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Resumo do webinar “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”

No dia 21/3/16, a FEBAB deu início a uma série de webinars cujo primeiro foi “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”.

Nesse dia, os bibliotecários Karyn Lehmkuhl e Carlos Gianetti contaram suas experiências nas bibliotecas da Universidade de Tecnológica de Munique, na Alemanha, e da Universidade de Toronto, no Canadá.

Carlos tem uma formação variada e atualmente é técnico de biblioteca no Instituto de Artes da UNICAMP. Iniciou falando que seu estágio foi realizado de novembro a dezembro de 2015 como bibliotecário visitante. A oportunidade surgiu por meio da publicação de um edital de mobilidade para funcionários da UNICAMP. A Universidade de Toronto, assim como muitas universidades públicas, não são totalmente financiadas pelo governo: a proporção é, em média, 45%  de financiamento público e 55% privado. No total, a Universidade de Toronto possui 3 campus. No que se refere ao sistema de bibliotecas, a universidade conta com 44 bibliotecas. Conhecidas como research libraries, não são locais apenas para empréstimo, mas também para reuniões, encontros e socialização. Carlos relatou, também, que o respeito à diversidade sexual e religiosa é absurda, e outro ponto destacado foi o fato de alunos de pós-graduação terem acesso irrestrito à biblioteca, exceto ao setor de obras raras. Além disso, é permitido entrar com mochilas e sacolas, pois parte-se do princípio de liberdade dos usuários e a consideração e respeito que possuem à coleção. A Library of Congress Subject Headings é adotada como classificação, sobretudo nas bibliotecas universitárias, enquanto que a Classificação Decimal de Dewey nas públicas. Carlos ainda destacou a comunicação organizacional, pois todos a equipe se comunica, independente do setor de atuação. Sobre o acervo, o empréstimo é ilimitado para graduação e pós-graduação, pois se considera que os usuários têm consciência de levar apenas os livros que realmente lerão. Sobre os alunos de pós-graduação, eles têm direito a uma mesa que podem colocar os livros e deixam lá parte do material usado na sua pesquisa; se outro usuário precisar do livro, ele é indicado no sistema com quem está emprestado e contata o usuário em questão.

O que também chamou a atenção de Carlos foi o fato da biblioteca estar sempre cheia e serem muito voltadas para os usuários, pois contemplam espaços para todas as gerações (X, Y, Z). As bibliotecas também possuem salas de leitura individuais e em grupo para reuniões, programar trabalhos, projetos, dentre outros. No que se refere aos serviços, o desenvolvimento de coleções é realizado por  bibliotecários especialistas, sendo cada um responsável pela compra e aquisição das línguas que dominam, o mesmo ocorrendo com a catalogação. A biblioteca recebe as listas dos livros que preferem em centenas de línguas e da compra até a disponibilização no acervo leva em torno de 3 meses. Outra curiosidade apontada por Carlos é que em épocas de provas as bibliotecas funcionam 24 horas com o cartão do usuário e foi destacado, também, o fato do wifi funcionar em toda a universidade, permitindo a mobilidade no campus. Sobre o atendimento ao usuário, Carlos destacou que enquanto que no Brasil encontra-se, em geral, a circulação e a referência, no Canadá há os information desks, no qual são providas respostas rápidas, como informações sobre o acervo, localização de materiais e recarga de cartão para uso das fotocopiadoras, e os reference desks, que contam com bibliotecários especialistas em cada área (liaisons). Isso acontece porque enquanto que no Brasil a formação do bibliotecário é generalista, no Canadá e nos Estados Unidos a graduação é em uma área do conhecimento e, posteriormente, estuda-se um mestrado em biblioteconomia para só então poder exercer a profissão de bibliotecário, e com ele pode-se marcar um horário de atendimento via chat, e-mail ou outra forma de contato disponibilizada pela biblioteca. Carlos também comentou outras curiosidades: a Robarts library, por exemplo, possui 5 milhões de livros e um anexo com obras raras; existem bibliotecas com impressoras 3D, pois considera-se que essa ferramenta fornece embasamento para o aprendizado e torna-o “tátil”; também foi mostrada uma foto de uma biblioteca que recebe a visita, a cada 2 semanas, de um cachorro utilizado para para descontrair e relaxar os estudantes, sobretudo em períodos de provas e projetos; a maioria das bibliotecas aproveita muito bem a luz natural, sendo que a biblioteca da Mizusawa possui sensores nas luzes internas que a fazem variar conforme a intensidade da natural, além de estantes deslizantes para economizar espaço e copiadoras com cartão, os quais são carregados pelos funcionários; há bibliotecas que também disponibilizam uma área privada em que é permitido o uso  de telefone celular.

Carlos relatou toda sua experiência no blog que criou para esse fim, com vários relatos e vídeos, vale a pena conferir: http://bibliointercambioprofissa.wordpress.com.

Na sequência, Karyn falou sobre sua experiência na apresentação intitulada “Programa de estudos IATUL: aprendizados, vivências e visitas”. Há 6 anos ela é bibliotecária na UFSC, formada na graduação e no mestrado em Ciência da Informação pela mesma universidade, e atualmente é responsável pelo setor de referência. A IATUL  (International Association of University Libraries) foi fundada eme 1955 na Alemanha e a biblioteca da UFSC foi a primeira biblioteca brasileira a tornar-se membro dessa associação, cujo diferencial é oferecer atividades que buscam fortalecer o networking entre bibliotecários, principalmente gestores, sendo que uma das atividades é o programa de estudos. Esse programa permite o intercâmbio de pelo menos 2 semanas, no qual o bibliotecário visitante conhece os serviços e atividades da biblioteca e, como contrapartida, implementar um novo serviço na instituição de origem do visitante. Karyn conheceu a biblioteca da Universidade Tecnológica de Munique, uma das melhores universidades alemãs, onde conheceu os serviços e, sobretudo, a iniciativa ERIC, que é um software que dá suporte à pesquisa e gerenciamento de dados de pesquisa. Karyn se candidatou ao programa no 2º semestre de 2014 e  embarcou em junho/julho de 2015, passando 4 semanas em Munique e uma em Hanover em uma conferência. A biblioteca visitada por Karyn foi fundada 1868, e embora o enfoque seja tecnológico, também possui outros assuntos nos acervo, como medicina e administração. Sobre sua rotina, Karyn contou que semanas antes de viajar recebeu um cronograma de atividades, muitas delas reuniões, e passou a maior parte do tempo na biblioteca do campus principal no centro de Munique. Como no Canadá, os bibliotecários também especialistas de área e a formação diferente é diferente e pode ocorrer de três formas: pelo ensino técnico mais um curso de  2 a 3 anos, mas que dá formação de aprendiz (mais ou menos equivalente a auxiliar de biblioteca, no Brasil); graduação (criado recentemente); bibliotecário de área (subject librarian): mestres ou doutores na área passam por um curso de 2 anos para se tornar bibliotecário. O subject librarian temEm geral, o atendimento é realizado por estudantes de biblioteconomia e ocupam o cargo de auxiliares, pois os bibliotecários não estão na linha de frente, como ocorria até pouco tempo atrás. Em seu primeiro dia de trabalho na Alemanha, Karyn reuniu-se com o diretor, que também é o atual presidente do IATUL, que esclareceu que ao retornar da viagem é necessário fazer relatório contendo feedback da implantação do serviço que conheceu na Alemanha, que no caso foi o software ERIC. Chamou a atenção de Karyn o fato de boa parte do acervo ser fechado e existir uma busca mecanizada de material, que torna o material rapidamente disponível para o usuário. Em relação ao organograma, Karyn comentou que a divisão ocorre por departamentos (circulação, serviços de informação (contém referência, referência virtual, capacitação presencial, web, via Moodle e até por WhatsApp), aquisição e catalogação, tecnologia da informação (responsável pelo repositório). Um ponto que chamou sua atenção foi a catalogação com um código em alemão, mas que em breve será substituída pelo RDA, porque há preocupação com internacionalização e, para isso, o RDA, Toolkit já foi traduzido para o alemão e deverá ser adotado em breve. Além disso, a biblioteca tem uma certificação ISO de qualidade, o que lhe possibilitou reestruturar os fluxos de trabalho e a documentação correspondente. Karyn ressaltou que tanto o ERIC, que é o software para acompanhar a pesquisa, do seu início até a geração dos dados, como o mediaTUM. o software utilizado para o repositório, foram desenvolvidos na própria universidade e atualmente são open source, suportando a pesquisa e o gerenciamento de dados de pesquisa, dados esses que são já são requisitados por agências de fomento europeias e alemãs, e no Brasil a FAPESP também já os solicita. Como a biblioteca está num patamar no qual já consegue oferecer o básico na gestão de dados científico,  a preocupação recai sobre quais outros serviços relevantes e atuais pode oferecer. Karyn também conheceu duas bibliotecárias suecas que fizeram um intercâmbio de uma semana e com as quais trocou experiências. Uma curiosidade sobre a Alemenha é que o país não tem biblioteca nacional, mas várias bibliotecas compõem a biblioteca nacional virtual, cada uma se responsabilizando por uma área do conhecimento e  um período. Em Hanover, Karyn participou apresentou um trabalho sobre a UFSC em um congresso. Por fim, ela comentou que as bibliotecas não possuem problemas com verba, mas existe preocupação com a contenção de gastos, sendo um exemplo disso a aquisição compartilhada de recursos informacionais.

Se você não pôde assistir, o vídeo da apresentação está disponível abaixo:

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Resumo do webinar "Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional"

No dia 21/3/16, a FEBAB deu início a uma série de webinars cujo primeiro foi “Fomos e voltamos: nossos relatos de intercâmbio profissional”.

Nesse dia, os bibliotecários Karyn Lehmkuhl e Carlos Gianetti contaram suas experiências nas bibliotecas da Universidade de Tecnológica de Munique, na Alemanha, e da Universidade de Toronto, no Canadá.

Carlos tem uma formação variada e atualmente é técnico de biblioteca no Instituto de Artes da UNICAMP. Iniciou falando que seu estágio foi realizado de novembro a dezembro de 2015 como bibliotecário visitante. A oportunidade surgiu por meio da publicação de um edital de mobilidade para funcionários da UNICAMP. A Universidade de Toronto, assim como muitas universidades públicas, não são totalmente financiadas pelo governo: a proporção é, em média, 45%  de financiamento público e 55% privado. No total, a Universidade de Toronto possui 3 campus. No que se refere ao sistema de bibliotecas, a universidade conta com 44 bibliotecas. Conhecidas como research libraries, não são locais apenas para empréstimo, mas também para reuniões, encontros e socialização. Carlos relatou, também, que o respeito à diversidade sexual e religiosa é absurda, e outro ponto destacado foi o fato de alunos de pós-graduação terem acesso irrestrito à biblioteca, exceto ao setor de obras raras. Além disso, é permitido entrar com mochilas e sacolas, pois parte-se do princípio de liberdade dos usuários e a consideração e respeito que possuem à coleção. A Library of Congress Subject Headings é adotada como classificação, sobretudo nas bibliotecas universitárias, enquanto que a Classificação Decimal de Dewey nas públicas. Carlos ainda destacou a comunicação organizacional, pois todos a equipe se comunica, independente do setor de atuação. Sobre o acervo, o empréstimo é ilimitado para graduação e pós-graduação, pois se considera que os usuários têm consciência de levar apenas os livros que realmente lerão. Sobre os alunos de pós-graduação, eles têm direito a uma mesa que podem colocar os livros e deixam lá parte do material usado na sua pesquisa; se outro usuário precisar do livro, ele é indicado no sistema com quem está emprestado e contata o usuário em questão.

O que também chamou a atenção de Carlos foi o fato da biblioteca estar sempre cheia e serem muito voltadas para os usuários, pois contemplam espaços para todas as gerações (X, Y, Z). As bibliotecas também possuem salas de leitura individuais e em grupo para reuniões, programar trabalhos, projetos, dentre outros. No que se refere aos serviços, o desenvolvimento de coleções é realizado por  bibliotecários especialistas, sendo cada um responsável pela compra e aquisição das línguas que dominam, o mesmo ocorrendo com a catalogação. A biblioteca recebe as listas dos livros que preferem em centenas de línguas e da compra até a disponibilização no acervo leva em torno de 3 meses. Outra curiosidade apontada por Carlos é que em épocas de provas as bibliotecas funcionam 24 horas com o cartão do usuário e foi destacado, também, o fato do wifi funcionar em toda a universidade, permitindo a mobilidade no campus. Sobre o atendimento ao usuário, Carlos destacou que enquanto que no Brasil encontra-se, em geral, a circulação e a referência, no Canadá há os information desks, no qual são providas respostas rápidas, como informações sobre o acervo, localização de materiais e recarga de cartão para uso das fotocopiadoras, e os reference desks, que contam com bibliotecários especialistas em cada área (liaisons). Isso acontece porque enquanto que no Brasil a formação do bibliotecário é generalista, no Canadá e nos Estados Unidos a graduação é em uma área do conhecimento e, posteriormente, estuda-se um mestrado em biblioteconomia para só então poder exercer a profissão de bibliotecário, e com ele pode-se marcar um horário de atendimento via chat, e-mail ou outra forma de contato disponibilizada pela biblioteca. Carlos também comentou outras curiosidades: a Robarts library, por exemplo, possui 5 milhões de livros e um anexo com obras raras; existem bibliotecas com impressoras 3D, pois considera-se que essa ferramenta fornece embasamento para o aprendizado e torna-o “tátil”; também foi mostrada uma foto de uma biblioteca que recebe a visita, a cada 2 semanas, de um cachorro utilizado para para descontrair e relaxar os estudantes, sobretudo em períodos de provas e projetos; a maioria das bibliotecas aproveita muito bem a luz natural, sendo que a biblioteca da Mizusawa possui sensores nas luzes internas que a fazem variar conforme a intensidade da natural, além de estantes deslizantes para economizar espaço e copiadoras com cartão, os quais são carregados pelos funcionários; há bibliotecas que também disponibilizam uma área privada em que é permitido o uso  de telefone celular.

Carlos relatou toda sua experiência no blog que criou para esse fim, com vários relatos e vídeos, vale a pena conferir: http://bibliointercambioprofissa.wordpress.com.

Na sequência, Karyn falou sobre sua experiência na apresentação intitulada “Programa de estudos IATUL: aprendizados, vivências e visitas”. Há 6 anos ela é bibliotecária na UFSC, formada na graduação e no mestrado em Ciência da Informação pela mesma universidade, e atualmente é responsável pelo setor de referência. A IATUL  (International Association of University Libraries) foi fundada eme 1955 na Alemanha e a biblioteca da UFSC foi a primeira biblioteca brasileira a tornar-se membro dessa associação, cujo diferencial é oferecer atividades que buscam fortalecer o networking entre bibliotecários, principalmente gestores, sendo que uma das atividades é o programa de estudos. Esse programa permite o intercâmbio de pelo menos 2 semanas, no qual o bibliotecário visitante conhece os serviços e atividades da biblioteca e, como contrapartida, implementar um novo serviço na instituição de origem do visitante. Karyn conheceu a biblioteca da Universidade Tecnológica de Munique, uma das melhores universidades alemãs, onde conheceu os serviços e, sobretudo, a iniciativa ERIC, que é um software que dá suporte à pesquisa e gerenciamento de dados de pesquisa. Karyn se candidatou ao programa no 2º semestre de 2014 e  embarcou em junho/julho de 2015, passando 4 semanas em Munique e uma em Hanover em uma conferência. A biblioteca visitada por Karyn foi fundada 1868, e embora o enfoque seja tecnológico, também possui outros assuntos nos acervo, como medicina e administração. Sobre sua rotina, Karyn contou que semanas antes de viajar recebeu um cronograma de atividades, muitas delas reuniões, e passou a maior parte do tempo na biblioteca do campus principal no centro de Munique. Como no Canadá, os bibliotecários também especialistas de área e a formação diferente é diferente e pode ocorrer de três formas: pelo ensino técnico mais um curso de  2 a 3 anos, mas que dá formação de aprendiz (mais ou menos equivalente a auxiliar de biblioteca, no Brasil); graduação (criado recentemente); bibliotecário de área (subject librarian): mestres ou doutores na área passam por um curso de 2 anos para se tornar bibliotecário. O subject librarian temEm geral, o atendimento é realizado por estudantes de biblioteconomia e ocupam o cargo de auxiliares, pois os bibliotecários não estão na linha de frente, como ocorria até pouco tempo atrás. Em seu primeiro dia de trabalho na Alemanha, Karyn reuniu-se com o diretor, que também é o atual presidente do IATUL, que esclareceu que ao retornar da viagem é necessário fazer relatório contendo feedback da implantação do serviço que conheceu na Alemanha, que no caso foi o software ERIC. Chamou a atenção de Karyn o fato de boa parte do acervo ser fechado e existir uma busca mecanizada de material, que torna o material rapidamente disponível para o usuário. Em relação ao organograma, Karyn comentou que a divisão ocorre por departamentos (circulação, serviços de informação (contém referência, referência virtual, capacitação presencial, web, via Moodle e até por WhatsApp), aquisição e catalogação, tecnologia da informação (responsável pelo repositório). Um ponto que chamou sua atenção foi a catalogação com um código em alemão, mas que em breve será substituída pelo RDA, porque há preocupação com internacionalização e, para isso, o RDA, Toolkit já foi traduzido para o alemão e deverá ser adotado em breve. Além disso, a biblioteca tem uma certificação ISO de qualidade, o que lhe possibilitou reestruturar os fluxos de trabalho e a documentação correspondente. Karyn ressaltou que tanto o ERIC, que é o software para acompanhar a pesquisa, do seu início até a geração dos dados, como o mediaTUM. o software utilizado para o repositório, foram desenvolvidos na própria universidade e atualmente são open source, suportando a pesquisa e o gerenciamento de dados de pesquisa, dados esses que são já são requisitados por agências de fomento europeias e alemãs, e no Brasil a FAPESP também já os solicita. Como a biblioteca está num patamar no qual já consegue oferecer o básico na gestão de dados científico,  a preocupação recai sobre quais outros serviços relevantes e atuais pode oferecer. Karyn também conheceu duas bibliotecárias suecas que fizeram um intercâmbio de uma semana e com as quais trocou experiências. Uma curiosidade sobre a Alemenha é que o país não tem biblioteca nacional, mas várias bibliotecas compõem a biblioteca nacional virtual, cada uma se responsabilizando por uma área do conhecimento e  um período. Em Hanover, Karyn participou apresentou um trabalho sobre a UFSC em um congresso. Por fim, ela comentou que as bibliotecas não possuem problemas com verba, mas existe preocupação com a contenção de gastos, sendo um exemplo disso a aquisição compartilhada de recursos informacionais.

Se você não pôde assistir, o vídeo da apresentação está disponível abaixo:

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EIFL Webinar: uma introdução à literacia digital

O Programa de Licenciamento EIFL está organizando um webinar com o orador convidado Drª Jane Secker, que irá fornecer uma introdução à literacia digital. Drª Jane Secker é Copyright e Digital Literacy Advisor na London School of Economics. Ela também é presidente do Instituto Chartered de Documentação e Informação Profissionais (CILIP) Information Literacy Group.

O webinar será realizado no dia 6/10/15, das 7h às 8h (horário de Brasília). A notícia completa sobre o evento e a inscrição estão disponíveis no site do EIFL (Electronic Information for Libraries), uma ONG que oferece suporte para países da África, Ásia e América Latina no acesso à informação.

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Webinars da ALCTS

A Association for Library Collections & Technical Servies (ALCTS), uma divisão da American Library Association (ALA), disponibiliza, em sua maioria de forma gratuita, os arquivos de webinars realizados. O link para acesso é http://www.ala.org/alcts/confevents/upcoming/webinar.

Logo abaixo das Upcoming Sessions, há o link para séries de webinars divididos em quatro temas: repositórios institucionais, preservação, catalogação e RDA e coleções.

Em Recent Webinars, está disponível também uma lista de arquivos dos eventos passados.

Uma boa fonte de consulta e atualização profissional!

 

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Webinar gratuito “Coaching na Atuação do Profissional da Informação”

Na Sociedade da Informação e do Conhecimento, torna-se necessário um novo olhar sobre as formas de atuação do profissional da informação. O profissional deve buscar conhecer tendências e inovações que têm sido utilizadas em vários países. Nesse contexto, o coaching se apresenta como um subsídio eficaz e promissor de planejamento e aperfeiçoamento individual e coletivo nas Unidades de informação.

Este webinar, realizado pela Elsevier em parceria com a Content Mind, apresentará o coaching como possibilidade ao profissional da informação.

Palestrante
A Profa. MSc. Adriana Maria de Souza é Mestre em Ciência da Informação pela ECA-USP. Possui graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação e é Especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Atua como docente no curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Consultora em Unidades de Informação.

Possui experiência na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, com ênfase em Serviços de Informação, Capacitação e Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Excelência em atendimento ao cliente: padrões e processos, Coaching, Tratamento da informação.

Faça sua inscrição aqui!

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Webinar gratuito "Coaching na Atuação do Profissional da Informação"

Na Sociedade da Informação e do Conhecimento, torna-se necessário um novo olhar sobre as formas de atuação do profissional da informação. O profissional deve buscar conhecer tendências e inovações que têm sido utilizadas em vários países. Nesse contexto, o coaching se apresenta como um subsídio eficaz e promissor de planejamento e aperfeiçoamento individual e coletivo nas Unidades de informação.

Este webinar, realizado pela Elsevier em parceria com a Content Mind, apresentará o coaching como possibilidade ao profissional da informação.

Palestrante
A Profa. MSc. Adriana Maria de Souza é Mestre em Ciência da Informação pela ECA-USP. Possui graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação e é Especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Atua como docente no curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Consultora em Unidades de Informação.

Possui experiência na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, com ênfase em Serviços de Informação, Capacitação e Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Excelência em atendimento ao cliente: padrões e processos, Coaching, Tratamento da informação.

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IFLA – Programa de Webinars para América Latina e Caribe 2014

ifla-logo                                                                   lac

Por mais de três anos a IFLA Continuing Professional Development and Workplace Learning e a IFLA New Professionals Special Interest Group tem oferecido, com muito sucesso, diversos webinars abordando temas de interesse para bibliotecários, associações de bibliotecas, escolas de biblioteconomia, tomadores de decisões e profissionais atuando em bibliotecas. Agora, em parceria com a IFLA Latin American and the Caribbean Section e o Curso de Ciências da Informação e da Documentação e Biblioteconomia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, Campus Ribeirão Preto, tem o prazer de apresentar duas novas séries de webinars em português e espanhol propostos para 2014 visando chegar ao público latino americano e caribenho.

Seguindo nossa tradição de excelência, essa nova série de inclui especialistas de diferentes países apresentando programas de qualidades conforme apresentado a seguir.

Esperamos encontrá-los online, reservem as datas!

 

(1ª série) Direitos de autor e bibliotecas: por que é importante manter-se informado

Assista a uma série de eventos on-line (em espanhol e/ou português) com especialistas e interessados no tema dos direitos autorais, que estarão apresentando uma visão geral sobre a situação da América Latina e Caribe, os últimos acontecimentos e temas da atualidade. Ademais, discutiremos por que é importante aos bibliotecários e profissionais de informação manterem-se informados acerca destes temas tão relevantes para o melhor desenvolvimento de nossas atividades.

Coordenadora das seções: Sueli Mara S.P. Ferreira – IFLA/LAC e USP

Moderadora espanhol: Maria Juliana Soto – Prensa Fundación Karisma, Colombia

Moderador português: José Eduardo Santarem Segundo – Universidade de São Paulo, Brasil

 

3a. feira, 04 de novembro de 2014, 14h*

Palestrante: Alicia Ocaso-Ferreira

Tema: Informação sobre o panorama mundial, com base no trabalho que vem sendo desenvolvido pela IFLA e CLM nos foros mundiais. Relatos, assuntos de interesse e atualizações sobre o Creative Commons e a Wikimedia

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Alicia é Presidenta da Asociacion de Bibliotecologos del Uruguay, Membro do Comité de Derechos de Autor y Asuntos Legales (CLM) da IFLA.

 

 4a. feira, 5 de novembro de 2014, 14h*

Palestrante: Claudio Ruiz

Tema: Informação atualizada sobre o panorama atual dos direitos de Autor na América Latina e ultimas tendências

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Claudio é Diretor Executivo da ONG Derechos Digitales, Chile. Dirige projetos vinculados a defensa e promoção dos direitos fundamentais envolvidos com a internet, particularmente a liberdade de expressão, direitos de autor e acesso ao conhecimento. Colabora com a IFLA em várias iniciativas internacionais. É profesor diplomado em Propriedade Intelectual.

2a. feira, 10 de novembro, 2014, 14h*

Palestrante: Carolina Rossini

Tema: ABC dos direitos do autor, incluindo propostas de mudanças na LDA (Lei de Direitos de Autor no Brasil) e licenças aberta.

Idioma: PORTUGUES

Biografia: Carolina é Vice Presidenta de Direitos Internacionais e Estratégia na Public Knowledge. Tem mais de 14 anos de experiência em direito internacional, negociações de transações e política, com um enfoque específico para Internet, telecomunicações, propriedade intelectual e os direitos humanos. Também atua como associada ao Global Partners International Digital e como bolsista no New America Foundation Lab-X. Faz parte do advisory boards das seguintes instituições: Alliance for Affordable Internet (Deputy member), Open Knowledge Foundation tanto paramo Reino Unido como para o Brasil, Saylor Foundation nos EUA, Instituto Educadigital e o InternetLab esses dois ultimos no Brasil. Anteriormente, Carolina foi Diretora de Projetos do New America Foundation’s Open Technology Institute, e Diretora de Propriedade Intelectual Internacional no Electronic Frontiers Foundation (EFF), e bolsista no Berkman Center de Harvard University. Antes de se mudar para os EUA em 2007, Carolina trabalhou no Centro de Tecnologia e Sociedade como um coordenador do projeto, e como advogado de ISP da Telefônica no Brasil. Ela tem um LL.M.on IP da Universidade de Boston, um MBA pelo Instituto de Empresas e Mestrado em Negociações Econômicas Internacionais pela UNICAMP / UNESP, e um JD pela Universidade de São Paulo – USP.

 

3a. feira, 11 de novembro, 2014, 14h*

Palestrante: Cristiana Gonçalvez

Tema: O debate internacional do direito de autor e os bibliotecários

Idioma: PORTUGUES

Biografia: Cristiana é pesquisadora sênior e doutoranda em Relações Internacionais na Universidade de São Paulo (USP). Fez mestrado em Sociologia na mesma universidade e trabalhou como pesquisadora nas áreas de direito autoral e privacidade por seis anos no GPOPAI- Grupo de Pesquisa em Política Públicas para o Acesso à Informação da Escola de Artes e Ciências Humanas da USP. Acompanha as negociações em direitos autorais e patentes na Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) como representante da Civil Society Coalition (CSC), uma coalizão internacional de organizações de direitos dos consumidores, de interesse público e de defesa dos países em desenvolvimento. Foi assessora técnica no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e atualmente compõe a Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB)

 4a. feira, 12 de novembro, 2014, 14h*

Palestrante: Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Tema: O direito autor e as publicações em novos formatos

Idioma: PORTUGUES

Biografia: Sueli Ferreira é Professora Titular da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da mesma Universidade. Doutora em Ciências da Comunicação. Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas no período de 2010 a 2013. Membro do Comitê Latino Americano de do Caribe da IFLA (IFLA LAC) e da Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB)

 

(2ª série) Tendências Reportadas pela IFLA

As tendências futuras discutidas no Relatório IFLA Ttrends lançado em 2013 são de natureza tal que se alteram continuamente. Bibliotecários de todo o mundo, continuam acompanhando tais tendências e discutindo como elas impactam as bibliotecas e os serviços que oferecem. Nesses webinars, vamos debater as ultimas atualizações apresentadas pela IFLA, em Lyon, 2014.

Coordenadora das seções: Sueli Mara S.P. Ferreira – IFLA/LAC e USP

Moderadora espanhol: Loida Garcia-Febo, Junta de Gobierno de IFLA, CPDWL, NPSIG

Moderador português: Claudiane Weber, UFSM e USP.

 

2a. feira, 17 de novembro, 2014, 14h*

Palestrante: Jesus Lau

Tema: Futuro: uma estrada com muitos caminhos

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Ganhador da Medalha IFLA 2014. Bibliotecário de reconhecimento internacional. Diretor de bibliotecas. Pesquisador. Escritor. Professor na área de biblioteconomia. http://jesuslau.com

 

3a. feira, 18 de novembro, 2014, 14h*

Palestrante: Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Tema: Tendências e mudanças no ambiente informacional.

Idioma: PORTUGUES

Biografia: Sueli Ferreira é Professora Titular da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da mesma Universidade. Doutora em Ciências da Comunicação. Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas no período de 2010 a 2013. Membro do Comitê Latino Americano de do Caribe da IFLA (IFLA LAC) e da Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB).

INSCRIÇÃO: Não é necessário inscrição antecipada, ela será feita durante o evento para aqueles que necessitarem de certificados de participação. Orientações sobre tal procedimento serão fornecidas durante o webinar.

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ACESSO: Os participantes poderão assistir os eventos no link:http://iptv.usp.br/portal/transmissao/iflalac

Todas as sessões terão a duração de UMA hora, logo após as apresentações serão dedicados 20 minutos para perguntas e comentários dos participantes, as quais poderão ser enviadas, durante todo o evento, para o email: iflalac.webinar@gmail.com

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*IMPORTANTE:

– Os horários aqui marcados correspondem a Brasilia.

– Verifique o horário em outras localidades da América Latina em: http://www.timeanddate.com/worldclock/custom.html?continent=samerica

– Horários ao redor do mundo: http://www.timeanddate.com/worldclock/

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Perguntas e pedido de informação com as coordenadoras das séries:

Loida Garcia-Febo – loidagarciafebo@gmail.com

Sueli Mara S. P. Ferreira – sueli.ferreira@gmail.com

 

Equipe de trabalho:

Loida Garcia-Febo, Junta de Govierno de IFLA, IFLA CPDWL, NPSIG

Sueli Mara Ferreira, IFLA LAC e FFCLRP/USP

José Eduardo Santarem Segundo, FFCLRP/USP

Sigrid Karin Weiss Dutra, Presidenta IFLA LAC

Silvia Cecilia Anselmi, Secretaria IFLA LAC

Ruth Helena Vallejo, IFLA LAC

Juanita Jara de Sumar, IFLA CPDWL

Disponível em: <http://blogs.ifla.org/lac/2014/10/programa-de-webinars-para-america-latina-e-caribe-2014/>. Acesso em: 28 out. 2014.

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