Arquivo da tag: Wikipédia

3 dicas para usar a Wikipédia na pesquisa acadêmica

O uso da Wikipedia em trabalhos acadêmicos ainda é um assunto controverso, mas pode ser uma porta de entrada para isso. Veja como!

1. Veja as referências utilizadas
Ficou na dúvida sobre a qualidade do texto? Dê uma olhada nas referências usadas no verbete. Se estiverem listados mais sites institucionais do que sites pessoais, por exemplo, melhor deve (ou deveria) ser o verbete. Dê preferência para o uso das referências ao invés do texto do verbete.

2. Observe as notas sobre a credibilidade e atualização do texto
A Wikipédia costuma publicar no alto das páginas dos verbetes notas sobre a credibilidade da informação do verbete e sua atualização. Isso pode ser um detalhe importante para confirmar a autenticidade do texto, assim como a atualização, que pode ser importante para áreas como as Ciências Biológicas e Ciências da Saúde.

3. Consulte o histórico do verbete
Todos os verbetes tem um botão no alto chamado “Ver histórico”. Crie o hábito de consultar versões anteriores, pois você pode encontrar outras informações e referências que foram retiradas e que pode ser úteis para o seu trabalho.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Aldeia de pixels e papel

Discípulo de McLuhan, físico canadense diz que cérebro humano precisa do impresso
Parceiro de Marshall McLuhan, físico, linguista, e especialista em comunicação, Robert K. Logan está no Rio para lançar seu mais recente livro, “Que é informação?” (Contraponto/Editora PUC, tradução de Adriana Braga), e para uma série de aulas e conferências em universidades e escolas. Quase meio século depois de seu mestre elaborar o conceito de aldeia global e a ideia de que o meio é a mensagem, O GLOBO conversou com Logan sobre este tempo em que vivemos imersos em nuvens de dados. Ele prega a ideia de que o cérebro humano é viciado em tinta e papel e fala da criação do smartbook, dispositivo que alia o impresso ao virtual.

O senhor diz que o cérebro humano é dependente de tinta e papel e que a inteligência, o estudo e o aprendizado não sobrevivem sem o impresso. Essa afirmação se baseia em quê?

ROBERT K. LOGAN: Em estudos neurofisiológicos que comparam a leitura de textos em papel com a leitura numa tela eletronicamente configurada. No texto em papel ela é restrita ao hemisfério esquerdo, que interpreta a linguagem. Já a leitura na tela, por melhor que seja a resolução, envolve, antes, o lado direito, necessário para montar o mosaico de pixels que forma a imagem de cada letra, e, depois, o lado esquerdo, num vaivém: um lado converte pixels em letras, outro transforma letras em palavras e frases. A quantidade de tráfego através do corpo caloso é enorme e dificulta a concentração e a imersão, além de tornar a leitura mais cansativa. Não é à toa que escritores que escrevem em computador preferem imprimir e ler no papel na hora de fazer a revisão.

É só isso, então? A coisa se resume a um fator neurofisiológico?

Não, isso é um só aspecto. Outro é que a tecnologia do livro encadernado, até hoje, é a única que permite um manuseio sem o emperramento imposto pela rolagem.

Mas o senhor é um entusiasta da internet e até a saúda como uma nova linguagem. Explique o paradoxo.

Não há paradoxo. O que defendo é uma experiência conjugada no uso da internet e do papel. Por exemplo, imprimir textos e hiperlinks mais relevantes é uma prática seletiva útil, que permite que se atinjam com mais eficiência os objetivos. Ao mesmo tempo, estou participando da criação de um conceito: o dos smartbooks. É um livro impresso que contém um código que, inserido na rede, abre portas para sua cópia digital, links associados exclusivos e listas de referências.

Como vê o fim da Enciclopédia Britânica impressa, sem uma versão online do mesmo porte?

Não vejo drama. A Wikipedia é muito melhor que a Britânica. Tem muito mais links e aberturas para outras acepções do assunto através do hipertexto.

Sério? E as bobagens, distorções, exacerbações que se encontram na Wikipedia?

Ora, o que não falta na Britânica são bobagens. Essa coisa de a Britânica ser o centro referencial cosmológico da cultura era um mito. Por exemplo, não existia na Britânica um verbete sobre mim e sobre meu trabalho. Na Wikipedia há uma entrada espontânea! (Risos)

O leitor médio hoje é capaz de contextualizar?

Sim, claro. O hiperlink permite isso. Desde que ele tenha discernimento e uma educação à altura.

Mas o problema não estaria aí? O leitor atual, dividido entre várias fontes, consegue se educar?

A educação é um assunto à parte. E o que precisa haver, como eu disse, é uma boa correlação entre o impresso e o digital. Estamos numa época em que essa ideia apressada do fim do livro impresso está em transição. Ela foi criada por aqueles que acharam que aconteceria com os livros o que aconteceu com os CDs. Ora, não perceberam que a cognição auditiva é bem diferente da experiência da leitura, que exige um vínculo muito maior com o suporte, o objeto.

Muitos estudiosos previram que o poder ficaria concentrado nas mãos de quem fosse o dono da informação. Quem são, hoje, esses donos?

Hoje, todos são donos da informação, e aquele funil de editores deixou de privar milhões de pessoas de se expressarem, muitas vezes coletivamente. Os provedores, é claro, lucram com isso e têm acesso a toda a informação, mas este é um outro aspecto da discussão.

Em seu livro o senhor trata do conceito de informação como se fosse um organismo que se replica por meio das linguagens e da cultura da mesma maneira pela qual as estruturas moleculares orgânicas propagam seus padrões de organização. Para além da esfera acadêmica, como o público percebe o conceito de informação?

Não percebe. O público, com exceção da academia, é como um peixe na água: ele não capta conceito de fundo, ele apenas recebe, processa, transforma, recria e transmite a informação através de seus vários meios, sempre influenciado, cognitivamente, pelas características dos mesmos e pelo ambiente, adicionando significados que estão para além da previsibilidade e que pertencem ao domínio da incerteza. O que contraria completamente a noção que tem predominado, derivada das ideias de Shannon, de que informação é apenas transmissão direta e passiva de signos arbitrários por um receptor.

Isso significa que a informação é orgânica?

Não, ao contrário do que sonham os próceres da inteligência artificial e da realidade virtual: sem a interação com o ambiente não se produz vida humana. A vida está nos processos biológicos, e a mente é um estágio que resulta da soma do cérebro com a linguagem. O que esta soma produz é uma instância puramente conceitual, simbólica, que é transmitida como um organismo vivo apenas em sua dinâmica, por meio de padrões de replicação imateriais.

Apesar de afirmar essa especificidade do homem enquanto produtor de significados, na sua teoria, o senhor se refere aos indivíduos por meio de palavras como instinto, cérebro, mente, moléculas, organização, emergência, processo. Mas vocábulos como amor, emoção e sentimento estão ausentes das 250 páginas. Por quê?

Estão mesmo ausentes? Tem certeza? Bom… não sei, na verdade isso me surpreende. Não posso sequer explicar. Estou chocado. Vou ter que pensar sobre isso e já me vem uma série de palpites sobre como conectar o conceito de informação ao de amor. Você me deu uma excelente ideia para uma próxima edição do livro, ou um novo estudo…

* Esta entrevista foi publicada no vespertino para tablet “O Globo a Mais”

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2012/03/31/aldeia-de-pixels-papel-438365.asp>. Acesso em: 8 abr. 2012.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

VIII Semana “A Pós-Graduação da EESC na Biblioteca”

Programação

24/04/2012 – terça-feira

10h00 às
12h00
Ética em Pesquisa
Profa. Dra. Mônica Hermam Salem Caggiano , Presidente da Comissão de Pós-Graduação, Faculdade Direito/USP
14h00 às
16h00
Creative Commons e Comunicação Científica
Pedro Nicoletti Mizukami, Creative Commons no Brasil, Fundação Getúlio Vargas
18h30 às
20h30
MINI CURSO: Elaboração de Artigo Científico
Elenise Maria de Araújo—Bibliotecária da EESC

25/04/2012 – quarta-feira

09h00 às
11h00
Wikipédia na Academia: cópia, plágio e oportunidades colaborativas
Everton Zanella Alvarenga/Rodrigo Pissardini, Wikimedia Brasil
16h00 às
18h00
A importância do profissional eticista no mundo contemporâneo
Prof. Carlos Goldenberg, SEL/EESC
18h30 às
20h30
MINI CURSO: Referências e Citações
Elena Luzia Palloni Gonçalves—Bibliotecária da EESC

26/04/2012 – quinta-feira

09h00 às
11h00
Ética e Plágio em Pesquisas Científicas
Prof. Sigmar de Mello Rode, Presidente da ABEC Associação Brasileira de Editores Científicos, UNESP-São José dos Campos
14h00 às
16h00
Índice H e fator de Impacto
Marcos Criado/DOTLIB
16h00 às
18h00
Treinamento EndNote Web
Eliana Maria Garcia (ESALQ/USP)

Inscrições e maiores informações no sitedo evento,

Deixe um comentário

Arquivado em Eventos

VIII Semana "A Pós-Graduação da EESC na Biblioteca"

Programação

24/04/2012 – terça-feira

10h00 às
12h00
Ética em Pesquisa
Profa. Dra. Mônica Hermam Salem Caggiano , Presidente da Comissão de Pós-Graduação, Faculdade Direito/USP
14h00 às
16h00
Creative Commons e Comunicação Científica
Pedro Nicoletti Mizukami, Creative Commons no Brasil, Fundação Getúlio Vargas
18h30 às
20h30
MINI CURSO: Elaboração de Artigo Científico
Elenise Maria de Araújo—Bibliotecária da EESC

25/04/2012 – quarta-feira

09h00 às
11h00
Wikipédia na Academia: cópia, plágio e oportunidades colaborativas
Everton Zanella Alvarenga/Rodrigo Pissardini, Wikimedia Brasil
16h00 às
18h00
A importância do profissional eticista no mundo contemporâneo
Prof. Carlos Goldenberg, SEL/EESC
18h30 às
20h30
MINI CURSO: Referências e Citações
Elena Luzia Palloni Gonçalves—Bibliotecária da EESC

26/04/2012 – quinta-feira

09h00 às
11h00
Ética e Plágio em Pesquisas Científicas
Prof. Sigmar de Mello Rode, Presidente da ABEC Associação Brasileira de Editores Científicos, UNESP-São José dos Campos
14h00 às
16h00
Índice H e fator de Impacto
Marcos Criado/DOTLIB
16h00 às
18h00
Treinamento EndNote Web
Eliana Maria Garcia (ESALQ/USP)

Inscrições e maiores informações no sitedo evento,

Deixe um comentário

Arquivado em Eventos

Rede de bobagens

http://veja.abril.com.br/250309/p_130.shtml

Num ensaio provocador, Andrew Keen, ex-empresário da área de tecnologia, acusa a internet de promover a ditadura da ignorância

Jerônimo Teixeira

No conto A Biblioteca de Babel, de 1941, o escritor argentino Jorge Luis Borges descreve uma biblioteca infinita, que guarda todos os livros que a combinação das letras do alfabeto permitiria compor. Já foi dito que essa coleção inesgotável de textos seria uma prefiguração da internet. Só que a biblioteca de Borges não é o repositório amigável do conhecimento que a rede pretende ser. Trata-se, ao contrário, de uma versão do inferno, com inumeráveis salas repletas de livros ininteligíveis. O britânico Andrew Keen, ex-empresário pontocom convertido em crítico cultural, repisa a analogia entre a biblioteca imaginária de Borges e a rede planetária em O Culto do Amador (tradução de Maria Luiza X. de A. Borges; Jorge Zahar; 208 páginas; 39 reais), que acaba de chegar às livrarias brasileiras. Keen sugere que a internet também pode ser um pesadelo cultural – um acúmulo inabarcável de tolices criadas por uma multidão de narcisistas ansiosos para se expressar on-line. A argumentação de Keen é muitas vezes alarmista – mas seu livro traz provocações incômodas, que merecem ser consideradas seriamente.

Nos anos 90, Keen lançou o site Audiocafe, dedicado a distribuir música em formato digital. Sua desilusão com a internet aflorou mais tarde, em uma conferência de empreendedores do Vale do Silício, promovida pelo guru da tecnologia Tim O’Reilly, em 2004. O’Reilly popularizou a expressão Web 2.0 para designar uma nova e mais dinâmica fase da internet com banda larga. Keen começou a se sentir desconfortável com a retórica utópica de O’Reilly e seus apóstolos: no mundo revolucionário anunciado por essa turma, qualquer pessoa que dispusesse de um computador poderia se tornar músico, escritor, crítico, jornalista. A autoridade dos especialistas seria esvaziada, e os palpiteiros ditariam os rumos da cultura do alto de seus blogs. “Público e autor estavam se tornando uma coisa só, e estávamos transformando cultura em cacofonia”, escreve Keen. A Wikipedia seria o epítome dessa cultura do amadorismo. Idealizada pelo empresário Jimmy Wales, pretende ser uma enciclopédia democrática, cujo conteúdo é produzido pelos usuários (embora um grupo de editores voluntários detenha o poder de determinar a forma final dos verbetes). Keen acusa Wales de ser um agente do contrailuminismo: seu empreendimento coletivo mina a autoridade de enciclopédias tradicionais como a Britannica (parcial na escolha de dados, Keen não discute o estudo comparativo dos verbetes científicos das duas enciclopédias realizado em 2005 pela conceituada revista Nature, no qual se constatou que a Britannica quase se iguala à Wikipedia no número de erros e imprecisões).

A Web 2.0, argumenta Keen, realiza o velho adágio segundo o qual um grupo de macacos que batucasse infinitamente sobre máquinas de escrever um dia acabaria compondo uma obra coerente. O Culto do Amador responsabiliza a rede pela queda na circulação dos grandes jornais americanos e pelos prejuízos da indústria fonográfica, vítima da pirataria digital. Seu ataque à internet, porém, não se centra na economia, mas na moral. Na visão de Keen, a rede é um faroeste virtual dominado por pistoleiros anônimos. Isenta de qualquer controle ou fiscalização, seria território livre para o plágio, a calúnia, a boataria irresponsável e a propaganda sub-reptícia. As mais abiloladas teorias conspiratórias ganham repercussão indevida: Loose Change, documentário amador que acusa o governo Bush de ter montado os atentados de 11 de setembro, já foi visto mais de 2 milhões de vezes no YouTube.

A internet de fato comporta todos os crimes de que é acusada por Keen (veja o quadro abaixo) – mas nada disso significa que a morte da cultura delineada em O Culto do Amador seja um risco iminente. Esse tipo de crítica conservadora e catastrofista é recorrente sempre que uma nova tecnologia de comunicação emerge – cada um em seu turno, a imprensa, o cinema, a televisão já foram considerados o veículo dos bárbaros para pôr fim à civilização. Falta à análise de Keen uma certa perspectiva histórica, que permita dimensionar os tais estragos da internet. A música digital ameaça a indústria fonográfica? Talvez – mas, se Bach, Mozart e Beethoven compuseram o melhor do repertório ocidental antes da existência dessa indústria, não há razão para imaginar que a eventual falência das gravadoras silenciaria a música. A calúnia anônima tampouco precisa de computadores para vigorar – na imprensa do século XIX, artigos injuriosos assinados por pseudônimos eram comuns. Há considerações pertinentes – e preocupantes – em O Culto do Amador. Mas Keen também padece da superficialidade que ele atribui ao objeto de sua crítica.

Alexandria 2.0

Um ermitão que lesse O Culto do Amador, de Andrew Keen, sem nunca ter tido contato efetivo com a internet imaginaria um deserto intelectual em que a pornografia e vídeos amadores seriam as únicas formas de cultura. Mas a rede tem, de fato, o potencial para ser uma espécie de biblioteca universal, um catálogo compreensivo do conhecimento humano. Há bons projetos para compilar bibliotecas digitais. O mais conhecido é o do Google, que está patrocinando o escaneamento de milhões de livros em bibliotecas universitárias. No fim do ano passado, o Google Book Search, que permite pesquisar essas obras, chegou a um acordo judicial com associações de editores e autores americanos que o acusavam de violar direitos autorais. O acordo deverá permitir que mais livros sejam disponibilizados on-line. Um concorrente do Google Book Search é o Openlibrary.org, que recrutou 135 livrarias no mundo todo para escanear mais de 1 000 livros por dia. Trata-se de uma iniciativa do empresário americano Brewster Kahle, que ficou milionário criando empresas e programas que depois foram vendidos para gigantes da internet como o AOL e a Amazon. Kahle não é modesto nas suas ambições. “Quero construir a Alexandria 2.0”, disse à revista The Economist, aludindo à legendária biblioteca da Antiguidade.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Anunciada a morte da Encarta/Microsoft

Data: 01/04/2009.  Fonte: Adnews.

A Microsoft afirmou que vai fechar todas as atividades de sua enciclopédia eletrônica Encarta até junho. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31) no site da empresa, onde ela reiterou a importância da ferramenta: “a Encarta foi um produto popular no mundo todo por muitos anos”. A enciclopédia foi distribuída em vários países em CD-ROM e também podia ser consultada via internet. A medida seria um reconhecimento do avanço do Wikipedia que agora é a mais conhecida referência on-line nesse segmento. A Microsoft ainda afirmou em seu site que “a categoria tradicional de enciclopédias e materiais de referência mudou: agora o público procura e consome informação de formas consideravelmente distintas às de poucos anos atrás”. Enquanto a Encarta apresentava um produto finalizado, com atualizações recorrentes, já a Wikipedia publicaria dados que são atualizados com mais frequência, mesmo quando a checagem é necessária. A Wikipedia já apresenta as novidades sobre a Encarta, em seu artigo em inglês está escrito, que a Microsoft anunciou em 2009 que vai encerrar a venda da Microsoft Student e outras versões do Encarta Premium em todo o mundo, até junho desse ano. O site ainda afirma o seguinte: “A Microsoft citou as mudanças na forma como as pessoas procuram informação e no mercado tradicional de enciclopédias e materiais de referência como razões-chave”. As informações publicadas pela Wikipedia têm como base o que foi anunciado pela empresa. A Microsoft também afirmou que os assinantes da MSN Encarta Premium que pagaram pelo serviço serão reembolsados.

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias

Wiki adolescentes

Os estudantes ingleses do ensino básico terão agora que estudar, por determinação legal,  em votação no Parliament  técnicas colaborativas digitais como o Twitter, os blogs e outros instrumentos wiki como parte do conteúdo a ser ministrado obrigatoriamente em suas escolas preliminares.
 
O novo currículo marcara’ a maior mudança colocada no ensino básico do Reino Unido em décadas. Os professores terão mais liberdade de decisão e  poderão escolher em conjunto com seus alunos os aspectos específicos do conhecimento histórico e científico, dentro de cada período. 

O novo programa que foi analisado  pelo bloThe Guardian indica uma orientação detalhada de cada um dos núcleos chamados  “áreas de aprendizagem” que devem substituir as 13 áreas anteriormente existentes.
  
Algumas áreas do programa de estudo básico determina,  para aprendizado em todas as escolas, que alguns pontos são primordiais:
 
• Os alunos não sairão da escola preliminar se não tiverem completo conhecimento do funcionamento operacional do instrumental de Blogging, os Podcasts, a Wikipedia e o Twitter com a intenção de usa-los  como fonte da informação, elemento social colaborativo e como modo de uma comunicação pessoal e profissional.

  • Os alunos devem saber colocar  eventos históricos dentro de uma cronologia. Cada um aprenderá dois períodos chaves da história britânica, mas será a escola que decidira’ quais períodos
 
.  • Será imprescindível  conhecer profundamente as condições e políticas sociais  vigentes e sua relação com a família e  e amigos. 
 
As outras áreas do núcleo são: inglês compreensivo, comunicação e línguas,  matemática, compreensão científica e tecnológica, compreensão social e ambiental do ser humano, saúde e bem estar social e individual e artes.
 
 
Fonte: The Guardian, UK, Quarta feira 25 Março 2009

Deixe um comentário

Arquivado em Notícias