldoibct

http://twitter.com/LuisMilanesi

http://twitter.com/gemireki

http://twitter.com/blattmann

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Wiki adolescentes

Os estudantes ingleses do ensino básico terão agora que estudar, por determinação legal,  em votação no Parliament  técnicas colaborativas digitais como o Twitter, os blogs e outros instrumentos wiki como parte do conteúdo a ser ministrado obrigatoriamente em suas escolas preliminares.
 
O novo currículo marcara’ a maior mudança colocada no ensino básico do Reino Unido em décadas. Os professores terão mais liberdade de decisão e  poderão escolher em conjunto com seus alunos os aspectos específicos do conhecimento histórico e científico, dentro de cada período. 

O novo programa que foi analisado  pelo bloThe Guardian indica uma orientação detalhada de cada um dos núcleos chamados  “áreas de aprendizagem” que devem substituir as 13 áreas anteriormente existentes.
  
Algumas áreas do programa de estudo básico determina,  para aprendizado em todas as escolas, que alguns pontos são primordiais:
 
• Os alunos não sairão da escola preliminar se não tiverem completo conhecimento do funcionamento operacional do instrumental de Blogging, os Podcasts, a Wikipedia e o Twitter com a intenção de usa-los  como fonte da informação, elemento social colaborativo e como modo de uma comunicação pessoal e profissional.

  • Os alunos devem saber colocar  eventos históricos dentro de uma cronologia. Cada um aprenderá dois períodos chaves da história britânica, mas será a escola que decidira’ quais períodos
 
.  • Será imprescindível  conhecer profundamente as condições e políticas sociais  vigentes e sua relação com a família e  e amigos. 
 
As outras áreas do núcleo são: inglês compreensivo, comunicação e línguas,  matemática, compreensão científica e tecnológica, compreensão social e ambiental do ser humano, saúde e bem estar social e individual e artes.
 
 
Fonte: The Guardian, UK, Quarta feira 25 Março 2009

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias